terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Noutros Tempos Isto Resolvia-se Com um Duelo...



«Sócrates acusa Cavaco de deturpar e conspirar. “É um homem capaz de fazer tudo”»


De espada ou de pistola. Mas dava duelo. Em lugar disso o que temos é gente pindérica a lavar roupa suja na praça pública, como se fossem duas "meninas" de bordel que se chatearam por uma ter roubado o cliente da outra. A verdade é que é impossível abordar a política portuguesa sem descer de nível. Isto ainda não bateu no fundo, mas a cairmos à velocidade a que estamos a cair, já não há-de faltar muito para o embate final. Estou a assistir ao progressivo assassínio de Portugal, pela mão de gente que se não fosse o sistema de "tacho e cunha" dos partidos, estariam muito provavelmente a arrumar cadeiras num qualquer café ou a trabalhar numa caixa de supermercado, à semelhança de muitos jovens licenciados que temos hoje em Portugal.

A classe política e as elites inferiores que temos neste País, pelo sim, pelo não, é melhor manterem sempre uma mala com roupa feita e o passaporte à mão, porque um dia que já não está assim tão longe, esta gente vai ter de optar entre fugir do País e nunca mais voltar, ou ser levada a julgamento e muito possivelmente condenada à morte por tanto crime e patifaria que têm cometido. Estou a exagerar? Então olhem para o que se está a passar no resto da Europa e nos Estados Unidos. Os "ventos da história" estão de novo a soprar com força e desta vez sopram numa direcção contrária à da canalha da Terceira República. Pouco a pouco, espero de ver o actual regime português a ficar cada vez mais isolado no concerto internacional e se a União Europeia eventualmente implodir, isso significará muito possivelmente o fim do actual regime que desde 1974 (des)governa Portugual. A bandidagem dos partidos sabe disto. Eles sabem que sem as esmolas da União Europeia o circo vai acabar de vez e com a economia nacional completamente transformada em frangalhos, graças às políticas "adiantadas" que foram seguidas durante os últimos quarenta anos, não lhes será possível manter o estado social a funcionar, nem terão sequer fluxos de capital suficientes para pagar dívida alguma sem imporem tremendos sacrifícios ao povo português. Podem portanto começar todos a apertar os cintos, pois a queda vai ser grande e vai doer a muita gente...

Salazar só houve um e já não vai haver mais nenhum. Da próxima vez as "criaturas sinistras" já não vão levar com "meia dúzia de safanões a tempo", mas sim, directamente com o chumbo na nuca ou com a corda à volta do pescoço. A pena de morte em Portugal tem de ser restaurada e os primeiros a "beneficiarem" da mesma, exemplarmente, têm ser os políticos da Terceira República e as elites que conduziram o País à desgraça. Gente que leva um País inteiro à mais completa ruína e fá-lo propositadamente em nome de internacionalismos bacocos, só merece a morte como retribuição e castigo. 

João José Horta Nobre
28 de Fevereiro de 2017


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Assim se Fabricam os "Santos Incorruptíveis" da Igreja...

 A múmia embalsamada do Papa João XXIII

Não são apenas os comunistas que gostam de preservar cadáveres como se fossem pickles em conserva. A Igreja Católica anda a fazer o mesmo há muito tempo e historicamente tem recorrido a toda a espécie de mentiras e malabarismos, de forma a enganar o povo e mantê-lo agarrado à fraude monumental que é o Cristianismo. Sim, isso mesmo, FRAUDE e se pensarem um pouco na premissa básica da religião cristã, poderão constatar por vós próprios que se trata de fraude e vigarice em toda a linha. 

E qual é  a premissa básica a que me refiro? Bem, basicamente a de que os cristãos acreditam que um judeu que foi executado pelo Império Romano, era o filho do Deus dos judeus. Ora, quem ler o Antigo Testamento, pode constatar por si que o Deus dos judeus é vil, racista, maligno e absolutamente demoníaco. Este Deus, é o mesmo Deus que proclamou a tribo de Israel como sendo superior a todas as outras e que proíbe explicitamente o casamento dos judeus com não judeus. Não é preciso ler-se o Talmude para se perceber o que é o Supremacismo Judaico, basta ler-se o Antigo Testamento que está lá tudo. Os responsáveis pela compilação da Bíblia, provavelmente julgando que o povo seria analfabeto para sempre, deixaram na mesma as provas do crime... É só abrir e ler que está lá tudo bem clarificado preto no branco. A origem judaica do Cristianismo é absolutamente inegável, assim como é o facto do Deus dos cristãos, ser exactamente o mesmo Deus dos judeus. A única grande diferença entre ambas as religiões, é que os cristãos acreditam que Jesus foi o Messias enviado à Terra, ao passo que os judeus ainda aguardam e com razão pelo Messias. 

E porque digo eu que os judeus têm razão em aguardar pelo Messias? Porque de acordo com a tradição judaica, é simplesmente inconcebível que Jesus possa ser o Messias. Jesus não reconstruiu o templo de Jerusalém, nem trouxe a paz perpétua à Terra e também não unificou os povos da Terra sob a liderança do "povo eleito". Por este mesmo motivo, Jesus não pode ser o Messias. Para se ser Messias, é preciso cumprir determinados requisitos e o facto é que Jesus não cumpre um único desses requisitos. Nada. Zero. Chapéu. Segundo a própria Bíblia, Jesus limitou-se a fazer truques de magia, a andar pela "terra santa" a pregar sermões e a contar parábolas. Por fim, dizem que ressuscitou e ascendeu ao "Reino dos Céus". Aviso para os cristãos: o Messias não pode ressuscitar e ir-se embora sem cumprir a sua missão completa na Terra. De acordo com a tradição judaica, quando o Messias vier à Terra, ele tem de ficar na Terra até realizar a reconstrução do templo de Jerusalém, unificar os goyim e trazer a paz perpétua. Qualquer pessoa que estude um pouco a doutrina judaica, percebe facilmente porque é que os judeus recusaram Jesus e eu muito sinceramente neste aspecto, compreendo os judeus. O povo de Israel, por mais defeitos que possa ter, tem razão em rejeitar Jesus como Messias, pois Jesus simplesmente não pode ser o Messias. É até ofensivo querer impingir aos judeus a ideia de que Jesus possa ser o Messias. Eu se fosse judeu também me sentiria ofendido com tamanha idiotice.  

Mas o mais absurdo de tudo, é os cristãos acreditarem que o Deus dos judeus, a partir de certa altura mudou subitamente de ideias, deixou de ser um racista e passou a amar incondicionalmente todos os goyim, circuncidados ou não. De seguida, enviou-se a si próprio à Terra na forma de um filho-pai, sendo que este filho-pai, posteriormente se deixou crucificar a si próprio pelos romanos, de forma a que ele próprio pudesse perdoar os pecados da Humanidade e salvar a mesma. Por favor não tentem encontrar lógica nisto, porque não a encontrarão. Isto é demência aplicada. A teologia cristã é obra de lunáticos, desculpem eu ser tão cru nas minhas palavras, mas esta é a verdade. 

Para mim, a questão nunca foi a existência ou não de Deus, mas sim, o facto de eu me recusar a prestar vassalagem ao Deus dos judeus e não ter medo de o dizer abertamente. Quem tem orgulho em pertencer a uma Civilização que produziu Übermensch como Viriato, César e Vercingetórix, não se verga a crenças de semitas, nem se rende ao Deus da tribo de Israel. Ponto.

João José Horta Nobre
27 de Fevereiro de 2017

Marine Le Pen Arrasa Merkel e Hollande - Alguém Viu Isto Passar na Televisão Portuguesa?...




O discurso a que podem assistir no video acima, proferido pela Mademoiselle Le Pen no Parlamento Europeu, é devastador, tanto pelo seu conteúdo, como pelo estilo agressivo com que foi proferido. Le Pen fez exactamente aquilo que deve ser feito contra esta gentinha inferior que sequestrou as nossa pátrias, ou seja, foi direito à jugular da traidora Merkel e do pateta Hollande e arrasou-os em pleno parlamento europeu. Acho muito bem. Traidores deste calibre precisam de ser publicamente humilhados e expostos como aquilo que são: lacaios da Nova Ordem Mundial a executarem fielmente o Plano Kalergi[1].

É óbvio que este discurso de Le Pen, proferido em 2015, foi censurado por inteiro ou quase por inteiro pela imprensa portuguesa e os media internacionalistas em geral. Nunca o jornalismo desceu tão baixo como nos tempos que correm. Nunca se viu a imprensa mentir, distorcer e omitir factos tão descaradamente como o faz agora. Pessoalmente, já há muito que eu deixei de me informar através dos mainstream media que cospem fake news, como um camelo cospe baba. Os principais jornais portugueses, todos eles, apenas os consulto para saber das mentiras do dia e ver a propaganda do inimigo. Nada mais. Espero que os jornalistas portugueses estejam orgulhosos do prostíbulo rasca em que transformaram as suas redacções.

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Notas:
[1] Recomendo vivamente a leitura do artigo «Será a União Europeia o Que Parece?», da autoria do Tenente-coronel João José Brandão Ferreira, que poderá ajudar as mentes mais cépticas a perceberem melhor o que é que as elites cosmopolitas andam a "cozinhar" para nós há décadas. O professor Alan Sked, que foi um dos fundadores do UKIP, também tem um artigo muito interessante que aborda a mesma questão numa perspectiva diferente e menos complexa, intitulado «How a Secretive Elite Created The EU to Build a World Government».

João José Horta Nobre
27 de Fevereiro de 2017


domingo, 26 de fevereiro de 2017

E Andam os Contribuintes a Sustentar Isto...



«GERMANY: Syrian so-called ‘refugees’ attack security staff with iron bars and knives at refugee home in Staufen»


Durante os últimos dez anos, assistimos na Europa do Sul a um colapso do mercado laboral, que em conjunto com a crise económico-financeira generalizada, resultou em milhões de jovens com a vida suspensa e em muitos casos condenados a viver na casa dos pais até aos quarenta anos, sendo que não trabalham, nem estudam. Chamam a isto a "geração nem nem" e só em Portugal estima-se que existem cerca de 300 000 almas nesta desesperante situação. Atenção, pois este número refere-se a dados oficiais que são sempre manipulados por baixo, de forma a esconder a realidade do povo. Pessoalmente, acredito que o número real de jovens "nem nem" em Portugal, andará por volta dos 500 000. Em Espanha a situação é ainda pior do que a nossa e da Grécia nem vale a pena falar... 

Repare-se que para estes jovens adultos, a UE diz que não tem dinheiro para mais apoios ou incentivos. A UE, que eu há muito denunciei como sendo nada mais do que uma Anti-Europa, não tem dinheiro para ajudar os seus, mas para construir centros de "refugiados" que ultimamente parece que nascem como cogumelos, para isso já não existe falta de dinheiro. Esta "Europa" - que na verdade não passa de uma distopia internacionalista - é um nojo. Um nojo absoluto.

Eu nunca me cansarei de repetir que é necessário julgar e executar as elites criminosas que fazem parte do "sistema" e digo-o em qualquer lugar, sem qualquer problema. A actual classe política portuguesa, a canalha mafiosa dos partidos do assim chamado "arco do poder", está a tentar exterminar o povo português e há mais do que indícios e provas suficientes para que no futuro, esta gente seja toda julgada e condenada à morte por tentativa de genocídio do povo português.

João José Horta Nobre
26 de Fevereiro de 2017
 

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Está Declarada a Guerra Total aos Media



«Casa Branca barra entrada da CNN, BBC e New York Times»


Desta vez os jornalistas, ou melhor, os jornalixeiros foram barrados, vá lá, podia ter sido pior, por exemplo, podiam ter ido todos parar a um forno... É que pela lógica do jornalixismo que quase todos os dias compara Trump a Hitler, dá que pensar como é que é possível a sucata me(r)diática ainda não ter sido toda transformada em sabão?...

O Presidente Trump não tem obrigação nenhuma de ter de continuar a aturar mentirosos e vigaristas que fazem da difamação permanente uma profissão. O que os "jornalistas" daquilo que se designa por mainstream media têm andado maioritariamente a fazer desde que Trump se candidatou à presidência dos Estados Unidos, é a empreender uma campanha monumental de ataque continuado e sistemático, que se pauta por uma violência psico-propagandística como eu nunca vi em toda a minha vida. Por este mesmo motivo, é perfeitamente justo que a administração Trump não só se recuse a responder a perguntas de "jornalistas" alinhados com determinadas agências de fake news (NYTimes, BBC, CNN, etc...), como ainda que barre a entrada dos mesmos nas suas conferências de imprensa. Já chega de gozo. A bem ou a mal, os media vão aprender a lição e as prostitutas jornalísticas, pagas para mentir de manha à noite na televisão, nos jornais e nas revistas, vão ver o quanto lhes vai custar a sua petulância.

Ah, e já agora quase que me esquecia de mais isto: «Six Jewish Companies Control 96% of The World's Media.»

Assim se entende melhor a fúria jornalixeira que está em curso contra Trump. Acreditem, nestas coisas não há "meras coincidências", nunca houve...

João José Horta Nobre
25 de Fevereiro de 2017


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Palavra de Pussy Anti-Faxista: "Trump é Mais Perigoso do Que Hitler, é um Faxista!"




Uma pussy anti-faxista e provavelmente fufa frígida frustrada (FFF), que milita numa geringonça chamada Refuse Fascism, apareceu hoje na Fox News para nos garantir várias coisas, nomeadamente que:

"Trump é mais perigoso do que Hitler, é um faxista."

"O regime de Trump é um regime faxista."

"Estamos a enfrentar uma emergência, a Humanidade está a enfrentar uma emergência."

"Um regime faxista tomou as rédeas do poder na maior superpotência, a única superpotência do Mundo."

"Trump e Pence estão a seguir a cartilha de Hitler."

A inauguração de Trump foi uma "inauguração nazi."

Trump tem "uma coisa feia cor-de-laranja em cima da cabeça."

"Trump é mais perigoso do que Hitler alguma vez conseguiu ser."

Trump quer "incinerar seres humanos à escala industrial" com bombas atómicas.

Trump é um "criminoso" e aspirante a "criminoso de guerra."

A pussy lunática que disse isto tudo chama-se Sunsara Taylor. Gente assim, para bem da sociedade, precisa de ser interditada e se possível, internada num hospital psiquiátrico.

João José Horta Nobre
22 de Fevereiro de 2017

A Igreja Católica Quando Abre a Sua "Santa" Boca, ou Entra Mosca ou Sai Merda...




A "coisa" explica-se de forma simples: na semana passada e apenas na semana passada, tivemos o Papa Francisco a afirmar alto e bom som que "o terrorismo islâmico não existe". Dias antes desta loucura, já o Vaticano havia expressado preocupação pelo "crescimento do Nacionalismo". Isso mesmo meus caros, numa Europa em que temos cidadãos a serem aterrorizados por escumalha afro-islâmica fora de controlo, a preocupação do Vaticano é o "crescimento do Nacionalismo"! Mas a demência não se ficou por aqui, é que entretanto veio-se a saber também que os bispos católicos Estado-Unidenses deram o seu apoio declarado ao bloqueio da lei anti-imigração do Presidente Trump. Por fim, a "cereja no topo do bolo", foi o encontro do Papa Francisco com líderes da Anti-Defamation League (ADL), uma organização declaradamente "anti-racista", ou seja, mais um braço do Internacionalismo selvagem, neste caso na variante ultra-sionista e anti-nacionalista. Vá-se lá a saber porquê, o único racismo e nacionalismo que a ADL nunca condena é o israelita, mas isto são "mistérios" que estão para lá da compreensão humana. Perguntem ao Papa Francisco porque é que a ADL se comporta desta forma, que eu aposto que esse velho filo-semita sabe a resposta muito bem e eu também a sei, não me apetece é estar a repetir-me...

João José Horta Nobre
22 de Fevereiro de 2017
 

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Jornal Israelita Confirma: Trump é um Anti-Semita!




Vejamos, a filha de Trump casou ela própria com um judeu - ultra-sionista diga-se passagem - e converteu-se ao Judaísmo. Não chega. Trump também já afirmou e reafirmou repetidas vezes a sua amizade para com Israel. Não chega. Para os supremacistas judeus nunca chega. Eu bem já o disse aqui há tempos: não adianta tentar apaziguar as elites judaicas. Simplesmente não adianta. Por mais promessas que lhes façam, por mais concessões que lhes dêem, os supremacistas judeus nunca param de exigir mais e à mínima suspeita atacam sem hesitar de "sete pedras na mão". No fundo, o que o supremacista judeu exige, todo o supremacista judeu, é a suberviência total. A mais completa e abjecta rendição dos goyim perante o "povo eleito". Quando não lhes fazem a vontade, aí então, "vira o disco e toca o mesmo": fulano ou sicrano é "nazi", "fascista", "anti-semita", blá, blá, blá, a treta do costume. Pois eu lamento ter de informar os judeus, mas andarem a usar o Holocausto e o reductio ad hitlerum o tempo todo, como meios para silenciarem toda a crítica, simplesmente já caiu no ridículo e não faz efeito. Acabou-se. Podem berrar "nazi", "fascista" e "anti-semita" as vezes que quiserem, que já quase ninguém vos liga. No one gives a shit anymore, entendem?...

O Presidente Trump é visceralmente odiado pela elites judaicas, não por ser anti-semita, coisa que eu acredito genuinamente que ele não é, mas sim, por ser um nacionalista e estar a tentar colocar travões ao governo mundial totalitário, que os supremacistas judeus têm planeado há possivelmente muito mais tempo do que alguém imagina. Quer queiram, quer não, há uma grande preponderância de elites judaicas na Superclasse Mundialista que está a dirigir os destinos do Ocidente e esta preponderância tem por base um eixo que assenta em três polos de poder essencias - o dinheiro, os media e a política. O domínio deste trio é o que basta para qualquer grupo poder tomar o controlo de um dado País e governá-lo ou desgoverná-lo propositadamente a seu belo prazer. Se perceberem isto, percebem também porque é que os judeus literalmente se denunciaram a si próprios há uns meses atrás, quando entraram em pânico por Trump ter prometido na campanha que iria combater os "banqueiros internacionais". É que Sião sabe o que isto significa. Sião sabe que "banqueiros internacionais" é sinónimo de judiaria internacional. Trump sabe. E Sião sabe que Trump sabe. E é exactamente isto que preocupa Sião...

João José Horta Nobre
20 de Fevereiro de 2016
 

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Que Hipóteses Tem Marine Le Pen?



«Mau como ele é, o Diabo pode ser abusado, ser falsamente acusado e ser acusado sem motivo, quando os homens não querem aceitar as culpas e colocam nele a responsabilidade dos crimes por si praticados.» - Daniel Defoe, História Política do Diabo, 1726
 
Neste momento e fazendo um balanço geral tendo em conta o que sei, creio que Marine Le Pen tem cerca de 50% de hipóteses de vencer as presidenciais deste ano. Possuo a perfeita noção de que alguns, possivelmente a maioria, decerto dirão que isto é uma estimativa demasiado optimista. Outros ainda - os sempre e eternos "velhos do Restelo" - dizem que é "pouco provável" que a Mademoiselle Le Pen consiga vencer as presidenciais. Mas vejamos, quando 2016 começou, estes mesmos "velhos do Restelo" eram exactamente as mesmas alminhas que também nos garantiam que o Brexit e o Presidente Trump eram coisas "pouco prováveis", senão mesmo até "impossíveis" de acontecerem. José Alberto Lemos, num artigo publicado na Rádio Renascença, até chegou ao ponto de nos garantir em Outubro passado, que Trump estava "à beira da derrota" e a inventar "teorias da conspiração" num acto de desespero final. Realmente, a sorte destes "jornalistas" é mesmo a de que o ridículo não mata...

Entretanto e tal como eu já esperava, as "sondagens" continuam todas a garantir-nos que Le Pen vai perder na segunda volta, porém, não esquecer que estas são exactamente as mesmas "sondagens" que há um ano também nos garantiam que o Brexit não aconteceria, idem para o Presidente Trump. Os nacionalistas já estão mais do que habituados a estas "sondagens" que, por norma, são manipuladas de forma muito astuta e de seguida apresentadas ao público como sendo "independentes", "sérias" e "credíveis". Esta manipulação dos eleitores por via da criação de ilusões, é a alma do "sistema"...

O que me leva a conceder uma hipótese de vitória na ordem dos 50% a Marine Le Pen, é o facto da mesma ter melhorado muito o seu discurso nos últimos tempos, suspeito que por ter aprendido algumas lições com Trump e a Alt-Right americana. Eu ando cansado de repetir que os patriotas europeus só têm a ganhar em tirar algumas lições da recente vitória de Trump, especialmente no que diz respeito à comunicação e à relação a ter (ou não ter...) com a apócrifa comunicação social. Os teimosos podem dizer à vontade que "Trump não sabe falar", é "mal educado" ou ainda que "fala demais", mas o facto é que a "fórmula Trump" funciona e a prova disso é ele estar sentado na Casa Branca, ao passo que a Hillary Clinton, toda "educada", "polida", "refinada" e "correcta", está a carpir as mágoas da derrota e humilhação que sofreu às mãos da Alt-Right. Suspeito que os seus patrocinadores judeus, que com a vitória de Trump sofreram possivelmente um dos maiores fiascos da sua vida, também não estejam lá muito felizes...

Para mim, o mais importante em Marine Le Pen, é ela apoiar um eventual Frexit e já ter prometido que irá fazer um referendo sobre essa mesma questão, no caso de ganhar. Repare-se que as elites políticas cosmopolitas que estão no poder, recusam-se a perguntar aos franceses se os mesmos querem continuar na União Europeia, porque as elites que hoje estão instaladas como parasitas na máquina do Estado, tanto em França, como em Portugal, estão-se a borrifar para a vontade do povo e em boa verdade, elas odeiam o povo e por isso mesmo o querem destruir através de uma mistura lunática de políticas de imigração de "fronteiras abertas" e a destruição dos valores da família patriarcal e tradicional, que são também os valores e o pilar de qualquer Civilização. É contra isto, contra este genocídio programado do povo francês que a Frente Nacional e Marine Le Pen se erguem e estando a senhora longe de ser perfeita, admito isso, a verdade é que hoje ela é uma das últimas barreiras de defesa que a França e a Europa Ocidental têm. Que ninguém se iluda sobre isto: se os nacionalistas fracassarem em França nas urnas, a única alternativa que restará será a de ir esperando pelo eclodir da inevitável guerra civil étnico-religiosa que está a caminho e depois nessa altura, se ainda restarem forças e homens para isso, libertar o território pela via da força armada como se de uma nova Reconquista se tratasse, algo que muito provavelmente só será possível de se fazer mediante um mínimo de apoio externo, provavelmente Russo e/ou Estado Unidense.

A elite mundialista já há muito que tem planeado de antemão o extermínio dos povos europeus, por via do desmantelamento progressivo das nações europeias numa primeira fase e a criação de um Super-Estado que será construído primeiro na Europa, sendo depois alargado ao resto do Mundo. A União Europeia é basicamente uma gigantesca experiência de laboratório, onde estão a ser ensaiadas formas de controlo e engenharia social, de forma a que as elites aperfeiçoem a forma mais rápida de destruir nações e criar blocos federais, tudo com o objectivo final de erguerem um governo mundial totalitário. Digam o que disserem, a verdade é que hoje o único travão sério a esta loucura congeminada por mentes em que a razão mais básica há muito que descarrilou por completo, são os partidos e movimentos nacionalistas. Sem estas "forças políticas extremistas" como o professor José Milhazes ainda há dias se lhes referiu, não só a Europa, mas toda a Humanidade ficariam completamente à mercê do mais perigoso bando de psicopatas de que há registo e memória.

João José Horta Nobre
17 de Fevereiro de 2017


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Isto é Paris em 2017


O que seria da França sem esta tremenda "riqueza multicultural", tão "diversa" e tão "vibrante"?



Eis Paris em 2017. Uma Capital - a famosa "Cidade da Luzes" - que já foi em tempos um símbolo icónico da Europa Ocidental, está hoje em processo de terceiro-mundização acelerada, tudo graças à escumalha que a classe política cosmopolita e traidora permitiu que entrasse pelas fronteiras da França adentro. Onde é que isto vai parar? Não sei. Ninguém sabe. Mas sei que uma coisa assim, não pode, nem vai acabar bem.

Os nacionalistas avisaram e reavisaram sobre isto tudo durante décadas a fio. Em troca, lançaram contra nós todos os adjectivos que há no dicionário de calão e pelo caminho, creio que ainda inventaram mais alguns, o último dos quais julgo que terá sido o chamarem a Trump um "fascist, loofa-faced, shit-gibbon". Alguém sabe o que é um loofa? Adiante... 

Os nacionalistas são continuamente atacados das formas mais baixas e esta tendência parece que é mesmo para continuar. A título de exemplo, ainda hoje o Observador, jornal alinhado com a direita do "sistema" - os tais "moderados" do raio que os parta - publicou um artigo de José Milhazes, em que o mesmo descreve os partidos nacionalistas da Europa como sendo "forças políticas extremistas" apoiadas pelo Kremlin. No entanto, eu gostava que José Milhazes me explicasse quantos militantes destas tais "forças políticas extremistas" é que andam a incendiar autocarros de turistas coreanos em Paris?... Quantos nacionalistas é que andam a apedrejar carros de polícia, a assaltar e agredir cidadãos, a violar mulheres e crianças, e a espalhar o terror nos subúrbios de Paris? São os nacionalistas, as tais "forças políticas extremistas" que andam a fazer isto? Ou será que são os tais imigrantes e descendentes de imigrantes, maioritariamente de origem islâmica e/ou africana?...

Entretanto, o Vaticano também decidiu juntar-se à "festa" e disparou mais uma pedrada contra as forças patrióticas, alertando que está preocupado com o "alastramento do Nacionalismo". Resta-me apenas perguntar: se o Papa e o Vaticano gostam tanto dos alógenos terceiro-mundistas que todos os dias espalham o terror nos subúrbios de Paris e muitas outras cidades europeias, então porque não deixam de ser hipócritas e vão viver junto dos seus "irmãos" afro-islâmicos, em lugar de estarem encafuados como ratazanas atrás dos muros do Vaticano que, por sinal, estão muito bem protegidos e vigiados pela Guarda Suíça?!...

O "sistema" pode continuar a mentir e pode continuar a tentar iludir, que a cada dia que passa, cada vez mais cidadãos abrem os olhos sobre a grave situação que estamos a viver nesta Europa, que é na realidade, uma Anti-Europa. Temos contra nós o Vaticano e todas as igrejas protestantes, toda a elite cultural e política reinante, mais a maioria dos "jornalistas", mais os sindicatos, mais a elite intelectual, estão todos unidos e todos conspiram contra os nacionalistas e mesmo assim, mesmo face a todos estes inimigos muito bem financiados que nos cercam e atacam sem descanso, mesmo assim nós não paramos de somar vitória atrás de vitória. Uma a uma, as peças do dominó internacionalista vão tombando e com elas tomba a Nova Ordem Mundial, que há-de acabar a breve trecho soterrada nos seus próprios escombros.

Quanto aos traidores que nos arrastaram a esta miséria e desgraça, a esses, muito provavelmente irá restar-lhes escolherem entre a prisão perpétua com direito a trabalhos forçados, o fuzilamento (a corda também é opção...), ou simplesmente fazerem as malas e fugirem como ratos a saltar de um barco que se afunda, para fora desta Europa que tão laboriosamente andaram a tentar destruir ao longo das últimas décadas.

João José Horta Nobre
 15 de Fevereiro de 2017


Reflexões Sobre a Religião - Parte II

A Deusa Gaia numa representação artística contemporânea. Com o advento do movimento New Age nas décadas de 1960 e 1970, a Deusa Gaia tornou-se muito popular em vários círculos de estudos metafísicos e espiritualistas, onde a mesma é simplesmente conhecida como a "Mãe-Natureza".


«E se Maria for outro nome para Gaia? Nesse caso a sua virgindade perpétua não é nenhum milagre, mas o papel de Gaia desde que há vida na terra. Ela pertence a este Universo e é, concebivelmente, uma parte de Deus. Na Terra, ela é a fonte da vida eterna e está viva agora; ela deu à luz a Humanidade e nós somos parte dela.» - Sir James Lovelock, The Ages of Gaia, 1988

Aproveitei as horas que tive de passar sentado, por ocasião de uma viagem que fiz há alguns dias atrás, para devorar a última edição da Visão História, totalmente dedicada ao centenário das Aparições de Fátima. No essencial, gostei do que li. Sempre gostei de ler e estudar sobre fenómenos religiosos e sobrenaturais. Tanto que assim é, que quando andava na Faculdade ainda a tirar a Licenciatura, nem hesitei em inscrever-me na cadeira de Filosofia da Religião, que julgo continuar a ser regida pelo professor Anselmo Borges, pessoa por quem tenho larga estima, apesar das grandes divergências ideológicas que nos separam.

O culto à Virgem Maria - o culto Mariano (Hiperdulia) - acaba por ser quase uma religião só por si própria, tal é o fervor e direi até mesmo o fanatismo religioso, demonstrado por alguns dos fiéis que chegam a fazer quilómetros de joelhos só para chegar a Fátima. No entanto, são muito poucos os cristãos e fiéis do fenómeno sobrenatural de Fátima, que conhecem a verdadeira origem do Culto Mariano, que mais não é do que uma reinterpretação e readaptação do culto à Deusa Gaia - a "Grande Mãe" na antiga mitologia greco-romana. Aliás, em Itália, onde ainda existem fortes resquícios da antiga religião nacional latina, existe até um templo dedicado ao culto da Deusa Gaia, que se chama precisamente o Templo da Grande Mãe Gaia.

Todo o fenómeno de Fátima e restantes cultos relacionados com a Virgem Maria e suas aparições, apresentam profundas marcas de culto a uma "Deusa-Mãe", que numa linha de investigação histórico-mitológica, nos acaba por conduzir inevitavelmente até à Deusa Gaia, esta sim, a verdadeira origem do fenómeno. No entanto, podemos ainda recuar mais no tempo e ir até à pré-história, época esta onde já se praticava o culto a uma "Mãe-Terra", "Deusa-Mãe", ou "Deusa da Fertilidade" da qual a Vénus de Willendorf será um excelente exemplo.[1]

A Deusa Gaia, segundo a própria mitologia grega, era conhecida por "trazer a Ordem a partir do Caos" e não deixa de ser curioso como as aparições marianas que têm ocorrido um pouco por todo o Mundo, praticamente desde a fundação do Cristianismo, ocorrem muitas vezes em períodos de conturbada crise sócio-económica. É nestas situações que normalmente ocorrem aparições marianas e a Virgem Maria, tal e qual a Deusa Gaia, promete ou dá indícios a quem a vê, de que a Ordem será em breve reposta e o mal afastado. A extracção da Ordem a partir do Caos, são atributos comuns, tanto à Deusa Gaia, como à Virgem Maria. Da mesma forma que ambas as figuras mitológicas têm igualmente em comum a alegada capacidade de se reproduzirem sozinhas. Assim, à semelhança da Virgem Maria que segundo a mitologia cristã, terá gerado Jesus enquanto manteve o seu estatuto de "virgem". Também a Deusa Gaia possuía a capacidade de gerar descendência sozinha e assim ela deu à luz Urano (o céu), Ponto (o mar) e as Óreas (as montanhas).

Uma vez que tudo aponta para que a Virgem Maria mais não seja do que uma adaptação judaica da Deusa Gaia que era, diga-se de passagem, uma das mais queridas e respeitadas deusas do panteão helénico, torna-se legítimo perguntar o que é que afinal viram aquelas três crianças e todo aquele povo que à época jurou ter visto "o Sol a bailar" em Fátima?

Como eu não acredito no Cristianismo, pois tal religião mais não é do que uma fabricação de judeus[2], sou obrigado a crer que o povo e aquelas três crianças no longínquo ano de 1917, se realmente viram algo de sobrenatural, o que viram não foi a Virgem Maria, mas alguma outra força sobrenatural. A prova de que alguém está a mentir nesta história das "aparições de Fátima", é que tanto quanto as próprias crianças afirmaram, a Virgem terá prometido na sua última aparição a 13 de Outubro de 1917, que a Primeira Grande Guerra acabaria naquele próprio dia. Ora, como está bem registado nos anais da história, a Primeira Guerra Mundial apenas terminou em Novembro de 1918, ou seja, mais de um ano depois da suposta promessa da Virgem...

Na minha opinião e que fique claro que a minha opinião é a minha opinião - só acredita quem quiser - o que se passou em Fátima em 1917 só tem duas explicações possíveis: ou as crianças realmente viram e entraram em contacto com alguma força sobrenatural, sendo que a Igreja não tardou a aproveitar-se da situação e rapidamente alegou que a "senhora branca" que os miúdos viram, era a Virgem Maria. Ou então, tudo não passou de um teatro religioso orquestrado pelo então Cónego Formigão, figura sobre a qual caiem mais do que muitas suspeitas...

A antiga mitologia grega era superior ao Cristianismo no que diz respeito à compreensão e explicação dos mistérios do Universo. Por exemplo, a ciência oferece como explicação para a origem do Universo a teoria do Big Bang, que em boa verdade, levanta muito mais perguntas do que respostas. Ora, enquanto que o Cristianismo oferece para a origem do Universo e do Mundo uma explicação que mais parece ter sido tirada de um conto infantil, a antiga mitologia grega ensina-nos que no princípio dos tempos, surge Caos (Big Bang) e que foi a partir de Caos que nasceram a Deusa Gaia (Terra), Tártaro (o Abismo), Eros (o Amor), Érebo (a Escuridão) e a Deusa Nix (a Noite). Esta é, sinteticamente, a explicação que a mitologia grega nos dá para a origem do Universo. 

Agora comparemos isto com a explicação que a ciência nos dá. 

Dizem-nos os físicos que estudam a origem do Universo, que o mesmo se iniciou com o Big Bang e que foi a partir desta violenta expansão de matéria, que se originou tudo o que existe hoje no Universo. Esta, metafóricamente, é exactamente a mesma explicação que a mitologia grega nos dá para a origem do Universo. Vejamos: o "Caos" de que falavam os antigos gregos, é nada mais, nada menos, do que uma metáfora religiosa para o Big Bang, sendo que se trata de uma metáfora que se aproxima muito da realidade científica, tal como ela é entendida hoje pela própria comunidade da física que se dedica ao estudo e entendimento do Universo. «O poeta romano Ovídio foi o primeiro a atribuir a noção de desordem e confusão à divindade Caos. Todavia, Caos seria para os gregos o contrário de Eros. Tanto Caos como os seus irmãos são forças geradoras do universo. Caos parece ser uma força catabólica, que gera por meio da cisão, assim como os organismos mais primitivos estudados pela biologia, enquanto Eros é uma força de junção e união. Caos significa algo como "corte", "rachadura", "cisão" ou ainda "separação".»

Este Caos, no entendimento da mitologia helénica, é uma antiga força obscura e andrógina, que manifesta a sua vida por meio da fissão dos elementos. Fica assim claro que a fissão nuclear, um conceito que a física moderna só há relativamente poucas décadas atrás conseguiu verdadeiramente entender e dominar por completo, era algo sobre o qual os antigos gregos já tinham uma vaga noção teórica. Eros, por sua vez, simboliza a fusão nuclear. Juntos, Caos e Eros, representam as forças atómicas que continuamente moldam e transformam o Universo, nomeadamente, a fissão nuclear e a fusão nuclear. O mais incrível de tudo isto é que os antigos gregos não só entenderam o papel destas forças atómicas para a formação do Universo, como ainda a tornaram uma parte integrante da sua mitologia religiosa!

Impõe-se por isso fazer aqui uma pausa e perguntar como é que foi possível estes homens que viveram há milhares de anos, entenderem com tal precisão as forças atómicas que geraram o Universo e simultaneamente darem uma explicação para a formação do mesmo, que se assemelha de forma tão gritante à moderna teoria do Big Bang?!

É verdadeiramente incrível a forma como a epopeia da criação do Universo na antiga mitologia grega, se aproxima tanto da actual teoria cientifica. Mais incrível ainda, é os gregos terem descoberto isto numa época em que não havia quaisquer instrumentos científicos avançados. Sei bem que aqui entramos no domínio da especulação fantástica, mas não deixa de ser legítimo perguntar se os antigos gregos não terão porventura sido contactados por alguma força obscura vinda sabe-se lá de onde, que lhes transmitiu estes dados? É que a mitologia, neste caso, aproxima-se mesmo muito da realidade científica e nestas coisas, eu pessoalmente tenho uma extrema dificuldade em acreditar em "meras coincidências"...

Trata-se de um facto científico comummente aceite que a nossa galáxia e o sistema solar se formaram a partir da matéria resultante do Big Bang. Mais uma vez, a mitologia grega está em linha com a teoria científica quando afirma que a Deusa Gaia, isto é, a Terra, se formou a partir da explosão do Big Bang, ou seja, a partir de Caos. Este mesmo Caos resultou também no nascimento do Deus Érebo, que é na mitologia grega a personificação da escuridão, do desconhecido, em última análise, do vácuo infinito do Universo. A Deusa Nix, que personifica a noite, é a irmã de Érebo e juntos estes são os mais velhos imortais do Universo.

Quem observar as fotografias do sistema solar que temos hoje ao nosso dispor graças à ciência moderna, mais uma vez, pode confirmar como os gregos acertaram em cheio na sua concepção do Universo que é, de facto, um "vácuo infinito" e um lugar onde reina a tal "noite" da Deusa Nix, a que a física hoje chama de matéria escura e energia escura. Juntas, a energia escura e a matéria escura, compõem 95,1% do conteúdo total de massa-energia do Universo. Não é portanto ao acaso que a mitologia helénica escolheu os deuses que personificam o vácuo infinito e a noite, para serem os mais antigos imortais do Universo e os descendentes directos de Caos (Big Bang). É que como a está demonstrado, o Universo é realmente composto maioritariamente por um vácuo onde reina a escuridão e a noite perpétua na forma física da matéria escura e da energia escura. Tenha-se atenção que esta escuridão não simboliza qualquer mal, mas sim, o mistério infinito do Universo.

Não existe no Cristianismo ou em qualquer uma das outras mitologias semitas (Judaísmo e Islão), uma explicação para a origem do Universo que se aproxime tanto da verdade científica, como a que existe na antiga religião helénica. Penso que o que eu expus acima, demonstra isto na perfeição.

A grave crise identitária e civilizacional de que a Europa hoje sofre, é em grande medida, uma crise espiritual e que resulta a meu ver, do Cristianismo não ser compatível com uma sociedade evoluída do ponto de vista técnico-científico. Não é por isso mera coincidência o facto os europeus terem começado gradualmente a perder a sua fé em Cristo, na justa proporção dos rápidos avanços técnicos que se têm verificado desde o início da Revolução Industrial. Ciência e Cristianismo não casam. São duas forças que se excluem mutuamente. Não acredito por isso que haja qualquer hipótese de os europeus voltarem à Igreja. O Cristianismo como força motriz da cultura e da sociedade europeia, está acabado na Europa Ocidental e em larga medida, também nos Estados Unidos. 

Acredito, no entanto, que é necessário que se resolva rápida e urgentemente esta crise espiritual que vivemos no Ocidente e que podendo não parecer, é a mais grave de todas as questões que hoje assombram a nossa Civilização. Tomem nota de que não há Civilização sem religião. Se o homem europeu e ocidental não voltar a reencontrar o seu caminho espiritual, podem ter a certeza de que tudo irá pelo cano abaixo. Tudo mesmo. Disto não tenho a mais pequena dúvida. 

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Notas: 
[1]  A Vénus de Willendorf, encontrada em 1908 na Áustria, constitui uma das mais antigas provas materiais que existem sobre um provável culto a uma "Deusa-Mãe" ou "Deusa da Fertilidade" na pré-história. A pequena estatueta, terá sido talhada por volta de 28,000 - 25,000 a.C.
[2] Jesus era um judeu, os seus apóstolos eram também quase todos judeus, a Bíblia mais não é do que uma colectânea de estórias e tradições judaicas e para cúmulo, o Deus em que acreditam os cristãos, é o "Deus único" que foi inventado pelo judeus. Perante tudo isto, perante todos estes factos provados e demonstrados, como é que alguém com o mínimo de bom senso pode ainda dizer que o Cristianismo não é um Neo-Judaísmo?
 
João José Horta Nobre
15 de Fevereiro de 2017

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