domingo, 31 de julho de 2016

Pois é, Parece Que o Karma é Mesmo Lixado...




«France: Church of priest murdered by jihadis donated land for mosque; “relations are normally very good”»


Eu já desconfiava seriamente de que o padre recentemente degolado em França, era mais um desses aliados da esquerda, que anda por aí a apelar à invasão islamo-africana e a criar as condições necessárias para ajudar o "ovo da serpente" a chocar. Agora e pelos vistos, confirmam-se as minhas suspeitas. Esta gente aparentemente esquece-se de que as serpentes são falsas e mordem e quando mordem a dentada pode ser bem dolorosa e até fatal...

Não tenho pena do que aconteceu ao padre Jacques Hamel e em boa verdade vos digo: isto foi um presente do destino. Quem apoia o inimigo moral ou materialmente e lha dá guarida, corre o risco de ser alvo da eterna "lei do retorno", tal como aconteceu com o padre Jacques Hamel. Estou farto de ver gente perfeitamente inocente a ser assaltada, brutalizada, estuprada ou morta pelos animais que as elites cosmopolitas, em conluio com a Igreja, andam a importar para as nossas pátrias, sem sequer nos pedirem a opinião num referendo. Cada homem, mulher ou criança inocente que for assassinada, ferida ou mutilada em consequência das políticas da "diversidade" que criaram toda esta loucura para começar, será da responsabilidade de quem permitiu e apoiou tais políticas de portas abertas. Para matar não é necessário pegar em armas ou andar a espalhar bombas. Basta defender insanidades como as políticas de fronteiras abertas que são só por si um acto de guerra contra os povos da Europa e a própria inteligência humana.

Estou farto disto tudo e muito mais e por isso mesmo, não tenho em mim o mais pequeno resíduo de piedade ou compaixão para com idiotas como o padre Jacques Hamel e muitos outros que inevitavelmente, vão acabar por pagar o preço supremo às mãos dos selvagens que eles próprios andaram a importar e a apoiar moral e materialmente ao longo das últimas décadas. No fundo, trata-se apenas do karma a funcionar no seu pleno...

João José Horta Nobre
31 de Julho de 2016

sábado, 30 de julho de 2016

O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada Precisa de se Alistar no Bloco de Esquerda







E o Islão? É óbvio que há que respeitar todas as religiões – a liberdade religiosa é um dos principais pilares da democracia e do estado de direito – mas, mesmo que todas as religiões sejam pela paz como, a propósito deste atentado, disse o Papa Francisco, não se pode negar que o não são todas do mesmo modo. Um budista é, por natureza, um pacifista e um acérrimo partidário da não-violência, mas um muçulmano é um crente em Alá, pela alegada revelação de Maomé que, se por um lado foi um fervoroso líder religioso, por outro também foi, como é historicamente certo, um feroz guerreiro, que “não só pregou a violência contra os não muçulmanos, como dirigiu pessoalmente sessenta campanhas militares de enorme agressividade” (Paul Copan, Is God a moral monster?, ed. port., pág. 358). Por isso, não há qualquer exagero em afirmar que, embora possa haver um budista, ou um cristão, violento e agressivo, mais por excepção do que por regra, o mesmo não se pode dizer de todos os maometanos. Se há, como é de justiça reconhecer, seguidores de Maomé que são pacíficos e tolerantes, também os há que seguem a vida guerreira do dito profeta, professam a sua doutrina belicista, pretendem propagar pelas armas a sua crença e querem impor à força o regime islâmico, excluindo, como já acontece nos países oficialmente muçulmanos, a liberdade religiosa e os demais direitos fundamentais.

Bernard Lewis, talvez o maior especialista ocidental na matéria, escreveu: “As cruzadas são um desenvolvimento tardio na história do Cristianismo […]. O Cristianismo estivera sujeito aos ataques dos muçulmanos desde o século VII e perdera grandes territórios, que haviam sido conquistados pelo Islão […]. Contudo, no quadro da prolongada batalha entre o Cristianismo e o Islão, as cruzadas foram tardias, limitadas e relativamente breves. Pelo contrário, a jihad está presente desde os começos da história do Islão, tanto nos escritos como na vida do profeta e nos actos dos seus companheiros e sucessores imediatos. Prosseguiu durante toda a história do Islão e continua a ser fascinante para os muçulmanos da actualidade”, como os recentes atentados dolorosamente confirmam.

É óbvio que não se pode pôr em causa a liberdade religiosa, nem a liberdade política, de pensamento e de expressão mas, de modo análogo a como um nazi ou um maoista é um perigo para o Estado livre e democrático, também um crente extremista é uma ameaça real para a sociedade, sobretudo se professar uma religião que legitima o uso da violência. Seria injusto supor que todos os árabes, ou muçulmanos, são potenciais criminosos, até porque também há, no chamado Estado Islâmico, bastantes terroristas que não são árabes, bem como, eventualmente, mercenários que simularam a sua conversão ao Islão para serem admitidos nessa milícia muçulmana. Mas a Europa não pode ignorar uma verdade por de mais evidente: se, em tempos passados, teve de fazer frente a um terrorismo essencialmente político (Brigadas Vermelhas, ETA, Baader-Meinhof, IRA, etc.), agora é ameaçada pelo terrorismo que se autoproclama islâmico.


Depois de ler a pérola transcrita acima, da autoria do Padre Gonçalo Portocarrero de Almada, resta-me apenas aconselhar o mesmo a humildemente e na paz do judeu de Nazaré, dirigir-se à sede do Bloco de Esquerda que ficar mais próxima da sua área de residência e alistar-se nesse grande partido das causas "adiantadas" e defensor da imigração em massa e fronteiras abertas. Com sorte, o Portocarrero de Almada ainda tem a honra de poder fumar uns charros de "bolota" (isto "bate" a sério...) com o camarada Louçã, enquanto discutem quem foi o maior revolucionário judeu de todos os tempos, Jesus ou Trotsky?

Este padre, que escreve crónicas regulares para o Observador, onde cospe o seu veneno neo-judaico e ataca todos os nacionalistas, sem no entanto lhes dar o direito de resposta, é claramente alguém mentalmente retardado, ou então está conscientemente ao serviço de interesses muito obscuros. Não existe outra explicação para este tipo de comportamentos. Perante a mais do que caótica situação que as políticas de imigração em massa provocaram no tecido das sociedades europeias e perante o terror que já se vive, não só na forma de atentados, mas no dia-a-dia das populações autóctones, que vivem em muitos casos num receio permanente e sob a ameaça constante das hordas islamo-africanas importadas para dentro da Europa, perante tudo isto, este filo-semita e padreco da Opus Dei não se lembra de mais nada a não ser repetir a cassete internacionalista que é diariamente repetida nos media pelos papagaios do Mundialismo e pelo próprio Papa

Vejam bem que esta criatura até vai buscar o exemplo de Hitler! Isso mesmo, Hitler! Como se tivesse sido Hitler a abrir as fronteiras das pátrias europeias a uma autêntica invasão islamo-africana, que lenta, mas gradualmente, foi criando ao longo das últimas cinco décadas os ingredientes necessários para uma guerra civil na Europa Ocidental. Foi Hitler que fez isto? Foi Hitler que perante os repetidos e constantes avisos das forças nacionalistas, decidiu mesmo assim continuar de fronteiras abertas e a ignorar todos os sinais e alertas do desastre para onde caminhávamos? Foi Hitler que cometeu este despautério? Claro que não! É perfeitamente sabido que os responsáveis por tudo isto são os tais "democratas" liberalóides e marxistas, em conluio com os líderes religiosos dos judeus, cristãos e muçulmanos. Esta gente é quem nos quer desgraçar e são os mesmos que têm de ser nomeados e não um ditador que morreu há mais de setenta anos.

Os tais defensores dos "direitos humanos" e das liberdades "avançadas", mais não são do que marionetas controladas pela alta finança e ao serviço de uma agenda muito sinistra. As políticas de imigração praticadas por esta gente transformaram a Europa num autêntico "barril de pólvora", que inevitavelmente vai acabar por explodir mais dia, menos dia. Isto porque "a partir de uma determinada percentagem de muçulmanos (digamos, 10%) em relação à população total em uma sociedade europeia, surge o fenómeno da “singularidade islâmica”, que é o ponto através do qual a sua influência se começa a aproximar do infinito. É preciso que se note que a intenção do Islão não é só a conversão dos infiéis; é sobretudo a imposição da lei da Sharia em todo o mundo, independentemente da fidelidade ou não fidelidade ao Islão. 


Por tudo isto e muito mais que ficou por dizer, é que eu só posso dar razão a Paul Weston quando o mesmo diz que a França (e toda a restante Europa Ocidental...) só tem neste momento duas opções: ou a guerra civil total ou a submissão ao Islão. Leiam por vós mesmos: 










No one can predict the future but I think one thing can be said with absolute certainty — the next ten years will be NOTHING like the last sixty-five years of relative peace and prosperity. Really nothing at all. And right now, all eyes are on France.»

Eu se pertencesse à elite cosmopolita (o que incluí também a maioria do clero...) que actualmente se encontra no poder, começaria a ficar seriamente preocupado. Porque a "coisa" vai inevitávelmente aquecer e rebentar e quando rebentar as coisas vão ficar muito, muito feias e não vão faltar os ajustes de contas, os fuzilamentos sumários e todo o restante cortejo de horrores e sofrimentos que fazem sempre parte de todas as guerras civis de cariz étnico-religioso. Mas lá está, a culpa é do Hitler...

Entretanto não se esqueçam de que há um homem num certo País onde os invernos costumam ser muito frios e as mulheres muito brancas, que dá pelo nome de Putin e que com certeza fará chegar uns carregamentos de armas e munições às mãos certas quando chegar a hora "H". As elites europeias andam mesmo muito iludidas se julgam que por terem o controlo dos exércitos nacionais (por enquanto...), isso significa que vão possuir para sempre o monopólio do emprego da força bélica. Nós portugueses sabemos bem como a União Soviética fornecia armas e munições aos auto-denominados "movimentos de libertação" que nos combatiam nas antigas províncias ultramarinas. Os russos têm uma larga experiência nesta estratégia de apoio a grupos armados que combatem a soldo e com o apoio dos mesmos. Nada faz crer que não serão capazes de fazê-lo também em países da Europa Ocidental quando as coisas "aquecerem" um pouco mais dentro da União Europeia, que como sabemos, é um alvo a abater tanto para Putin, como para a dita "extrema-direita". Assim de repente veio-me à cabeça um velho provérbio: "O inimigo do meu inimigo é meu amigo"...

João José Horta Nobre
30 de Julho de 2016


sexta-feira, 29 de julho de 2016

Alguém Ainda Tem Dúvidas Sobre de Que Lado Está a Igreja?



«Papa Francisco na Polónia: “Destruam muros, vedações e redes”»


Ainda bem que o Papa Francisco revela o valente filho da puta que ele é e mostra ao Mundo de que lado a Igreja está realmente. Só dão razão a tudo o que eu tenho escrito sobre eles e isto não é para me gabar, mas mais uma vez se confirma como eu por norma não falho os alvos contra os quais disparo. É que não tenham mesmo dúvidas, o Bergogolio e o bando de filo-semitas instalados no Vaticano querem destruir a Europa, querem arrasar-nos e entregar-nos nos braços do Mundialismo apátrida, de onde naturalmente só poderá resultar o caos, a guerra e a morte, que beneficiarão única e exclusivamente a Superclasse Mundialista. O objectivo final disto tudo é construir um governo mundial totalitário e a Igreja está hoje, como quase sempre esteve, completamente comprometida com tal projecto.

O Papa e a Igreja declararam guerra às nações e a resposta adequada que todos os patriotas devem de dar ao Vaticano é mandar o mesmo para o inferno. Guerra total à Igreja! Quem nos quer destruir deve ficar a saber que no fim, quando toda esta loucura terminar, serão esses a ser destruídos e isto vale para todos os filo-semitas do Vaticano e todos os traidores que os apoiam. O governo Italiano deve mesmo de rasgar em pedaços o Tratado de Latrão assinado por Mussolini, anexar o Vaticano, encerrar todas as igrejas e declarar a Igreja Católica como inimiga do povo italiano. Eu bem sei que isto por ora não vai acontecer, mas com a Europa actualmente a resvalar a todo o gás para a guerra civil, será inevitável que as forças nacionalistas, mas tarde ou mais cedo, tenham de "tratar da saúde" à Igreja, que claramente não passa de uma agência de propaganda do Mundialismo apátrida.

A Igreja vai pagá-las muito caro, podem ter a certeza disso, e a padralhada filo-semita pode também ficar certa de que eu e muitos outros não nos vamos esquecer de tudo o que nos estão a fazer. Gravem bem isto para memória futura.

João José Horta Nobre
29 de Julho de 2016

Para o Forno Com Eles!



"A religião é comparável a uma neurose da infância." - Sigmund Freud

O papa foi visitar os fornos de Auschwitz e como eu já sabia, tudo foi transformado numa gigantesca operação de propaganda sionista, que visa única e exclusivamente transformar o holocausto e as suas vítimas inocentes em propaganda pró-Israelita. Trata-se da "indústria do holocausto" a funcionar no seu pleno. Claro que sobre os palestinianos e todas as guerras financiadas pela judiaria internacional, o "santo" Papa nem piou. É assim mesmo e tal como está escrito no Antigo Testamento: quem não se curvar perante a tribo de Israel e o seu demente Deus do deserto, será amaldiçoado. Como estamos no século XXI, entenda-se "amaldiçoado" por difamação permanente, ataques vis e soezes e golpes baixos de toda a espécie, patrocinados pela "mão invisível" das elites judaicas que parasitam nos meios da alta finança.

Mas o que ninguém se atreve a dizer, muito menos os filo-semitas da Igreja, é que os judeus mortos por Hitler, foram vítimas antes de mais da sua própria religião. Não tenho a mínima dúvida de que a maior ameaça à Humanidade hoje são as religiões semitas (Judaísmo, Cristianismo, Islão), que são responsáveis não só por uma larga parte dos conflitos no Mundo, mas por muito do atraso, fanatismo, ignorância e sofrimento que grassa em África e no Médio Oriente. Hitler estava errado sim, pois o problema não são as pessoas em si, mas as ideias que têm na cabeça. São as ideias que matam, não são as pessoas. Um judeu é do ponto de vista biológico igual a mim e é provável que eu próprio tenha algum sangue judeu algures na minha árvore genealógica. O problema da judiaria não é portanto um problema de biologia, mas sim, um problema de ideias, nomeadamente as ideias religiosas que são sem dúvida a semente de todo o mal. 

O Cristianismo e o Islão herdaram o mal que está instalado no seio do Judaísmo e quem duvidar de mim, só tem de ver toda a tragédia e guerra que estas religiões provocaram no passado e têm aí um excelente exemplo daquilo em que desembocam sempre as religiosidades semitas. Estou errado? Então digam-me por favor um único País governado de acordo com os ditames das ideologias semitas no passado ou no presente, que não fosse ou seja um lugar onde os direitos humanos são brutalmente pisados? Nem um! Não existe um único exemplo!

Por isso sim, forno com eles, para o forno com os livros religiosos dos semitas que são quem nos inferniza a vida de todas as formas e mais algumas. Para o forno com os talmudes, as bíblias e os alcorões! Queimem essas mentiras dos semitas de uma vez por todas, porque já chega de morte e horror, tudo em nome do Deus dos judeus, que é o mesmo Deus maligno, vil, mentiroso, falso e pervertido a quem também os cristãos e muçulmanos rezam.

João José Horta Nobre
29 de Julho de 2016

quinta-feira, 28 de julho de 2016

O Papa Vai Visitar Auschwitz e Como é Óbvio, Vai Continuar a Alinhar Nas Mentiras dos Supremacistas Judeus




Já agora o Bergoglio podia também aproveitar para perguntar aos representantes da comunidade judaica quem foram os banqueiros que meteram o dinheiro nas mãos de Hitler, de forma a que este reconstruisse propositadamente as Forças Armadas Alemãs na década de 1930. Sejamos sinceros e racionais, alguém acredita seriamente que isto tudo foi apenas um "mero acaso"? Está mais do que provado que a Alemanha Nazi foi desde o início apoiada por sionistas e manteve amplas relações com o movimento sionista. Hitler não passou de uma marioneta nas mãos dos supremacistas judeus que o utilizaram (e financiaram...) propositadamente para não só provocar uma guerra gigantesca na Europa, mas para também forçar a criação do Estado de Israel, por via do sacrifício dos tais "seis milhões" de judeus que alegadamente morreram durante o holocausto. 

Sim, é provável que o número de judeus mortos pelo Terceiro Reich seja de quase seis milhões ou até superior a seis milhões. Mas os supremacistas judeus, através do imenso poder financeiro que possuem e por consequência do mesmo, da larga influência que exercem nos media e na política, manipularam a história oficial de forma a que o número de vítimas do holocausto seja mesmo e só "seis milhões", pois o "seis" é um número simbólico na mitologia judaica. Já repararam na obsessão dos judeus com o número seis? A Estrela de Seis Pontas, a Guerra dos Seis Dias, os seis milhões de mortos durante o holocausto, a criação do universo em seis dias, etc... Os judeus têm uma clara fixação pelo número seis, assim como o número da besta para os cristãos é o 666. Mas o Bergoglio quer lá saber disto tudo para alguma coisa? Desde que haja sorrisos e as sessões de fotografias sejam bonitas, isso é o que interessa para o Bergoglio e os seus amigos da Goldman Sachs.

João José Horta Nobre
28 de Julho de 2016
 

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Espero Que o Vaticano Esteja Feliz




"É costume de um tolo, quando erra, queixar-se dos outros. É costume de um sábio queixar-se de si mesmo." - Sócrates (470 a.c. - 399 a.c.)

Foram décadas de repetidos avisos por parte de praticamente todos os movimentos e partidos nacionalistas, sobre os perigos que a imigração islâmica representava para a Europa e o Ocidente em geral. A única coisa que estes obtiveram em resposta por parte da Igreja, foi a difamação total e os ataques mais odiosos lançados pelo Vaticano e a esmagadora maioria das igrejas protestantes, contra todos os patriotas que com razão se preocupavam com o que estava a ser feito às suas pátrias. Esta canalha filo-semita nunca hesitou em lançar-nos pedras e utilizar os púlpitos das Igrejas para a coberto das suas teorias religiosas, lançarem propaganda internacionalista. O triste resultado de todo este desprezo e ódio que nos foi votado está agora bem à vista de todos e o "edifício", tal como eu e muitos outros "pavorosos faxistas" previram, começa visivelmente a desfazer-se por todos os lados. Já não há maneira de as elites mundialistas ou o Vaticano ocultarem o que está a acontecer. A Europa "multicultural e democrática" está a viver os seus últimos dias e em breve os acontecimentos ditarão mudanças políticas radicais por todo o Continente. Isto é inevitável, pois "quando a comunidade islâmica imigrante, em um país europeu de tradição cristã, chega a uma determinada percentagem da população total desse país — por exemplo, 10% da população total — surge um fenómeno a que podemos chamar de “singularidade islâmica”, e torna-se impossível à sociedade escapar à sua força centrífuga, produzindo um ponto de massa social e cultural de densidade infinita."

Hoje e para variar, os seguidores do profeta pedófilo cortaram a cabeça a um padre católico, um filo-semita entenda-se e um padre que ao que tudo indica apoiou ele próprio a invasão islâmica em curso (o karma por vezes é lixado...). Fiquem descansados, pois em breve seguir-se-ão mais actos do género não só em França, mas por toda a Europa que suicidariamente abriu as suas portas à imigração islâmica em massa. 

O Vaticano que não se queixe, porque as posições "politicamente correctas" seguidas pelo mesmo ao longo das últimas cinco décadas, contribuíram activamente para chegarmos a este ponto. Nunca por uma única vez eu ouvi o Papa João Paulo II, o Papa Bento XVI ou o Papa Francisco a alertarem sobre os perigos da imigração em massa e do lunático projecto de engenharia social, que foi colocado em prática pela Superclasse Mundialista ao longo das últimas décadas. Antes pelo contrário, da boca destas filo-semitas só saiu o ódio e a mais imunda difamação contra as pátrias e todos os seus defensores. Fomos apelidados de "extremistas", "racistas", "fascistas", "extrema-direita" entre muitos outros adjectivos que visaram desde sempre difamar-nos com o intuito único de desinformar o público. Mas vão-me dizer que Jean-Marie Le Pen não tinha toda a razão quando começou a avisar sobre o terror que a imigração em massa traria à Europa, já nos idos da década de 1970? Ou que Enoch Powell não estava correcto quando profetizou ainda na década de 1960, no seu célebre discurso Rivers of Blood, que a imigração em massa nada mais traria do que a tragédia para dentro a Europa? 

Muito honestamente, depois disto tudo só me resta mesmo é desejar que o Vaticano e o Papa vão todos para o raio que os parta, em conjunto com os seus amigos da esquerda e da "direitinha", a quem se decidiram aliar para destruir a Europa e trazer-nos o terror. Até o ateu cripto-marxista Jean-Paul Sartre teve mais juízo do que esta gente toda quando sabiamente alertou para o facto de que "quando muitos homens estão juntos, é preciso separá-los pelos ritos, senão matam-se uns aos outros"... 

João José Horta Nobre
27 de Julho de 2016


domingo, 24 de julho de 2016

Mais um Massacre e Mais Uma Vez Temos Uma Religião Semita Metida ao Barulho...



"Deus não pretendia que a religião fosse um clube de exercício" - Naguib Mahfouz (1911 - 2006)

Mais um massacre e mais uma vez temos uma religião/ideologia semita metida ao barulho. Desta parece ser a cristã. Tudo isto apenas dá razão a tudo o que eu venho escrevendo sobre o problema semita que temos na Europa e que mais cedo ou mais tarde, terá de ser resolvido de uma vez por todas (a bem ou a mal...), sob pena de caírmos todos vítimas destas ideologias médio-orientais que corromperam por completo a Europa e subverteram os seus alicerces morais e espirituais.

O atirador que na semana passada massacrou nove pessoas em Munique, alegadamente tinha-se convertido ao Cristianismo e inspirou-se em Anders Breivik, outro fanático cristão que em 2011 massacrou 77 pessoas a tiro. Quando não são judeus ou muçulmanos, são cristãos. Não há volta a dar, as ideologias/religiões semitas (todas elas!) paridas no Médio Oriente e em má hora importadas para dentro da Europa, são o factor comum que está por detrás de toda esta mortandade. Pessoalmente, não é a religião em si que me incomoda, pois eu não sou ateu. O que me incomoda é a estupidez humana que não é capaz de ver o óbvio, ou seja, que o problema reside exactamente nas ideologias/religiões semitas, mais comummente designadas por religiões abraâmicas. É nestas delirantes religiões messiânicas (Judaísmo, Cristianismo e Islão) e médio-orientais que reside a raiz do mal e enquanto a sociedade como um todo não entender isto, o problema não terá fim e as pilhas de cadáveres, feridos e mutilados, só continuarão a aumentar.

Digo isto e digo-o de forma muito clara: ou as elites europeias resolvem a questão semita rapidamente, ou teremos guerra civil na Europa com Igrejas, Sinagogas e Mesquitas a serem totalmente arrasadas durante o processo. Os semitas e filo-semitas andam a brincar com o fogo e se não acreditam em mim, olhem para Auschwitz e lá está demonstrado aquilo de que os povos Indo-europeus são capazes quando se sentem acossados na sua terra. O próprio professor Manuel Filipe Canaveira já avisou sobre isto há alguns meses atrás e como já era de esperar, foi largamente ignorado e até gozado nas redes sociais por dizer o que disse.  

"O pior cego é aquele que não quer ver..." e nas actuais sociedades da Europa Ocidental, já se tornou aparente que para além de não quererem ver nada do que realmente se está a passar, as elites europeias optaram pela "fuga em frente", uma não-estratégia que apenas irá ditar a consumação da tragédia que se avizinha. 

João José Horta Nobre
24 de Julho de 2016

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Jesus Cristo Era um Judeu, Percebem o Que Isso Significa?



«A mais antiga tradição da nossa Civilização é a tradição grega. Devemos reatá-la. Temos que nos criar uma alma grega, para podermos continuar a obra da Grécia. Tudo posterior à Grécia tem sido um erro e um desvio. As nossas instituições políticas sofrem do colectivismo romano e do sentimentalismo Cristão. Misturámos à dureza administrativa de Roma a moleza humanitária dos sermões de Cristo. É uma prova de quão longe andamos da alma grega, como ela era verdadeiramente.» - Ricardo Reis (heterónimo de Fernando Pessoa) in O Regresso dos Deuses

Era o próprio António Sardinha, monárquico, católico e figura maior do Integralismo Lusitano, que afirmava ser o anti-semitismo nada mais do que "a revolta sagrada, a indignação justíssima, dos elementos nativos do país contra a gestão absorvente dos banqueiros israelitas nas engrenagens da governança."[1] No entanto, ao ler isto fico honestamente a pensar no quão grande tem de ser a ginástica mental que um sujeito precisa de levar a cabo, de forma a conseguir conciliar a sua crítica ao supremacismo judaico, com uma simultânea defesa da Igreja, instituição esta que é ela própria uma obra de semitas. 

O anti-semitismo do Nacional-Socialismo alemão era primitivo porque colocava primazia na questão da "raça", em lugar de dar a primazia ao verdadeiro problema que é exactamente a da questão religiosa/ideológica. O problema dos povos semitas não é, nem nunca foi de ordem biológica, mas sim, de ordem ideológica/religiosa. Estes povos, com os judeus à cabeça, são os obreiros das ideias mais pervertidas, cruéis, falsas e mentirosas que existem na face da terra. Vejam bem onde chega o nível da maldade desta gente, que no Apocalipse da "Sagrada" Bíblia até os pobres dos cães, só por serem cães, são odiados ao ponto de lhes ser prometido o inferno. Este profundo desprezo pelos caninos é um traço das culturas semitas onde o cão, a par do porco, é considerado como sendo um animal impuro. Não lhes basta serem racistas para com os humanos, ainda precisam de odiar também os animais inocentes, um factor que demonstra bem a maldade e a patifaria de que são capazes as culturas de raiz semita.

O Médio Oriente não é um "barril de pólvora" ao acaso, mas sim, porque se desenvolveram no seu seio ideologias/religiões que cultivam uma forma doentia de Messianismo baseado em mentiras inventadas e espalhadas por judeus. A base tanto do Cristianismo, como do Islão, é o Judaísmo e se quisermos compreender as primeiras, temos de compreender a última. Aqui não há volta a dar e não adianta virem-me com os delirantes argumentos dos teólogos medievais, porque esses argumentos são apenas mais mentiras e fabricações de filo-semitas que se podem juntar às outras mentiras fabricadas por judeus. Todo o Antigo Testamento, com algumas excepções, é uma invenção de judeus. O Novo Testamento segue-lhe os passos, com a diferença de que a estratégia de manipulação dos goyim é alterada. 

O Antigo Testamento ameaça directamente os goyim e promete-lhes os maiores horrores e castigos se estes não se curvarem perante a tribo de Israel. O Novo Testamento, pelo contrário, suaviza a retórica, mas a mensagem final é a mesma: ou os goyim se rendem ao Deus-Demónio dos judeus, ou serão eternamente castigados. 

Como eu já disse anteriormente aqui, este Deus de que falam os judeus, na realidade é um Demónio vingativo e maldoso. Não, não se trata de Moloch, mas esse é mais um exemplo de um Demónio parido pela imaginação judaica. Os goyim não se devem de curvar a estes delírios dos judeus e muito menos de temer os deuses ridículos dos mesmos.

A Igreja só conseguiu sobreviver durante tanto tempo, porque conseguiu efectivamente esconder muito bem o facto de ser uma obra da judiaria. Este é um facto que não há maneira de poder ser negado, pois basta abrir a Bíblia e lá estão escarrapachadas todas as mentiras dos judeus para que as possamos ler bem. Jesus era ele próprio o filho de uma judia, o que faz dele necessariamente um judeu e vejam bem a capacidade que estes semitas têm para dar a volta à cabeça dos goyim, que até conseguiram meter os mesmos de joelhos a rezarem a um judeu e à sua mãe judia. É ou não é isto um verdadeiro gozo?

Mas mais grave ainda do que isto tudo, foi o autêntico assalto que as ideologias/religiões semitas levaram a cabo contra as antigas religiões étnicas da Europa e posteriormente, por via da expansão árabe e europeia no Mundo, contra as religiões de outros povos indígenas, que viram as suas tradições pisadas e humilhadas pela crença no judeu de Nazaré ou no pedófilo de Meca (dois semitas cuja cultura tem tudo a ver com a nossa!). Foi assim que o supremacismo judaico cimentou a sua força no Mundo, ainda antes de dar o passo seguinte para o domínio da alta finança. Os supremacistas judeus sequestraram a mente de outros povos e usaram os mesmos como um veículo para espalharem crenças semitas, que servem para não só enfraquecer as várias barreiras de defesa dos goyim, mas para também os doutrinar, começando logo por metê-los de joelhos, de preferência bem curvados perante o horroroso Deus-Demónio dos semitas e por consequência da tribo de Israel.

A Europa está hoje muito doente, esquizofrénica mesmo, porque não consegue na sua maioria compreender nada disto e tenta conciliar o irreconciliável. Mas factos são factos e o facto é que onde quer que existam semitismos, existem problemas de vária ordem. Vejam os apelos do judeu de Nazaré para que os goyim ofereçam a face ao inimigo e dêem a túnica a quem lhes quer roubar a capa. Vejam como o judeu Jesus não só apelou ao derrotismo suicida dos goyim, mas foi ao ponto de transformar isto numa doutrina e fica tudo claro. O apóstolo Simão era ele próprio um zelota judaico. É necessário dizer mais alguma coisa?...

Profetas judeus, um Deus-Demónio judeu, mitologia judaica, ódio às nações dos goyim, não percebem que isto encaixa tudo? Não entendem que o Cristianismo é, na prática, um Neo-Judaísmo? Claro que houve períodos ao longo da história durante os quais os supremacistas judeus perderam o controlo sobre o Vaticano e por isso mesmo sofreram pesados revezes. Porém, em termos gerais o Cristianismo sempre serviu acima de tudo os interesses da tribo de Israel e não os interesses dos goyim que o seguem. Os resultados disto estão hoje bem à vista de todos e prolifera por aí a mentira imunda de que a Civilização Europeia é de raíz judaico-cristã. O próximo passo por esta lógica será os suspeitos do costume inventarem que a Europa, na realidade, é uma terra que outrora pertenceu à tribo de Israel e que por isso mesmo o Estado de Israel tem direito a anexar a mesma. Acreditem que já estivemos mais longe disto...

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Notas:
[1] SARDINHA, António - O Sentido Nacional de Uma Existência. Elvas, 1969. p. 22

João José Horta Nobre
22 Julho de 2016

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