quarta-feira, 13 de julho de 2016

As Elites Judaicas e a Sua Relação com os Movimentos Cristãos e Comunistas



A relação que as elites judaicas tiveram e têm com o Cristianismo, é semelhante à que tiveram e têm com o Comunismo. Está bem documentado e provado que existiu uma forte componente judaica por detrás da Revolução Bolchevique de 1917 e que essa mesma componente, agiu por intermédio da alta finança, no sentido de não só patrocinar e financiar a Revolução Bolchevique, mas também para manipular o governo americano e vários governos europeus, no sentido de impedirem uma acção militar conjunta da parte destes contra o Exército Vermelho. A "pata" das elites judaicas está de tal forma imersa em tudo isto, que não existe forma possível de negar tal evidência. 

Entretanto, o que se passou foi que se operou uma transformação dentro da União Soviética e pouco a pouco o povo russo retomou o controlo do seu País. Estaline teve aqui um papel essencial e isto poderá muito bem explicar a feroz violência do antigo ditador soviético. Estaline sabia do que eram capazes as elites judaicas e ele também sabia que por ter corrido com o homem que as elites judaicas queriam ver aos comandos da União Soviética (o judeu Leon Trotsky), não tardaria a ser alvo de conspirações no sentido de o assassinarem ou derrubarem do poder. Por este mesmo motivo e por saber "o que a casa gasta", Estaline deixou-se cair numa paranóia psicótica que levou a que o mesmo sistematicamente eliminasse os mais próximos dele. 

Foi Estaline que decapitou o poder das elites judaicas instalado no seio da União Soviética e eliminou a maioria dos seus melhores e mais capazes agentes. Isto demonstra claramente que o ditador georgiano sabia como funcionam as elites judaicas que recorrem quase sempre à mesma metodologia, funcionando através da infiltração progressiva e sistemática de movimentos, religiões e partidos políticos que acabam por ser sequestrados por esta gente e posteriormente usados em benefício dos mesmos. 

A União Soviética quando chegou à década de 1980, era um País bastante independente e soberano no que diz respeito ao seu governo que já não estava sob o controlo das elites judaicas sediadas em Wall Street. Foi precisamente por este motivo que aconteceu o derrube do muro de Berlim e se orquestrou a destruição dos regimes comunistas a Leste. Tratou-se tudo de uma manobra da Superclasse Mundialista e das elites judaicas para não só retomarem o controlo da Rússia, mas de toda a Europa de Leste. Querem provas? Basta verem o que a alta finança fez à Rússia na década de 1990 e a forma como um punhado de oligarcas (a maioria judeus...) tomou conta do País. O plano desta gente ía mesmo no sentido de desmantelar a Federação Russa por completo e reduzir o território a um conjunto de estados-falhados. Infelizmente, para a Superclasse Mundialista este plano não deu certo porque surgiu um certo Putin que lhes tirou o tapete de debaixo dos pés e conseguiu (pelo menos por agora...) travar a loucura a tempo. Assim se compreende e explica todo o ódio e difamação que os media ocidentais (também eles largamente controlados pelas elites judaicas...) lançam diariamente contra a Rússia e Vladimir Putin.

Se a União Soviética continuasse obediente aos ditames da Superclasse Mundialista, ainda hoje ela existiria. Eu não tenho qualquer desejo de celebrar o Comunismo ou fazer louvores aos regimes comunistas da Europa de Leste, mas é um facto que estes regimes nos anos 1980 eram muito mais patrióticos e defendiam os interesses do seu povo de forma muito melhor, do que qualquer "democracia liberal" o conseguiu fazer desde então. Este facto já foi reconhecido pelo historiador ultra-conservador David Duke, e se até um ultra-conservador cristão como o David Duke diz uma coisa destas, é porque deve ser mesmo verdade...

Para quem não está por dentro destas "delirantes teorias da conspiração", tudo isto pode parecer muito confuso ao início, mas trata-se apenas de uma questão de juntarem as peças do puzzle e verão como bate tudo certo e não existe forma de haver aqui erros. 

Em relação ao Cristianismo e para responder às dúvidas suscitadas aqui, passou-se um processo relativamente semelhante àquele que se operou com o Comunismo. O Cristianismo não foi uma religião criada propositadamente para derrubar o Império Romano e Jesus Cristo também nunca teve essa intenção. O que se passou foi que o movimento cristão foi inflitrado pelas elites judaicas da mesma forma que o Comunismo posteriormente também o foi.

É mentira dizer-se que os cristãos foram sempre contra os judeus. Os cristãos ditos "primitivos" eram uns pobres pacifistas que não faziam mal a uma mosca. No entanto, no meio destes cristãos foram-se progressivamente infiltrando agentes ao serviço (zelotas?) das elites judaicas, que tinham ordens não só para tomar conta do movimento cristão e virá-lo em benefício dos judeus, mas para infiltrar a própria elite romana com o objectivo único de subvertê-la por completo. 

Factos são factos e facto é que um Império como o romano que resistiu durante cerca de doze séculos a toda a espécie de ataques e pressões vindas do exterior, só começou a decair e a apodrecer seriamente a partir do momento em que os cristãos se começaram a expandir dentro do mesmo. Eu sei que isto é uma questão controversa e sobre a qual não existem fontes históricas que permitam uma conclusão definitiva, mas para mim, a relação entre a decadência do Império Romano e a expansão do movimento cristão dentro do mesmo, é tão óbvia como o céu ser azul. 

Após a queda do Império Romano, os cristãos conseguiram gradualmente voltar a dominar a Igreja e assim se explica toda a orgia anti-semita a que se assistiu durante a Idade Média e Moderna. Em muitos aspectos, os cristãos protestantes foram ainda mais anti-semitas do que os católicos e basta ler a obra de Martinho Lutero, Dos Judeus e Suas Mentiras, para se perceber isto. Eu já li esta obra, li-a e reli-a com muita atenção, especialmente no que diz respeito aos pormenores teológicos e a mim o que me pareceu é que Martinho Lutero "mete os pés pelas mãos" quando tenta provar que o Cristianismo não é um Neo-Judaísmo. Porém, só o facto de ele tentar provar isto, demonstra como ele percebeu a tremenda judiaria que é o Cristianismo...

Eu já o disse anteriormente e não tenho problemas em voltar a dizê-lo: pessoalmente não tenho nada contra os judeus como povo e até defendo o direito dos mesmos a terem um Estado onde viver. Agora o que eu não suporto é a mitologia judaica e isto inclui a Bíblia. O Cristianismo não é uma religião europeia, mas sim uma religião médio-oriental e de origem semita. Leiam a Bíblia, pois está lá tudo. Aquelas estórias judaicas provocam-me repulsa porque aquilo que ali está são invenções dos judeus, mentiras fabricadas pelos judeus para tentarem subverter os goyim e levá-los a serem "universalistas", ou seja, internacionalistas, o que por consequência lógica entra em choque com as nações e a sua defesa.

Vamos ser honestos e sinceros, algum de vocês acredita mesmo que o judeu Moisés subiu a uma montanha e Deus lhe enviou mandamentos do céu?!? Acreditam mesmo nessas mentiras dos judeus?!?!

E já agora, qual é o Deus dos judeus e por consequência dos cristãos? É o mesmo Deus racista que proclamou a tribo de Israel como sendo superior a todas as outras? Esse Deus, por definição, só pode ser um inimigo de todos os goyim e por isso deve ser combatido e não venerado. O Deus-Demónio dos judeus é um criatura vil e maligna e basta ler-se o Antigo Testamento para se entender a maldade desse Demónio que exige permanentes sacrifícios de toda a espécie e ameaça os goyim afirmando que abençoará apenas os povos que abençoarem a tribo de Israel e que castigará aqueles que amaldiçoarem a tribo de Israel.[1] Isto são as ameaças explícitas que estão escritas na Bíblia e que foram alegadamente proferidas pelo Deus-Demónio dos judeus, contra todos os não-judeus. Alguém minimamente bom da cabeça acha que se deve venerar uma criatura assim???

Pessoalmente, penso que a maior virtude de Jesus foi ter percebido isto e por isso a mensagem de Cristo foi claramente no sentido de tentar "humanizar" este maléfico e vingativo Deus judeu, no entanto, isto não altera o facto de esse Deus ser judeu, tanto na sua concepção, como nas suas características e por isso mesmo os goyim nem devem de hesitar em rejeitar e combater este Deus-Demónio médio-oriental e as suas perversões claramente de origem semita.

Entretanto, o mais curioso de tudo isto é como o Cristianismo se transformou numa espécie de "pau para toda a obra", cuja teologia pode ser manipulada de forma a justificar tudo e o seu contrário. Assim se explica como o Cristianismo passou de seita pacifista, a uma religião onde em certa altura até se chegou a justificar não só o anti-semitismo, mas o próprio tráfico negreiro, tudo com argumentos teológicos muito bem espremidos e direi até mesmo imaginativos (os teólogos medievais e modernos teriam tido futuro na área da literatura fantástica...). 

O Cristianismo após a queda do Império Romano e com a confusão e desordem que se seguiu à mesma, perdeu interesse para as elites judaicas que deixaram de ver utilidade no mesmo e os cristãos voltaram a tomar conta do movimento cristão que se manteve livre da influência das elites judaicas até ao século XX. Foi já só no século XIX com o advento do movimento sionista, que as elites judaicas começaram novamente a conspirar no sentido de voltarem a tomar conta das igrejas cristãs. Corre por aí a ideia de que os judeus sempre quiseram destruir a Igreja, mas tal é mentira. Na verdade, os judeus vêem muito mais utilidade em infiltrar a Igreja por dentro e virá-la em seu benefício, do que em destruí-la. O objectivo das elites judaicas a partir da fundação do movimento sionista, foi o de transformar a Igreja Católica e todas as restantes igrejas cristãs, em Cavalos de Troia ao serviço dos interesses dos supremacistas judeus. Vejam como todas estas igrejas têm apoiado fanaticamente não só muitas das engenharias sociais da esquerda nas últimas décadas, mas a própria invasão islamo-africana em curso e têm aqui a prova de como esta gente está em conluio com a Superclasse Mundialista e por via da mesma, com as elites judaicas. O objectivo final de tudo isto é criar caos e guerra civil na Europa, de forma a arruinar as nações da mesma e abrir assim o caminho para um governo mundial totalitário.

Foi especialmente a partir do Concílio Vaticano II, que se começou a fazer sentir a influência das elites judaicas no seio da Igreja Católica e basta ver como a Igreja alterou então o seu discurso de forma a ir ao encontro dos "ventos da história". A Igreja pós-Concílio Vaticano II não passa de uma agência de lavagem cerebral, totalmente sob o comando das elites judaicas e com o fim único de servir os interesses das elites judaicas e da própria superclasse mundialista. O facto de o Cristianismo ser um Neo-Judaísmo, facilita claramente esta infiltração. Os hindus, por exemplo, estão melhor blindados contra isto, mas os cristãos, precisamente por serem seguidores de uma crença neo-judaica, são muito mais permeáveis a elementos semitas mal-intencionados.

Por último e para esclarecer algumas dúvidas que têm surgido, quero deixar claro que a Superclasse Mundialista não corresponde às elites judaicas. Estas últimas são um grupo com uma agenda própria que opera dentro da Superclasse Mundialista e que tenta levar os goyim que pertencem à Superclasse Mundialista, a seguir os seus ditames, algo que é obviamente facilitado pelo tremendo poder de que esta gente goza no Mundo da alta finança.

__________________________________________

Notas:
[1] GÉNESIS - Bíblia Sagrada. Bíblia Online, Link: https://www.bibliaonline.com.br/acf/gn/12

João José Horta Nobre
13 de Julho de 2016

8 comentários:

  1. 1 - Dizer que Deus criou o homem à sua imagem e semelhança em nada abona a favor de Deus... Aliás, esta é uma passagem bíblica que deve ser lida ao contrário: "O homem criou Deus à sua imagem e semelhança", sobretudo o Deus do AT.
    2 - Termos o desejo e o conceito de Infinito, isso dirá algo em relação à essência do Homem: um animal racional pertencente ao Tempo que, como qualquer animal, um dia começa e em outro acaba, desfazendo-se em moléculas e integrando-se no donde veio: a Terra? Parece que não!
    3 - As três religiões monoteístas, baseadas nos seus livros ditos sagrados, são um dos piores exemplos em relação aos direitos humanos. Só o judeu Jesus veio defender a fraternidade universal onde senhor e escravo eram iguais em dignidade; mas, depois, a Igreja, embora se tenha apoderado dos evangelhos, fez muitas vezes o contrário e tem a consciência bem pesada.
    4 - Diria, salvando vários exemplos ao longo da História, que, na Igreja, só agora este papa Francisco começou a dignificar a pessoa humana na sua totalidade.

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    1. stalin era anti semita ?

      ele usava a alcunha Koba ou Kochba, um herói judeu da antiguidade.


      foi casado com 3 judias, e vivia rodeado de judeus. normalmente os gentios não têm tanta pontaria.




      ele só mandou perseguir meia-dúzia de judeus que conspiravam contra ele, por causa de lutas internas por poder (o bando trotskista, principalmente, mas não só) e até brigas por controlo do médio-oriente e petróleo, que resultaram no seu assassinato por outros judeus.

      ele, apoiou o estado judeu na Palestina pelo menos entre 1946 e 1953, até à morte. pelo menos durante estes 7 anos, senão durante mais tempo.
      e antes já tinha criado o Oblast judeu junto à China na década de 30.
      e ainda muito antes disso, antes mesmo da revolução russa, já em 1912, ele tratava da questão nacional judaica
      http://www.nuevorden.net/portugues/b_62.html

      para quem era 'georgiano' e gentio, preocupava-se muito com o nacionalismo judaico...
      e ele era da seita caraíta, que era uma ramificação do judaísmo.
      os judeus é que têm por hábito mudar de nome, ele mudou de apelido, passou a ser 'Estaline', para encobrir a sua ascendência judia.

      decretou pena de morte para 'anti-semitas', destruia igrejas, mas poupava sinagogas.


      Em 1934, de acordo com estatísticas publicadas, 80,5 por cento daqueles que mantinham os postos mais altos no aparato de segurança soviético eram de origem judaica.



      alguns judeus de stalin :


      O carrasco judeu Genrikh Yagoda.
      Responsável por mais de 10 milhões
      de mortes na URSS.
      http://1.bp.blogspot.com/-RWH5yXs9uvc/VRqpdDrhRdI/AAAAAAAABU8/c1l5cBtnqnk/s1600/Genrikh%2BYagoda.jpg


      O judeu Lazar Kaganovich:
      "O Stalinista número 1". Ele está
      diretamente conectado com o
      genocídio ucraniano Holodomor.
      Permitiu que aproximadamente
      sete milhões de ucranianos
      sucumbissem através de uma crise
      de alimentos instaurada
      artificialmente pelo comunismo
      http://2.bp.blogspot.com/-E6zg1bYbt0A/VRqte6vcYqI/AAAAAAAABVU/POSZmWj5p5c/s1600/Lazar%2BKaganovich.jpg

      O judeu Leonid Raikhman:
      Interrogador chefe da NKVD.
      Sadista e Cruel
      http://4.bp.blogspot.com/-nDvAbnCG3jk/VRqzh3RLXrI/AAAAAAAABVk/IkjjZsCagPA/s1600/Leonid%2BRaikhman.jpg


      alguns outros destacados lideres sovieticos de raça judaica .
      http://4.bp.blogspot.com/-sPQmR3WbBGk/VRrBR2PlgwI/AAAAAAAABWE/fal3EhA8jlA/s1600/judeus%2Bde%2BStalin.jpg

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    2. http://historiamaximus.blogspot.pt/2017/01/estaline-urss-e-nova-ordem-mundial.html

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  2. Vamos ser honestos e sinceros, algum de vocês acredita mesmo que o judeu Moisés subiu a uma montanha e Deus lhe enviou mandamentos do céu?!? Acreditam mesmo nessas mentiras dos judeus?!?!

    Deus ou os Deuses, eram ou foram ET´s.
    Não foi o monoteísmo que apareceu depois do politeísmo?
    Olhe que não estamos sós no universo :)

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    Respostas
    1. «Não foi o monoteísmo que apareceu depois do politeísmo?»

      Não necessariamente. Basta ter em conta como muitos homens da pré-história veneravam uma Mãe-Terra, o que já constitui claramente uma forma de monoteísmo.

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  3. "National and racial chauvinism is a vestige of the misanthropic customs characteristic of the period of cannibalism. Anti-semitism, as an extreme form of racial chauvinism, is the most dangerous vestige of cannibalism.
    Anti-semitism is of advantage to the exploiters as a lightning conductor that deflects the blows aimed by the working people at capitalism. Anti-semitism is dangerous for the working people as being a false path that leads them off the right road and lands them in the jungle. Hence Communists, as consistent internationalists, cannot but be irreconcilable, sworn enemies of anti-semitism.
    In the U.S.S.R. anti-semitism is punishable with the utmost severity of the law as a phenomenon deeply hostile to the Soviet system. Under U.S.S.R. law active anti-semites are liable to the death penalty."
    J. Stalin
    January 12, 1931
    First published in the newspaperPravda, No. 329, November 30, 1936

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    1. https://www.marxists.org/reference/archive/stalin/works/1931/01/12.htm

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    2. http://historiamaximus.blogspot.pt/2017/01/estaline-urss-e-nova-ordem-mundial.html

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