segunda-feira, 8 de maio de 2017

Macron é Mais da Mesma Merda




"Os franceses já tomaram tanto no cu que se sentiram obrigados a dizer que gostam." - Olavo de Carvalho (1947 - )

Os franceses ontem votaram e escolheram Macron, ou seja, escolheram mais da mesma merda. Pessoalmente e depois do desastre em que se transformou Trump, não sei se as coisas seriam muito diferentes caso Marine Le Pen tivesse vencido as eleições. Aliás, a grande lição de Trump é que o mais difícil não é conseguir fazer com que um candidato nacionalista e anti-sistema ganhe uma eleição, mas sim, conseguir fazer com que ele uma vez instalado no poder, cumpra integralmente com o que prometeu durante a campanha.

Seja como for e à semelhança do que ocorreu recentemente na Holanda, a "derrota" de Le Pen não passa de uma vitória de Pirro para o cartel mundialista/globalista. Por ora, pode dar a impressão de que o "perigo nacionalista" foi afastado e é essa ideia que os media ao serviço do "sistema" pretendem transmitir, mas a verdade é que as elites mundialistas estão a empreender uma fatal fuga para a frente, que por um lado é o resultado do seu desespero disfarçado e que por outro, serve os objectivos dos supremacistas judeus que a partir de Wall Street puxam discreta e disfarçadamente os "cordelinhos" tanto em Washington, como em Bruxelas.

Ninguém precisa de viajar até uma ditadura no sentido tradicional do termo para perceber como é que um regime pode lavar eficazmente a cabeça dos seus súbditos. Basta saírem à rua se forem cidadãos da UE e ouvirem o que a maioria das pessoas diz. A maioria dos cidadãos comuns são gente extremamente mal informada ou simplesmente ignorante demais para perceber seja o que for sobre o que verdadeiramente se está a passar. O resultado é que o assim chamado "Zé Povinho" cai na propaganda do "sistema" com uma facilidade extraordinária e muitos acreditam mesmo naquilo que vêem nos jornais e telejornais ao serviço das pseudo-democracias da UE. Apenas isto explica como foi possível que depois de todo o terrorismo islâmico que tem ocorrido em França nos últimos anos, mesmo assim, a família Rothschild seja capaz de colocar em campo um lacaio patético como Macron, que se faz passar por alguém "anti-sistema" e a maioria dos eleitores não só cai na esparrela, como ainda se dão ao trabalhar de irem votar no paspalho! É realmente notável esta capacidade que o povo tem para se auto-sodomizar contínua e perpetuamente.

A França, a seu tempo, será inevitavelmente transformada num novo Líbano e terá também a sua guerra civil em larga escala, que promete vir a ser muito pior e mais mortífera do que a Guerra Civil Libanesa alguma vez conseguiu ser. A história registada aqui não engana: por todo o lado onde muçulmanos e não-muçulmanos se juntam em grande número, mais tarde ou mais cedo, a "coisa" entra em choque e dá guerra. Sempre assim foi e sempre assim será. Só espero que depois, quando esta tragédia anunciada se concretizar, não venham dizer que os nacionalistas é que foram os culpados, porque se houve forças políticas que avisaram inúmeras vezes contra esta "libanização" da Europa que está em curso, foram as forças nacionalistas. No fim, muitos dos que hoje lutam contra nós e nos atacam, acabarão a seu tempo por nos dar razão, o problema é que nessa altura poderá já ser demasiado tarde para se conseguir inverter a tragédia...

João José Horta Nobre
8 de Maio de 2017
 

13 comentários:

  1. A judiaria celebra a vitória do sabujo Macron:

    https://diversitymachtfrei.blogspot.pt/2017/05/jews-celebrate-macrons-victory.html

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  2. Já foi descoberto o plano de Macron para islamizar a França e a Europa de mansinho:

    https://diversitymachtfrei.blogspot.pt/2017/05/macron-leaks-contain-secret-plans-for.html

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    1. E isso ainda não é nada. Desconfio que este Macron é uma Merkel 2.0 no que toca às políticas das fronteiras abertas. Mas por um lado isto é bom, pois quanto mais depressa a França afundar, mas depressa se poderá iniciar o processo de desmantelamento da UE. Mais uma vez os nacionalistas têm de recorrer à estratégia do "quanto pior, melhor" e no fundo, é a única estratégia que temos ao nosso dispor nas actuais circunstâncias.

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  3. «(...) a "derrota" de Le Pen não passa de uma vitória de Pirro para o cartel mundialista/globalista.»

    Eu não estou tão optimista. Como o caro Mestre Nobre observou aqui há uns tempos, há a questão incontornável da demografia. Se os nacionalistas não chegarem ao poder pela via democrática nas próximas décadas, dificilmente poderão fazê-lo depois disso.

    A guerr racial é um cenário em que eu não acredito. Se não aconteceu na África do Sul, nem no Zimbabué, nem no Brasil, nem nos EUA, dificilmente acontercerá na Europa, onde os brancos são muito mais mansos...


    «É realmente notável esta capacidade que o povo tem para se auto-sodomizar contínua e perpetuamente.»

    Esse é, quanto a mim, o aspecto mais perturbador do acto eleitoral de ontem. Dadas as sonadgens, ninguém estava à espera que Marine ganhasse, mas caramba, 66% para um lacaio globalista como Macron numa nação que tem sido repetidamente fustigada pelo terrorismo islâmico é de um povo em estado de cornice mansa terminal!!!


    «No fim, muitos dos que hoje lutam contra nós e nos atacam, acabarão a seu tempo por nos dar razão, o problema é que nessa altura poderá já ser demasiado tarde para se conseguir inverter a tragédia...»

    Pois... e a verdade é que o Ocidente poderá até não sobreviver!

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    1. «Se os nacionalistas não chegarem ao poder pela via democrática nas próximas décadas, dificilmente poderão fazê-lo depois disso.»

      Os nacionalistas não vão chegar ao poder pela via democrática. Não acredito que nas actuais circunstâncias e dada a actual demografia, seja possível tomarmos o poder pela via democrática. O mais provável é a Europa Ocidental, nomeadamente a França, simplesmente degenerar em guerra civil dentro de alguns anos e depois aí, tal como acontece hoje na Síria, teremos Moscovo a apoiar uma parte (os nacionalistas) e o cartel mundialista/globalista a apoiar outra parte (os lacaios da Nova Ordem Mundial).

      No entanto, teoricamente ainda é possível nós chegarmos democraticamente ao poder, mas infelizmente julgo que isso é algo muito improvável dadas as actuais circunstâncias.

      «A guerr racial é um cenário em que eu não acredito. Se não aconteceu na África do Sul, nem no Zimbabué, nem no Brasil, nem nos EUA, dificilmente acontercerá na Europa, onde os brancos são muito mais mansos...»

      Lá está, a situação na Europa é completamente diferente das situações exemplificadas nos casos citados pelo Afonso. Nem os EUA, nem o Brasil, nem a África do Sul, nem o Zimbabué receberam imigração islâmica em massa como a Europa está a receber e isto faz toda a diferença.

      A extrema agressividade demonstrada pelas comunidades islâmicas, associado ao desejo de fazer a jihad demonstrado por muito membros dessas comunidades, faz com que quer nós queiramos, quer não, a guerra acabará por chegar. Veja o caso da Índia, os indianos são um povo bastante pacífico e apesar disso, tiveram tantos problemas com esta malta islâmica que acabaram por ter de dar a independência ao Paquistão, de forma a que pudessem viver em paz e mesmo assim isso não foi o suficiente para evitar várias guerras entre a Índia e o Paquistão. Os brancos europeus até podem ser "mansos" como o Afonso diz, mas isso não vai evitar o que aí vem e o que aí vem é que mais dia, menos dia, esta malta islâmica vai começar a querer tomar o poder a sério (possivelmente declarando taifas islâmicas em países como a França) e a impor a lei islâmica e nessa altura os brancos quer queiram, quer não, vão ser forçados a reagir. A Rússia entretanto vai-nos dar uma mãozinha na área da propaganda e posteriormente, quando o conflito começar, certamente que nos fornecerão armas e munições, disso podemos ter a certeza, pois Putin não tem qualquer interesse numa Europa sob domínio islâmico e também me parece lógico que não pode desejar uma vitória das forças alinhadas com a Nova Ordem Mundial. Aos Russos já lhes bastam os problemas que lhes dão os mouros da Chechénia, não precisam de mais...

      «ninguém estava à espera que Marine ganhasse, mas caramba, 66% para um lacaio globalista como Macron numa nação que tem sido repetidamente fustigada pelo terrorismo islâmico é de um povo em estado de cornice mansa terminal!!!»

      É apenas o resultado de toda a lavagem cerebral a que os franceses foram submetidos nos últimos cinquenta anos. Agora o resultado está plenamente à vista de todos - o povo francês e os povos da Europa Ocidental em geral, estão reduzidos a um estado de apatia generalizada que os impede de terem sequer a mínima noção do que se está realmente a passar à sua volta.

      «Pois... e a verdade é que o Ocidente poderá até não sobreviver!»

      Há efectivamente um risco real, porém improvável, de isso poder vir a acontecer...

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    2. Os nacionalistas não vão chegar ao poder pela via democrática. Não acredito que nas actuais circunstâncias e dada a actual demografia, seja possível tomarmos o poder pela via democrática. O mais provável é a Europa Ocidental, nomeadamente a França, simplesmente degenerar em guerra civil dentro de alguns anos e depois aí, tal como acontece hoje na Síria, teremos Moscovo a apoiar uma parte (os nacionalistas) e o cartel mundialista/globalista a apoiar outra parte (os lacaios da Nova Ordem Mundial)."-----------------Terei de concordar(aliás já o disse também aqui em outros posts)com esta análise(infelizmente é essa a tendência,e para além da demografia que é preocupante há todo um "aparelho" de controlo mental das populações nativas).

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  4. HA DECADAS QUE O OESTE NÃO É MAIS O OESTE SE ESSE FALSO OESTE SUMIR NÃO FARÁ FALTA NENHUMA QUEM FAZ FALTA É O OESTE A SERIO

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  5. Acho que o mais difícil é perceber se os alegados nacionalistas não passam de mera oposição controlada. O sistema já percebeu perfeitamente que o nacionalismo está em clara ascensão e está a usar a estratégia da captura desses movimentos e partidos nacionalistas, seu desvirtuamento e corrupção pelos mesmos do costume. O marido de Le Pen é judeu e a relação "especial" entre o FN e Israel já não dá para esconder. O mesmo se passa com o Geer Wilders. O UKIP é tudo menos um partido nacionalista identitário. O Trump foi a manobra de diversão que já todos vimos. Enfim, pode parecer não estar relacionado mas julgo que a esperança passará ironicamente pelo médio-oriente e a aniquilição do estado de Israel seja por via bélica, seja por implosão por dentro, o que iria trazer estabilidade e paz à região e seria um golpe quase fatal aos supremacistas judeus. Se assim não for, isto vai mesmo descambar numa guerra e genocídio da raça branca Europeia...

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    1. «Acho que o mais difícil é perceber se os alegados nacionalistas não passam de mera oposição controlada.»

      Sem dúvida! No caso específico de Trump, eu até prova em contrário vou continuar a acreditar que ele inicialmente até era um homem bem intencionado e que queria realmente mudar as coisas, porém, rapidamente acabou capturado e chantageado pelo Deep State e toda a tralha sionista que está profundamente infiltrada em tudo o que é lugar de poder nos EUA.

      «O sistema já percebeu perfeitamente que o nacionalismo está em clara ascensão e está a usar a estratégia da captura desses movimentos e partidos nacionalistas, seu desvirtuamento e corrupção pelos mesmos do costume.»

      Sim, isso é mais do que óbvio. Todo o cuidado é pouco...

      «O marido de Le Pen é judeu e a relação "especial" entre o FN e Israel já não dá para esconder.»

      Não é marido, é namorado. Lol, qual relação especial??? Aqui tem o grande rabino de França a apelar ao voto contra Le Pen:

      http://diversitymachtfrei.blogspot.pt/2017/04/grand-rabbi-of-france-calls-for-vote.html

      A Le Pen julgou foi ingenuamente que se desse o passo de se aproximar das comunidades judaicas, de forma a apaziguar as mesmas, que isso faria com que os media a tratassem a ela e à FN como tratam os restantes partidos do "sistema". Claro que foi um valente tiro nos pés, pois simplesmente não adianta tentar apaziguar as elites judaicas. Eu já falei exactamente disto aqui:

      http://historiamaximus.blogspot.pt/2017/01/nao-adianta-tentar-apaziguar-os.html

      «a aniquilição do estado de Israel seja por via bélica, seja por implosão por dentro, o que iria trazer estabilidade e paz à região e seria um golpe quase fatal aos supremacistas judeus.»

      Eu não tenho qualquer interesse em aniquilar o Estado de Israel. Apenas quero é que os sionistas parem de criar problemas. De qualquer forma, essa ideia da "aniquilação do Estado de Israel" é uma fantasia ridícula, porque Israel tem armas nucleares e certamente vai usá-las se alguma vez sentir que a sua existência está em perigo. Por outro lado, não vejo porque motivo o fim do Estado de Israel seria um "golpe quase fatal para os supremacistas judeus". O centro nevrálgico do poder para os supremacistas judeus encontra-se em Wall Street e este possui ramificações em Washington, Paris, Berlim, Londres, etc... Esta gente tem uma autêntica rede espalhada pelo Mundo e muito antes de existir Israel, já eles andavam a criar problemas atrás de problemas. O verdadeiro golpe fatal para os supremacistas judeus, esse sim, seria acabar com o poder insano que o lobby sionista tem nos EUA. Isto é que seria certamente um golpe fatal porque a judiaria internacional e internacionalista deixaria de poder contar com as forças armadas americanas para fazer as suas guerras e levar adiante os seus propósitos. A pedra angular nisto tudo, muito mais do que Israel, é os EUA, pois os EUA é que são a grande "base" do poder sionista. Acabar com Israel no máximo ajudava a acalmar as coisas no Médio Oriente. Mas acabar com o poder dos sionistas no Deep State dos EUA e a sua influência no governo dos EUA, isso sim, seria certamente fatal para essa gente.

      «Se assim não for, isto vai mesmo descambar numa guerra e genocídio da raça branca Europeia...»

      Na Europa Ocidental existe esse risco sim, porém, a Europa de Leste é outra conversa completamente diferente. Não confundir ambas as coisas....

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    2. Sabe, há uma linha muito ténue entre apaziguar as elites judaicas e deixar-se influenciar (leia-se corromper e infiltrar)por elas. Tanto a FN como o Wilders não têm feito mais nada senão "engraxar" a judiaria (começou logo com a expulsão do revisionista e pai JMarie LePen) e bater na tecla do extremismo islâmico (que também tem o dedo judeu por via do mossad e cia) estando a a contribuir para o choque de civilizações e ódio recíproco entre Europeus e árabes. É precisamente isto que a judiaria quer, dividir para reinar.
      Eu falei em golpe "quase" fatal. O JJHN tem toda a razão no que concerne aos EUA (FED, Wall Street, media e Hollywood)como sendo a base de operações e sua fonte de recursos ilimitados mas a implosão de Israel seria um revés e por vários motivos que me parecem evidentes. Não sou apologista da guerra mas tal como o JJHN mencionou nos seus artigos anteriores, a elite globalista sio-marxista está a preparar o terreno para uma terceira guerra mundial e apesar de Israel ter armas nucleares que se disporia a usar em caso de ameaça, estaria sujeita a destruição pelos seus opositores. Preferia a implosão por dentro com a assimilação dos árabes palestinos como cidadãos de pleno direito. E aí, é uma questão de demografia...

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    3. https://www.youtube.com/watch?v=nKDs7TVKCRI&t=607s

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  6. "Não é marido, é namorado. Lol, qual relação especial??? Aqui tem o grande rabino de França a apelar ao voto contra Le Pen:"

    Fazem o mesmo com ukip e wilders tal como fixeram com trump.

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