quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

O Modo de Produção Capitalista Já Está a Preparar a Próxima Grande Guerra


Enquanto a comunicação social - tentáculo poderoso do sistema mundialista - nos massacra com propaganda maciça de formatação das mentes, aqui fica um vídeo de imagens, que nos são criminosamente ocultadas, e que traduzem a verdadeira face da invasão dos ditos "refugiados", ou seja, da invasão islâmica da Europa. Dedico estas imagens aos idiotas da lenga-lenga do "welcome refugees" e restantes slogans para enganar ingénuos. A maioria desta gente comporta-se pior do que os animais irracionais, mas os grandes culpados, esses, são os animais dos governantes e dirigentes europeus e ocidentais!
 

Segundo um dos sites da delirante propaganda do Bloco de Esquerda, chegaram à Europa cerca de 1 milhão de refugiados em 2015. A alta burguesia não se descuida e por isso já está a lançar as sementes da próxima grande guerra na Europa, de forma a poder regenerar o modo de produção capitalista e assim manter o seu opulente estilo de vida.

O que vai acontecer é muito simples e não é preciso ser-se um bruxo para advinhar o que aí vem. A entrada maciça de hordas islâmicas na Europa - hordas estas que não têm a mínima hipótese de alguma vez se virem a integrar ou serem aceites pela maioria da sociedade europeia - desembocará dentro de duas a quatro décadas no máximo, em guerra civil generalizada, que começará inicialmente por assumir contornos de guerra de guerrilha, podendo com apoio externo (turco, saudita, estado-unidense, etc...) rapidamente evoluir para uma guerra aberta e de estilo mais tradicional.

O mais provável é nesta altura começarmos a assistir a um cenário de guerra civil muito semelhante ao que se verifica hoje na Líbia e Síria, em que os territórios serão disputados por milícias que combaterão entre si, abrindo assim o pretexto para mais uma "intervenção humanitária" em solo europeu, que será então levada a cabo pelos Estados Unidos sob o disfarce do "humanitarismo". Serão declaradas taifas islâmicas independentes em países como a França, Alemanha, Suécia, Holanda, Bélgica, etc..., onde existem zonas de grande maioria muçulmana e simultâneamente e em consequência disto, haverá zonas do território destes países que poderão reagir a esta loucura declarando a independência sob a liderança de grupos nacionalistas que se multiplicarão então como se fossem cogumelos.

O resultado de todo este imbróglio violento será inevitávelmente a transformação da Europa numa gigantesca manta de retalhos sem rei, nem roque e totalmente vulnerável às tais "intervenções humanitárias" a que os Estados Unidos, sob o controlo da mais selvagem plutocracia internacionalista, já nos habituaram nas últimas décadas.

A elite burguesa não pode correr o risco de haver hoje guerras abertas de grandes dimensões, pois vivemos na Era das armas nucleares e é portanto muito mais perigoso permitir que as coisas "aqueçam" demasiado. O que lhe interessa é apenas aquilo que sempre lhe interessou em épocas de profunda crise, de forma a aumentar o lucro e assim rejuvenescer o Capitalismo: a destruição e esta quanto maior for, melhor será.

A Síria é actualmente o protótipo perfeito da guerra do futuro, uma guerra longa, que se arrasta durante anos e da qual ninguém, salvo a alta burguesia, poderá sair vencedor. Esta loucura acabará inevitávelmente com a destruição da Síria que não tem neste momento quase nenhumas hipóteses de conseguir sobreviver como Estado-Nação. Quando o mesmo acontecer na Europa daqui por umas décadas, na nossa casa comum e nas nossas ruas, depois só não digam é que eu e mais uns "faxistas lunáticos" não vos avisámos a todos sobre o que aí vinha...

Um feliz ano novo para todos e não tenham muito esperança em relação ao que aí vem, porque sim, isto vai mesmo dar merda e da grossa.

João José Horta Nobre
31 de Dezembro de 2015


 
Num cemitério cristão, um simpático "refugiado" e alguns amigos (ouvem-se pelo menos mais duas pessoas a rir) divertem-se a gozar com vários dos cristãos sepultados. Aqueles cristãos mais "tolerantes" deviam tomar nota: este é o resultado prático de amar o inimigo e de dar a outra face a quem nos bate... e este pode muito bem ser o futuro das vossas campas!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Aquilo Que os Democratas Não Compreendem Sobre a Rússia




Aquilo que os democratas insistem em não compreender sobre a Rússia, é que a única forma de se conseguir governar um País-Império assim, é em ditadura, pois não é possível manter unido uma miscelânea de povos tão diversa, sem levar a cabo uma política de "mão pesada" sobre os mesmos. A desastrosa tentativa de democratização da Rússia - forçada pelos Estados Unidos - nos anos 1990, confirmou isto na perfeição. 

Não tenho a mínima simpatia por Putin - um homem cujo governo continua a financiar o PCP às escondidas e que cometeu uma bárbara e desnecessária agressão na Ucrânia - mas reconheço que é impossível governar a Rússia de forma democrática e uma pessoa inteligente como o José Milhazes devia saber isto melhor que ninguém. 

João José Horta Nobre
29 de Dezembro de 2015

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Uma Pergunta Para o Paulinho das Feiras



Parece que o Paulinho das Feiras desistiu de continuar a liderar aquela coisa chamada CDS-PP, que nunca ninguém percebeu muito bem o que é ou ao serviço de quem é que está, mas que por aí pulula continuando a tentar sobreviver. Tudo bem, não é nada comigo.

Mas já agora, julgo ser esta a altura apropriada para se fazer uma pergunta ao Paulinho das Feiras que me aguça a curiosidade, mesmo sabendo que ele nunca vai responder à mesma. Por acaso, será que o Sr. Paulo Sacadura Cabral Portas nos poderia esclarecer sobre a verdadeira identidade de um travesti e prostituto masculino que "atacava" no Parque Eduardo VII, algures no início dos anos 1980 e que dava pelo nome de 'Marisol'?

É só isto, mais nada. 

João José Horta Nobre
29 de Dezembro de 2015

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Salazar Não Era Monárquico

Salazar com a fotografia autografada de Mussolini sobre a sua secretária.


"Temos de... venerar o Estado como sendo a manifestação do Divino sobre a Terra." - Georg Wilhelm Friedrich Hegel (1770 - 1831)

Profundamente Hegeliano no seu pensamento, o professor Salazar foi acima de tudo isso mesmo: um Hegeliano. Para um Hegeliano não interessa se quem está no poder é um Rei ou um Presidente, mas sim um absolutista prático que consiga concentrar em si o máximo de poder com o fim último de organizar o Estado e manter a sua gerência. 

Hegel concebeu e aprofundou de forma bastante vasta o conceito do Estado Total, ou Super-Estado, se assim lhe quiserem chamar. Todas as ditaduras estadistas e por norma uma ditadura é sempre estadista, obedecem à filosofia Hegeliana da primazia do Estado, ou seja, do colectivo sobre o indivíduo. Esqueçam Marx e Mussolini, Hegel foi o verdadeiro grande teórico do Totalitarismo e a sua concepção de Estado como um ente quasi divino lançou as bases do modelo de sociedade que posteriormente Karl Marx e Mussolini vieram a propôr.

Mussolini foi um Hegeliano, da mesma forma que Lenine, Hitler, Mao Tsé-Tung, Saddam Hussein, Gaddafi, Pol Pot, Ho Chi Minh, Estaline, etc... foram todos hegelianos conscientes ou inconscientes. Salazar foi indubitavelmente o mais "suave" destes todos, disso não restam dúvidas, mas ninguém pode negar que este era à sua maneira um seguidor fiel da velha máxima hegeliana de Mussolini: "Tudo no Estado, nada contra o Estado e nada fora do Estado".

Aliás, Salazar teve durante muito tempo em cima da sua secretária a fotografia de Mussolini que segundo consta, terá sido autografada pelo próprio ditador italiano. Isto não foi uma coisa ao acaso ou uma mera coincidência e muito menos um "facto secundário" como alguns pretendem, mas sim, algo de muito revelador sobre o verdadeiro pensamento político-ideológico de Salazar.

Repare-se que o professor Salazar podia ter optado por ter na secretária a fotografia do Papa, do herdeiro do trono de Portugal, de um Rei passado ou presente ou de outra personalidade qualquer, mas optou pela de Mussolini e isto não foi ao acaso, da mesma forma que fazer a saudação romana nas cerimónias oficias também não era um acaso, tal como também não foi ao acaso que o seu regime adoptou o Corporativismo como modelo-base económico e político, que (vejam bem a coincidência!) era exactamente o mesmo modelo que Mussolini colocou em prática na Itália Fascista. 


Salazar faz a saudação romana numa cerimónia oficial, algures na década de 1930.


Salazar poderá até ter sido um monárquico na sua juventude,  mas é desonesto do ponto de vista intelectual negar a sua paixão posterior pelo Fascismo Italiano - uma ideologia hegeliana por excelência - mesmo que o próprio nunca o tenha admitido abertamente. Isto aconteceu pelo simples motivo de que nas décadas de 1920-1930 poucos acreditavam que o futuro estivesse nas democracias liberais ou nas monarquias. O futuro parecia que iria em tudo ser totalitário e que o Mundo acabaria dividido entre fascistas e comunistas, que inevitavelmente lutariam entre si pelo domínio de cada vez mais território. Salazar obviamente que não ficou imune a este pensamento da época.

Mas também não se pode considerar o professor Salazar como tendo sido um líder fascista na verdadeira acepção do termo, pois o seu regime apesar de ditatorial, ficou muito aquém disso. A tão badalada "Revolução Nacional" prometida em 1926, foi travada pela intelligentsia católico-conservadora do regime que sempre temeu a palavra "Revolução", O Corporativismo como modelo-base económico e político acabou por ser gradualmente abandonado a partir da década de 1950, a saudação romana deixou de ser vista nas cerimónias oficiais após 1945, de forma a permitir uma estratégica aproximação do regime às democracias liberais que saíram vitoriosas da Segunda Guerra Mundial e a fotografia de Mussolini acabou por ser retirada da secretária de Salazar pelo próprio ditador que num triste acto de traição aos seus próprios princípios político-ideológicos, chegou a prometer "eleições tão livres como na livre Inglaterra".

Por isto tudo é que considerar Salazar um monárquico é um erro crasso e muito comum, mas compreensível, pois este foi, de facto, monárquico na juventude e rodeou-se de inúmeros monárquicos, algo que lhe conferiu uma aura de Estadista favorável à causa monárquica, mas é preciso não esquecer: foi a foto de Mussolini - um ex-comunista convertido à causa do Nacionalismo Revolucionário - e não a do herdeiro do trono de Portugal, que Salazar optou por ter na sua secretária e isto diz tudo. 

João José Horta Nobre
28 de Dezembro de 2015

sábado, 26 de dezembro de 2015

Três Datas Funestas



O marmelo que ocupa o cargo de Primeiro-Ministro veio mais uma vez - com a infalível sabedoria "progressista" de que apenas um esquerdóide é capaz - atirar um pouco de caril fora de prazo para o ar afirmando que no próximo ano, o novo Governo vai celebrar três datas especiais: “40 anos da Constituição da República Portuguesa, os 30 anos da adesão de Portugal à então CEE e os 20 anos da fundação da CPLP. E estas três datas são o momento para reafirmamos compromissos fundamentais”.[1]

Ao contrário do que diz o marmelo, as três datas em causa não são motivos de celebração, mas sim, motivos para luto nacional e profunda reflexão, vejamos então a demência que se pretende celebrar:

  •  Os 40 anos da Constituição da República Portuguesa, ou seja, a celebração de uma Constituição apócrifa, nunca sujeita a qualquer referendo popular, mas que mesmo assim continua a ditar no seu preâmbulo a obrigação legal de se "abrir caminho para uma sociedade socialista" e que à altura da sua aprovação, se não estou enganado, era em termos de texto a segunda mais longa do Mundo logo a seguir à da defunta Jugoslávia que como todos sabemos, acabou nos "amanhãs que cantam" da guerra civil e limpeza étnica. Os "democratas" dizem que a Constituição é fundamental para a regulação da vida nacional, ora, eu discordo absolutamente disto e apenas vejo na mesma um estorvo à boa governação e um impedimento à mais básica razão. A actual Constituição é uma peça fundamental do actual regime que nunca serviu, nem serve os interesses de Portugal, por isto mesmo é que já há muito tempo que tenho pela actual Constituição da República a mesma consideração e respeito que nutro por um rolo de papel higiénico... 
  • Os 30 Anos da Adesão de Portugal à então CEE, ou seja, trinta anos de sistemático e contínuo desmantelamento da soberania nacional e a redução de Portugal a uma colónia de Bruxelas. Os portugueses precisam de fazer uma pergunta muito simples a si mesmos: a União Europeia defende os nossos interesses? A resposta a esta questão é igualmente muito simples: Não! Nunca os defendeu, nem vai defender, pois a União Europeia é a ponta de lança do internacionalismo plutocrata mais selvagem e bárbaro que se pode imaginar. O único objectivo (e não declarado...) da União Europeia é o desmantelamento total das nações europeias e a sua redução à condição de escravas de uma entidade sinistra sem nome, nem Pátria, que se esconde por detrás de cortinas e que ninguém percebe muito bem quem é, ou o que é, mas cuja existência é indiscutível. Fernando Pessoa chamou-lhes "os Trezentos"[2], eu prefiro não lhes dar um nome até se saber quem é e o que pretende exactamente esta gente que parece ter sido enviada directamente pelo próprio Lúcifer para a terra, com a única e exclusiva missão de nos atormentar a vida ao máximo.
  •  Os 20 anos de Fundação da CPLP, ou seja, vinte anos a roubar dinheiro ao povo português para financiar uma inutilidade que no fundo não passa de um resquício do Império Português que está mais do que morto e enterrado. As obrigações de Portugal para com os territórios que compunham o seu ex-Império, terminaram no dia em que estes países se tornaram independentes e é apenas o lunatismo delirante da actual classe política traidora que lhes permite ver uma coisa positiva numa comunidade onde eu só vejo é despesa desnecessária e humilhação do bom nome de Portugal.

Se é esta miséria e pouca vergonha que o marmelo António Costa pretende celebrar, então que o faça sozinho, pois com o meu apoio de certeza que não vai poder contar.

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Notas:
[1] OBSERVADOR - António Costa: "O caminho não será fácil". Observador, 25 de Dezembro de 2015, Link: http://observador.pt/2015/12/25/antonio-costa-caminho-nao-sera-facil/
[2] SOFOS - Grupo dos Trezentos. Sofos, Link: http://sofos.wikidot.com/grupo-dos-trezentos


João José Horta Nobre
26 de Dezembro de 2015

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

O Sol Voltará a Nascer na Europa

Já se tornou mais do que evidente que as elites europeias de hoje estão a viver num estado de loucura incurável que daqui para a frente apenas se poderá agravar à medida que o tempo passa, da mesma forma que qualquer doença que padece de tratamento se vai sempre agravando sem fim à vista.

Vivemos numa sociedade em que o anormal passou a ser normal e a demência assume contornos de aceitação social nunca antes vistos. Ao contrário do que poderão pensar os tarados e traidores que trabalham e conspiram nas brumas para nos destruir, para arruinar as nossas pátrias e reduzir-nos à condição de servos de Mammon, a guerra ainda vai no início e promete vir a ser muito longa e dura. 

Este Natal é o primeiro em décadas na Europa a ser vivido debaixo de um clima tão grande de nervosismo e mal-estar generalizado. Arrisco dizer que já não se passava por nada assim desde os dias mais negros da Segunda Guerra Mundial e todos sabemos o porquê desta situação. A crise económica sem fim à vista (leiam Marx e vão perceber porquê...), o terrorismo que já assume contornos de guerra de guerrilha, as hordas de autênticos invasores muçulmanos que as elites europeias estão a deixar entrar no Continente europeu e o hedonismo generalizado que tomou conta da sociedade, tudo isto é motivo mais do que suficiente para que muita gente se sinta nervosa e têm motivos de sobra para tal.

Esta escuridão tenebrosa, este autêntico terror que foi lançado sobre nós pelas elites ao serviço da gente mais imunda e sub-humana que se pode imaginar, não vai durar para sempre. Os patriotas que hoje são perseguidos, presos, censurados e difamados, verão a hora da justiça chegar e aqueles que hoje nos atacam de forma vil, terão o destino que merecem: o caixote de lixo da história. Estou certo de que o Sol voltará a nascer na Europa.

Desejo um feliz Natal a todos os meus compatriotas.

João José Horta Nobre 
24 de Dezembro de 2015




domingo, 20 de dezembro de 2015

A Filha da Putice das Elites Reinantes ou da Urgente Necessidade de Restaurar a Pena de Morte em Portugal

O instrumento de correcção social e disciplinação das elites que faz falta em Portugal.


Cá está o plano de extermínio das elites reinantes no seu pleno.[1]

Para os portugueses a fome, a miséria, o desemprego e a emigração forçada. Para os ditos "refugiados", apartamentos gratuitos totalmente mobilados e equipados, internet gratuita, lavandaria gratuita, comida gratuita, medicamentos gratuitos, médicos de família gratuitos e uma mesada garantida.
 
Que ninguém me diga que isto não se trata de um plano de extermínio muito bem engendrado pela elites que visa única e exclusivamente acabar connosco na nossa própria terra. Ninguém me diga que não, pois isto é demasiado óbvio e evidente para que se continue em negação.

A elite reinante tem de ser levada a julgamento pelo que nos está a fazer, da mesma forma que os nazis foram levados a julgamento em Nuremberga e de seguida enforcados precisamente pelo mesmo crime: genocídio.

A pena de morte é o único castigo possível e adequado para tamanha maldade e maquiavelismo e é por isso mesmo que se deve restaurar a mesma para crimes especiais e de seguida levar a julgamento toda a classe política de forma a que se possa dar um fim exemplar a tamanha filha da putice.

Nada disto é descabido ou impossível, antes pelo contrário, basta mudar o regime e alterar a legislação, colocando antes de mais um fim imediato à  actual Constituição que constitui a pedra angular da miséria política que dá pelo nome de Terceira República "Portuguesa".

Que eu saiba não é, nem nunca foi crime defender publicamente a restauração da pena de morte. Ora, um certo merdas que ocupou altos cargos públicos à custa da mama do povo português, veio há tempos ameaçar-me com as "autoridades policiais" por eu defender precisamente isto: o julgamento e condenação à morte dos políticos deste regime responsáveis pela actual tentativa de genocídio que está em curso contra o povo português. O sujeito ficou muito incomodado com as minhas palavras, pois como pertence à elite, ficou com medo do que eventualmente lhe pode vir a acontecer se houver uma mudança de regime. Não lhe censuro o incomodo, pois ele tem motivos mais do que suficientes para se preocupar se pensar no currículo de crime que ele e os seus amigos "democratas" têm em cima das costas.

A velhada da laia do Mário Soares e tropa fandanga adjacente que já está com os pés para a cova, não tem motivos para temer, pois o mais provável é morrerem de velhos numa cama e rodeados pela merda humana que sempre os apoiou. Mas se eu fosse alguém ligado ao actual regime e tivesse neste momento menos de sessenta anos de idade, começaria seriamente a ficar preocupado com o meu futuro e a equacionar a possibilidade de um dia, devido às políticas genocidas que andei a apoiar, poder acabar a morrer na prisão ou na ponta de uma corda...

É que a canalha da "democracia" que não se esqueça que os desfechos à moda de Nuremberga não calham só a nazis. Pois afinal de contas, não foi Nuremberga um suposto exemplo do que se deve fazer a genocídas? Então muito bem, comecemos antes de mais por colocar o exemplo de justiça à moda de Nuremberga em prática na nossa própria Pátria.
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Notas:
[1] LOURENÇO, Nuno Sá - Costa defende refugiados como solução para crise demográfica portuguesa. Público, 14/09/2015, Link: http://www.publico.pt/politica/noticia/costa-defende-refugiados-como-solucao-para-crise-demografica-portuguesa-1707823 


João José Horta Nobre
20 de Dezembro de 2015

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Isto Não Vai Acabar Bem



O que se está a passar hoje nas economias do Ocidente, salvo algumas excepções muito excepcionais, é a queda tendencial da taxa de lucro a funcionar no seu pleno...

Marx previu isto com uma precisão de 200% e esta foi realmente a única previsão correcta que o homem fez em toda a sua vida. Com os lucros a cair devido a factores de vária ordem como a substituição do homem pela máquina, a concorrência de potências emergentes e a ausência de novos mercados onde colocar os seus produtos, a burguesia não tem outra opção a não ser cortar cada vez mais nos salários e efectuar despedimentos.

Isto já se sabe que leva obviamente a uma quebra do consumo, o que por sua vez redunda em lucros ainda mais baixos para a burguesia e mais despedimentos e mais cortes nos salários. Trata-se de um ciclo vicioso mortífero que não tem fim à vista, aliás, Marx já tinha previsto exactamente que este tipo de crises cíclicas do Capitalismo têm uma tendência para se irem tornando cada vez mais graves e prolongadas à medida que se vão repetindo e é exactamente a isso que assistimos hoje. Há um abrandamento generalizado das economias em todo Ocidente que se deve precisamente à queda tendencial da taxa de lucro.

Qual a solução?

Não há. O modo de produção capitalista está viciado desde a sua raiz. A burguesia só vai conseguir sair disto através da guerra. Digam o que disserem e os liberais podem inventar todas as mentiras e mais algumas e experimentar fazer todos os malabarismos económicos que quiserem, mas a verdade é que isto não tem, nem vai ter saída a não ser através de uma grande guerra que inflija enormes níveis de destruição e morte, de forma a que o modo de produção capitalista possa renascer, da mesma forma que na mitologia grega a Fénix renasce das cinzas.

O modelo económico socialista é um patente fracasso e as economias de planeamento central que se ensaiaram até hoje, demonstraram isso na perfeição, mas o Capitalismo, não é melhor. O tal "european way of life", com abundantes regalias permitidas por um amplo estado social, só foi possível graças às necessidades de reconstrução da Europa no pós-Segunda Guerra Mundial e à abundância de mercados extra-europeus para onde exportar. Ora, esse Mundo acabou e todos os economistas com meio palmo de testa sabem disso, não vale a pena estes charlatões continuarem a enganar as pessoas ou a enganar-se a si próprios com crenças falsas na tão badalada "recuperação económica", pois isso simplesmente não vai acontecer porque o que estamos a viver é uma crise estrutural do modo de produção capitalista que não tem solução. 

O que os políticos do Ocidente andam hoje a fazer em termos económicos, não passam de cuidados paliativos que até podem temporariamente aliviar os sintomas da doença, mas que não vão resolver o problema de fundo, que é precisamente a queda tendencial da taxa de lucro. Agora resta-nos a miséria crónica sem fim à vista ou a tragédia da guerra, escolham a que preferirem, mas uma coisa vos posso garantir: isto não vai acabar bem...

João José Horta Nobre
18 de Dezembro de 2015

Em Portugal só há Dinheiro Para a Cultura, se For Para Defender Ideias e Princípios de Esquerda

Em Portugal só há dinheiro para a cultura, se for para defender ideias e princípios de esquerda, logo, anti-nacionais e anti-patrióticos, pois a esquerda, ainda mais do que a direita liberal, sempre foi internacionalista na sua essência e almejou a destruição das nações.

Já perdi a conta ao número de programas de televisão que o regime patrocinou sobre o golpe da CIA que foi o 25 de Abril, a maioria dos quais cheios de mentiras e distorções da verdade. É calinada atrás de calinada, com a elevação de traidores a heróis e servos do KGB e da CIA à categoria de "grandes patriotas".


Ainda bem que eu não tenho de dar aulas a crianças, pois jamais conseguiria enfiar-lhes pela goela abaixo as mentiras que este regime hoje tem publicadas nos manuais de história. Aquilo se no meu tempo já era mau, agora então vai de mau a pior...

E cuidado, não digam isto na rua, porque é "Faxismo", pá!

Temos de falar de baixinho e com xiu, xiu, porque a PIDE democrática pode-nos processar por propaganda ao "Faxismo".
 


 A nova canção dos Les Brigandes: “En enfer” (os jacobinos para o inferno).

João José Horta Nobre
18 de Dezembro de 2015

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Querem os Sionistas Dar um Tiro nos Próprios Pés?


Um rabino demente afirma que a destruição da Europa pelo Islão é uma coisa boa porque o Messias só regressará quando a Europa e o Cristianismo forem totalmente destruídos.


A coisa é bastante simples, vejamos:

É mais do que óbvio que o povo judeu tem um elevado peso no Mundo da alta finança e nos meios de (des)informação social. Quem disser o contrário, está a mentir.

É também mais do que óbvio que as acções dos judeus instalados no Mundo da alta finança e nos meios de (des)informação social, pautam-se normalmente por um constante apoio ao multiculturalismo e à imigração em massa.

É igualmente óbvio que está neste momento em curso um processo de islamização da Europa que jamais poderá vir a ser favorável ao povo judeu e a Israel. Ou por acaso ainda não repararam no ódio de morte que a larga maioria dos muçulmanos tem a judeus?

Se a Europa for islamizada, será não só o fim do Cristianismo na Europa, mas o fim da própria judiaria europeia.

A Islamização da Europa acarretará igualmente consigo graves problemas de ordem geopolítica para o Estado de Israel. Hoje, Israel possui relações diplomáticas cordiais com a maioria dos países europeus. Numa Europa islamizada, isso vai acabar. Passará a vigorar a política do ódio total a Israel e aos judeus e não esquecer também que a França possui armas nucleares. Querem os sionistas ter mesmo uma França islâmica munida de misseis intercontinentais e armas nucleares? Bastam poucos minutos para que o armamento nuclear francês reduza Telavive a um monte de cinzas radioactivas...

É isto que os sionistas querem? 

Querem mesmo dar um tiro desta dimensão nos próprios pés?

Se sim, então só posso concluir que a antiga sabedoria judaica se esfumou algures nas brumas do tempo e o que resta hoje não passa de demência no estado mais puro.

Se não, então aconselho vivamente os sionistas a pararem "rapidamente e em força" com a fanática propaganda multiculturalista que ajudam a disseminar diariamente nos órgãos de (des)informação social, sobre os quais exercem influência e a cessarem imediatamente com o seu apoio e financiamento a partidos e organizações internacionalistas. 

É que tal como eu disse, a coisa é bastante simples: se a cabecinha dos cristãos na Europa rolar por via do Islamismo, os judeus podem ter a certeza de que a sua cabecinha também vai rolar. Compete antes de mais às próprias comunidades judaicas perceber isto e compreender o perigo iminente para onde estão a ser empurradas por alguns sionistas com clara falta de visão estratégica.

João José Horta Nobre
15 de Dezembro de 2015


 
Um judeu conta como foi "multiculturalmente enriquecido" por três mouros magrebinos nas ruas de Paris. O judeu pode agradecer isto em larga medida aos sionistas fanáticos que na prática, são hoje os maiores inimigos dos próprios judeus.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

SOS Racismo: 25 Anos a Promover o Racismo

A fórmula-chave para se vencer qualquer debate e silenciar a oposição numa sociedade dominada pelo politicamente correcto é gritar "RACISTA". Se a oposição não se calar mesmo assim, gritem novamente "RACISTA" com cara de indignados e continuem a gritar até que a oposição se cale. Nunca se esqueçam, vencer um debate no século XXI é muitas vezes como vencer um duelo no faroeste, quem "sacar" do adjectivo primeiro, vence. O SOS Racismo sabe isto melhor que ninguém...


A organização racista, lusófoba, anti-portuguesa e anti-caucasiana, SOS Racismo, celebrou esta semana 25 anos de existência. Na prática, tratam-se de 25 anos a espalhar mentiras, ódio e a fomentar a não integração daqueles que a organização afirma defender.

O SOS Racismo é uma vesícula ligada à extrema-esquerda e trata-se de uma organização que ao longo de toda a sua existência tem alinhado na defesa do mais radical e lunático internacionalismo que se pode imaginar. 

Devo dizer que nunca ouvi falar de uma única ocasião em que o SOS Racismo se preocupou em defender uma vítima caucasiana, vítima da violência praticada por não caucasianos. Nem uma! Se eu estiver enganado, agradecia que me corrigissem, apontando-me um único exemplo e eu retiro tudo o que aqui afirmo.

Podia até apresentar inúmeros exemplos de violência praticada contra agentes da autoridade e portugueses caucasianos por não caucasianos e não conheço uma única circunstância em que o SOS Racismo tenha protestado, salvo para ainda vir muitas vezes defender os agressores nos órgãos de (des)informação social e tentar fazer destes as vítimas de uma suposta "opressão branca" que só existe é nas suas cabeças.

O objectivo oculto e não declarado do SOS Racismo é nada mais do que o de fomentar um sentimento contínuo de culpa nos portugueses caucasianos e promover a constante vitimização das comunidades não caucasianas residentes em Portugal. O politicamente correcto é a arma mais comum usada por esta organização, para tentar fazer silenciar qualquer oposição ou crítica e destruir assim as defesas psicológicas e culturais dos autóctones, em favor de povos alógenos.

No fundo, o que o SOS Racismo apregoa é uma espécie de SIDA doutrinal que foi injectada na sociedade pelas elites reinantes - a superclasse mundialista - apostadas em destruir a todo o custo qualquer vestígio da Nação dos portugueses. Para as elites levarem a cabo este nefasto objectivo, é necessário primeiro minar a moral da Nação e a sua auto-estima, por isso nada melhor do que lavar o cérebro dos autóctones desde pequeninos (de pequenino se torce o pepino...) e incutir-lhes ódio contra si próprios, contra a sua cultura e contra a sua Pátria. É neste projecto maquiavélico que o SOS Racismo participa, sendo óbvio que esta organização não passa de um mero peão controlado pelas elites reinantes, mas é um peão influente o suficiente para que mereça ser combatido e rebatido onde quer que actue.

Como ferramenta do internacionalismo fanático que é, anti-patriótica e promotora do mais vil racismo contra os portugueses caucasianos na sua própria terra, não é ilógico propôr que organizações como o SOS Racismo devam de ser pura e simplesmente ilegalizadas e assim banidas da nossa sociedade que odeiam e desejam destruir a todo o custo. 

João José Horta Nobre
14 de Dezembro de 2015
 

domingo, 13 de dezembro de 2015

A Superclasse Mundialista Faria Melhor em ir Plantar Batatas



O historiador liberal e propagandista da superclasse mundialista, Niall Ferguson, veio recentemente afirmar numa entrevista ao Expresso que "o Ocidente acabou. O declínio é irreversível."

Niall Ferguson está-se a esquecer de como os europeus historicamente têm uma tendência para reagir com extrema violência quando se sentem ameaçados na sua própria casa. Não foi ao acaso que aconteceram coisas como o Holocausto, os massacres de civis na ex-Jugoslávia e os muitos massacres um pouco por toda a Europa - uns documentados, outros indocumentados - contra civis maometanos e judeus durante a Idade Média e Moderna. No nosso Portugal dos "brandos costumes", tivemos a célebre Matança da Páscoa de 1506, um episódio que curiosamente teve como causa parcial a entrada em Portugal de cerca de 93 mil refugiados judeus, após a sua expulsão de Espanha em 1492.

Ao que parece, esta coisa de acolher hordas de refugiados já dava problemas graves no século XVI...

Por tudo isto é que eu não vejo as coisas a poderem acabar bem na Europa. Marquem as minhas palavras: esta loucura do multiculturalismo e da imigração em massa, vai dar genocídio e do bravo dentro de algumas décadas e o que eventualmente vier a acontecer, fará o Holocausto nazi parecer uma brincadeira de crianças em comparação.

A superclasse mundialista entretanto esfrega as mãos de felicidade com isto tudo, pois não há nada melhor do que a guerra, a morte e a destruição para lhe proporcionar bons lucros e mais poder sobre os povos, à custa da ruína das nações. Esta gente não quer saber de "direitos humanos" para nada. Quando invocam o "perigo do Nacionalismo" e da suposta "extrema-direita", isto não tem nada a ver com a luta contra o suposto "racismo" e restantes balelas que eles inventam. Tem a ver, isso sim, é com o facto de sentirem o poder deles ameaçado pelos nacionalistas, coisa que já não acontece em relação à extrema-esquerda, pois esta não passa de uma criação da própria superclasse mundialista, criada com o intuito de provocar falsas esperanças e destruir mais nações. 

Ou por acaso ainda não repararam que o Comunismo arruína todas as nações onde se instala? O objectivo é mesmo esse...

A elite ou superclasse mundialista, mata todos os dias, às dezenas de milhares e de várias formas. As pilhas de cadáveres provocados por esta gente desafiam a própria racionalidade humana. Aliás, Hitler e Estaline eram uns meros meninos de coro em comparação com esta gente. Praticamente todas as guerras, fomes e misérias a que assistimos hoje no Mundo, têm a mão desta canalha por detrás e o mais doentio é que estes animais fazem o que fazem invocando sempre a cassete dos "direitos humanos", da "democracia" e do "humanitarismo"

Não esquecer que é esta mesma gente que diz combater os nacionalistas com o argumento de que estes são "maus" e "fascistas", ao passo que eles é que são os "bons" e "democratas"

Esta conversa imunda dos supostos "democratas" a mim é que não me engana, nem nunca me enganou, pois sempre me cheirou a esturro e sempre desconfiei dos sorrisos falsos e da conversa de treta da elite. A superclasse mundialista faria melhor em ir plantar batatas e deixar-nos a todos em paz, mas como todos sabemos, a paz é coisa que não lhe interessa, nem nunca interessou...

João José Horta Nobre
13 de Dezembro de 2015

sábado, 12 de dezembro de 2015

O Nazismo é um Anti-Nacionalismo




O Nazismo é um anti-nacionalismo, pois não respeita as nações, antes pretende subjugar todas as outras nações ao domínio de uma única Nação - a Alemanha.

O Nazismo, ao contrário do Fascismo e do Comunismo, não é uma ideologia exportável, que se possa adaptar a qualquer outra Nação que não seja a Alemanha. O cerne do Nazismo reside na ideia da superioridade do povo alemão sobre todos os outros povos da Europa e do Mundo. Esta ideia central é a que distingue o Nazismo do Fascismo e por isso mesmo é uma falácia falar-se em "nazi-fascismo", pois ambas as ideologias apesar de terem algumas semelhanças entre si, partem de pressupostos diferentes e têm objectivos diferentes.

O Nazismo revelou na sua prática uma agressividade extrema contra a soberania de qualquer Nação que se opusesse aos interesses da Alemanha. Pior ainda, reveolou um modus operandi que se pauta por um constante desrespeito por todos os povos da Europa à excepção do Alemão e uma capacidade de vigarice e mentira que consegue igualar, senão mesmo ultrapassar até as mentiras e vigarices do Comunsimo. A prova suprema disto foi o Pacto Molotov-Ribbentrop assinado em 1939, entre a União Soviética e Alemanha Nazi. Jamais passaria pela cabeça de algum líder com o mínimo de dignidade e honra, assinar um pacto de não-agressão com outra potência, já com a intenção de o vir a quebrar assim que houvesse condições para tal. Mas foi exactamente isto que Hitler fez em 1941, demonstrando na perfeição e como representante do povo alemão, que a sua palavra não valia sequer o papel em que estava escrita.

João José Horta Nobre
Dezembro de 2015

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Dizem Por aí Que o Salário Mínimo Vai Subir...



"O plutocrata não é, pois, nem o grande industrial nem o financeiro: é uma espécie híbrida, intermediária entre a economia e a finança; é a «flor do mal» do pior capitalismo." - António de Oliveira Salazar (1889 - 1970), Problemas da organização corporativa. Conferência no S. P. N., em 13 de Janeiro de 1934, Discursos, Vol. 1, pp. 292-294

Dizem por aí que o salário mínimo vai subir. A canalha burguesa já entrou em pânico e como de costume, já começaram as ameaças e a chantagem por parte dos servos de Mammon. Tudo isto é de esperar, pois as ratazanas quando se sentem em pânico, têm tendência para chiar alto, arranhar e morder.

Ora, não tendo eu a mínima simpatia pelo actual governo e assumindo sem peias o meu absoluto desprezo pela "democracia" dos amanhãs a cantar e pelo pedaço de papel higiénico que é a constituição da república, tenho de dizer que em consciência não posso dar apoio a políticas que visam beneficiar uma minoria muito pequena da população em detrimento da grande maioria. Manter a miséria que é o salário mínimo nos actuais valores, é compactuar com a pequena minoria que está extremamente bem organizada e que até se dá bem com os lacraus de extrema-esquerda em muitos casos. Vê-se bem na Grécia actual toda a amizade que há entre a elite e o bando de vigaristas do Syriza...

Ou por caso ainda não perceberam que Capitalismo e Comunismo são duas faces da mesma moeda internacionalista? Ocasionalmente, as coisas correm é mal para os capitalistas e saem fora de controlo, como aconteceu em 1917 e posteriormente em 1939 com Hitler (um socialista anti-semita disfarçado de nacionalista alemão), mas o único objectivo da extrema-esquerda é o de minar as nações de dentro para fora, abrindo o caminho para a sua autodestruição inevitável e colocando-as à mercê da plutocracia internacionalista.

O Comunismo é o lobo em pele de carneiro, o agente da plutocracia internacionalista, criado pela plutocracia internacionalista, para arruinar Nação atrás de Nação, corrompendo as suas virtudes e os seus pilares identitários e morais.

Se alguém tiver dúvidas disto, basta observarem o recente show que o Syriza fez na Grécia. Toda aquela palhaçada não passou disso mesmo, um show para iludir as massas e levá-las ao engano. Quem saiu beneficiado com este circo todo? Pois vejam bem a coincidência! Foi mais uma vez a elite (porque será que é sempre a elite?...), que graças ao show do Syriza conseguiu impôr medidas de austeridade ainda mais duras do que aquelas que os gregos tinham no governo anterior. Os banqueiros estão hoje a engordar como autênticos suínos, tudo graças aos rapazes sem gravata do Syriza e à extrema-esquerda grega. É caso para se dizer que a comunalha, mais uma vez, fez um "excelente" trabalho para os seus patronos... capitalistas!

Vê-se que o salário mínimo em Portugal é uma grande "fartura", uma "fartura" extrema e por isso os "coitadinhos" dos empresários, "pobrezinhos" - que já quase não têm dinheiro para os hotéis de 5 estrelas, garrafas de vinho a mil euros, cruzeiros, BMW's de alta cilindrada e putas de luxo - estão a chorar muito.

Nem imaginam a "pena" que eu sinto! "Coitadinhos" dos empresáriozinhos, já viram bem o "crime" que isto é?


Subir o salário mínimo??? Isto é um autêntico atentado aos empresários "esfomeadinhos" e "magrinhos" que assim já não vão poder comprar o último modelo da Rolls Royce para levar as suas pêgas e tacos de golfe a passear.

Então mas onde é que já se viu querer que um trabalhador - que em certos casos ganha em sete ou oito anos o que o seu patrão ganha num mês - possa ter mais umas migalhas no seu salário mísero?!

Ai que isto não é coisa que se exija

Caros compatriotas, está visto e demonstrado que a direita do copinho de leite - os liberalóides, atenção, não confundir com espermatozóides... - precisa de levar uma lição, neste caso um refrescar de memória, pois parece que já se esqueceram das lições de 1917, quando a palavra de ordem do "camarada" Lenine era não para apenas nacionalizar tudo o que fosse capturado pelos bolcheviques, mas para exterminar fisicamente a própria burguesia, isso mesmo, EXTERMINAR.

Estes liberalóides não aprendem, recusam-se a aprender e ainda troçam de quem lhes quer ensinar alguma coisa. 

Que se há de fazer? 

É deixá-los andar que as Le Pen's deste Mundo logo lhes enfiam a sabedoria pela goela abaixo e à força se for necessário.

João José Horta Nobre
11 de Dezembro de 2015


Documentário ao qual todos os liberais e ultra-liberais deviam de assistir para perceber onde levam as suas políticas e o que eventualmente lhes pode vir a acontecer a eles e às suas famílias...

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Os Três Erros de Marx


 
Marx cometeu três erros essenciais:

1º - Previu que o Capitalismo vai implodir com uma grande "crise final" que ditará o fim do sistema. Isso nunca vai acontecer porque o modo de produção capitalista tem capacidade de se renovar perpétuamente através da guerra. O Capitalismo é por excelência uma economia de guerra e os Estados Unidos são disso um bom exemplo. Quando a economia começa a estagnar, provoca-se uma nova guerra, a estratégia é a mesma há mais de um século. Pode-se mesmo dizer com uma certeza de 100% que a guerra é o negócio mais próspero da história da humanidade e a burguesia sabe isto melhor que ninguém.

2º - Marx não foi capaz de identificar o problema do cálculo económico de que Ludwig von Mises nos falará pela primeira vez no artigo Economic Calculation in The Socialist Commonwealth, publicado em 1920.[1] O problema do cálculo económico é a pedra angular do fracasso das economias socialistas onde na ausência de um mercado livre, deixa de exisitir um mecanismo minimamente adequado para se conseguir adaptar a produção à realidade social. O mercado livre serve de regulador automático da produção, através da eterna lei da oferta e da procura. Numa economia de planeamento central, o Estado suprime o mercado livre e deixa portanto de existir este mecanismo essencial para se regular a actividade económica. Uma possível hipótese teórica para se poder ultrapassar o problema do cálculo económico nas economias de planeamento central, seria a introdução de supercomputadores que em teoria seriam capazes de regular e ajustar a produção à realidade sócio-económica, mas por enquanto isto não passa mesmo de teoria.

3º - Marx subjugou a natureza humana à qual está inerente o tribalismo e uma determinada identidade. Os seus apelos à união do proletariado mundial, são um apelo directo ao fim das nações e à instauração de uma "coisa" internacionalista que ele próprio nunca explicou muito bem o que seria. O mais do que evidente e absoluto fracasso do multiculturalismo nas sociedades ocidentais é o perfeito exemplo de como o internacionalismo proletário proposto por Marx, está condenado à partida.
___________________________________________________

Notas:
[1] MISES, Ludwig von - Economic Calculation in The Socialist Commonwealth, Mises Institute, 1920. Link: https://mises.org/library/economic-calculation-socialist-commonwealth

João José Horta Nobre
10 de Dezembro de 2015
 

Porque Cresce a Islamofobia no Ocidente?




Nem vou dizer nada: é que o "jovem vibrante" deste vídeo é tão eloquente que eu nem sequer preciso!  :)

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

O Que se Está a Passar Hoje na Europa é Uma Regressão Civilizacional



Um colega romeno que ainda viveu na ditadura comunista de Nicolae Ceausescu, disse-me em Setembro passado, que nunca conheceu na Roménia de Ceausescu uma miséria e exploração dos trabalhadores, como a que veio a conhecer em Portugal.

"Nunca fui tão explorado na minha vida, como fui em Portugal", disse-me a olhar nos olhos e claramente revoltado o romeno loiro de meia-idade.

"Vocês em Portugal estão a ser explorados por uma máfia. Isto é máfia pura. O Ceausescu dizem que foi ditador, mas na Roménia dele nunca vi um nível de abuso e exploração como o que tenho visto e vivido em Portugal. Ele não merecia morrer como morreu, aquilo foi tudo preparado pela CIA e pela máfia do Ocidente.", prosseguiu o romeno indignado.

"Na Roménia comunista o Estado dava-nos uma casa quase de graça, aqui no Capitalismo o que é que vos dão?  

Quinhentos euros de salário mínimo e mais umas migalhas que não dão para nada?

Vocês aqui no Ocidente não sabem o que foi o Comunismo na Roménia, o que ouvem é tudo propaganda dos capitalistas que não querem que as pessoas saibam a verdade. Eles têm medo que as pessoas abram os olhos e percebam que estão a ser exploradas."

O único defeito que me apontou sobre a Roménia comunista, foi a falta de alguns produtos básicos que ocasionalmente entravam em ruptura de stock, algo típico das economias planificadas, mas mesmo assim, garantiu-me que tinha uma vida muito mais confortável e estável na Roménia de Ceausescu, do que aquela que veio a encontrar no Portugal capitalista.

Sobre a "repressão comunista" disse-me que só a sentia quem andava metido na oposição ao regime, de resto fazia-se uma vida normal. 

O romeno tem razão em muito do que diz e longe de mim querer estar aqui a defender o Comunismo, mas o que se está a passar hoje na Europa é uma regressão civilizacional muito bem organizada por uma pequena minoria que pretende ter escravos ao seu dispor. Julgo que pelo andar da coisa, já não faltará muito para se regressar ao modo de produção esclavagista...  

Aliás, em parte já regressámos ao tempo da escravatura, pois de que outra forma se podem classificar os tais "estágios não-remunerados" que hoje abundam no nosso País, a não ser como trabalho escravo? Uma dada empresa mete uns estagiários a trabalhar de graça oito horas por dia (nem o almoço lhes oferecem...), estes estagiários dão o máximo na ilusão de que vão ficar na empresa, mas claro, é tudo mesmo uma ilusão, pois chegados ao fim do estágio, a empresa dá-lhes um chuto no rabo e mete uma nova fornada de estagiários a trabalhar de graça. As empresas têm hoje em Portugal um autêntico reservatório de mão-de-obra escrava, a maioria jovem e disposta a trabalhar a troco de nada. Isto devia de ser ilegal e só não o é porque Portugal é hoje uma Nação governada por ladroagem mais reles do que um bando de salteadores de estrada.

A direitinha do copinho de leite e os seus amigos neoliberais que a financiam e sustentam, deviam de pensar nisto e tentar perceber de uma vez por todas que são eles que dão todos os argumentos à esquerda e lhe fornecem a "pólvora social" necessária para que a mesma continue sequer a existir. A dita "extrema-direita" que os pimpões da "democracia" tanto diabolizam, é hoje a única força política que, de facto, compreende isto, por isso é que não pára de crescer, nem vai parar.

João José Horta Nobre
9 de Dezembro de 2015

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