segunda-feira, 3 de abril de 2017

Nadiya Savchenko, a Judiaria Internacional e o Conflito Entre a Ucrânia e a Rússia



«Ukrainian war hero and lawmaker slurs Jews»


Eu já escrevi anteriormente sobre a injustiça de que foi alvo a piloto do Exército Ucraniano e heroína Nadiya Savchenko, enquanto esteve detida na Rússia. Na altura, o julgamento de Nadiya foi amplamente noticiado nos media ocidentais que tentaram usar o caso para deslegitimar o regime de Putin.

Nadiya Savchenko foi elevada ao estatuto de símbolo da resistência ucraniana contra o regime de Putin, por quase todos os grandes jornais alinhados com o "sistema". O problema para os media ocidentais e aquilo de que os mesmos nunca se aperceberam, é que Nadiya Savchenko é uma mulher que pensa pela própria cabeça e ao que tudo indica já conseguiu ligar os pontos sobre o que realmente se está a passar na Ucrânia e por isso, naturalmente que concluiu o mesmo que eu já concluí há muito, ou seja, que é o judeu internacional que está a puxar os cordelinhos do ódio entre a Ucrânia e a Rússia. A estratégia da eternamente pérfida judiaria internacional é e sempre foi a de dividir para reinar. Fomentar os ódios e atiçar a guerra, de forma a enfraquecer mutuamente os seus opositores e mais tarde poder dominá-los, é a estratégia predilecta de Sião.

Há bem mais de um século que os supremacistas judeus estão em guerra contra o povo russo por este se recusar a criar um "Fed", ou seja, um banco central em mãos privadas. Por "mãos privadas", entendam-se as mãos dos supremacistas judeus que são quem através de agentes como George Soros, continua verdadeiramente a puxar os cordelinhos do sistema, de forma discreta, mas segura. O ódio dos supremacistas judeus contra a Rússia aumentou exponencialmente após estes verificarem que a URSS havia fracassado totalmente como método para destruir o povo russo e substituí-lo por um "homem novo", internacionalista, ateu e pronto a aceitar um governo mundial. A URSS foi um autêntico "tiro que saiu pela culatra" para Sião. Apesar dos largos milhões que morreram sob a "bandeira vermelha", o facto é que a URSS não só não destruiu o povo russo, como também fracassou em criar o "homem novo". Pior ainda do que isto e num estranho paradoxo, a URSS acabou por se transformar gradualmente num regime nacionalista, uma espécie de Itália Fascista em tons vermelhos, que é o que era efectivamente a URSS na década de 1980. Foi este último motivo, principalmente, que impulsionou o "sistema" no sentido de arquitectar nos final dos anos 1980, "revoluções democráticas" por toda a Europa de Leste. A URSS tinha de ser destruída, porque o "sistema" jamais poderia permitir a existência de um regime nacionalista com tamanho poder militar e sem um banco central sob o controlo dos supremacistas judeus. Havia sido com o intento de criarem um governo mundial totalitário, que a judiaria internacional e internacionalista arquitectou a Revolução Bolchevique. O papel dos banqueiros de Wall Street e os apoios da alta finança a Leon Trotsky e Lenine, estão perfeitamente documentados e as provas são irrefutáveis. Não há como escapar a esta verdade que não se ensina nos programas de história oficiais, mas que devia de ser conhecida por todos: a Revolução Russa, cujo centenário se comemora este ano, foi impulsionada de raiz pelo grande capital e a "mão invisível" do Supremacismo Judaico, com o objectivo de criar um projecto internacionalista que servisse de base a um futuro governo mundial totalitário. 

Os problemas para os supremacistas judeus na URSS só começaram verdadeiramente quando apareceu um certo sujeito chamado Estaline que tratou de eliminar fisicamente os principais agentes sionistas infiltrados na URSS e colocou em marcha a política do "Socialismo num só País". O plano de Sião sofreu um forte revês com Estaline.

A existência da Comunidade Económica Europeia foi outro factor que terá apressado a destruição da inútil URSS, porque os supremacistas judeus viram na primeira um protótipo para o governo mundial totalitário. É por isso legítimo dizer-se que a União Europeia constitui hoje, na prática, a nova União Soviética. Com o fim da URSS, o internacionalismo comunista foi largamente substituído pelo internacionalismo liberal, mas o objectivo final dos supremacistas judeus continua a ser o mesmo de sempre, ou seja, criar um governo mundial totalitário que a ser erguido, estenderá os seus tentáculos a todos os povos da Terra, que independentemente da sua raça, cor ou credo, serão submetidos à mais vil tirania.

A Rússia continua a ser um alvo a abater para os supremacistas judeus e podem ter a certeza de que o Império Rothschild não vai desistir de continuar a tentar tomar o controlo do governo russo, por via de algum dos seus lacaios "democratas" ou mais uma "revolução colorida" com o patrocínio de George Soros. Em todo este insano jogo de poder, a Ucrânia está a ser usados como "carne para canhão" pela judiaria internacional, de forma a enfraquecer a Rússia de Putin e simultaneamente, endividar a Ucrânia a um ponto extremo por via de empréstimos impagáveis contraídos junto do FMI, garantindo assim que o povo ucraniano vai ficar à mercê dos agiotas internacionais durante gerações. Nadiya Savchenko, que é oficialmente uma Herói da Ucrânia e foi agraciada com a Ordem da Coragem pelos seus feitos, já com certeza que terá percebido a forma como o seu País está a ser usado e abusado pelos falcões do internacionalismo sionista. O verdadeiro inimigo da Ucrânia e do povo ucraniano não é Putin, mas a União Europeia, o Império financeiro da família Rothschild, o Supremacismo Judaico e os seus respectivos agentes e lacaios que estão espalhados pelos quatro cantos do planeta.

Para bem de todos, está mais do que na hora de russos e ucranianos fazerem as pazes, calarem as espingardas e acabarem de vez com a guerra estúpida em que se deixaram envolver.

João José Horta Nobre
3 de Abril de 2017


4 comentários:

  1. E como o seu lacaio em França, o Macron está a subir nas sondagens, devem estar prontos a abrir o champagne ...
    Ditado português: não há bem que sempre dure (Rothschild) e mal que nunca acabe (as marionetas-nós) ..
    Hão-de cair de podres ...
    Falta saber quando e, os custos, que as populações dos países atingidos irão pagar, em prole de tanta loucura ...

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    1. «E como o seu lacaio em França, o Macron está a subir nas sondagens, devem estar prontos a abrir o champagne ...»

      No estado em que a França se encontra actualmente, é preciso ser-se completamente louco para votar num sabujo da laia de Macron.

      «Falta saber quando e, os custos, que as populações dos países atingidos irão pagar, em prole de tanta loucura ...»

      Isso também me dá que pensar e não é pouco, caro Arnatron. Esta loucura não vai acabar nada bem e receio bem que o resultado final seja um banho de sangue de proporções épicas, acompanhado de uma simultânea fragmentação dos estado-nação da Europa Ocidental.

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  2. Ucrânia não "se deixou envolver", foi atacada e agredida pelas forças irregulares e regulares russas que pretendem aniquilar a independência e soberania do país. Uma das armas do Kremlin é propaganda, uma dos tipos de propaganda é anti-semitismo bacoco, Nadia é uma destas anti-semitas parvas que já esqueceu como contou com apoio dos judeus e israelitas na sua luta pela libertação.
    Anti-semitismo definitivamente não passará na Ucrânia.

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    1. Bem, já é típico essa conversa do "anti-semitismo bacoco" sempre que alguém crítica ou menciona sequer o avassalador poder do lobby judaico e a sua influência na política mundial.

      Convido o Jest nas Wielu a ver por si quem são os principais agentes e entidades que têm beneficiado com a guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Veja também todo o esforço que George Soros e os seus capangas fizeram para impulsionar as tais "revoluções coloridas" na Europa de Leste e penso que fica tudo dito.

      «Ucrânia não "se deixou envolver", foi atacada e agredida pelas forças irregulares e regulares russas que pretendem aniquilar a independência e soberania do país.»

      A Ucrânia envolveu-se com a União Europeia, que é uma inimiga declarada da Rússia. Como já era de esperar e muita gente na altura avisou, era perfeitamente previsível que a Rússia respondesse agressivamente a isso.

      Agora o que é que a Ucrânia ganhou com a União Europeia? Perderam definitivamente a Crimeia e possivelmente partes do território a Leste para a Rússia. Em cima disto tudo, vocês ainda ficaram com o Pais completamente endividado ao FMI e é de prever que vão-se endividar mais ainda. A isto chama-se falta de estratégia caro Jest nas Wielu. A Ucrânia devia de ter avaliado melhor as consequências de se querer ligar politicamente à União Europeia, que como eu disse, é uma inimiga declarada da Rússia.

      «Nadia é uma destas anti-semitas parvas que já esqueceu como contou com apoio dos judeus e israelitas na sua luta pela libertação.»

      Mas há bons judeus. Aliás, a maioria dos judeus são pessoas perfeitamente inocentes. Quando eu falo de "supremacistas judeus" ou "judiaria internacional", refiro-me à pequena elite de sionistas extremistas, como a Presidente do "Fed", Janet Yellen, George Soros, a família Rothschild, a Goldman Sachs, a infame Madeleine Albright, etc...

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