sábado, 30 de abril de 2016

Viktor Orbán Esteve em Portugal - Alguém Deu Por Isso?


O jornal Expresso de hoje:




Os portugueses podem ver por aqui o tipo de "jornalismo isento" que temos em Portugal e ao serviço de quem estão realmente, os jornaleiros obedientes da nossa praça. Se tivesse sido o parvalhão que manda na Venezuela a vir a Portugal,  teriam sido reportagens atrás de reportagens sobre o assunto. Mas, como foi Viktor Orbán, a "coisa" é discretamente noticiada e o único jornal que teve a decência de oferecer alguma cobertura (mesmo assim má...) ao assunto foi o Expresso. Foi, de facto, uma cobertura má por parte do jornal Expresso, uma cobertura típica de "jornalistas" alinhados com a direitinha bem-pensante e para se perceber tal, basta atentarem na agressividade de quem fez a entrevista, para com Viktor Orbán. Este é o mesmo tipo de agressividade jornalística que vós nunca ireis ver a ser aplicado aos estafermos da extrema-esquerda, que por aí somam e seguem à rédea solta, branqueando terroristas, traidores à Pátria, assassinos e genocidas.

É por estas e muitas outras, que o "jornalismo" que temos em Portugal só pode ser classificado como sendo um "jornalismo" de merda. É isto mesmo que temos em Portugal, "jornalistas" de merda e "jornalismo" de merda. "Enfim. A solução? cada vez mais procurar informação em sites alternativos, enquanto subsistirem. Enquanto a democrática censura não nos disser o que podemos ou não consultar."

João José Horta Nobre
30 de Abril de 2016


Um discurso épico e imperdível de Viktor Orbán, que foi prontamente censurado por todas as televisões portuguesas, não vão as "ovelhas" começar a ter ideias "perigosas" e "faxistas"...

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Quem se Lembra Deste Fernando Rosas?...

Apoiou ditadores genocidas e virou personalidade pública acarinhada pelos media e toda a esquerda caviar. É obra, pá!


Jubilou-se ontem um dos principais contadores de estórias da carochinha do actual regime. O sem-vergonha é um dos que engordaram bem à custa da abrilada de 1974 e a gordura corporal que o mesmo transporta consigo, é disso a prova viva. Mentiroso e oportunista como todo o comunista, apoiou em tempos o maior genocida que já existiu na história da Humanidade, mas hoje, prefere esconder esse passado incómodo e faz-se passar por "democrata" exemplar. Ora, leiam por vós o que este "democrata" exemplar publicava no jornal dirigido pelo mesmo em 1975 e constatem por vós próprios, o tipo de "democracia" que este senhor defendia para Portugal:

«LONGA, MUITO LONGA VIDA AO CAMARADA MAO TSÉ-TUNG!

26 DE DEZEMBRO - 82º ANIVERSÁRIO DO CAMARADA MAO TSÉ-TUNG 

O proletariado de todos os países, todos os povos e nações oprimidas do mundo comemoram a data de hoje, aniversário do Camarada Mao Tsé-Tung, seu grande dirigente.

É um dever de todos os comunistas comemorarem esta data, pelo significado que ela encerra no contexto do movimento comunista internacional.

O Camarada Mao Tsé-tung é o mais eminente marxista-leninista da nossa época, aquela em que o imperialismo e o social-imperialismo caminham para a derrota total e a Revolução Proletária caminha para a vitória no mundo inteiro.

Foi numa época como esta que o Camarada Mao Tsé-Tung deu o seu contributo criador para o aprofundamento da ciência do proletariado, dentro da rota traçada por Marx, Engels, Lenine e Estaline.

O maoismo é, pois, o marxismo-leninismo da nossa época.

Empunhar bem alto a bandeira do maoismo é uma necessidade fundamental para que o proletariado possa cumprir o papel que lhe cabe de dirigir a Revolução, levando-a até ao fim.

A crise geral que sacode pelos alicerces todo o mundo imperialista e social-imperialista, as grandes vitórias da luta de libertação nacional dos povos e nações do Terceiro Mundo, a extensão progressiva da zona das tempestades revolucionárias para a Europa e demais metrópoles imperialistas, a luta dos países contra o hegemonismo das duas superpotências e pela independência nacional; tudo vem mostrar a verdade científica das teses do marxismo-leninismo-maoismo, de que hoje, no Mundo, a tendência principal é para a Revolução.

Na República Popular da China, base vermelha da Revolução mundial, a classe operária conquistou novas e grandiosas vitórias na consolidação da ditadura do proletariado, na edificação do Socialismo e do Comunismo.

Estas vitórias da Revolução Mundial Proletária tiveram o pensamento do Camarada Mao-Tsé-Tung como arma principal.

A reacção mundial, apercebendo-se de que a situação se lhe tornava cada vez mais desfavorável, intentou contra o proletariado e os povos uma vã tentativa de cerco e de aniquilamento da Revolução.

Na União Soviética uma negra camarilha revisionista, chefiada por Kruschov, logrou, após a morte do grande Estaline, por golpe de Estado, assenhorear-se do Estado Soviético e transformá-lo em ditadura social-fascista da nova burguesia burocrática. Este golpe do revisionismo só aparentemente foi um êxito.

Tendo à dianteira o Camarada Mao Tsé-Tung, o proletariado mundial lançou um poderoso combate ao revisionismo colocando, no lugar onde as camarilhas de renegados e traidores pretendiam ver vitórias, as mais clamorosas derrotas.

As cliques anti-partido de Liu Piao, agentes do social-imperialismo, que aspiravam a tomar a direcção do Partido Comunista da China e torná-lo num partido revisionista, foram esmagadas pelo povo chinês.

A Grande Revolução Cultural Proletária, dirigida pelo Camarada Mao Tsé-Tung, foi um acontecimento de relevante importância para o proletariado de todo o mundo.

Foi à luz dos acontecimentos legados pelo Camarada Mao Tsé-Tung que o proletariado e os comunistas portgueses iniciaram o combate pela fundação do seu Partido.

A linha revolucionária do nosso Movimento, o caminho que percorreu para a fundação do Partido, o seu programa revolucionário, resultam da aplicação criadora do maoismo à realidade da luta de classes no nosso país.

Desde 18 de Setembro até hoje a actividade do nosso Movimento tem sido traçada à luz do pensamento do Camarada Mao Tsé-tung e só dessa forma o proletariado português pode estar agora mais perto da vitória, enquanto que imperialistas e social-imperialistas, traidores revisionistas e renegados do tipo Sanches se encontram à beira do esmagamento total.

Comemorar o aniversário do Camarada Mao Tsé-tung não é uma formalidade; é tomar o partido do Camarada Mao Tsé-tung, da sua causa, da vitória do socialismo, do rumo que ele assinala à Humanidade.

Longa vida, muito longa vida ao camarada Mao Tsé-tung!

Viva o maoismo, marxismo-leninismo da nossa época!

Viva o marxismo-leninismo-maoismo!

Vivam Marx, Engels, Lenine, Estaline e Mao Tsé-tung!

Viva a ditadura do proletariado!

Viva a linha vermelha do nosso Movimento!

Viva o internacionalismo proletário!

Viva o Partido![sic]» 

O artigo acima, foi publicado na primeira página do Luta Popular (jornal oficial do MRPP) de 26 de Dezembro de 1975. Fernando José Mendes Rosas era, à época, o director do Luta Popular, cargo que manteve até 1979. Tanto quanto sei, até hoje nunca ouvi uma afirmação ou li uma única linha escrita por este estoriador, em que o mesmo expressasse arrependimento por aquilo que andou a defender activa e publicamente na década de 1970. Pelos vistos, só os "faxistas" e quejandos é que têm de se penitenciar eternamente por erros passados, a esquerda, essa puta, por mais que mate e torture, safa-se sempre. Até ver...
  
Aproveito para esclarecer que esta transcrição deste trecho do Luta Popular, foi feita por mim, na íntegra, a partir de um original que está preservado no arquivo da Biblioteca Municipal de Coimbra, garanto por isso, a total autenticidade da mesma

Só gostava era que Fernando Rosas, dissesse hoje "Viva Estaline" ao pé de alguns ucranianos que tiveram familiares assassinados à fome no Holodomor. Isso é que eu gostava de ver o velho "revolucionário" fazer...

 João José Horta Nobre
29 de Abril de 2016

Pode-se Abolir o Salário Mínimo?



"Desde o colapso do Socialismo, o Capitalismo ficou sem rival. Esta situação anormal desencadeou o seu ganancioso e - acima de tudo - o seu poder suicida. Agora a crença é que tudo - e todos - estão num jogo justo."  - Günter Grass (1927 - 2015)

Nos últimos cinquenta anos, a esquerda e a direita liberal, tomaram literalmente de assalto tudo o que é lugar estratégica na nossa sociedade. Impuseram, como bons "democratas" que são e sempre foram, uma verdadeira lavagem cerebral à sociedade, sustentada por um controlo da informação implacável, que persegue e difama continuamente qualquer um que vá contra a corrente bem-pensante.

A direita conservadora/nacionalista (chamem-lhe o que quiserem!), não soube reagir adequadamente a nada disto e quando tentou fazê-lo, na maior parte das vezes acabou por meter os "pés pelas mãos". Em outras ocasiões e como ainda acontece, esta acobarda-se e tem medo de se assumir e fazer barulho. A agressividade revolucionária da esquerda e da direita liberal, só pode ser eficazmente combatida com uma igual dose de agressividade a todos os níveis, no fundo, o que se pretende é levar estas duas forças ao esgotamento tanto em termos argumentativos, como em termos psico-sociais.

A esquerda e a direita liberal (a segunda é filha da primeira...), têm muito mais em comum do que pode parecer à primeira vista e basta observar a ascensão da burguesia no século XIX e a forma como a mesma subverteu por completo o ancien régime - monárquico e ultra-conservador - para se entender como os liberais são eles próprios tão revolucionários e radicais, como o marxista mais aguerrido. A única coisa que muda são as cores, a linguagem e o estilo. Em tudo o resto tratam-se de revolucionários que são adeptos de mudanças sociais abruptas, radicais, violentas e que apenas no século XX passaram a ser "democráticas" por mera estratégia e conveniência.

Um homem da Idade Média que ouvisse a conversa dos "mercados" e da "liberdade económica", propagada por todos os liberais, neoliberais, ordoliberais, paleoliberais e restantes "ais", decerto concluiria que os mesmos estavam gravemente doentes do ponto de vista mental e/ou possuídos pelo Demónio. O mesmo valeria para o discurso de um marxista.

Ora, quer isto dizer que todas as revoluções e mudanças sociais são más? Com certeza que não! O Capitalismo e a "Nova Ordem" burguesa, suplantaram o ancien régime e trouxeram com eles uma Era de desenvolvimento económico, sem paralelo na História da Humanidade, mas também trouxeram muita porcaria por arrasto: os marxismos, fascismos, anarquismos, liberalismos, socialismos, nazismos e todos os restantes "ismos", são consequências directas da revolução burguesa e da ascensão do Capitalismo.

Ao destruir a velha ordem feudal, o Capitalismo trouxe o progresso para muitos pobres camponeses, mas simultaneamente, produziu uma classe de dependentes a viver nas cidades, que não possuem terra e por isso dependem totalmente de um salário pago por um burguês, de forma a que possam sobreviver. Esta dependência em muitos casos leva a uma situação de abuso por parte do burguês que insiste em pagar o mínimo possível ao trabalhador, aquilo a que se pode chamar o "salário de subsistência". Isto é, o burguês quando não é obrigado a fazer em contrário, paga sempre ao trabalhador o mínimo possível, o mínimo necessário apenas para garantir a sua subsistência e nada mais - não seria errado chamar a isto a Lei Económica da Selva, pois na prática, é disso mesmo que se trata...

Ao contrário do que muitos poderão julgar (há por aí quem pense que eu sou um cripto-comunista...), eu devo dizer que sou daqueles que é a favor da abolição do salário mínimo, mas apenas se houver condições éticas e morais para tal, coisa que não se verifica de forma alguma na actualidade. Por norma, "em uma economia saudável, não deveria haver salário mínimo; mas uma economia saudável depende de uma cultura saudável, e esta depende de determinados princípios metafísicos e éticos que se reflectem na política e na economia (por esta ordem). Ora, Portugal não tem essa cultura saudável."

Simplesmente, não existem condições em Portugal para se poder abolir o salário mínimo, isto deriva do facto de a maioria dos nossos empresários possuírem um comportamento animalesco e primitivo, muito mais próximo do dos animais da selva, do que de gente civilizada. Por exemplo, não existe qualquer justificação para que os presidentes executivos de 18 empresas do PSI 20, ganhem 33,5 vezes mais do que os seus trabalhadores. Estes presidentes executivos ganham em apenas 10 dias, o equivalente ao salário médio anual dos seus trabalhadores. Trata-se de selvajaria, não tem outro nome possível.

Obviamente, que não é difícil de perceber quem capitaliza mais com esta extrema desigualdade salarial - o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista. Esta injustiça feita aos trabalhadores por parte de muitos empresários, serve de combustível à esquerda, que é quem mais ganha com o descontentamento e a revolta dos mesmos. E os trabalhadores têm, pois, motivos de sobra para se sentirem revoltados, pois não há qualquer justificação para que um CEO tenha um ordenado 33,5 vezes maior do que o dos seus trabalhadores. Alias, estou até plenamente convencido de que "se fosse possível e legal, a muitos patrões portugueses, não pagar qualquer salário aos trabalhadores, não tenho dúvida que o fariam; há mesmo patrões que exigem que as pessoas paguem para trabalhar." Por este mesmo motivo, não é possível prescindir do salário mínimo e fazer tal, resultaria não só num reforço imediato da extrema-esquerda, mas também num galopante e simultâneo aumento da pobreza, incompatível com o interesse nacional.

João José Horta Nobre
29 de Abril de 2016

quarta-feira, 27 de abril de 2016

A Europa das Milícias

 
Vídeo onde se pode ver um membro da máfia siciliana a dar um tiro na cabeça de um refugiado gambiano. Resta perguntar: o que esperavam?!? Apenas nos primeiros três meses de 2016, a taxa de imigração aumentou em 90% na Sicília, ora, como as autoridades se recusam a resolver o problema, a "Cosa Nostra" decidiu intervir e com um apoio popular cada vez maior, declarou "guerra aos refugiados".


Isto é o que acontece quando os políticos e as autoridades não fazem o seu devido trabalho.

A classe política lacaia dos mundialistas, recusa-se a ordenar às autoridades que defendam os territórios sob o seu controle, em resposta, ou melhor, devido precisamente à ausência de resposta, os civis desesperados começam a virar-se para quem tem armas e o poder de lhes oferecer alguma protecção contra a "iminvasão" islâmica, neste caso, a máfia siciliana.

É uma questão de tempo até o fenómeno se começar a multiplicar pelo resto da Europa e isso vai apenas ao encontro do que já aconteceu em época passadas. Quando as autoridades legítimas não protegem os cidadãos que são quem, de resto, lhes paga o ordenado, então passa a ser legítimo que esses mesmos cidadãos procurem protecção e ajuda em meios extralegais.

Se a situação continuar como está, podem ter a certeza que é mesmo apenas uma questão de tempo até termos a Europa repleta de milícias armadas e que não vão responder perante as autoridades ditas "oficiais". Daí até à guerra civil generalizada, é apenas um pequeno passo...


Não esquecer um "detalhe": Temos aqui ao lado um País chamado Rússia, que com certeza não se vai importar de fazer chegar uns carregamentos de armas à costa quando a coisa "aquecer" um bocadinho mais. Desde que seja para enfiar chumbo nos lacaios da União Eurpeia e da NATO, Putin está sempre disponível para fornecer armamento de guerra (o que se passou na Ucrânia foi disso um bom exemplo...).  Se entretanto, a Mademoisselle Le Pen vencer as presidenciais em França, então aí, passa a ser ainda superior a hipótese de haver armas de guerra a "misteriosamente" darem à costa de alguns países da UE ou a entrarem dissimuladas nuns carregamentos de batatas francesas por via terrestre (percebem agora porque é que as elites têm tanto medo da dita "extrema-direita"...). 

Os políticos de merda que temos na Europa, é bom que pensem muito bem nisto tudo, se não quiserem correr o risco de um dia destes acabarem encostados a uma parede ou a partir num avião rumo ao exílio...

João José Horta Nobre
27 de Abril de 2016


"Migrantes" africanos destroem o sul da Itália, isto são imagens que não vereis a passar nos media tradicionais. Depois de ver isto, é difícil que alguém possa não compreender os italianos que se viraram para a máfia em busca de protecção. Lá está, se os governantes não estão dispostos a proteger a sua própria população, então não se preocupem, que não tardarão a surgir alternativas extralegais para acabar com o verdadeiro reino de selvajaria que podemos ver no vídeo abaixo:

Todas as Foto-Reportagens e Vídeos de Propaganda do Estado Islâmico - Completos e Sem Censura


 Um documentário da Globo News sobre o Estado Islâmico activo no Iraque e na Síria.


Já que os jornalistas lacaios do "sistema" se recusam a passar na televisão o que verdadeiramente é o Islão e aquilo que se passa nas terras sob o controlo do califa Abu Bakr al-Baghdadi, aqui fica o link para o arquivo mais completo de propaganda do Estado Islâmico que consegui encontrar:


Aproveito também para enviar um grande THANK YOU aos administradores do site de notícias Heavy, que não se vergando ao politicamente correcto, têm divulgado desde o início, TODAS as foto-reportagens produzidas pelo Estado Islâmico, mais os seus vídeos de propaganda, integrais e sem qualquer tipo de censura.

Os "direitas copinho-de-leite" e "esquerdinhas caviar", que parasitam nas redacções dos me(r)dia nacionais, entretanto, presumo que vão continuar a passar imagens de crianças a chorar em chegadas "dramáticas" à costa grega, pois esse tipo de propaganda é extremamente eficaz, no que diz respeito à quebra das defesas psicológicas da Europa - exactamente o que os mundialistas pretendem

É muito mais eficaz em termos de propaganda mostrar uma criança a chorar, do que mostrar a verdadeira realidade por detrás da crise de "refugiados", ou seja, que estamos perante autênticas hordas de maometanos, oriundas de uma cultura inferior, intolerante e disfuncional onde a normalidade é... bem, vejam por vós próprios a propaganda do Estado Islâmico e ficarão com uma boa ideia do que é a "normalidade" da vida no Médio Oriente...

João José Horta Nobre
27 de Abril de 2016


Sim, existem culturas superiores e culturas inferiores. NÃO, TODAS AS CULTURAS NÃO SÃO IGUAIS e o Islão É UMA CULTURA INFERIOR em comparação com a Ocidental. Não é racismo, nem discriminação dizer isto, trata-se apenas da constatação da verdade nua e crua, que tem sido negada pelos marxistas e relativistas culturais, que tomaram o ensino superior e os media ocidentais de assalto nas últimas cinco décadas. O Paul Joseph Watson explica:

terça-feira, 26 de abril de 2016

Para os Nossos Media Politicamente Correctos, é Impossível Que um Preto Seja Racista III


Nas imagens consegue-se perceber que um dos envolvidos está cercado por um grupo e a determinada altura ouve-se o som daquilo que parece ser um tiro. O dono do "Palácio do Kebab", na Rua D Luís I, confirma que tudo se passou pouco depois de ter chegado ao restaurante, para fazer a limpeza. Disse que foi abordado por um grupo que exigia comida, mas negou os pedidos porque não tinha ainda nada preparado, o que levou à situação de violência registada em vídeo.


«A Polícia Judiciária está a investigar um episódio de violência esta segunda-feira de manhã na zona entre o bairro de Santos e o Cais do Sodré, em Lisboa, que envolveu uma arma de fogo. As televisões mostraram um vídeo onde são visíveis agressões violentas entre seis elementos do mesmo grupo e o proprietário do restaurante Palácio do Kebab. A rixa começou por volta das 7.30 de segunda-feira e envolveu sete homens que já foram identificados pela PSP, incluindo o dono do restaurante.»

Vamos imaginar que era ao contrário. Vamos imaginar que um grupo composto por cerca de 25 brancos, entravam num kebab gerido por um preto e exigiam comida ao mesmo. Perante a recusa do preto, os brancos começavam a destruir o kebab e de seguida eram filmados a atacar o desgraçado do preto, à porta do seu próprio estabelecimento. Como iria ser a notícia deste incidente? O que diriam os me(r)dia?

Posso-vos dar umas sugestões de como seriam as capas dos jornais no dia seguinte: "Grupo de Neonazis Atacam Negro", "Ataque Racista Contra Dono Negro de Restaurante", ou então e mais dramático ainda: "O Racismo Volta a Atacar em Portugal"! Depois seria a choradeira do costume com o SOS Racismo, o Bloco de Esquerda, os jornalistas do sistema e sei lá que mais, todos unidos a condenarem o ataque "racista"

Mas, como foi ao contrário, ou seja, tratou-se (mais uma vez...) de um grupo de "jovens" negros a atacar da forma mais vil um branco que estava apenas a tratar do seu negócio sem incomodar ninguém, os me(r)dia já não falam em "racismo", mas apenas de "um episódio de violência", é só isso para eles, "violência", nada mais. Quando um preto leva nos cornos de um grupo de brancos, é "racismo", mas quando um branco leva nos cornos de um grupo de pretos, aí já é só "violência", porque como todos sabemos, para os nossos media politicamente correctos, é impossível que um preto seja racista.

João José Horta Nobre
26 de Abril de 2016

O Manuel e o Marcelo Querem apostar na História



«Marcelo e Alegre querem aposta no ensino de História»


Parece que o Manuel e o Marcelo, andam preocupados com o ensino da História. Aparentemente, os dois caramelos de Abril querem preservar a "identidade" dos portugueses e outras coisas sobre as quais nem se atreveriam a falar, se tivessem sequer um pingo de vergonha na cara.

A tal "aposta no ensino da História" para estes dois grandes raciocinadores avançados, não é nada mais, nada menos, do que pegar no nosso dinheiro e utilizá-lo para financiar a intensificação das lavagens cerebrais que se andam a fazer nas escolas e universidades de Norte a Sul do País. Para estes "senhores", a "cassete" é sempre a do costume e a mesma a que já nos habituaram nos últimos 42 anos, ou seja, eles os "democratas" é que são os bons e os "outros" é que são sempre os maus. 

Ensinam nas escolas as invasões francesas aos miúdos, mas "esquecem-se" de contar devidamente a verdadeira orgia de sangue e patifarias que os franceses levaram a cabo no nosso País (a maçonaria não gosta que se fale disso...). Depois ensinam a monarquia liberal e o rotativismo, mas "esquecem-se" de contar como a mesma nunca passou de um desastre que, na prática, prenunciou e preparou o caminho para a Primeira República que foi um desastre ainda maior. Sobre a Primeira República, aí então "esquecem-se" de muita coisa e normalmente os podres são largamente ignorados nos manuais escolares. Em relação ao Estado Novo, bem, aí a "coisa" nem tem ponta por onde se pegue, as mentiras e distorções da verdade são tantas, que acabam por se transformar num autêntico atentado à inteligência humana. Depois vem a parte da "democracia" de Abril que "salvou" Portugal e os portugueses do "pavoroso faxismo" feito de trevas e terrores vampíricos! A sério, os miúdos nos dias que correm, aprendem mais se lerem a Wikipédia e os Contos de Grimm, do que a ler as balelas que passam por "história" no sistema de ensino oficial.

Aconselho, já agora, o Manuel e o Marcelo, a não se esquecerem de enfiar nos próximos manuais de estórias da carochinha do regime, umas fotografias dos centros de emprego na actualidade, cheios de jovens, muitos deles licenciados e depois para fazer a devida comparação, coloquem ao lado umas fotografias dos velhos de pança cheia que por aí somam e seguem, a receber reformas milionárias graças à "festa" de Abril. Há que mostrar a realidade e ser honesto, por isso nada melhor do que mostrar o futuro "glorioso" que o actual regime legou às gerações futuras...

João José Horta Nobre
26 de Abril de 2016

segunda-feira, 25 de abril de 2016

O Dia dos Comunistas



Desde miúdo, que me habituei a conhecer o dia 25 de Abril como o "dia dos comunistas" e não por me terem ensinado tal coisa, pois sou oriundo de uma família ligada à esquerda republicana, sendo eu o único que saiu "atravessado" - o "faxista" de serviço e para todas as ocasiões. Mas como eu dizia, comecei a considerar o 25 de Abril como sendo o "dia dos comunistas", logo aí por volta dos meus 14 anos, quando me apercebi de que os comunistas são quem mais celebra esta fatídica data (hiperactivamente!) e só isso já devia dar que pensar a muitos... 

No entanto e tenho de dizer isto, quem quer celebrar o 25 de Abril, deve de ir fazê-lo para a embaixada dos Estados Unidos ou da Rússia, pois foram esses dois países que mais beneficiaram com o mesmo. 

Até prova em contrário, ninguém me consegue convencer de que o 25 de Abril não foi um golpe da CIA, ao qual esta rapidamente perdeu o controle em benefício do Partido Comunista Português (PCP) e obviamente, da União Soviética. Chama-se a isto "regime change" e é exactamente o mesmo a que já assistimos no Chile em 1973, no Iraque em 2003 e na Líbia em 2011, isto para dar apenas três exemplos. 

No caso português, a operação de "regime change" deu para o torto, pois a CIA subavaliou a verdadeira capacidade dos comunistas portugueses e não preparou um Plano B adequado. Por fim e quando muitos já davam Portugal como perdido, lá lhes apareceu o Mário Soares que conseguiu estancar a loucura comunista a tempo, mas o mal já estava feito. 

O objectivo do 25 de Abril foi sempre e apenas um: correr com os portugueses de África e colocar as províncias ultramarinas nas mãos dos Estados Unidos ou da União Soviética, nada mais. Convido por isso todos os abrileiros, começando logo pelo Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, a no próximo ano pegaram nos seus cravos vermelhos, numa bandeira russa ou americana e irem fazer festa rija para uma das embaixadas desses dois países. Já agora e se fizerem favor, não se esqueçam de pedir ao embaixador russo a devolução dos arquivos da PIDE/DGS, que o PCP roubou e à maneira de um bom lacaio, enviou para a União Soviética.

João José Horta Nobre
25 de Abril de 2016 


O camarada-companheiro Jerónimo mostra como se faz a festa rija:

Mais Uma Abrilada


 
Porque hoje é o dia adequado e porque acredito que a melhor forma de se conhecer a história é lendo os testemunhos de quem realmente a viveu e sofreu, deixo aqui o testemunho do meu amigo José Gomes Martins, um português de raça antiga (daqueles que já pouco se fabricam...) e cuja vida foi dividida entre dois regimes diferentes, tendo sido seriamente afectada em consequência da Abrilada de 1974. Obrigado a abandonar Portugal após esta "revolução", devido à balbúrdia que grassava neste pobre País, José Gomes Martins acabou por se estabelecer definitivamente na Tailândia, País onde hoje vive tranquilamente com a sua família luso-tailandesa. Deixo aqui as suas palavras que mais do que um simples testemunho, são a verdade nua e crua que os media (por motivos óbvios...) censuram e se recusam a passar:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  [...]

João José Horta Nobre
25 de Abril de 2016
 

domingo, 24 de abril de 2016

Luta luta companheiro luta


Video onde se pode ver um companheiro a tentar ensinar a outro companheiro, qual o valor da sua "farramenta". Trata-se de um excerto do documentário "Torre Bela" (1977), que retrata o tempo da Reforma Agrária em Portugal.



Assinalam-se amanhã 42 anos que se iniciou o lento, mas "progressivo" desmantelamento de Portugal, por parte da plutocracia internacional e internacionalista. Passo a passo e de mansinho, tudo tem sido feito ao longo destes 42 anos para não só reduzir Portugal a uma anedota no concerto das nações, mas para também acabar com o País de uma vez por todas.

Na prática, o que se deu foi uma espécie de "cubanização" de Portugal, pois tal como há cubanos que têm a cabeça completamente lavada pelo regime e por isso julgam viver num autêntico "paraíso do povo", assim também muitos portugueses vivem a julgar que o actual regime os defende e zela pelo seu bem. Acreditam mesmo que a "democracia" existe e que quem governa e aparece na televisão lhes diz a verdade. Acreditam nisto tudo, tal como uma criança inocente acredita no Pai Natal. É triste.

Lamento informar os abrileiros fanáticos, mas tal como o Pai Natal não existe, também é verdade que quem hoje nos (des)governa não zela pelo nosso bem, nem nos defende. Há 42 anos entregaram Portugal nas mãos de filhos da puta e hoje, continuamos a ser governados por filhos da puta. Não sei quando é que isto vai ter um fim, mas posso-vos garantir que isto vai ter um fim e talvez muito mais rápido do que a maioria pensa. Não acreditam em mim? Então olhem para a Europa e tentem apenas "farejar" o cheirinho do fermento explosivo que se está a cozinhar lá fora, a "festa" que aí vem promete, promete e de que maneira!

João José Horta Nobre
24 de Abril de 2016

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