segunda-feira, 30 de novembro de 2015

A Europa nas Raias da Loucura

O espírito de natal na Europa em 2015. Como irá ser em 2030?..


Tragam todos os "migrantes" alógenos (a esquerda chama-lhes as «vítimas do colonialismo "faxista"»...) do Terceiro Mundo para cá, dizem a esquerda e a direita bem pensantes.

Abram-lhes as fronteiras e deixem-nos entrar a todos, advoga o "clero iluminado" do Vaticano.

Quem ousar protestar contra isto ou for contra, é "RACISTA" e "XENÓFOBO"!

RACISTA, RACISTA, RACISTA!

Ora porra, o Bispo Manuel Linda até considera como sendo um "crime contra a humanidade" a não aceitação das hordas invasoras. De acordo com este execrável homem - que é, de resto, um TRAIDOR no seu pleno, em conluio com a elite político-social que pretende levar ao desmantelamento étnico do seu próprio País e respectiva substituição populacional - eu e quem pensa como eu já há muito que devia de estar internado numa cela de prisão ou num manicómio com um colete de forças...

Prisão para todos os "racistas" e "xenófobos"!

Prisão, censura e processos em tribunal para todos os patriotas!

E ai daquele que ouse falar em Nacionalismo, isso então é pecar contra a autoridade revolucionária suprema da Igreja Multiculturalista e Anti-Racista dos Últimos Dias do Ocidente!

Pelo amor da santa!

Mas será que durante todas estas décadas de engenharia social forçada, as pessoas não conseguiram ao menos perceber a demência ridícula e verdadeiramente suicida disto tudo? 

E depois existe ainda a grande mentira que é constantemente repetida nos órgãos de desinformação social por parte dos propagandistas da "democracia", ou seja, a de que não é possível fechar as fronteiras. Esta semana até o mentiroso e aparentemente estúpido presidente da república circense portuguesa, o Aníbal de Boliqueime, veio dizer que não se combate o terrorismo com "fortes ou muros".

Sim, sim, é por isso que desde que o Estado de Israel começou a erguer muros e postos de controlo em torno das turbas árabes, os ataques por parte das mesmas caíram a pique...

Mas o "nosso" parasita-presidente, um dos melhores lacaios de Bruxelas, julga que sabe mais do que os militares e forças de segurança israelitas que estão, de resto, entre as mais capazes e sofisticadas do Mundo. Em Israel os muros defensivos funcionam, vá-se lá a saber porquê, em Portugal e na Europa do Clube Bilderberg não iriam funcionar...

Alguém pode mesmo acreditar nestas mentiras descaradas? Pode-se mesmo acreditar que a União Europeia, através da Agência Espacial Europeia, seja capaz de conceber e colocar satélites em órbita, mas que simultâneamente não seja capaz de encerrar e proteger a fronteira sul da Europa?

Alguém pode seriamente acreditar nisto???

Até a estória do Capuchinho Vermelho é mais credível do que estas balelas que a elite nos quer impingir!

Durante décadas têm sido estas as mentiras e a "música" que ouvimos por parte dos merdi@, da classe política dominante e de uma boa parte do clero que se rendeu vergonhosa e miseravelmente ao politicamente correcto. Agora, eis o resultado "maravilhoso" à vista de todos e a procissão ainda vai no adro... 

João José Horta Nobre
30 de Novembro de 2015
 

sábado, 28 de novembro de 2015

É à Plutocracia Internacional Que Interessa Hoje Uma Guerra Civil na Europa

Uma fábrica de armamento algures nos Estados Unidos da América, durante a Segunda Guerra Mundial. A rápida conversão da sua indústria civil, numa indústria bélica, permitiu não apenas aos aliados vencer a guerra, mas acima de tudo salvar o Capitalismo e a plutocracia internacional de si própria.

 
"Onde quer que tenha chegado ao poder, a burguesia destruiu todas as relações feudais, patriarcais, idílicas. Estilhaçou, sem piedade, os variados laços feudais que subordinavam o homem aos seus superiores naturais, e não deixou subsistir entre os homens outro laço senão o interesse nu e cru, senão o frio 'dinheiro vivo'." - Karl Marx (1818 - 1883), «Manifesto do Partido Comunista», 1848.

É à plutocracia internacional e aos mercenários de guerra, que vivem do sofrimento, da destruição e do horror alheio, que interessa hoje uma guerra civil na Europa entre os muçulmanos e os não-muçulmanos, ou entre a Rússia e a Europa da NATO. É a esta gente sem os mínimos escrúpulos, que vive na maior opulência enquanto espalha a morte a partir dos seus escritórios artificialmente climatizados, que interessa criar e fomentar o ódio e a destruição onde estes anteriormente não existiam.

Não é apenas o abate das nações (começando pelas europeias, o resto do Mundo vai a seguir...) que interessa à plutocracia internacional e internacionalista. Por ora, interessa-lhe muito mais uma guerra na Europa, de preferência longa e altamente destrutiva, de forma a manter o seu nível de vida absolutamente escandaloso e "renovar" o modo de produção capitalista que visivelmente se atolou num pântano de onde só conseguirá sair através de mais morte, mais destruição e mais sofrimento.

É assim que funciona o Capitalismo desde os seus primórdios. Karl Marx já tinha alertado para este problema quando teorizou a "queda tendencial da taxa de lucro", que é sem dúvida a causa de praticamente todas as crises cíclicas do Capitalismo. Mas a direita, uma certa direita "conservadora" e totalmente míope, recusa-se a aprender seja o que for com Marx e insiste em prosseguir com a fórmula económica falhada que substituiu o Feudalismo medieval e tem produzido guerra atrás de guerra na eterna busca por lucro, precisamente para evitar ou reverter aquela tal "queda tendencial da taxa de lucro" de que Marx nos falou há quase dois séculos atrás e que talvez tenha até sido a única previsão que Marx alguma vez conseguiu acertar em toda a sua vida.

Basicamente, a causa da "queda tendencial da taxa de lucro", deve-se à progressiva substituição do homem pela máquina, algo que permite ao capitalista aumentar os seus lucros, pois diminui os salários que tem de pagar, mas simultâneamente reduz o número de postos de trabalho disponíveis no mercado, consequentemente aumentando o desemprego. Com o aumento do desemprego, dá-se uma óbvia contracção do consumo, algo que leva à tal "queda tendencial da taxa de lucro", que só pode ser invertida de duas formas: ou procurando novos mercados para onde o capitalista possa exportar os seus produtos, ou então, através da guerra, que permite a conversão da economia civil, numa economia de guerra, reabsorvendo a população desempregada e fazendo consequentemente disparar os lucros dos capitalistas que passam a fabricar armas e munições, em lugar de automóveis e brinquedos que poucos têm dinheiro para comprar num País em crise económica séria. Foi precisamente isto que aconteceu nos Estados Unidos da América logo após a entrada destes na Segunda Guerra Mundial em 1941, a terrível crise da década de 1930, foi quase como que eclipsada a partir de 1941, precisamente devido à economia bélica e posteriormente devido às necessidades de reconstrução da Europa após 1945.

Percebendo esta estratégia maquiavélica que é continuamente colocada em prática pela plutocracia internacional, de forma a salvar o próprio pescoço, não é difícil de perceber também que estes se preparam já hoje para tentar repetir a destruição da Europa através da guerra, fomentando ódios irracionais, chauvinismos idiotas e choques de civilizações. 

Cabe a todos os patriotas europeus de hoje, saber reagir a isto tudo de forma adequada e racional, combatendo o inimigo em comum e não se deixando cair em chauvinismos rivais que são fomentados pela plutocracia internacional, precisamente para nos dividir e atirar uns contra os outros novamente em lutas fratricidas, da mesma forma que já o fizeram na trágica guerra de 1939-1945.

João José Horta Nobre
28 de Novembro de 2015
 

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

A Elite Mundialista Julga Que Somos Todos Estúpidos


 
A elite mundialista julga que somos todos estúpidos, que somos todos uns animais irracionais incapazes de perceber o planozinho deles para criar uma ditadura plutocrata internacionalista, que em grande medida já foi implementada pelas costas dos cidadãos.

Basta ver como as nações europeias que aderiram a essa entidade sinistra que dá pelo nome de União Europeia, viram num espaço de poucas décadas a sua soberania vilipendiada quase por completo. As nações "que entraram na Europa", como a elite gosta de dizer, perderam o controlo das suas fronteiras, viram os seus parlamentos nacionais serem reduzidos à insignificância, pois a verdadeira autoridade reside em Bruxelas, perderam o controlo sobre a sua moeda que foi substituída pela desastre económico-financeiro a que chamam de Euro e não bastando tudo isto, foram ainda sujeitas a uma brutal e humilhante engenharia social que visa única e exclusivamente subverter por completo os seus pilares morais, étnicos e religiosos, de forma a sabotar as mesmas gradualmente a partir do seu interior, criando assim o caminho para a sua autodestruição inevitável.

O único motivo pelo qual a elite mundialista pretende destruir as nações da Europa, é porque esta sabe que não lhe será possível possuir um controlo integral das mesmas, enquanto estas contiverem em si algum resíduo de soberania ou identidade própria. O controlo total e absoluto só pode por isso ser obtido mediante a total descaracterização das nações europeias e a redução das mesmas a umas simples províncias de uns hipotéticos "Estados Unidos da Europa" que a concretizar-se, nada mais seriam do que a realização absoluta das aspirações da plutocracia internacionalista que passaria assim a ter por completo nas suas mãos o controlo dos destinos dos povos da Europa. 

Não esquecer que o único político português de todo o século XX que resistiu até morrer a estes intentos da elite mundialista foi o professor Salazar, algo que explica na perfeição o motivo pelo qual este é tão odiado pela actual elite governante "portuguesa", que de resto, não passa hoje de um bando de lacaios ao serviço da plutocracia internacional.

Os nacionalistas, nas suas variadas correntes e tendências, têm sido sistemática e continuadamente as ÚNICAS forças políticas e sociais que se insurgem contra este lastimável estado de coisas e isto também explica na perfeição o motivo pelo qual estas são sempre violentamente atacadas por quase todos os órgãos de comunicação social, que como se sabe são inteiramente controlados pela elite mundialista, que é, de resto, quem os patrocina

O preço que muitos patriotas têm pago por esta hercúlea resistência tem sido terrível. Alvos de uma autêntica caça às bruxas que começou logo após a derrota do Fascismo (apenas uma, entre dezenas de correntes nacionalistas) na Segunda Guerra Mundial, têm sido alvos de toda a espécie de difamação, ameaças e perseguições que incluem processos jurídicos e prisões. 

Os auto-proclamados "democratas" que têm levado a cabo esta autêntica orgia anti-nacionalista, em lugar de continuarem a mentir às pessoas dizendo que fazem tudo isto pelos "direitos humanos" e pela "tolerância" (só na Síria todo este "humanismo" já provocou 250 mil mortos na guerra civil em curso apoiada pelas grandes "democracias" ocidentais, fora todas as outras guerras e crises fomentadas pelas mesmas...), podiam de uma vez por todas falar a verdade e admitirem o que estão na realidade a fazer e ao serviço de quem o estão a fazer, pois há cada vez mais cidadãos a "abrirem os olhos" em relação à realidade putrefacta da situação.

João José Horta Nobre
25 de Novembro de 2015

terça-feira, 24 de novembro de 2015

As Raízes Religiosas da Europa Nunca Foram nem o Judaísmo, nem o Cristianismo, mas sim o Paganismo

Uma representação artística de Arduinna, a Deusa epónima da região e floresta das Ardenas, normalmente esta é representada a montar um javali ou acompanhada do mesmo. Posteriormente à conquista romana da Gália, esta foi assimilada pela mitologia Greco-Romana na figura da Deusa Diana, em honra da qual ainda hoje existe um templo em Évora.


O Vaticano vai gradualmente cedendo a todas as exigências do politicamente correcto e por isso não me admira que haja cada vez mais gente a dar as costas à Igreja Católica que actualmente se limita a tentar sobreviver.

O Cristianismo perdeu a "magia" que em tempos teve e na Europa depara-se hoje com um sério problema. É que o mais do que evidente ressurgimento dos nacionalismos e identitarismos na Europa faz um apelo directo às raízes da tradição europeia e isto em termos religiosos constitui um grave problema para os cristãos, pois as raízes religiosas da Europa nunca foram nem o Judaísmo, nem o Cristianismo, mas sim o Paganismo politeísta que no caso europeu se divide em inúmeras "famílias" de cultos pagãos, cada qual com a sua identidade e tradições próprias.


Um europeu étnico que não compreenda as suas origens pagãs, jamais poderá compreender a sua própria identidade. Isto também ajuda seriamente a explicar o porquê de haver tantos jovens imigrantes de 2ª, 3ª, 4ª e geração, etc... que não se sentem como sendo pertencentes às nações europeias onde nasceram e residem. Os imigrantes de origem não europeia que vivem na Europa até podem europeizar-se relativamente bem do ponto de vista material, mas o que nunca poderão europeizar é a sua identidade, pois esta está-lhes impressa na alma e jamais poderá ser apagada.

A incapacidade absoluta da actual elite política e religiosa em compreender estes factos, é o prenúncio do apocalíptico desastre étnico-religioso que se avizinha....  

João José Horta Nobre
24 de Novembro de 2015

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Os Papagaios do Regime

Há alguns anos atrás, quando sugeri a um relativamente pouco conhecido historiador e docente universitário (de extrema-esquerda...) da nossa praça que ele talvez devesse consultar a obra de Alfredo Pimenta para complementar melhor as suas investigações sobre o Estado Novo e a Germanofília partilhada por alguns dos seus membros, recebi prontamente a resposta desse historiador marxista sem pestanejar:

- Isso o Alfredo Pimenta era um papagaio do regime!

Deduzi então a partir desta afirmação, cheia de sabedoria "democrática", que apenas no antigo regime é que existiam papagaios e que no novo regime já não há cá nada disso, mas sim, apenas pessoas "democráticas" que surgem nos meios de comunicação social a dar a sua opinião, livres de quaisquer constrangimentos ou interesses ocultos.

Me enganem que eu gosto!

O actual regime a que chamam de "democrático" e que impuseram aos portugueses em consequência da abrilada de 1974, produz muito mais propaganda do que o Estado Novo alguma vez produziu. Basta ligar a televisão para vermos a quantidade de "comentadores" que por aí pulalam, todos eles, repito TODOS eles, alinhados com a plutocracia internacionalista que governa Portugal e a debitarem nulidades que não interessam a ninguém (caso contrário, ninguém os deixaria surgir na televisão...). 

Isto para já não falar na censura que é contínua e regularmente praticada por quase todos os meios de comunicação social, para com as opiniões que não sejam consideradas como sendo "politicamente correctas". Mas isto é a "democracia", dizem eles...

Eu falava de papagaios, pois bem, não sei qual foi o aviário de onde os actuais papagaios "comentadores" e "opinadores" da "democracia" abrilina saíram, mas uma coisa é certa, não primam pela inteligência, nem pela beleza!

João José Horta Nobre
Novembro de 2015

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Piores Que os Nazis...


Um homem que nunca desilude: Paul Weston, líder do partido nacionalista LibertyGB. O Sr. Weston reage aos atentados de Paris neste vídeo, fazendo a pergunta que realmente interessa: "Afinal, quem deixou a raposa entrar no galinheiro?"


"O Diabo foi o primeiro democrata." - Lord Byron (1788 - 1824)

A actual elite alunada que vive em torres de marfim, julgando ser Deus na terra, quando se aperceberem do imbróglio em que se afundaram colectivamente, já vai ser demasiado tarde. Terá de ser feita justiça, pois a história demonstra claramente que quando a elite abusa e trai o próprio povo durante demasiado tempo, é inevitável que um dia se tenha de atingir um ponto de ruptura.

Óbviamente, que esta elite (internacionalista e maioritariamente constituída por neomarxistas e neoliberais) vai ter de ser devidamente julgada e punida pelos seus crimes contra os povos da Europa, pois foram eles que geraram todo o actual problema que a Europa enfrenta em relação ao Islão. Se não tivessem enchido a Europa de mouros (a maioria dos quais absolutamente impossíveis de alguma vez se conseguirem integrar), o problema nem sequer existiria para começar. Tal como muitos dos principais dirigentes nazis foram levados a julgamento em Nuremberga e exemplarmente punidos, também assim a actual elite vai ter de ser julgada e exemplarmente punida por todas as patifarias que tem cometido.  

A elite que hoje dirige os destinos não só de Portugal, mas da Europa, é pior ainda do que a do regime Nacional-Socialista alemão. Pois esses ao menos admitiam abertamente que eram anti-democratas, ao passo que a actual elite passa a vida a fazer juras à "democracia", mas de "democrático" pouco ou nada têm. Basta observar a obediência cega desta gentalha às ordens emitidas a partir de Bruxelas, Berlim e várias entidades internacionalistas como o Clube Bilderberg, para se perceber em que realmente consiste o conceito de "democracia" nutrido pela actual elite.

Sejam sinceros, quem é que hoje acredita seriamente na charada que são as eleições?

Quem é que pode mesmo acreditar que os vermes de fato e gravata que são candidatos nas eleições regularmente encenadas, totalmente vendidos ao capital e aos grandes interesses económicos, representam os interesses da Pátria?

A "democracia" hoje não passa disto mesmo, uma gigantesca farsa mantida apenas para perpétuar nas massas a sensação de que estas têm algum poder de decisão, porém, tal farsa jamais poderá durar para sempre, pois trata-se de um sistema auto-destrutivo na sua essência

Quando a seita "democrática" se instala numa dada Nação, esta faz da mentira permanente o seu modus operandi e trata de assegurar que independentemente do resultado das eleições, nada irá mudar. Não interessa se votam no partido A, B ou C, pois o sistema político colocado em prática pelas elites que sequestraram as nações europeias, está viciado de forma a garantir a impossibilidade de qualquer transição dentro do quadro da dita "democracia".

Combater a "democracia" não tem por isso nada de vergonhoso ou de mau, pois maus são aqueles que sob a capa da "democracia", levam hoje a cabo os seus maquiavélicos intentos à custa do melhor sangue das nações europeias, destruíndo, roubando, caluniando e levando a cabo uma política de verdadeiro genocídio contra os seus próprios povos. 

Ao lerem isto, os que estão alinhados com o actual regime de podridão, decerto que ficarão chocados, não só devido à crueza das minhas palavras, como também devido ao facto de serem hoje muito poucos aqueles que têm a coragem de colocar as coisas publicamente nestes termos. A dita "democracia" transformou-se verdadeiramente numa ditadura dos plutocratas que matam e trucidam inocentes sem a menor hesitação.

Quem financia hoje praticamente todas as guerras que ocorrem no Mundo? 

Quem é que reduz milhões à maior das misérias em nome dos "mercados" e outros interesses do alto capital?   

Quem é que patrocina entidades sinistras como o Estado Islâmico e a Frente Al-Nusra?

"Democratas"!

"Democratas"!

"Democratas"!

As ditas "democracias" que temos hoje na Europa, em colaboração com a Nação dos yankees (a primeira e única Nação do Mundo a utilizar armas nucleares contra alvos civis...), são as principais responsáveis por todos estes crimes e muitas mais patifarias que não cabem agora referir aqui.

Cada gota de sangue inocente espalhado por via do jihadismo na Europa, cada homem, mulher ou criança que é mutilada ou assassinada por alógenos e invasores trazidos para dentro das nossas pátrias pela elite, é da inteira responsabilidade dessa mesma elite e por isso mesmo esta é hoje o inimigo supremo de todas as nações da Europa. 

A actual elite é tão culpada pelo terrorismo islâmico na Europa, como os próprios terroristas que o praticam. 

Quem apoia as ditas "democracias representativas", através das quais os parasitas da elite colocam em pratica as instruções internacionalistas, recebidas nas reuniões do Clube Bilderberg, é tão culpado quanto os próprios terroristas.

Quem se abstém de combater esta escumalha, reduzindo-se ao silêncio e à cobardia, é tão culpado quanto os próprios terroristas.

Já se sabe que perante o tsunami que está claramente a caminho, a elite tentará colocar em prática toda a espécie de esquemas sujos para salvar o próprio pescoço e manter a geringonça "democrática" a funcionar. Os banqueiros, os grandes capitalistas, os membros da maçonaria e restante tralha parasítica que se alimenta da tal "democracia" que dizem ser "representativa", vão inevitavelmente tentar comprar a sua salvação na terra de forma a tentarem escapar à espada justiceira que de qualquer das formas acabará por caír sobre os mesmos.

Há um provérbio judeu muito antigo que diz que "aqueles que semeiam o vento, colhem a tempestade". De facto, é agora apenas uma questão de tempo até assistirmos à tempestade que levará ao mais do que inevitável colapso das ditas "democracias representativas" na Europa e ao regresso a formas de governo autoritárias e/ou totalitárias que muitos julgavam já não serem possíveis de regressar. Quanto à União Europeia, dessa nem uma grama de pó que restará.

João José Horta Nobre
Novembro de 2015


A "súcia" e membro da elite Ana Gomes a ser obrigada a ouvir umas verdades duras saídas da boca do combativo deputado nacionalista Nick Griffin.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Já Nem Com os Nacionalistas, Outrora Fiéis Aliados, a Igreja Pode Contar

Uma Cruz Celta algures na Irlanda.


Já nem com os nacionalistas, outrora fiéis aliados, a Igreja pode contar. O motivo para isto é simples, a Igreja parece ter-se rendido ao internacionalismo, não combate, nem sequer verbalmente, os seus inimigos ideológico-políticos e está claramente enfraquecida em todos os aspectos.

A crescente popularidade do Neopaganismo europeu, que está directamente associada à actual crise identitária europeia, é outro motivo para o afastamento de inúmeros nacionalistas do Cristianismo que muitos vêem como uma religião de origem judaica, não-europeia e implantada à força na Europa pela mão do Império Romano que se cristianizou por via da decisão do Imperador Constantino de substituir o Paganismo Romano pelo Cristianismo após vencer a Batalha da Ponte Mílvia.

É caso para se perguntar, se o Imperador Constantino tivesse optado por adoptar o Budismo, em lugar do Cristianismo, será que hoje seríamos todos budistas?

Ou imagine-se que o Imperador Constantino optava por continuar a professar as divindades pagãs, será que hoje o Paganismo Romano ainda seria a religião predominante?

E mais, o que diriam os nossos antepassados Lusitanos que tinham a sua própria religião, se nos vissem hoje a professar uma religião como o Cristianismo que nada tinha a ver com a sua identidade ou tradições?

Tudo isto dá muito que pensar...

João José Horta Nobre
Novembro de 2015

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Uma Imagem a Não Esquecer

O teatro Bataclan repleto de sangue e cadáveres após ter sido "enriquecido" no encontro de culturas proporcionado pela imigração islâmica.


"Ó infiel imundo,
Tu não és nada corajoso
O som da tua voz
Foi silenciado.
O Califado foi construído.
Iremos conquistar através da batalha
as tuas terras que nós desejamos.
Tantas das tuas terras.

Faremos das tuas mulheres
Concubinas
E faremos dos teus filhos
Os nossos escravos.
Os teus recursos não te poderão salvar.
Eles não te salvarão de te transformares,
Em escravos da nação dos filhos,
Os corajosos cavaleiros."

- «Em Breve, Muito em Breve o Sangue Vai Espalhar-se Como um Oceano»,[1] al-Ḥayāt Media Center - Órgão de propaganda do Estado Islâmico


Há um claro sinal de nervosismo na elite que parece estar a sentir pela primeira vez que a autêntica "bomba-relógio" étnico-religiosa em que transformaram a Europa, pode e vai estoirar mais dia, menos dia. Eles sabem que se vão queimar quando tal acontecer e apesar de ninguém ou quase ninguém ter coragem de o admitir, o mal já está feito.

Fechar fronteiras, aprofundar procedimentos de segurança, colocar militares nas ruas, melhorar o rastreamento efectuado aos tais "migrantes", tudo isto apenas vai retardar o inevitável. 

Desde o fim da Segunda Guerra Mundial que a Europa é governada por gente (autointitulam-se como "democratas") que tudo tem feito para escancarar as fronteiras das nossas Pátrias a pessoas que francamente não interessam nem ao próprio Diabo. Desde finais da década de 1970 que se tornou cada vez mais claro que esta experiência científica ía acabar em desastre, a tal "extrema-direita" que tanto pavor provoca às mentes bem pensantes do políticamente correcto, bem avisou e protestou como pôde e conseguiu contra este estado de coisas. De nada serviu, a elite foi seguindo em frente com os seus projectos internacionalistas, que têm como fim último acabar com as nações e os povos da Europa Ocidental entretanto foram-se mantendo "anestesiados" através de muita propaganda e subsídios.

A Europa de Leste escapou um pouco mais a estes intentos da Nova Ordem Mundial, valeu-lhe o racionalismo frio típico dos povos eslavos e as lições apreendidas através de séculos de verdadeiro terror às mãos do Império Otomano. Não sofrem de memória curta, característica infelizmente demasiado comum aos povos da Europa Ocidental...

Inventou-se entretanto um novo conceito a que chamaram de "multiculturalismo" e segundo este delírio pós-modernista, era possível criar uma Europa em que todas as culturas, etnias e religiões convivessem em harmonia, paz e amor. No entanto, a realidade que a esquerda e a direita bem pensantes sempre odiaram e ignoraram, falou mais alto e rapidamente tratou de demonstrar o óbvio, ou seja, que o tal "multiculturalismo" não passava mesmo de uma triste fantasia. As gentes estranhas a quem foi permitida a entrada na Europa (especialmente as seguidoras daquele célebre pedófilo chamado Maomé...), na maioria dos casos, não se integraram, nem se querem integrar e a maioria dos europeus pode não o admitir, mas na realidade, muitos não querem que esta gente se integre, aliás, olham para os mesmos como invasores e ocupantes da sua terra, algo que não está errado de todo...

O resto é uma questão de matemática, demografia e lógica pura. Se for tida em conta a elevadíssma capacidade reprodutiva das comunidades islâmicas residentes na Europa, em contraste com a miserável taxa de fecundidade da esmagadora maioria dos países europeus, isto significa que a continuar esta tendência, dentro de três a quatro décadas no máximo, a população muçulmana na Europa vai estar em condições de se assumir já não como uma minoria, mas como uma maioria ou pelo menos como uma parte muito substancial da população. Quando este ponto de ruptura for atingido, a guerra civil no seu pleno será inevitável e a única alternativa viável a tal cenário é a de um regime de ditadura que impeça o pior (isto se tal ainda for sequer possível...).

Claro que já sabemos o que depois vai dizer a esquerda e os seus amigos da direita liberalóide: "a culpa é toda dos lunáticos da extrema-direita, esses camelos!!"

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Notas:
[2] WIKIPEDIA - November 2015 Paris attacks. Link: https://en.wikipedia.org/wiki/November_2015_Paris_attacks
[3] NOBRE, João José Horta - O Feitiço Começa a Virar-se Contra o Feiticeiro... História Maximus, 8 de Janeiro de 2015. Link: http://historiamaximus.blogspot.pt/2015/01/o-feitico-comeca-virar-se-contra-o.html

João José Horta Nobre
Novembro de 2015

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

As Mentiras de Álvaro Cunhal



 "A mentira revela alma vil, espírito apoucado e carácter viciado." - Francis Bacon (1561 - 1626)

Portugal é hoje um País muito doente. Muito sucintamente, o actual regime político dito "democrático" está podre, a sociedade civil está profundamente envelhecida e em franca decomposição e a maioria da juventude agoniza sob a pata de uma infinita austeridade económico-financeira que só pode redundar em desastre a médio/prazo.

Apenas compreendendo a grave doença de que padece o nosso País, é que podemos compreender como é possível que determinados tipos de escroques e vigaristas continuem a ter um destaque tão acentuado nos órgãos de comunicação social e pior ainda, uma larga aceitação e reverência quase religiosa por parte de sectores significativos da sociedade portuguesa.

O Partido Comunista Português (PCP) nos últimos tempos voltou à ribalta, não interessam para aqui os motivos exactos para tal fenómeno, mas interessa destacar que é a própria podridão do regime que o alimenta e este aguarda apenas pelo momento certo para a tomada do poder, trata-se de um partido Estalinista, provavelmente o mais Estalinista de toda a Europa.

Li recentemente algures, já não me lembro onde, mas isso também não interessa, que um "acordo com o PCP, é um acordo cumprido". Há uma imagem muito difundida e certamente colocada em circulação pelos propagandistas do PCP, de que este partido da esquerda mais radical que se pode imaginar, é um partido muito "honesto", que não diz mentiras e que sempre defendeu a mais pura das verdades.

Ora, basta-nos ler algumas das barbaridades escritas pelo líder histórico dos comunistas portugueses, o traidor à Pátria Álvaro Barreirinhas Cunhal, para se perceber que o PCP de "honesto" nunca teve nada.

Dizia Cunhal em 1967 que "a construção de um Portugal democrático será gravemente limitada ou mesmo impedida se os monopólios estrangeiros continuarem sendo reis e senhores de Portugal. A construção de um regime democrático deve significar a libertação do imperialismo estrangeiro e a conquista da real independência nacional."

"Os imperialistas estrangeiros têm nas suas mãos os principais recursos nacionais, predominam no mercado interno e dominam o comércio externo, vendem-nos caro e compram-nos barato, pilham as nossas riquezas, exploram o nosso trabalho e reduzem Portugal à condição de um país dependente e semicolonial."[1]

Do vómito comunista acima transcrito depreende-se que Cunhal considerava o Portugal de Salazar como sendo um País nas mãos de monopólios estrangeiros, algo que não tem o mínimo fundamento e que entra em plena contradição com a história económica do Salazarismo. Aliás, se há coisa de que podem acusar o professor Salazar, é a de ter precisamente libertado Portugal de uma larga parte da sua dependência económica em relação à Grã-Bretanha e em boa verdade, quebrou significativamente a influência britânica em termos económico-financeiros. O regime de Salazar também descolonizou Portugal de uma boa parte da influência cultural francesa nos meios políticos e académicos, obcecados desde o século XVIII com estrangeirismos ideológicos que nada diziam à nossa matriz histórico-cultural.

Quem sempre quis entregar Portugal nas mãos de monopólios estrangeiros foi o mentiroso do Cunhal que como bom lacaio da "Pátria do Socialismo", preparou meticulosamente a entrega do Ultramar à mesma e a transformação de Portugal numa colónia soviética.

Mas as mentiras desenvergonhadas prosseguem:  

"A política de exploração, opressão e terror da ditadura é a política de protecção dos interesses monopolistas. Só eliminando o poder dos monopólios poderão as riquezas nacionais ser aproveitadas em benefício do povo e da nação, poderá ser dado um impulso ao desenvolvimento económico no quadro da liberdade e da democracia, poderá elevar-se o nível de vida das classes trabalhadoras e do povo em geral."[2]

Só quem compreende o baixo nível da pulhice a que os marxistas são capazes de descer, é que pode perceber como é possível, alguém como Álvaro Cunhal, um Estalinista ferrenho, vir acusar o Estado Novo de ser uma ditadura onde reinava a "exploração", a "opressão" e o "terror", quando ele próprio defendia um regime como o soviético que mantinha milhões de cidadãos encarcerados em campos de concentração, perseguia e torturava implacavelmente (quando não os fazia simplesmente "desaparecer"...) qualquer opositor político, ignorava o direito dos povos da Europa de Leste à independência e autodeterminação e combatia ferozmente a tal "democracia" que o PCP hoje tanto diz defender com unhas e dentes, aliás, em tempos os comunistas chamaram-lhe até a "democracia burguesa" e juraram destruí-la, depois parece que mudaram de táctica...

O PCP nas suas continuadas mentiras publicadas no Avante!, podia pelo menos contar uma verdade aos seus leitores, ou seja, a forma como Álvaro Cunhal foi em tempos um assumido admirador (até o chegou a enaltecer...) de Nikolai Yezhov, também conhecido como o "animador do terror" ou o "anão sanguinário", um simples "homem novo" soviético que apenas entre 1936 e 1938, para ajudar a construir os gloriosos "amanhãs que cantam", mandou prender, torturar e abater cerca de um milhão de alegados "espiões", "sabotadores" e "elementos anti-sociais". Em 1940, seria a vez do próprio Yezhov ter um encontro fatídico com um pelotão de fuzilamento, quando Estaline achou por bem liquidá-lo como forma de tentar eliminar uma das principais testemunhas dos crimes do seu regime.

Nada disto fez Cunhal alterar as suas ideias, antes pelo contrário e como todo o bom comunista, fez da asneira e da mentira a sua praxis e insistiu sempre na mesma até dar o último suspiro. Ver actualmente a larga cobertura que o miserável jornalismo português oferece a vigaristas deste calibre, é não só uma ofensa a todos os portugueses, mas também um insulto à própria ética e deontologia do jornalismo.

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Notas:
[1] CUNHAL, Álvaro Barreirinhas - Acção Revolucionária, Capitulação e Aventura. Edições Avante!, 1994.
[2] CUNHAL, Álvaro Barreirinhas - Acção Revolucionária, Capitulação e Aventura. Edições Avante!, 1994.

João José Horta Nobre
Novembro de 2015
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