segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

OS GRANDES FILHOS DE PUTAS




São assim os grandes filhos de putas. Sempre operando nas trevas contra as Pátrias, conspirando dia e noite para nos degolar e saquear. Assassinos de crianças, ladrões, pedófilos, psicopatas, tarados sem escrúpulos, na Maçonaria concentra-se o maior lixo humano que existe na face do planeta. Têm a mania que são mais inteligentes do que os outros, aliás, sempre tiveram. Mas no dia em que acabarem julgados sumariamente e forem metidos a bailar na ponta de uma corda, nesse dia glorioso, vai-se acabar a sua "inteligência" de uma vez por todas. Parafraseando Jean Meslier: A Europa só será livre quando o último maçon for enforcado nas tripas do último plutocrata.

Podem acreditar que já faltou mais e já vão ir com sorte se não for logo gasolina e fósforo pelo lombo acima...

João José Horta Nobre
29 de Fevereiro de 2016


A Maçonaria não tem valores nem princípios. São Traidores. Hoje a Maçonaria em Portugal é fonte de corrupção, de tráfico de influências. No Grande Oriente Lusitano (GOL), protegem-se muitos indivíduos nefastos aos portugueses. O combate à corrupção passa também por buscas nas lojas maçónicas. Todos sabemos o que era a loja Maçónica P2, cujos membros eram generais, magistrados, polícias, políticos, banqueiros, a Igreja, tudo ao lado de assassinos da Máfia e de outras associações criminosas. A P2 mandou matar a rodos, vigarizar a rodos, burlar a rodos. Tem de ser feita uma limpeza em Portugal. Muitos oportunistas fizeram-se "irmãos" na Maçonaria para dominarem o Poder, para o subverter em seu benefício. A Maçonaria nada de bom faz. Aliás, nunca gostei dos homens de avental, a olhar para Oriente, com cerimónias pouco inteligentes, com códigos de rir, réguas, esquadros, luas e sóis, vigilantes, levantar colunas, abater colunas, rituais de fazer rir o mais sisudo. A influência da Maçonaria na Justiça transformou Portugal num paraíso dos que querem rir-se de nós e num verdadeiro "couto de homiziados". A forma de os partidos controlarem os magistrados que o não sabem ser e agem contra a lei e contra a verdade. A Maçonaria na Política transformou Portugal no País mais atrasado da União Europeia, o pedinte de joelhos, o bombo da festa na Europa. Se houver uma nova revolução popular, um dos vectores de actuação devem ser as lojas maçónicas. É aí que reside o Mal na forma pura. É aí que devemos procurar os inimigos de Portugal. Se forem capturados e se a Revolução for do tipo da Roménia, então não se deve hesitar no que deve ser feito...

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Nietzsche Era um Ignorante no Que Diz Respeito ao Islão



«“O cristianismo frustrou-nos da herança do génio antigo e frustrou-nos mais tarde da herança do Islão. A maravilhosa civilização mourisca da Espanha, no fundo mais próxima dos nossos sentidos e dos nossos gostos do que Roma e a Grécia, essa civilização foi calcada aos pés (-não digo por que pés-) porquê?, pois se ela devia a sua origem a instintos nobres, a instintos de homens, pois se ela dizia sim à vida e para mais com as magnificências raras e refinadas da vida mourisca! Os cruzados lutaram mais tarde contra algo que teriam feito melhor em adorar prostrados por terra – uma civilização que faria parecer o nosso século XIX um século pobre e ‘tardio’. – É verdade que queriam os despojos: o Oriente era rico… Sejamos, pois, imparciais! As Cruzadas – alta pirataria e nada mais! (…) Em suma, não podia haver escolha entre o Islão e o cristianismo, como não a podia haver entre um árabe e um judeu. A decisão está tomada; ninguém tem mais a liberdade de escolher. Ou se é, ou não se é Chandala… ‘Guerra de morte contra Roma! Paz e amizade com o Islão!’. Assim o quis esse grande espírito livre, o génio entre os imperadores alemães, Frederico II” - Nietzsche, O Anticristo, Europa-América, 1977.»

O trecho acima permite-nos comprovar como Friedrich Nietzsche (1844 - 1900) era um puro ignorante no que diz respeito ao Islão. Mas a culpa de ser ignorante no que diz respeito ao Islão, não foi de Nietzsche. É necessário entender que Nietzsche foi um homem do século XIX e nessa época, o conhecimento disponível na Europa sobre o Mundo Islâmico, era muito fraco e deturpava a realidade de forma grosseira. Por exemplo, não passaria pela cabeça de nenhum historiador, escrever hoje uma história do Mundo Islâmico, tendo por base apenas bibliografia do século XVIII e XIX. Direi até que são mais fiáveis - apesar de muito escassas - as fontes bibliográficas e documentos sobre o Mundo Islâmico anteriores ao século XVIII, isto porque essa bibliografia conseguiu escapar a uma coisa terrível para as ciências sociais chamada Orientalismo.

O Orientalismo foi uma das consequências do Iluminismo e resultou directamente da supremacia geopolítica de que a Europa gozava então no Mundo. É assim que a partir do século XVIII começamos e ter na Europa, obras que já não olham para o Mundo Islâmico como sendo uma ameaça à Civilização Europeia. O que acontece é que os intelectuais europeus até ao século XVIII, baseavam o seu conhecimento sobre o Islão e o Mundo Islâmico em fontes medievais que ainda hoje são bastante fiáveis. Estas fontes falam das Cruzadas, das tentativas de domínio Islâmico na Península Ibérica e da ameaça mourisca. A Igreja medieval - que ao tempo exercia um monopólio das ciências sociais - neste aspecto fez um trabalho de arquivo e registo bastante bom. O que sabemos hoje sobre o que foi o Islão na Europa medieval, deve-se essencialmente à Igreja.

A partir do século XVIII, esta situação muda completamente. Para começar, a Igreja começa a perder cada vez mais poder e influência. É assim que surge o Orientalismo - uma corrente de estudos que visava importar para a Europa, aquilo que os seus seguidores consideravam como sendo os aspectos mais positivos do Mundo Islâmico e Oriental. O problema foi que o Orientalismo deturpou totalmente a realidade do Mundo Islâmico. Na prática, criou um Mundo de fantasia que só existia mesmo na imaginação dos europeus. Por este mesmo motivo, se consultarem uma obra do século XVIII ou XIX, que verse sobre o Mundo Islâmico, o mais provável é esta vos falar de um Mundo mágico onde habitam génios que vivem dentro de lâmpadas, encantadores de serpentes, tapetes voadores e palácios exóticos com haréns onde decorrem orgias constantes, entre muitas outras maravilhas oriundas da mitologia árabe pré-Islâmica. Se quiserem ter uma boa ideia daquilo em que consistia esta mentalidade surreal, leiam as Mil e Uma Noites, uma obra que se tornou muito popular nos círculos intelectuais do século XIX, especialmente em França.

Portanto, não restam, nem podem restar dúvidas, de que foi no exotismo misterioso do Orientalismo, que Nietzsche baseou o seu conhecimento erróneo sobre o Mundo Islâmico. Se eu tivesse vivido na mesma época, provavelmente também pensaria o mesmo sobre o Mundo Islâmico, pois o conhecimento disponível na época era condutor a essa mesma interpretação distorcida. Nietzsche não teve culpa e foi no fundo, uma vitima das deturpações sobre o Islão, criadas pelo Iluminismo do século XVIII.

João José Horta Nobre
28 de Fevereiro de 2016


Um pequeno video introdutório ao pensamento de Nietzsche:

sábado, 27 de fevereiro de 2016

A Extrema-Esquerda Espanhola Já Está Preparada Para Pegar em Armas


Pablo Iglesias do Podemos espanhol: “temos de estar preparados para pegar em armas!”


Em Espanha, o líder de um dos maiores partidos políticos (de extrema-esquerda), já fala na possível necessidade de se "pegar em armas".
 

Assim vai a Europa, comandada por plutocratas que já esfregam as mãos de felicidade, só de pensarem na orgia de violência que aí vem a caminho, pois é de crer que a continuar pelo actual rumo apócrifo, vão rebentar dentro de alguns anos na Europa guerras regionais de baixa intensidade, um pouco por todo o lado.

Bombas, mísseis e balas a voar, significam biliões em lucros para os psicopatas da plutocracia internacional. Depois somem a isto o dinheiro que a indústria farmacêutica faz com tratamentos médicos para cuidar dos mutilados, mais os lucros da reconstrução para refazer o que os próprios plutocratas destruíram e ficam com uma boa ideia do maravilhoso negócio que a guerra é para esta gentalha.

Arrisco-me até a dizer que a guerra deve ser o melhor negócio da história da humanidade. Antes havia três forças que trabalhavam em prol deste internacionalismo selvagem da plutocracia: eram elas principalmente a maçonaria (e outras sociedades secretas "iluminadas"), a extrema-esquerda e os liberais. Agora temos uma nova força que passou para o lado de lá: a Igreja.

Devo dizer que nunca quis saber da Igreja para grande coisa, porque sempre desconfiei muito de tal instituição (de origem semita...) e como não fui sujeito a sucessivas lavagens cerebrais desde miúdo, de forma a acreditar cegamente em ídolos judeus, consegui manter a minha distância e independência (e sanidade mental...), em relação à propaganda feroz que a mesma faz. 

Pela primeira vez na história da Europa, começa a haver uma clara separação entre a Igreja e muitos patriotas que não se revêem no credo semita e anti-nacional apregoado pela mesma. Não, nós não somos da maçonaria, nem somos comunistas. Simplesmente não estamos é dispostos a continuar a ser vassalos do Estado do Vaticano e das suas superstições judaicas, em tudo contrárias ao espírito livre e crítico que nos legaram os nossos antepassados da Antiguidade.

Há-de chegar o dia em que ainda veremos a extrema-esquerda e a Igreja a pegarem em armas, para combaterem juntas contra os nacionalistas. Aliás, já o fazem em termos de propaganda, basta ver como o discurso da Igreja é cada vez mais parecido com o do Bloco de Esquerda no que toca ao ódio fanático que destilam contra as pátrias e as fronteiras (tal como manda o Novo Testamento...). Mais uma vez se confirma: Jesus e Marx - ambos judeus internacionalistas e ambos inimigos das nações europeias. Um promete o Paraíso no céu, o outro promete o Paraíso na Terra, eu prefiro chamar-lhe simplesmente "banha da cobra"...

O Papa na semana passada, escorregou-lhe a boca para a verdade que muitos patriotas já pensavam, mas não ousavam dizer, quando disse a bordo de um avião que um nacionalista, não pode ser cristão. Pois não, não pode e sabem que mais? Ainda bem! Assim, ao menos o "santo" Papa tirou-nos as dúvidas de uma vez por todas e garantiu o afastamento definitivo em relação à Igreja, de milhões de patriotas em toda a Europa. Ele que fique lá com as suas crendices semitas e vá pregar para a Judeia, que nós ficamos com as nossas paganices. O nosso Viriato da antiga Lusitânia também não era cristão e não acredito, que ele alguma vez estivesse disposto a trocar a sua religião nacional, pelo credo/ideologia internacionalista a que chamam de Cristianismo.  

João José Horta Nobre
27 de Fevereiro de 2016
 

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Aldrabices Cristãs


Há por aí quem julgue que foi este tipo de gente que ergueu a "superior civilização ocidental". Eu prefiro nem comentar, pois o video acima fala por si...


Mentira, Marx não odiava Deus, pelo simples motivo de que ele nem sequer acreditava em Deus. Não se pode odiar algo em que pura e simplesmente não se acredita.


Se houve quem historicamente tivesse desrespeitado o direito à propriedade privada, foram os cristãos. Por todo o lado por onde passaram, apoderaram-se à força do que não era seu e saquearem sem rei, nem roque. Em África foi o que se viu, com o tráfico negreiro e a pilhagem de recursos do Continente que prossegue até hoje. Na América Central e do Sul, idem. Na Europa, não só chegou a ser ordenada a confiscação da propriedade privada de pagãos por édito Imperial, como até chegaram ao ponto de roubar as pedras dos templos pagãos para construir igrejas. Um pagão que protestasse contra tal política, corria o risco de ser executado, tal como hoje no Estado Islâmico, quem discordar da política oficial do Califa, corre o risco de literalmente perder a cabeça. Seria, aliás, interessante saber como é que os cristãos hoje iriam reagir, se um grupo de pagãos fosse roubar pedras de uma igreja, para erguer um templo de culto pagão. Isto a concretizar-se nem seria roubar, mas sim, recuperar o que é seu por direito. Como diz o velho ditado: "ladrão que rouba ladrão, tem cem anos de perdão."

A história do Cristianismo - a par das outras religiões abraâmicas - está tão pejada de violência, ódio, intolerância e injustiça, que os cristãos por mais que tentem, não têm argumentos que os possam minimamente sustentar. Nem do ponto de vista teológico, moral, ético ou histórico.

João José Horta Nobre
26 de Fevereiro de 2016


Uma mini-série documental sobre a Inquisição (só falta o último episódio sobre as caças às "bruxas"). Durante mais de 500 anos esta gente lançou uma autêntica onda de terror sobre a Europa e fez uso de torturas que nem a Gestapo, a Stasi, ou o KGB alguma vez se atreveram a aplicar. Isto é um bom exemplo do tal "contributo" do Cristianismo para a "superior civilização ocidental" de que certa gente anda por aí a falar. Trata-se de mais uma demonstração do sadismo típico das religiões abraâmicas e da selvajaria semita oriunda do Médio Oriente:


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Como é Que Esta Gente Quer Ser Levada a Sério?


Uma cristã ultra-conservadora tenta demonstrar que as bebidas energéticas da marca Monster, são a "obra de Satanás".



 
Uma pessoa que acredita que uma  simples bebida energética - da qual eu por acaso até sou consumidor esporádico - é "obra de Satanás", não pode ser uma pessoa racional. Ponto. Também não pode ser uma pessoa que se leve a sério. Acredito que 99% dos ocidentais que ouçam os argumentos da senhora que vê Satanás numa lata de Monster, não a levarão minimamente a sério, pelo óbvio motivo de que pessoas assim, simplesmente não se podem levar a sério e constitui até um exercício de auto-estupidificação tentar tal proeza.

Há momentos em que eu penso que já vi e ouvi todas as loucuras e demências que é possível ver e ouvir. Mas não, há sempre uma nova surpresa que, volta e meia, me faz relembrar que por mais anos que se viva, não é possível que alguém veja e ouça todas as loucuras possíveis e imaginárias. Isto deve-se principalmente à infalibilidade e infinidade, que a imaginação humana possui para continuamente inventar novas taras irracionais. A única coisa que separa a razão da loucura é uma ténue linha que muito facilmente pode ser ultrapassada, isto quando se combinam os "ingredientes" necessários para tal. No caso das religiões, estas tanto podem servir de factor estabilizador do ponto de vista da ordem mental e espiritual, como podem ser um factor desestabilizador e altamente prejudicial do ponto de vista psico-sociológico, tudo depende das circunstâncias.

Não julguem que me refiro aqui apenas aos ultra-conservadores cristãos, pois no campo oposto existe tanta ou mais loucura ainda. Posso dar-vos o exemplo de um tarado assumidamente satânico que eu conheci em Coimbra há uns anos atrás e que não só lia a Bíblia Satânica todos os dias, como também rezava a Lúcifer (os satânicos acreditam que Lúcifer se revoltou contra Deus, por considerar este como sendo injusto e em consequência disso, Deus expulsou-o para o Reino dos Infernos) e tinha o quarto mobilado a rigor com caveiras, armas medievais e inúmeros instrumentos de tortura que o tipo mandava vir pela internet. Para além disto, o "artista" era também coleccionador de facas e um dia disse-me que "sentia a energia das armas" que tinha em casa. Ora, uma pessoa que faz e diz este tipo de coisas, não pode ser racional e muito menos ser levada a sério. Há uma grande diferença entre acreditar no sobrenatural e ser estúpido, infelizmente ainda existem é demasiados religiosos que não conseguem compreender isto e por isso é que o Mundo é o que é.

João José Horta Nobre
25 de Fevereiro de 2016


No video abaixo, cristãos ultra-conservadores tentam demonstrar que o famoso Harry Potter transforma as crianças que o vejam e/ou leiam em adeptos da bruxaria, algo que de resto, é uma prática enraizada na cultura europeia desde tempos imemoriais (leiam "The Encyclopedia of Witchcraft and Demonology" de Rossell Hope Robbins). Como não podia deixar de ser, o ataque destes ultra-conservadores, rapidamente passa da bruxaria, para o Paganismo e deste para o Neopaganismo, nomeadamente a Wicca, que diga-se de passagem, não tem absolutamente nada de satânico. Muitos cristãos (seguidores de uma crença semita, oriunda do Médio Oriente...), ainda não perceberem e parece que não querem perceber, que têm de respeitar as antigas crenças e religiões étnicas europeias, caso contrário, também não podem exigir que os respeitem a eles. O mesmo aplica-se a mouros, judeus e quaisquer outros sistemas de crença no sobrenatural.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Balas Cobertas Por Sangue de Porco ou De Como Portugal Poderia Relançar a Sua Indústria Bélica na Era do Jihadismo

Caixas de munições da "Jihawg Ammo", segundo o fabricante, a tinta rosa que está na ponta da bala, é feita com extracto de porco, de forma a tornar a mesma "impura" e impedir assim a entrada no Paraíso de qualquer muçulmano que seja atingido pela mesma.


"A razão, por mais que grite, não pode negar que a imaginação estabeleceu no homem uma segunda natureza." - Blaise Pascal (1623 - 1662)

De tudo o que eu já vi e ouvi sobre o Trumpismo (nova ideologia ainda em fabricação...), uma coisa parece ser certa: Donald Trump odeia muçulmanos. Odeia-os mesmo a sério, caso contrário, não advogaria que se fuzilassem islamitas com balas cobertas por sangue de porco. Ao contrário do que muitos poderão pensar, esta ideia de enfiar suíno em munições não é nova e até já foi concretizada. Em 2013, o fabricante de armas e munições estado-unidense, Jihawg Ammo (cujo slogan é "Peace Through Pork"...), já tinha anunciado "um novo produto: balas cobertas com carne de porco"  e que segundo garantia na altura, são «"ideais para aterrorizar muçulmanos"».

Ora, aqui está uma bela ideia para Portugal relançar a sua indústria bélica na Era do Jihadismo. Em lugar de sermos um País que só sabe fazer enchidos, conservas, sapatos e mais umas bugigangas difíceis de exportar (perguntem ao Silva de Boliqueime e restantes abrileiros, o que é que eles fizeram à indústria portuguesa...), passamos a produzir munições de carne! Depois pode-se inovar criando vários modelos, como por exemplo, o Modelo Vaticano, ou seja, uma bala com carne de porco que em vida só se alimentou de hóstias e água benta (o porco como criatura de Deus que é, tem todo o direito a comer também do alimento divino). Isto seria uma espécie de super-bala, capaz de negar o Paraíso até a um Califa tocando-lhe de raspão.

Mas há muitos mais modelos que podem ser transformados em realidade, nomeadamente:
 

  • O Modelo Moisés: Uma bala com carne de galinha kosher e a estrela de David gravada na ponta (ideal para a guerra de montanha). 
  • O Modelo Estaline: Uma bala com carne de porco embebida em vodka (ideal para a guerra de inverno).
  • O Modelo ASAE: Uma bala com carne de porco sujeita aos mais rigorosos testes de controlo e qualidade (ideal para snipers).
  • O Modelo Gypsy: Uma bala com carne de porco com alho e amaldiçoada por um mau olhado de uma bruxa cigana (ideal para a guerra assimétrica e dizem que também é capaz de matar vampiros).
  • O Modelo Vishnu: Uma bala com porco de caril (ideal para combate em climas tropicais).
  • O Modelo Samba: Uma bala embebida numa mistura de sangue de porco e cachaça (a Dilma vai querer adquirir...)
  • O Modelo Mao Tsé-Tung: Uma bala com carne de porco que passou muita fome em vida (ideal para tiros na nuca à queima-roupa).
  • O Modelo Yankee: Uma bala com hambúrguer de porco e essência de donut (perfeito para a bófia usar).
  • O Modelo Salazar: Uma bala com menos carne de porco (é mais económica e enaltece as "virtudes da poupança"). 
  • O Modelo Moçambique: Uma bala com carne de porco e piri-piri (perfeito para o combate em climas quentes).
  • O Modelo Amália Rodrigues: Uma bala com carne de porco que em vida ouvia fado (as vibrações tornam a carne mais tenrinha e é ideal para o combate nocturno).
  • Etc...       

Como podem constatar, há toda uma indústria de armamento que poderia florescer às custas da aversão moura ao suíno!

Mas não coloquemos já a carroça à frente dos bois, isto tem de ser passo a passo, primeiro são apenas as balas, depois a evolução dita naturalmente que se passe para a produção de granadas de mão que quando rebentam, mandam estilhaços de bacon e obuses de artilharia cheios de excremento de porco. É que podem ter a certeza, não há nada como um obus cheio de merda de porco, a aterrar em cima de um acampamento jihadista, de preferência, logo pela manhã para que a canalha comece bem o dia.
 

Allahu Akbar, carago!

João José Horta Nobre
24 de Fevereiro de 2016


Trump explica como na sua opinião, fuzilar terroristas muçulmanos com balas cobertas por sangue de porco, é uma boa ideia para combater o jihadismo:

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Isto é o Que Acontece Quando um País é Governado Por Traidores e Incompetentes Durante Demasiado Tempo

Um documentário produzido pela Força Aérea Portuguesa (FAP), sobre o lendário Alouette III. Apesar da excelência técnica e científica demonstrada pela durabilidade e capacidades do aparelho, as máquinas - tal como as pessoas - têm os seus limites físicos e por isso, até 2018 em princípio, a FAP deixará de operar estes helicópteros. Qual o problema? É que não há dinheiro para comprar novas máquinas para os substituir...


“Nesses anos, quando um soldado português desembarcava de um dos barcos da sua Nação para servir num forte em Moçambique, ou em Malaca, ou nos estreitos de Java, já previa, durante o seu tempo de serviço, três cercos, durante os quais comeria erva e beberia urina. Estes defensores portugueses contribuíram para uma das mais corajosas resistências da história do mundo.” - James Michener (escritor americano), sobre a moral portuguesa antes de o País passar a ser governado por traidores e incompetentes

"Pilotos recebem instrução em aviões da Guerra Colonial. Helicópteros Alouette já operavam na década de 1960. Os Alpha-Jet, de instrução de pilotos para os caças F-16, têm mais de 40 anos."

Por aqui podem ver o estado de absoluta miséria a que chegou a Força Aérea Portuguesa. Sem dinheiro, quase sem aviões e qualquer dia sem combustível sequer para as poucas engenhocas voadoras que ainda lhe restam...

Faz agora dez anos que eu visitei a base aérea de Beja. Na altura, fiquei surpreendido com o mau estado do equipamento em geral (eu já sabia que a situação era má, mas não tinha noção do quão mal as coisas estavam mesmo...), especialmente dos helicópteros, um deles, um velhinho Alouette III, até tinha peças seguradas por adesivos no cockpit e isto juro que vi com os meus próprios olhos. Aquilo  a que eu assisti em Beja, bastou-me para perceber a realidade da situação militar e isto já foi há dez anos, ou seja, antes da crise de 2008, agora imagino que deve estar ainda pior...

Se eu fosse um espião ao serviço de outra potência, a minha conclusão no relatório teria sido óbvia: Portugal não passa de um pequeno tigre de papel, na realidade, um gatinho de papel e as paradas militares escondem a realidade de uma situação militar muito precária e carente de toda a espécie de equipamento. Os portugueses não reúnem as condições mínimas para aguentar sequer uma guerra de autodefesa do próprio território continental, porque simplesmente não possuem equipamento para combater e o pouco material bélico que existe ou está totalmente obsoleto, ou então está disponível em demasiado pouca quantidade para fazer qualquer diferença num conflito a sério.


João José Horta Nobre
21 de Fevereiro de 2016

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