sábado, 29 de abril de 2017

E Agora eu Tornei-me a Morte, o Destruidor de Mundos: A Nova Ordem Mundial e a Coreia do Norte



So what does that have to do with the ZOG and the Ziocons?

Everything.


A Coreia do Norte tem andado muito pelos noticiários durante as últimas semanas, alegadamente devido a um certo "perigo nuclear". Que ninguém se deixe levar por esta conversa do "perigo nuclear" norte-coreano, pois não existe nenhum "perigo nuclear" norte-coreano. O "querido líder" Kim Jong-un apenas deseja manter-se no poder e sabe que de forma a garantir tal, o melhor é possuir um arsenal militar poderoso o suficiente para dissuadir os Estados Unidos da América e o lobby sionista, que é quem verdadeiramente controla ou pelo menos influencia de forma significativa a política externa deste mesmo País. Kim Jong-un não é estúpido e sabe que qualquer espécie de acordo com os ianques não vale sequer o papel em que está escrito. Por este mesmo motivo é que eu acredito que nada o fará alguma vez desistir do seu programa nuclear e é até expectável que depois de todo o "saber rattling" que tem ocorrido nas últimas semanas, a Coreia do Norte acelere ainda mais o seu programa nuclear e o seu programa de desenvolvimento de mísseis balísticos intercontinentais. Possivelmente, Pyongyang reforçará igualmente o seu já enorme arsenal de armas biológicas e químicas

Kim Jong-un apesar de ser um líder muito jovem, viu e sabe perfeitamente bem aquilo que os Estados Unidos fizeram a Saddam Hussein e a Gaddafi e sabe também que o lobby sionista instalado nas estruturas de comando e controlo do governo americano, tem um feroz apetite por aquilo que se passou a designar como "regime change". Os vigários "iluminados" da Nova Ordem Mundial, oficialmente apresentam-nos o "regime change" como sendo uma política que visa espalhar a "democracia" e os "direitos humanos", porém e na realidade, isto mais não é do que uma capa para esconder um objectivo muito mais sinistro, que é o de abrir o caminho para um governo mundial totalitário. 

Tudo aquilo que as forças da Nova Ordem Mundial fazem tem como objectivo final a construção de um governo mundial que a ser erguido será sempre totalitário. Se perceberem isto, perceberão muito mais facilmente o porquê de tudo aquilo que se está a passar hoje no Mundo. Como é óbvio e eu já o disse e escrevi inúmeras vezes, as nações e as forças nacionalistas são o único travão que existe a este plano maquiavélico, o que explica na perfeição todo o ódio visceral e absolutamente insano que a Nova Ordem Mundial e os seus sabujos destilam diariamente contra todo e qualquer regime e/ou político nacionalista. 

A Coreia do Norte é portanto odiada pelas forças da Nova Ordem Mundial não por ser uma ditadura, mas sim, por ser um regime nacionalista totalitário com características únicas. Se o problema da Coreia do Norte fosse o de ser uma ditadura que não respeita os "direitos humanos", então seria lógico que a Arábia Saudita também teria de ser hostilizada e sancionada com a mesma brutalidade por parte dos Estados Unidos. É pois mais do que claro que o problema não é a Coreia do Norte ser uma ditadura, mas o de ser um regime que foge por completo ao controlo e influência do cartel mundialista/globalista. 

Coloque-se de parte a linguagem e o estilo soviético do regime norte-coreano e facilmente se percebe que aquele regime, na sua essência, é efectivamente um regime nacionalista. A Coreia do Norte é um dos únicos países do Mundo que possui um governo totalmente liberto da influência do Supremacismo Judaico e das ideologias semitas/abraâmicas. Os bancos norte-coreanos, controlados pelo Estado, estão totalmente libertos da influência das elites judaicas e sionistas que controlam largamente o capital financeiro mundial a partir de Wall Street. Os media, a cultura e o cinema norte-coreano por sua vez, são total e inteiramente controlados por norte-coreanos, ao contrário dos media ocidentais que estão na mão de grupos económicos obscuros ligados ao "sistema" e ao serviço do "sistema". Kim Jong-un, por mais defeitos e taras que eventualmente possa ter, é um líder político que está a governar o seu País de acordo com os seus interesses e não de acordo com os interesses do "Rothschild Zionism" e é exactamente isto que o lobby sionista não tolera. Sião não suporta que haja um pequeno País na Ásia que se atreve a desafiar os seus diktats. Por outro lado, a amizade dos norte-coreanos com as elites chinesas também é algo que não agrada nada aos supremacistas judeus que parecem andar bastante enervados nos últimos tempos. É que a China, apesar de ter caído na armadilha do Comunismo, é um País que continua bastante fechado a nível cultural e social e não me parece que alguma vez venha a querer abdicar da sua soberania, ao contrário dos idiotas do Ocidente que permitiram que os seus governos fossem totalmente infiltrados e tomados de assalto por alienígenas ao serviço de interesses muito obscuros. O vírus do Mundialismo/Internacionalismo é um vírus que veio do Ocidente e é bom que os asiáticos o esmaguem e rejeitem o quanto antes.

Mas há ainda mais um factor, o verdadeiro factor que despoletou nos últimos tempos todo este ódio súbito de Washington contra Pyongyang. Este "factor" chama-se República Islâmica do Irão. Como eu escrevi ainda recentemente, os sionistas estão determinados em levar adiante o Plano Yinon e para tal, precisam de desestabilizar todo o Médio Oriente e acima de tudo, precisam de destruir os dois países que são um óbvio entrave ao avanço do Plano Yinon na região em causa: a Síria e o Irão. 

A Coreia do Norte, um País que geograficamente está bem longe do Médio Oriente, entra nesta história toda porque o regime de Pyongyang desde há muitos anos que tem uma larga e extensa colaboração com Teerão no domínio atómico e no campo da investigação e desenvolvimento de mísseis balísticos intercontinentais. É exactamente por este motivo que os Estados Unidos, ou melhor, o lobby sionista que controla o governo americano (Zionist Occupation Government), subitamente anda tão preocupado com a Coreia do Norte. A guerra que Israel em aliança com os turcos e sauditas provocaram na Síria foi um fracasso e a cada dia que passa, torna-se mais evidente que a Rússia não irá abandonar o apoio ao regime de Bashar al-Assad, nem deixará o mesmo cair. Os supremacistas judeus desejam desde há muito destruir o regime sírio porque o mesmo é um dos principais aliados do Irão e do Hezbollah no Médio Oriente e por isso acabar com o mesmo, seria indubitavelmente um forte golpe para o Irão. Uma vez fracassada esta estratégia, atiram-se agora com um ódio vingativo (e muito perigoso...) contra a Coreia do Norte, de forma a tentarem atingir indirectamente o programa de mísseis balísticos iraniano e se possível, o programa nuclear iraniano. 

A mim não me interessa se Kim Jong-un é um ditador ou não. Também me estou nas tintas para o facto de a Coreia do Norte não ser uma "democracia" à Rothschild como o são as "democracias" ocidentais. O que me interessa, a única coisa que me interessa, é que Kim Jong-un e o povo norte-coreano estão a combater a Nova Ordem Mundial e o "sistema". E sim, espero que Kim Jong-un desenvolva cada vez mais e melhores armas nucleares e mísseis balísticos intercontinentais capazes de atingirem todo o planeta, porque a judiaria internacional tem de perceber de vez que a sua loucura, a bem ou a mal, vai ter de acabar. Se Sião quiser seguir uma política de terra queimada, então é uma política de terra queimada que terá. A única linguagem e a única coisa de que os supremacistas judeus têm medo e respeitam, é a linguagem do terror e da brutalidade impiedosa. Kim Jong-un, custe o que custar, não deve de parar ou sequer abrandar o seu programa nuclear e de mísseis balísticos intercontinentais, antes pelo contrário, deve acelerá-lo ainda mais e deve fazer a judiaria sionista sediada em Washington perceber de uma vez por todas que se ela quer um holocausto nuclear, então é um holocausto nuclear que irá ter.

João José Horta Nobre
29 de Abril de 2017


31 comentários:

  1. Respostas
    1. https://www.youtube.com/watch?v=1yurYkyE4Bg

      femem ataca muçulmanos e cristaos , mas nao judeus .porque? diante dessa pergunta a lider da femem frança foge ao mesmo tempo em que o entrevistador é ameaçado pelo advogado judeu que a defende.

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    2. entretanto em Bruxelas http://www.express.co.uk/news/politics/794729/Jean-Claude-Juncker-EU-chief-meet-George-Soros-discuss-Hungary-legal-action

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    3. Isso já era de esperar e se o Orbán não se põe seriamente "a pau", não tarda vamos ter mais uma "revolução colorida" com o patrocínio de Soros na Hungria. A superclasse mundialista já o marcou para abate há muito:

      http://historiamaximus.blogspot.pt/2016/03/porque-e-que-superclasse-mundialista.html

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    4. check http://aagendasecreta.blogspot.pt/2004/10/os-trezentos-de-fernando-pessoa.html

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    5. E ainda http://www.veteranstoday.com/2017/05/03/wall-street-journal-jared-kushner-has-ties-with-goldman-sachs-and-george-soros/

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  2. «A Coreia do Norte é portanto odiada pelas forças da Nova Ordem Mundial não por ser uma ditadura, mas sim, por ser um regime nacionalista totalitário com características únicas.»

    Exactamente. Mas esta realidade ilustra bem porque é que o nacionalismo deve afastar-se da via totalitária. Para além do aspecto humano (ninguém tem o direito de oprimir ninguém), o totalitarismo tem servido muitas vezes de justificação para a intervenção da superclasse (Líbia, Iraque, Síria, etc.) Infelizmente, a opinião pública ocidental tende a engolir a justificação e a ignorar a geopolítica. E já nem menciono a banca internacional, porque a maioria dos ocidentais nem sequer tem a noção de que a maior parte do dinheiro que transaccionamos pura e simplesmente não existe!

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    1. As guerras na Líbia e Iraque com a morte dos seus líderes foram providenciais, para que a invasão da Europa pelos "refugiados" acontecesse ...
      Os "pacifistas" Bush, Hilária e Obama deram um precioso contributo para o avanço do plano da nova ordem mundial com vista à destruição da Europa ...
      O Macron/Rothschild/Porta Aberta, se conseguir atingir a glória do Eliseu, será a cereja no topo do bolo, para que a destruição se acelere ...
      Estamos entregues à bicharada ...

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    2. «Exactamente. Mas esta realidade ilustra bem porque é que o nacionalismo deve afastar-se da via totalitária.»

      Caro Afonso, essa conversa é muito bonita e gira, mas depois do fiasco redondo em que Trump se transformou e depois da mais do que provável derrota de Marine Le Pen dentro de dias (espero de estar enganado...), fica bem demonstrado como os nacionalistas não têm qualquer hipótese de vencer o "sistema" por dentro, lutando de acordo com as regras do "sistema". Simplesmente não temos hipótese. Mesmo que apareça alguém que realmente seja bem intencionado, a barragem de difamação dos media que disparam propaganda 24/7, em conjunto com todos os restantes ataques e maquinações do "sistema", tornam sempre quase impossível que um candidato nacionalista chegue ao poder pela via democrática. Por fim, mesmo que ganhe a eleição como que por milagre, o "sistema" vai fazer o que muito provavelmente fez a Trump, de forma a neutralizar a ameaça.

      Simplesmente não dá. O "sistema" aprendeu a lição e corrigiu as falhas internas que permitiram a emergência de regimes nacionalistas na Europa na década de 1930 e 1940. Hoje, isto está de tal forma blindado que apenas com um golpe de Estado ou com um colapso total da sociedade é que poderá surgir uma oportunidade séria de tomar o poder.

      Eu não queria ser pessimista, mas a verdade é que a situação para os nacionalistas da Europa Ocidental, neste momento é negra...

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    3. «Estamos entregues à bicharada ...»

      Bicharada e da lunática:

      https://www.henrymakow.com/Kushner-Belongs-to-Fanatical-Jewish-Doomsday-Cult.html

      Eu em tempos já alertei aqui para o facto de que esta gente se sentir que vai perder o controlo, é capaz de mandar o planeta pelos ares de forma propositada:

      http://historiamaximus.blogspot.pt/2016/06/o-que-pode-acontecer-se-superclasse.html

      A elite mundialista, pelo menos na minha perspectiva, é um bando de psicopatas que jamais vai abdicar do poder sem pesados custos. Esta gente, se ver que vai ser derrotada, é capaz de arrastar para a morte toda a população do planeta e até poderá tentar transformar o Mundo num gigantesco deserto radioactivo só como vingança, de forma a garantir que se houver sobreviventes ao holocausto nuclear, esses irão penar bem para conseguirem sobreviver no limite...

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    4. Arnatron disse...

      «O Macron/Rothschild/Porta Aberta, se conseguir atingir a glória do Eliseu, será a cereja no topo do bolo, para que a destruição se acelere»

      Dificilmente será de outra forma. A diferença entre os dois candidatos nas sondagens é abismal! As sondagens já falharam muitas vezes, mas nunca por uma margem tão grande (aprox. 20%)!


      João José Horta Nobre...

      «Caro Afonso, essa conversa é muito bonita e gira, mas depois do fiasco redondo em que Trump»

      A "conversa" é a única possível nas nossas circunstâncias, caro JJHN. Eu não vejo em Trump um fiasco. Sempre disse desde o início que não havia milgares e que era irrealista pensar que o homem ia mudar grande coisa. Para mim, o verdadeiro fiasco reside única e exclusivamente no facto de ainda haver tantos nacionalistas que continuam a acreditar em salvadores da pátria e em mudanças radicais do dia para a noite. Isso revela uma grande falta de maturidade por parte dessas pessoas. A superclasse demorou quase 100 anos a destruir a civilização ocidental e ainda não terminou o serviço. O que leva as pessoas a pensar que podemos contrariar esse esforço colossal assim de repente?


      « fica bem demonstrado como os nacionalistas não têm qualquer hipótese de vencer o "sistema" por dentro»

      Respeito a sua opinião, mas não posso concordar. A única coisa que ficou demonstrado é que as vitórias não acontecem do dia para a noite. Há cem anos atrás, os globalistas também não pareciam ter qualquer hipótese e veja-se onde estão agora! A chave está em aumentar os veículos e a quantidade de propaganda e, sobretudo, em tomar as instituições. É nisso que os nacionalistas têm de apostar.

      O Nacionalismo não tem qualquer outra hipótese senão vencer o sistema "por dentro". Não haverá nenhum golpe, nenhuma revolução, nenhum colpaso que coloque os nacionalistas no poder. Porquê? É simples, porque as revoluções só têm sucesso quando há uma massa crítica organizada e armada disposta a fazê-las, bem como um povo submisso disposto a acatá-las. A esmagadora maioria dos ocidentais está desarmada e atomizada... e o povo ainda não vê com bons olhos o Nacionalismo.


      «Hoje, isto está de tal forma blindado que apenas com um golpe de Estado ou com um colapso total da sociedade é que poderá surgir uma oportunidade séria de tomar o poder.»

      O problema é que eles também já previram a possibilidade de colapso e têm planos de contingência para essas situações. É natural haver algum desânimo com fenómenos como Trump, mas os nacionalistas precisam de se convencer que isto é uma guerra a muito longo prazo.

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    5. «O que leva as pessoas a pensar que podemos contrariar esse esforço colossal assim de repente?»

      Nada. Simplesmente o tempo e a demografia estão contra nós e dentro do máximo de duas décadas, talvez nem isso, vai-se fechar na Europa Ocidental a hipótese de os nacionalistas conseguirem chegar democraticamente ao poder, porque o número de alógenos e descendentes de alógenos com direito de voto será tão alto, que não teremos virtualmente qualquer hipótese. Nós já não temos tempo para continuar mais a "brincar às democracias". Aliás, ainda há dias li um artigo interessante do Andrew Anglin em que ele falava de como os nacionalistas devem de começar a pensar em criar organizações sociais modeladas no Hezbolllah libanês. A prioridade dos nacionalistas deve deixar de ser apenas a de chegar ao poder pela via democrática e passar a ser a de criar organizações sociais que sirvam de alternativa ao modelo social oficial. Com o tempo, passaremos a ser um Estado dentro do Estado, tal como é o Hezbollah no Líbano e aí sim, teremos poder a sério. Agora andar a "brincar às democracias" Rothschild, bem, eu continuo a apoiar os esforços dos partidos nacionalistas que são sem dúvida de louvar, mas muito honestamente sei bem lá no fundo que nós não temos qualquer hipótese de tomar o poder jogando de acordo com as regras do "sistema", porque lá está, a demografia e o tempo estão totalmente contra nós...

      «A chave está em aumentar os veículos e a quantidade de propaganda e, sobretudo, em tomar as instituições. É nisso que os nacionalistas têm de apostar.»

      A ideia é muito boa, sim senhor, mas o problema é que isso leva muito tempo a fazer e como eu já disse acima, nós simplesmente não temos tempo porque a demografia está totalmente contra nós. Os nacionalistas teoricamente podem fazer um "reverse engineering" e utilizar os métodos de Gramsci para infiltrar as instituições, mas isso é um processo que leva décadas a fazer-se, no mínimo, umas cinco décadas e daqui a cinco décadas como o Afonso bem sabe, ao ritmo a que a população islâmica se reproduz, já não teremos qualquer hipótese. A "bomba demográfica" islâmica é que complica seriamente isto tudo e nos parte as pernas e é por isso mesmo que a superclasse mundialista anda freneticamente a querer abrir as fronteiras e importar alógenos em massa.

      «O Nacionalismo não tem qualquer outra hipótese senão vencer o sistema "por dentro". Não haverá nenhum golpe, nenhuma revolução, nenhum colpaso que coloque os nacionalistas no poder.»

      Não creio que seja bem assim. Existe uma hipótese muito real de a Rússia e outros países da Europa de Leste futuramente poderem vir a despoletar golpes de Estado e/ou a sustentar grupos de guerrilha na Europa, nomeadamente em Países como a França onde a rápida islamização e guerra civil inevitavelmente associada à mesma, vai criar terreno fértil para esse tipo de cenários e alternativas. Putin está tão farto desta palhaçada como nós todos e ele tem mais do que muitos truques na manga...

      «É natural haver algum desânimo com fenómenos como Trump, mas os nacionalistas precisam de se convencer que isto é uma guerra a muito longo prazo.»

      Volto a insistir caro Afonso: nós simplesmente não temos tempo para nada disso porque a demografia está contra nós. Daqui a "muito longo prazo", países como a França já terão 30% de população islâmica, no mínimo. Como é que o Afonso acha que depois um partido nacionalista vai vencer eleições num cenário assim??? A "guerra a muito longo prazo" que o Afonso defende, simplesmente é um luxo ao qual nós não temos direito, caro Afonso. Com as actuais taxas de reprodução apresentadas pelas populações alógenas afro-islâmicas, temos no máximo 10 a 15 anos e depois acabou-se. O nosso "muito longo prazo" resume-se a isto e como é óbvio, é impossível infiltrar as instituições de uma dada sociedade em 10 a 15 anos. O tempo que nos sobra neste momento já não nos dá margem de manobra para nada...

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    6. «A prioridade dos nacionalistas deve deixar de ser apenas a de chegar ao poder pela via democrática e passar a ser a de criar organizações sociais que sirvam de alternativa ao modelo social oficial.»

      Julgo que essa ideia é boa e vai um pouco ao encontro daquilo que a Aurora Dourada tem feito na Grécia. No entanto, acho que não devemos desistir completamente do processo democrático (tal como a AD não desistiu) e do assalto às instituições.


      «(...)ao ritmo a que a população islâmica se reproduz, já não teremos qualquer hipótese. A "bomba demográfica" islâmica é que complica seriamente isto tudo e nos parte as pernas e é por isso mesmo que a superclasse mundialista anda freneticamente a querer abrir as fronteiras e importar alógenos em massa.»

      Sim, é verdade, eu próprio já disse isso muitas vezes. Mas qual é a forma mais realista de lidar com essa stiuação? Quantas pessoas é que estão realmente dispostas a combater numa guerra pela nação? Em Portugal, o PNR não chegou sequer dos 30 mil votos. Se nem 30 mil pessoas estão dispostas a votar num partido nacionalista, quantas estarão dispostas a pegar numa arma e arriscarem o seu pescoço a lutar contra a iminvasão?

      Os brancos dos EUA estão prestes a tornar-se numa minoria e não fizeram nada! Londres tranformou-se numa fossa multicultural e multirracial e os ingleses optaram por fugir da cidade! Estocolmo, Paris, Colónia, Amsterdão e tantas outras cidades vão pelo mesmo caminho... o que a realidade do Brasil e dos EUA nos dizem é que, enquanto houver pão qb, os brancos jamais se revoltarão! Aceitarão as hordas sucessivas de imigrantes sem fazerem grandes ondas!


      «Existe uma hipótese muito real de a Rússia e outros países da Europa de Leste futuramente poderem vir a despoletar golpes de Estado e/ou a sustentar grupos de guerrilha na Europa»

      Mas já vimos na Ucrânia como é que isso acabará, caro JJHN! A superclasse esmagará impiedosamente os insurgentes! Se chegar mesmo a haver guerra, o que eu duvido muito porque, mais uma vez, é preciso quem esteja disposto a combatê-la, os mercenários do globalismo não terão qualquer misericórdia para com os nacionalistas! Será uma oportunidade de ouro para nos exterminarem a todos e eles vão certamente aproveitá-la!

      A menos, é claro, que os exércitos nacionais estivessem do nosso lado... mas para isso seria preciso tomar as instituições!

      Por exemplo, o caro Mestre Nobre acredita mesmo numa guerra civil em França? Com o historial de covardia patológica dos franceses?! Isso não é possível!... Além disso veja-se, por exemplo, o que aconteceu aos cristãos no Líbano, que eram certamente bem mais aguerridos que os croissants: foram incapazes de se opor ao crescimento do Islão e acabaram por ser reduzidos a uma minoria! O mesmo aconteceu em vários países da Ásia e do Médio Oriente!

      E porque é que aconteceu? Porque para um povo se organizar e lutar contra uma ameça externa, tem primeiro que estar consciente dessa ameaça externa! E esse é o grande problema dos europeus neste momento, a esmagadora maioria não considera o Islão como uma ameça, muito menos os judeus, incluindo os mafiosos Rothschild! E já nem vou aos europeus que querem saber da sua raça para alguma coisa, porque esses então são praticamente inexistentes!

      Não o quero incomodar mais com esta conversa, mas acho que é preciso pensarmos muito bem na nossa situação antes de decidirmos deitar a toalha ao chão e optarmos pela via da violência... num cenário de guerra, as probabilidades estão francamente contra nós.

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    7. «No entanto, acho que não devemos desistir completamente do processo democrático (tal como a AD não desistiu) e do assalto às instituições.»

      Caro Afonso, nem eu alguma vez escrevi em sítio algum que nós devemos desistir do processo democrático! Eu apenas queria dizer que devemos de procurar e investir activamente noutras vias, métodos e estratégias. Nada mais

      «Mas já vimos na Ucrânia como é que isso acabará, caro JJHN!»

      Confesso que não compreendo onde é que o Afonso quer chegar com o exemplo da Ucrânia. Pode explicar-se melhor?

      «Não o quero incomodar mais com esta conversa, mas acho que é preciso pensarmos muito bem na nossa situação antes de decidirmos deitar a toalha ao chão e optarmos pela via da violência... num cenário de guerra, as probabilidades estão francamente contra nós.»

      O Afonso não incomoda nada. Antes pelo contrário, é sempre e tem sido sempre bem-vindo neste espaço. Eu nunca disse para se "atirar a toalha ao chão". Também nunca disse para "optarmos pela via da violência", até porque prezo muito a minha liberdade e não estou para ser enjaulado ou abatido a tiro pela polícia, que é o que inevitavelmente aconteceria se eu ou outro nacionalista qualquer se armasse em herói de libertação nacional e optasse "pela via da violência", loool.

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    8. João José Horta Nobre disse...
      Caro Afonso, nem eu alguma vez escrevi em sítio algum que nós devemos desistir do processo democrático!

      Mas então o que é que o Mestre Nobre quer dizer com a expressão "brincar às democracias"?


      «Confesso que não compreendo onde é que o Afonso quer chegar com o exemplo da Ucrânia. Pode explicar-se melhor?»

      Putin interveio na Ucrânia e o país ficou objectivamente pior. Por um lado, perdeu parte do seu territíorio para a Rússia. Mas o mais grave é que os nacionalistas ucranianos em geral colocaram-se do lado da União Europeia.

      Putin não tem qualquer estima pelos povos do Ocidente da Europa. O que Putin quer é dividir a Europa e miná-la a partir de dentro para depois poder reinar sobre ela. Aliás, Putin nem sequer tem estima pelo seu próprio povo. Basta ver o tratamento que o seu regime tem dado aos nacionalistas russos. Basta ver a forma como os muçulmanos rezam livremente nas ruas de Moscovo, que, nesse capítulo, é indistinguível de Paris.


      «Também nunca disse para "optarmos pela via da violência", até porque prezo muito a minha liberdade e não estou para ser enjaulado ou abatido a tiro pela polícia»

      Mas a sua solução de criar associações sociais tem esse risco implícito, caro JJHN. Os globalistas dificilmente permitirão aos arianos essa liberdade durante muito tempo. Aliás, legalmente, não se pode trabalhar sem pagar impostos ao Estado. O que significa que, com o passar dos anos, o sistema começaria a perseguir, a prender e a confiscar os bens desses "dissidentes" à Hezbollah.

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  3. Você acha mesmo que a Coreia comuna tem poder para deter os EUA? Veja aqui quem não vai aguentar nem um dia de guerra: https://www.youtube.com/watch?v=PgUpUfqC0sI

    Eduardo

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    1. «Você acha mesmo que a Coreia comuna tem poder para deter os EUA?»

      Sim! Tanto que tem, que os EUA bem querem atacar a CN, mas não o fazem porque sabem que o custo seria tremendo e os riscos de uma guerra nuclear muito elevados. Vamos a ser claros numa coisa: o objectivo dos programas militares de Kim Jong-un não é derrotar os EUA numa hipotética guerra futura, mas sim, dissuadir um possível ataque ianque contra a CN. A única forma de se fazer isto é tendo armas que garantam ao adversário que mesmo que ele vença, a vitória será extremamente custosa e difícil. O ideal, é garantir a aniquilação mútua e é isso que Pyongyang está neste momento a tentar. A partir do momento em que a CN passe a dominar por completo a tecnologia para fabricar e disparar com sucesso mísseis balísticos intercontinentais armados com múltiplas ogivas nucleares, a partir desse momento, fica assegurado que se os EUA atacarem a CN, esta tem capacidade para em resposta poder transformar os EUA num deserto radioactivo. A destruição mútua assegurada (MAD) é aqui o conceito defensivo que a CN pretende atingir e a meu ver, Kim Jong-un não vai desistir de tal, porque ele sabe que isto é uma garantia de sobrevivência do seu regime:

      https://pt.wikipedia.org/wiki/Destrui%C3%A7%C3%A3o_m%C3%BAtua_assegurada

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    2. Mas como a CN vai fazer a sobrevivência do seu regime tirânico se haverá destruição mútua? É contraditório. Só a Califórnia é maior que a CN. A CN pode transformar alguns lugares dos EUA em deserto, não todo os EUA, mas os EUA transformariam toda a CN num deserto e aí não só o regime comuna, mas toda a CN virariam cinzas.
      Repito: á vitória seria insofismavelmente dos EUA, ainda que pague alto preço. Isso ocorreu nas últimas guerras, eis que vários países democráticos que lutaram para deter a ameaça totalitária tiveram que pagar com milhares de vidas e vidas até inocentes, como foi o caso do próprio EUA, Inglaterra e URSS(esta no caso não é e nunca foi democrática) na 2ªGM. Os EUA são a única potência que é maior que qualquer guerra nuclear, sua capacidade bélica e industrial, bem como de seu povo amante das liberdades superam em muito qualquer iniciativa de reconstrução se comparada a outras nações desenvolvidas.
      Há profecias sobre o fim dos tempos, que dizem que nações irão desaparecer, não espere entre essas nações um gigante como os EUA, mas em nações moscas como a CN.

      Eduardo

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  4. "Simplesmente não dá. O "sistema" aprendeu a lição e corrigiu as falhas internas que permitiram a emergência de regimes nacionalistas na Europa na década de 1930 e 1940. Hoje, isto está de tal forma blindado que apenas com um golpe de Estado ou com um colapso total da sociedade é que poderá surgir uma oportunidade séria de tomar o poder. "

    Muito bem visto, é precisamente isso que os nacionalistas têm de perceber.
    O fenómeno trump foi fundamental para terminar com as ilusões de soluções miraculosas. Se a hillaria tivesse ganho, estávamos anos a fio a aturar optimistas-sonhadores a dizer que devemos continuar a lutar dentro da democracia, assim, com este louco já sabemos que não há caminho para caminhar, acabou a estrada.

    O caminho tem de ser feito através de um estado dentro de um estado, digo isso há anos.

    Se continuarmos a lutar por este sistema, vamos continuar a perder em toda a linha, ou pior, vamos inevitavelmente apodrecer juntamente com este sistema doente. Nunca iremos imitar os judeus, se comprometermos os nossos princípios seremos lixo, é lamentável ver o que aconteceu à FN, comprometeram tudo.

    a democracia não passa de um chavão, vejo sites como o dailystormer que finalmente estão a adoptar uma posição honesta em relação à seriedade do momento, finalmente.

    Mas pronto, se a ideia é a passarmos a ser um novo estado, se o dono deste blogue defende isso, quero dizer que já não me sinto tão isolado ideologicamente em Portugal haha.

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    1. «Mas pronto, se a ideia é a passarmos a ser um novo estado, se o dono deste blogue defende isso, quero dizer que já não me sinto tão isolado ideologicamente em Portugal haha.»

      Simplesmente não há outra alternativa. Ou os nacionalistas e a resistência patriótica se começa a organizar com base num modelo de associações sociais ao estilo do que o Hezbollah fez no Líbano, ou estamos definitivamente tramados a médio/longo prazo.

      É que isto de andar a "brincar às democracias" com partidos nacionalistas e pseudo-nacionalistas da laia de Trump (e possivelmente Le Pen...), é exactamente o que o "sistema" quer, de forma a ganhar tempo para importar mais alógenos aos quais concede rapidamente a cidadania e o direito de voto, de forma a garantir que os nacionalistas e a população autóctone serão reduzidos a uma minoria nos seu próprio País em poucas décadas. Só não vê o que está aqui a passar, quem não quer...

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    2. Sim, ao mesmo tempo claro que

      As pessoas não podem estar reféns de um estado mental em que quem está contra a democracia liberal é adepto de violência. Existem alternativas, elas são mesmo necessárias.

      Francamente não percebo qual o charme deste sistema, vivemos o pior sistema de sempre, estamos a assistir ao colapso da nossa civilização, a um genocídio e ainda há pessoas que acreditam na reforma do sistema, é uma situação surreal.

      Se falarmos mais de formas de sairmos por cima desta situação precária em vez de alimentarmos o jogo dos judeus, teremos mais a ganhar.

      Não podemos ganhar através da mentira, maldade, mesquinhez, subversão. Esse caminho só os judeus e degenerados seguem, nós temos de lutar lado a lado com a verdade. Temos de ser dignos e andar de cabeça erguida com orgulho do que fomos e do que podemos voltar a ser.

      Eles alimentam-se do nosso sangue e suor, sem a população branca eles não são nada, creio que é isso que eles realmente temem, que a população acorde para a realidade.

      Fazer isso não significa necessariamente o caos total, a raça branca já passou por situações bem mais sérias do que esta, vamos sair por cima.

      Para o fazermos precisamos de abandonar a escravatura, o primeiro passo tem mesmo de ser o sairmos fora.

      E com isto não digo que seja fácil e que deva ser uma decisão radical, mas pelo menos tentar o mais possível..

      Eu não compro nada que beneficie a judiaria e os seus lacaios..
      Eu passo a palavra ao circulo de amigos e família..
      Eu procuro criar laços mais fortes com os meus irmãos e irmãs brancos.

      coisas pequenas que todos podem fazer, não é preciso organizar uma milícia para fazer estas coisas.

      o inimigo é patético e fraco, pode ser vencido, mas para isso acontecer temos de unir o nosso povo, libertar o povo devia ser o primeiro passo.

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  5. As pessoas subvalorizam o poder do sistema.

    Nós só somos fracos se fizermos "parte" do sistema, se boicotarmos o sistema, a suposta força do sistema termina.

    O sistema usa a nossa força, algumas medidas básicas, se fossem tomadas por uma grande parte dos Europeus, em poucos dias, terminava a tirania.

    -Deixar de usar o banco;
    -Não participar em nada ou o menos possível nas estruturas do sistema
    -Adoptar um estilo de vida tradicional e rural
    -Preparar-se fisica e mentalmente para uma situação de guerra.

    Depois de se partir do básico, se possivel:

    -Participar em milicias nacionalistas
    -Não divulgar informação critica na internet.

    Estamos vulneráveis, porque a todo o momento, estamos a dizer ao inimigo o que temos de fazer, já deviamos estar na fase de mandar a democracia e a judiaria para puta que os pariu, mas não...

    ainda andamos a dizer que temos de fazer a,b,c p+ara ganhar X votos, ridículo.

    Se uns 30% ou 40% da população branca abandonar o sistema, aquilo seca por falta de fundos.
    Nós somos os sistema, enquanto fizermos parte dele, somos parte do problema.

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  6. As pessoas subvalorizam o poder do sistema.

    quero dizer sobrevalorizam.

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  7. Off-topic: Mestre Nobre veja isto:

    http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/china-destitui-vice-governador-por-trocar-poder-por-sexo?ref=cmaominuto_timeline

    O tipo na fotografia não é o Lá Lá Cardo?!?!

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    1. AHHAHAHAHHAHA, realmente os tipos são parecidos... Quiçá ainda vimos a descobrir que é mesmo algum parente do Lá Lá Cardo...

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  8. Isso, de em desespero de causa poderem destruir o planeta, é neste momento uma realidade. O Cern, ou seja o acelerador de partículas, que existe na fronteira entre a França e a Suiça e onde "brincam" com a "criação da anti-matéria" dá aos lunáticos dos cientistas, que desconhecem ou assobiam para o lado, com que estão a tratar, uma possibilidade real, se as coisas correrem mal ou se as fizerem correr mal de racharem o planeta ...
    Neste planeta existem dois géneros de seres, que não respeitam a natureza, os vírus e os "humanos" ...
    Se a coisa correr mal, nem as cidades subterrâneas com tecnologia que não existe à superfície os irá safar ...
    A menos que já tenham a "lua" totalmente preparada para receber toda a canalha às ordens da nova ordem mundial ...
    Se começarem a perder o controle e a eleição da Le Pen pode ser um começo, se ela não se rodear de maus colaboradores, essa hipótese poderá ser posta em cima da mesa ...
    Assim para sobrevivermos temos de esperar que a bicharada não entre em desespero total ...
    Preso por ter cão e por o não ter ...

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    1. «Se começarem a perder o controle e a eleição da Le Pen pode ser um começo,»

      Caro Arnatron, se esta gente da Nova Ordem Mundial começar a perder o controle e a situação chegar ao ponto em que eles já nada tenham a perder, é muito provável que provoquem propositadamente um holocausto nuclear a nível mundial. Nós estamos a lidar aqui com psicopatas perigosíssimos. Gente completamente alucinada e capaz de tudo para se manter no poder. Quanto à Le Pen, eu se fosse francês votaria nela sem dúvida nenhuma, mas receio bem que ela no caso improvável de vencer, dê um "volante à Trump" e quebre todas as suas promessas em poucos meses, algo que efectivamente iria reduzir a Frente Nacional a mais um partido do "sistema". Não esquecer que Trump teve o judeu Kushner sempre por perto durante a campanha e a Le Pen já tem também um judeu bem próximo de si:

      http://heavy.com/news/2017/04/marine-le-pen-boyfriend-louis-aliot-husband-france-married-biography-kids-photos-twitter/

      O "pormenor" do namorado judeu pode não significar nada, como pode significar tudo...

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  9. "Não esquecer que Trump teve o judeu Kushner sempre por perto durante a campanha e a Le Pen já tem também um judeu bem próximo de si:"

    É incrivel como os Judeus estão em todo o lado, até nas familias dos candidatos nacionalistas.

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    1. Pois... a "coisa" está a tornar-se óbvia, o que também atesta de como o "povo escolhido" parece pensar que os goyim são todos muito estúpidos e incapazes de ligar os pontos.

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  10. Afonso de Portugal disse:
    "É natural haver algum desânimo com fenómenos como Trump, mas os nacionalistas precisam de se convencer que isto é uma guerra a muito longo prazo."

    João José Horta Nobre disse:
    Volto a insistir caro Afonso: nós simplesmente não temos tempo para nada disso porque a demografia está contra nós. Daqui a "muito longo prazo", países como a França já terão 30% de população islâmica, no mínimo. Como é que o Afonso acha que depois um partido nacionalista vai vencer eleições num cenário assim??? A "guerra a muito longo prazo" que o Afonso defende, simplesmente é um luxo ao qual nós não temos direito, caro Afonso. Com as actuais taxas de reprodução apresentadas pelas populações alógenas afro-islâmicas, temos no máximo 10 a 15 anos e depois acabou-se. O nosso "muito longo prazo" resume-se a isto e como é óbvio, é impossível infiltrar as instituições de uma dada sociedade em 10 a 15 anos."

    Concordo completamente caro Nobre. É impossivel ganhar a longo prazo dado o que esta a acontecer com a demografia da Europa.
    E mais, mesmo que não aumentasse o numero de não europeus, bastava as misturas para fazer com que cada vez houvesse menos europeus. Lentamente o povo europeu iria-se diluir, os caso de brancos com avos, visavos nao europeus iria aumentar. Por exemplo, Suecos deixariam de ter aquela "pureza" nordica facial que lhes caracteriza, começariam a ficar cada vez mais diferentes e o numero de caras mesmo nordicas diminuiria e por ai adiante.
    O sistema realmente minou isto de tal forma, que so um milagre salvaria os povos europeus.

    No blog gladio, numa noticia das eleiçoes tinha os votos por faixa etária:
    "Os votos por faixa etária:
    18 – 24 anos: 66% em Macron e 34% em Le Pen;
    25 – 34 anos: 60% Macron; 40% Le Pen;
    35 – 49 anos: 57% Macron; 43% Le Pen;
    50 – 59 anos: 64% Macron; 36% Le Pen;
    60 – 69 anos: 70% Macron, 30% Le Pen;
    Mais de 70 anos: 78% Macron; 22% Le Pen."

    Isto revela que com a diminuição de % dos nativos, será impossivel ganhar no futuro. A faixa mais velha daqui a uns anos morre, depois os mais novos tem cada vez mais peso. Segundo algumas noticias em França e Suécia, os nomes muçulmanos em bebés por vezes chega a mais de 50% em algumas regiões. Nem que todos os nativos votassem os nacionalistas ganhariam. O fenomeno nacionalista pode ter ganho algum peso nestes ultimos anos, mas a partir de um certo momento, vai ser sempre a descer.

    E reparem que por mais que a situação piore, o povo habitua-se a ela. Antes não havia este nivel de criminalidade e diria-se na altura que se chegasse ao ponto de hoje, muita gente acordaria, pois o que aconteceu foi que também muita mas muita gente habituou-se. Muitos fugiram de zonas multiraciais para outras zonas mais seguras (tenho ouvido muitas historias de franceses que fogem de lá porque não é seguro, mas mesmo assim nao acordam, nao abrem os olhos e depois continuam a dizer que não querem votar Le Pen e sao contra o "extremismo", racismo, etc).
    Ha uns anos também muita gente diria que se isto chegasse a um nivel de atentados terroristas, morte a qualquer momento, muita gente acordaria e mais uma vez muita gente se habituou a esta nova rotina, vivem com isso, dizem nao ter medo, dizem nao ser culpa do multiracialismo, nao mudaram, continuam a odiar extrema direita, continuam a defender a utopia multiracialista.

    Por mais que as coisas piorem, o europeu vai-se habituar, vai ser contra a extrema direita, contra a defesa racial, etc.

    Eu penso que so nos resta assistir à morte e extinção dos europeus.
    Que ao menos os Coreanos e Japoneses resistam ao multiracialismo e continuem a existir. O povo deles parece ser mais inteligente que os europeus em termos de resistir a ideais estupidos. Ja no passado nao quiseram nada com o cristianismo e as suas historinhas da carochinha.

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