sexta-feira, 10 de março de 2017

A Fraude do "Milagre de Fátima" é Possivelmente a Maior Vigarice de Todo o Século XX Português

O anúncio da página 4 do Diário de Notícias no dia 10 de março de 1917.

«Anúncio no Diário de Notícias previa Fátima dois meses antes»


Vamos a ser claros numa coisa: as judias não aparecem do nada a flutuar no céu, para debitar loucuras demenciais a pastorinhos inocentes. Não existe nenhuma "Virgem Maria", nem "Nossa Senhora de Fátima". Existiu, isso sim, uma Deusa chamada Gaia que foi engenhosamente copiada pelos judeus seguidores de Cristo e cujos poderes foram atribuídos à judia que alegadamente pariu Jesus.

A "previsão" que o Diário de Notícias agora nos apresenta, mais não foi do que uma simples coincidência ou um plano concertado da Igreja para enganar o povo, com o infame cónego Formigão à cabeça. Até porque a tal "previsão" falhou redondamente, quando erroneamente "previu" o fim da Primeira Grande Guerra em 1917, que como se sabe, apenas terminou em Novembro de 1918.

JUDIARIA! JUDIARIA! JUDIARIA! É isto que fermenta no seio da Igreja. Judiaria e demência semita para enganar os goyim e metê-los a rezarem ao Deus de Israel. O meu conflito com a Igreja tem sido grandemente impulsionado pelo facto de eu me recusar a aceitar doutrinas judaicas - como o Cristianismo - que visam apenas instilar a fraqueza e o derrotismo na cultura antropológica dos goyim.

Sobre isto, veja-se a podridão que grassa na Europa cristã e fica tudo dito. Os latinos, um povo guerreiro e que a partir da Península Itálica conquistaram quase toda a Europa, chegaram ao actual estado de decadência graças principalmente ao Cristianismo, que lhes inseminou na mente ideias derrotistas sobre "piedade", "tolerância" e "compaixão" para com todos. Ricardo Reis bem disse que "o verme cristão adoece tudo dentro de nós". Pouco a pouco, este "verme cristão" vai corroendo as culturas antropológicas dos povos onde se instala e transforma civilizações guerreiras e virtuosas, em civilizações pacifistas e anti-militaristas, à espera de serem conquistadas pelo primeiro inimigo que lhes bater à porta. Neste aspecto, é inquestionável a superioridade do Islão sobre o Cristianismo. Em todo o Médio Oriente, os cristãos têm sido escorraçados e até mesmo exterminados pelos muçulmanos, porque a doutrina pacifista e derrotista de Jesus, simplesmente não tem qualquer hipótese de competir com a doutrina guerreira de Maomé. O Islão, de facto, a seu tempo acabará por inevitavelmente dominar a Europa, se os europeus não se livrarem das balelas pacifistas do judeu Jesus e atirarem a Bíblia - o grande livro de judiarias - para o caixote de lixo da história.

J. Andrade Saraiva, um Nacionalista português da década 1920 que foi muito convenientemente ignorado pelo Estado Novo por ser assumidamente anti-cristão, bem denunciou o papel do Cristianismo não só na queda da Antiguidade Clássica, mas também, como primeiro responsável por toda a podridão moral e espiritual que tomou conta dos povos indo-europeus:
  
"A antiga religião dos Latinos, bem como dos Gregos, assentava no culto da Natureza, da Pátria e dos heróis; o novo culto triunfante, o Cristianismo, assentava em princípios completamente diferentes. Como religião sobrenatural, considerava este mundo ou a natureza como um efémero vale de lágrimas e até um inimigo da alma; como religião cosmopolita, desconhecia fronteiras, as pátrias e os seus heróis. Os heróis do Cristianismo, os santos, eram de índole completamente diversa dos heróis nacionais pagãos: estes impunham-se pelo seu patriotismo e pelo seu valor guerreiro, aqueles pelo seu desprendimento das coisas deste mundo, pela sua resignação e caridade.
 
Toda a doutrina do politeísmo pagão era orientada no sentido de formar patriotas e cidadãos valorosos e aguerridos; pelo contrário, a doutrina cristã tinha uma orientação completamente oposta e só tendia a formar resignados pacifistas e anti-militaristas. Nisso seguiam aliás rigorosamente a doutrina do mestre: «se te derem uma bofetada na face direita, volta também a esquerda; se te roubarem a túnica, entrega também a camisa; embainha a espada porque quem com ferro mata com ferro morre.»" - J. Andrade Saraiva in Perigos que Ameaçam a Europa e a Raça Branca, Lisboa, 1929

A esquizofrenia civilizacional de que sofre a Europa há muito, é em grande medida a consequência de a mesma se ter divorciado do seu passado espiritual, trocando as antigas religiões nacionais, por uma doutrina inferior inventada por judeus de muito duvidosas intenções.

Já agora e porque o tema é relacionado, relembro que foi neste mesmo mês de Março, no ano de 415, que a filósofa do Egipto Romano Hypatia de Alexandria, foi assassinada por uma turba de cristãos em fúria, que a arrastaram para uma Igreja onde posteriormente a torturaram até à morte. A disseminação do credo cristão em solo europeu só serviu para isto, para perseguir e matar os nossos melhores e arrastar uma Civilização inteira rumo a uma pavorosa Idade das Trevas. Tal e qual como está escrito no Talmude: "tob shebbe goyim harog", ou seja, "matem os melhores entre os goyim". Por tudo isto e por eu saber o que sei, é que eu não duvido de que a Igreja de Cristo foi, de longe, a mais maquiavélica de todas as armas criadas por Sião - a arma de vingança contra o Império Romano.


 "Hypatia antes de ser morta na Igreja", por Charles William Mitchell, 1885.

João José Horta Nobre 
 10 de Março de 2017

2 comentários:

  1. FATIMA TEM PADRÕES DE UFOS COMO AQUELES DA FLORIDA DO CANAL DO CARA QUE FEZ O FILME SIRIVS

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    1. Fátima foi uma invenção do cónego Formigão. O Padre Mário de Oliveira já escreveu vários livros sobre isso e também já foi a vários programas de televisão explicar como se foi construído o mito do "Milagre de Fátima":

      https://www.youtube.com/watch?v=7VHy6MFkZZ0

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