domingo, 16 de outubro de 2016

Donald Trump, Aparentemente, o Maior Terror da Judiaria Internacional



"É impossível carregar através da multidão a tocha da verdade sem chamuscar aqui e ali uma barba ou uma peruca." - Georg Lichtenberg (1742 - 1799)

Já que os media portugueses não relatam a verdade sobre o que realmente se está a passar, cabe a alguns bloggers e internautas "fora da caixa" fazerem o trabalho que os jornalixeiros da nossa Pátria deviam de fazer, mas não fazem, porque são putas pagas para escrever mentiras e desinformar o público. 

É neste espírito de total desinformação que os media portugueses censuraram por completo o discurso que Trump proferiu há poucos dias atrás, denunciado a alta finança, o Mundialismo e os media lacaios da sinistra agenda da judiaria internacional. Claro que Trump não se referiu directamente aos supremacistas judeus e nem precisa de se referir, basta-lhe disparar contra o triângulo de poder que sustenta esses monstros com aspecto humano e os mesmos automaticamente entram em pânico. 

Este discurso de Trump foi memorável porque atacou exactamente o centro nevrálgico do poder dos supremacistas judeus, ou seja, a alta finança e os grandes media. Percebem agora porque é que os mesmos cospem veneno contra Trump de manhã à noite e inventam as mais surreais mentiras para denegrir o mesmo? Esta gente está em pânico e estão em pânico porque o seu projecto de domínio mundial está a dar os primeiros sinais de se poder vir a desmoronar em breve. Depois da vitória do Brexit em Junho passado, uma vitória de Donald Trump nos Estados Unidos, seria um desastre para os supremacistas judeus e a restante escumalha internacionalista que tem transformado o Mundo num inferno. 

Trump disse-o e disse muito bem. A alta finança, toda ela largamente dominada por judeus, é quem controla os media e as classes políticas ocidentais, que obedientemente estão a tentar desmantelar as nossas nações, tudo na senda para criar um governo mundial que a ser erguido, será sempre totalitário. Percebem mais uma vez porque é que os grandes media cospem veneno 24/7 contra Trump?...

Donald Trump é possivelmente o último grande travão ao governo mundial. Se o mesmo for derrotado, não está tudo perdido, mas ficará tudo muito mais difícil e complicado. Restará a Rússia de Putin que, mal ou bem, vai aguentando o assalto mundialista como pode e alguns partidos nacionalistas espalhados pela Europa, que fazem o que conseguem, com os poucos e depauperados recursos que têm. 

A maioria das pessoas vive numa ignorância extrema e por isso, naturalmente que acreditam em todo o lixo que os media lhes tentam enfiar na cabeça. A consciência deste facto, ajuda a entender o porquê de tantos europeus gostarem de uma criminosa de guerra do calibre de Hillary Clinton. Sejamos claros, não foi Trump que criou o Estado Islâmico e massacrou um incontável número de civis inocentes na Líbia, na Síria e no Iraque. Foi a senhora Clinton, em tudo uma prostituta ao serviço da judiaria internacional e o Nobel da Paz, Barack Obama que foram os responsáveis por muita da actual desgraça que grassa no Médio Oriente. E não, nada disto é "teoria da conspiração" e está tudo bem documentado em emails que a Wikileaks tem divulgado. Da mesma forma que estão também muito bem registadas as estranhíssimas ligações da Fundação Clinton com altas figuras do Reino da Arábia Saudita, este sim, um verdadeiro Estado Islâmico onde os homossexuais são condenados à morte apenas por serem homossexuais e as mulheres nem sequer podem conduzir. Mas lá está, para os media Trump é que é perigoso, pois os media são controlados pelo alto capital e o alto capital é por sua vez largamente dominado pelas elites judaicas que odeiam visceralmente Donald Trump

E porque é que as elites judaicas odeiam Donald Trump? A resposta a isto é muito simples: Elas odeiam-no porque não o controlam, porque Trump não lhes pediu dinheiro para financiar a sua campanha e por isso mesmo, não lhes presta vassalagem. Os supremacistas judeus são basicamente control freaks obcecados em controlar tudo e todos. Quando surge um determinado político que não lhes presta vassalagem, fazem de tudo para o comprar e se não o conseguirem comprar, tentam destruí-lo a todo o custo, primeiro através dos media por si controlados e em casos mais extremos, pela via da violência física como tudo leva a crer que fizeram a John F. Kennedy, por este ter pretendido travar o programa nuclear israelita e acabar com o "Fed".

O nosso Mundo é governado por monstros e psicopatas que os media controlados por supremacistas judeus tentam pintar de anjinhos inocentes, ao passo que os poucos homens justos que ainda vão resistindo a esta loucura, são continuamente alvo do maior ódio que se pode imaginar. Trump, e pelo menos até agora tudo leva a crer nisto, não é o nosso inimigo e não é ele que nos quer mal. Quem nos quer mal e quem verdadeiramente nos pretende arrasar e exterminar são as elites judaicas, a maçonaria, os marxistas/socialistas, os liberais, as igrejas cristãs e os maometanos, estes é que são os nossos maiores inimigos e é contra eles que todos os patriotas devem de unir esforços numa guerra que apenas poderá terminar com a nossa vitória ou com a nossa morte. 

João José Horta Nobre
16 de Outubro de 2016


sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Trump Gosta de Pussy, e Depois?




Ainda não consegui entender a escandaleira politicamente correcta que anda para aí, sobre o facto de Trump ter dito num video que gosta de pussy. Eu também gosto muito de pussy, aliás, direi até que a pussy é de longe o meu "prato" preferido. Depois de ver hoje mais ataques contra Trump por causa do célebre video sobre pussy, lembrei-me de um soneto escrito por um bem conhecido poeta português que dava pelo nome de Bocage, que serve de resposta perfeita às florzinhas da estufa politicamente correcta que andam por aí chocadas com o facto de Trump gostar de pussy:


SONETO DO PRAZER MAIOR 

Amar dentro do peito uma donzella;
Jurar-lhe pelos céus a fé mais pura; 
Fallar-lhe, conseguindo alta ventura,
Depois da meia-noite na janella:



 


Parece que pelos vistos Bocage também gostava muito de pussy, sim senhora, tinha bom gosto o nosso homem. Os jornalixeiros que defecam na nossa imprensa diária muito poderiam aprender com ele, mas não querem, ou então presumo que não gostam, pois sentem mais (de)leite em continuar a levar por trás enquanto atacam quem gosta de pussy

O esquerdalho imundo julgava que podia descer o debate político de nível e ficar a rir-se, mas enganou-se em toda a linha. O que a esquerda hoje está a combater já não são os beatos católicos da década de 1950, mas sim, uma nova direita, reorganizada, sem papas na língua, disposta a lutar na lama se necessário, adoradora de pussy e pronta para foder a esquerda e os liberalóides todos de ponta a ponta.

Já não interessa se Trump vence ou perde as eleições. Isso é secundário, o principal foi fazer um teste político à alt-right e testar a maquina ideológica no terreno. A grande lição destas eleições americanas é que quanto maior escândalo a esquerda e os liberais fizerem, mais a direita nacionalista tem de descer o nível do debate político. Trata-se de combater fogo com fogo e todos sabemos que por vezes, a melhor forma de se apagar um fogo é simplesmente deitando ainda mais gasolina em cima do mesmo e deixando arder até se esgotar o combustível por completo.  
 
João José Horta Nobre
14 de Outubro de 2016


segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Os Cristãos Laboram e Conspiram Contra os Nacionalistas e as Pátrias



O excerto acima, escrito por um católico, é apenas mais um exemplo de como os cristãos continuamente laboram e conspiram contra os nacionalistas e as pátrias, servindo o horroroso Deus judeu em que eles acreditam e tentando a todo o custo destruir as Nações, tal como os judeus que seguem a sua crença à letra também as querem destruir. O Internacionalismo é um traço comum de todas as religiões abrmicas, que se definem também por serem crenças messiânicas, o que as torna ainda mais perigosas e visceralmente anti-humanas.

Eu ando a dizer há muito tempo que os cristãos são um dos maiores inimigos internos dos movimentos nacionalistas e são o mais subversivo e perigoso deles todos. Os cristãos, por norma vêm sempre com conversas mansas, fazendo-se passar por vítimas e agredidos, quando na realidade são eles os agressores, os pulhas que em terra alheia espalham as mentiras inventadas pela judiaria. Tal como os restantes semitas e filo-semitas, os cristãos, bem lá no fundo, sempre odiaram a Europa, sempre nos quiseram destruir e basta ouvir os discursos dos cristãos para se perceber isso. Eles próprios admitem que a sua seita é "universal", ou seja, internacionalista, sendo que o Cristianismo nunca passou de um instrumento de controlo psicológico inventado pelos judeus, exactamente para quebrar o espírito de resistência dos goyim e torná-los todos uns cordeirinhos mansos e obedientes.

As nações europeias foram espiritualmente colonizadas pelos semitas aquando da penetração e propagação das seitas semitas em solo europeu. A solução para este mal, essa, é muito simples. É necessário que o Estado ilegalize o Cristianismo, faça a demolição dos templos cristãos e queime as bíblias. O mesmo tratamento deve ser aplicado a todas as restantes religiões abrmicas, até que não reste uma única ideologia/religião semita em solo europeu. O lugar dos semitas e das suas religiões doentias é no Médio Oriente, pois é lá que as seitas judaica, cristã e maomentana foram paridas e é lá que devem de ficar confinadas, para bem da sanidade (e higiene...) mental de todos nós.

Há quase 2000 anos que os cristãos andam a parasitar na Europa, depois de terem destruído o Império Romano e satisfeito a sua perversão filo-semita, humilhando e cuspindo em cima das religiões dos nossos antepassados, dedicaram-se a saquear as nossas pátrias, mentindo e pervertendo o espírito do povo com as suas aldrabices religiosas

O Cristianismo não pode seriamente interessar a nenhum patriota que se digne de o ser, bem pelo contrário, deve e tem de ser escorraçado de volta ao espaço médio-oriental, custe o que custar e doa a quem doer. O esmagamento total do supremacismo judaico só poderá ser feito mediante um simultâneo esmagamento do Cristianismo e do Islão. A aniquilação total destas religiões totalitárias e intolerantes no espaço europeu deve ser hoje o principal objectivo de todos os patriotas que nem devem sequer de hesitar em falar a verdade e denunciar o veneno cristão como aquilo que ele é realmente, ou seja, a ideologia da fraqueza e submissão ao maligno Deus dos abraâmicos

Nietzsche disse uma vez que este Deus dos judeus estava morto. Não, ele não morreu, está vivo e continua a operar a maldade no nosso meio. Cabe-nos a nós, filhos da Europa e herdeiros de Roma, matá-lo, cravar-lhe o punhal sagrado de Némesis bem no meio do coração e expulsá-lo de uma vez por todas para o Reino de Hades. 

João José Horta Nobre
10 de Outubro de 2016
 

sábado, 8 de outubro de 2016

É à Judiaria Internacional Que Interessa a Destruição da Síria

 



Ainda há poucas semanas atrás eu referi aqui que é o facto de serem supremacistas judeus a controlar a política externa americana, que determina em larga medida o que esse País tem feito no Mundo ao longo das últimas décadas. Os supremacistas judeus, donos e senhores do governo americano, são também por sua vez quem controla a própria Superclasse Mundialista que conspira nas trevas para aniquilar a Civilização como um todo. O nosso Fernando Pessoa, esse terrível "nazi", já avisou sobre isto tudo e muito mais há bastantes décadas, mas vá-se lá a saber porquê, quem escreve nos jornais nunca se lembra destas coisas. 

Israel através dos Estados Unidos cujo governo a Nação judaica controla quase integralmente, tem criado caos por todo o Médio Oriente, sendo que o objectivo desse caos visa apenas enfraquecer e por fim destruir as nações dessa região do Mundo. Trata-se da velhíssima e muito judaica estratégia de "dividir para reinar" em acção, jogada com uma mestria admirável. Em preparação está já a próxima fase desta operação de conquista mundial e o alvo será a própria Europa. Depois de desestabilizarem todo o Médio Oriente e semearem o caos total no mesmo, será a vez da Europa Ocidental que governada por políticos lacaios do Internacionalismo, abriu as suas fronteiras ao tal "multiculturalismo enriquecedor" que mais não é do que uma estratégia para criar guerra civil no médio/longo prazo. Hoje, esta "riqueza vibrante" proporcionada pelas misturas culturais e étnicas pode ser sentida em Aleppo, amanhã será nas ruas de Paris, Berlim, Amesterdão e a seu tempo, até de Lisboa.  

A Nova Ordem Mundial, na prática, é a Nova Desordem Mundial, pois já se tornou claro que a estratégia dos supremacistas judeus para tomar conta do Mundo, é a de criar divisões e caos por todo o lado, com o fim de dividir para reinar. Eu ando a avisar sobre isto há anos e pouco a pouco, tudo o que eu tenho dito que ía acontecer, está a acontecer. Os próximos anos tratarão de confirmar a correcção da maioria das minhas previsões, tenho mesmo muitas certezas sobre isto. Até hoje, o único erro sério que cometi, foi o de avaliar por baixo a velocidade da evolução dos acontecimentos, pois eu só esperava que chegássemos ao actual caos dentro de mais uns 10 a 15 anos, no mínimo. Mas pelos vistos os supremacistas judeus (será nervosismo?...) parece que decidiram acelerar o processo de destruição da Humanidade e já não falta muito para essa mesma destruição e morte bater à nossa porta e chegar às nossas ruas. 

Os "fascistas pavorosos", "anti-semitas" e adeptos de "teorias da conspiração lunáticas" como eu, avisaram sobre isto tudo e muito mais, mas fomos ignorados, desprezados e votados ao ódio e abandono por muitos que arrogantemente se julgam os detentores absolutos da verdade. O futuro logo nos dará razão e demonstrará como estávamos e estamos certos em toda a linha sobre o horror que se prepara.  

João José Horta Nobre
8 de Outubro de 2016

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Uma Relação de Amor e Ódio: O Nacionalismo e a Revolução Francesa



Se é verdade que a Revolução Francesa destruiu o ancien régime e se transformou num alvo permanente a atacar para muitos nacionalistas que ainda a vêem como a origem de todos os males contemporâneos, também é verdade que foi a Revolução Francesa que lançou as sementes do Nacionalismo como movimento político-ideológico devidamente estruturado e organizado.

Não existia Nacionalismo como fenómeno político organizado antes da Revolução Francesa e não existia, porque também não fazia falta a sua existência. A França e basicamente toda a Europa, eram então governadas por monarquias, onde não existia ainda a praga apócrifa dos partidos políticos, que são a causa contínua do falhanço das democracias liberais no Mundo Contemporâneo. Também não existia nos regimes políticos do ancien régime uma concepção de Estado-Nação tal como a conhecemos hoje e o povo em geral encontrava-se completamente afastado do processo político. 

Com a Revolução Francesa introduziu-se a ideia "revolucionária" de que o Estado-Nação pertencia ao povo e de que este por sua vez, tinha um papel primordial no mesmo. Não foram os franceses que desenvolveram esta ideia do nada, pois a mesma já tinha raízes na Revolução Inglesa e se quisermos ir mais longe, podemos seguir a origem da mesma até à Grécia Antiga. 

Anteriormente à Revolução Francesa, a fidelidade de um povo não era para com uma dada Nação ou Pátria, mas para com um determinado monarca. No caso da França e não só, os monarcas eram equiparados ao Estado, podendo-se mesmo dizer que o Rei e o Estado se equivaliam, sendo uma coisa inseparável e indistinguível da outra. Hoje, esta ideia pode parecer à maioria de nós uma coisa bastante bizarra para se dizer o mínimo, mas o facto é que esta estruturação do poder era aceite pela maioria da população como sendo algo perfeitamente normal. 

A Revolução Francesa veio alterar radicalmente a forma como o poder se organizava e foi mais além, alterando a própria relação dos cidadãos para com os órgãos de poder. Foi a Revolução Francesa que introduziu o conceito da "cidadania" e enfatizou o conceito de que o Estado e a Nação pertencem aos cidadãos e é este que deve responder perante os mesmos e não o contrário. Do ponto de vista militar também houve consequências, sendo que se começaram a organizar exércitos nacionais que já não combatiam apenas por um monarca, mas sim, por um dado Estado-Nação. A Revolução Francesa em termos de repercussões por toda a Europa, quando não os eliminou pura e simplesmente, transformou os monarcas num mero acessório sem grande poder.

Em Portugal, constuma-se muitas vezes culpar a Revolução Francesa pelas posteriores invasões napoleónicas que devastaram o nosso País e se é verdade que sem Revolução Francesa, provavelmente nunca teria ocorrido a trágica Guerra Peninsular, julgo que é injusto atirar as culpas de todos os nossos males para cima de uma Revolução cujos objectivos políticos, se forem analisados atentamente, estão ideologicamente muito mais próximos da direita nacionalista, do que da esquerda marxista. Goste-se ou não dos mesmos, o facto é que os revolucionários de 1789, voluntária ou involuntariamente, acabaram por lançar as pedras do Nacionalismo contemporâneo como fenómeno político organizado.

João José Horta Nobre
4 de Outubro de 2016

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