sábado, 29 de agosto de 2015

O Marxismo Cultural e a Destruição da Europa



"O comunismo não é um sistema: é um dogmatismo sem sistema — o dogmatismo informe da brutalidade e da dissolução. Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós." - Fernando Pessoa in «Ideias Filosóficas»

Não é nenhuma novidade para quem perceba o mínimo sobre o tema, que o Marxismo, a par do Neoliberalismo, constituem hoje os mais formidáveis e perigosos inimigos das Nações, dois titãs ideológicos em permanente conflito entre si, mas que partilham em comum o ódio visceral contra a causa das pátrias.

Desde meados do século XIX até ao fim da Guerra Fria, a estratégia de uma grande parte dos partidos e organizações marxistas foi a de desfiar abertamente as "democracias burguesas" e apelar ao derrube violento das mesmas pelas massas revolucionárias que posteriormente iriam construir o paraíso na terra nacionalizado todos os meios de produção e redistribuindo de forma igual entre os trabalhadores, a riqueza produzida pelos mesmos.

A implosão inesperada da União Soviética em 1991 lançou ondas de choque em todos os partidos marxistas-leninistas que até então viam a mesma como sendo uma entidade indestrutível e o natural farol comunista do Mundo. Pior ainda, muitos partidos comunistas, incluindo o execrável Partido Comunista Português (PCP), recebiam avultadas somas em dinheiro do Kremlin e enviavam membros seus à União Soviética ou outros países alinhados com o Bloco de Leste, para receberem treino em espionagem, acções de guerrilha e doutrinação.

Em Portugal, continua por ser devidamente investigado pelas autoridades competentes quantos e quais foram os militantes portugueses de partidos marxistas a receber treino deste tipo no Bloco de Leste e quais as consequências disto para a nossa segurança nacional. Estou certo de que, ao invés, as autoridades competentes nunca se esquecem de investigar e perseguir nacionalistas, algo que só por si revela na perfeição a natureza da tal "democracia" que nos impingiram...

Percebendo que a estratégia de confrontação com as "democracias burguesas" não estava a funcionar e que o fracasso dos regimes socialistas por todo o Mundo lhes tinha arruinado a credibilidade e a imagem, a esmagadora maioria dos partidos marxistas, especialmente no Ocidente, decidiu mudar radicalmente de estratégia e de linguagem. Em lugar de continuarem a incentivar as massas proletárias a erguer-se e derrubar os regimes capitalistas pela força, dominando e moldando apenas posteriormente a cultura, a nova estratégia passou a ser a de fazer a revolução através da própria cultura, subvertendo a mesma de acordo com os padrões marxistas. Esta "nova" estratégia marxista coloca uma especial ênfase na guerra psicológica e advoga que a infiltração marxista na cultura social deve ser feita de forma súbtil e lenta, até que a sociedade esteja por via da consequente atomização social, completamente receptiva ao domínio totalitário por parte de algum partido de inspiração marxista.

As raízes intelectuais do Marxismo Cultural têm nomes: Escola de Frankfurt, António Gramsci, Simone de Beauvoir, Michel Foucault, Georg Lukács, entre outros "santos" da turba vermelha. O sucesso das ideias destes inimigos das nações pode ser atestado no actual processo de verdadeira decomposição social em curso nas sociedades ocidentais.

A destruição da família é um elemento central do Marxismo Cultural. A família tem sido desde os primórdios da Civilização, uma instituição de solidariedade, salvaguarda e entreajuda nos momentos mais negros da história. Os marxistas naturalmente que olham para a família como sendo um obstáculo aos seus objectivos e por isso mesmo intentam hoje destruí-la a todo e qualquer custo.

Não é nenhuma mera coincidência o facto de serem hoje partidos marxistas, de esquerda e centro-esquerda os mais fanáticos defensores do casamento entre pares de invertidos, da adopção de crianças pelos mesmos e da progressiva legalização da pedófilia que é um velho sonho de muitos cripto-pedófilos que hoje chafurdam no campo político da esquerda.

Entretanto, a direita neoliberal compactua com isto tudo e se tivermos em conta que é a alta finança que patrocina e controla integralmente a política das ditas "democracias" Ocidentais, então é fácil de perceber que tanto marxistas, como neoliberais são apenas duas faces da mesma moeda. Através da subversão progressiva da cultura antropológica das nações europeias, estes intentam elevar o grau de atomismo social até se atingir o ponto do total colapso civilizacional. 

No campo do ensino, a guerra movida contra as nações prossegue a alta velocidade, sendo no mínimo escandalosa a lavagem da história praticada hoje na esmagadora maioria das escolas e universidades, tentando formatar a mente da juventude de acordo com uma determinada cosmovisão que está desfasada da realidade factual e não passa de lixo ideológico. Faz-se apologia à traição à Pátria, a memória dos heróis é conspurcada e vilipendiada e em seu lugar são louvados bandidos e traidores da laia dos Soares, Palma Inácios, Cunhais, Alegres, Delgados, Costa Gomes, entre muitos outros que se merecem ter um lugar de honra é no real panteão da canalhice.

Um bom exemplo da capacidade de infiltração marxista em praticamente todos os meios sociais e culturais é a sua acção no seio da própria Igreja Católica. A Igreja, outrora um dos principais bastiões de resistência anti-marxista, está hoje ela própria à mercê de um Papa semi-tresloucado que recebe sem pestanejar crucifixos em forma de Foice e Martelo[1] e bispos que incentivam à imigração em massa de alógenos extra-europeus, como é o caso de Manuel Linda, o "sapiente" bispo das Forças Armadas e Segurança que veio recentemente exortar a que se passe a considerar a xenofobia como sendo um "crime contra a humanidade"[2], ou seja, na "santa" opinião de Manuel Linda, qualquer um que não concorde com a imigração em massa artificialmente gerada pela elite globalista, deve ser considerado como sendo um criminoso contra a humanidade e consequentemente julgado e até mesmo preso. Deixo um conselho a Manuel Linda, se gosta assim tanto de mouros e deseja viver no seio da moirama, então faça as suas malas, compre um bilhete de avião para Marrocos e vá pregar para o seio da moirama (e não se esqueça de levar o crucifixo...)!  

A guerra em curso contra as nações levada a cabo pela elite globalista que colocou o Marxismo ao seu serviço e conseguiu encaixá-lo de forma perfeita nas tais "democracias" circenses, (que são a capa perfeita para discretamente ocultar por detrás da cortina as verdadeiras intenções da elite mundial...), vai prosseguir seguramente durante tempo indeterminado, mas também é certo e seguro que o ponto de ruptura social terá de ser atingido mais cedo ou mais tarde, pois a actual situação é insustentável sob todos os pontos de vista. 

Cada vez é mais claro que os planos tecidos pela elite globalista que se encontra regularmente nas famosas reuniões do Clube Bilderberg, estão a sair gorados. A resistência das nações europeias está a ser muito superior à que esperavam e quanto mais tentam humilhar e retirar soberania às mesmas, mais popularidade entregam nas mãos de grupos e organizações nacionalistas. 

Sendo neste momento impossível de antever como tudo isto irá terminar, é pelo menos possível afirmar com a certeza absoluta que isto não vai, nem pode terminar bem, infelizmente...

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[1] DIÁRIO DE NOTÍCIAS - Surpresa! Evo Morales oferece "crucifixo comunista" ao Papa Francisco. 09 de Julho de 2015, Link: http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4672019&page=-1
[2] TVI24 - UE não pode "continuar a fazer do Mediterrâneo a valas comum" dos migrantes. 13 de Agosto de 2015, Link: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/fatima/ue-nao-pode-continuar-a-fazer-do-mediterraneo-a-vala-comum-dos-migrantes

João José Horta Nobre
Agosto de 2015

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Os "Migrantes", a "Democracia" e a Crise Demográfica Europeia



"As verdades podem ser nuas - mas as mentiras precisam de estar vestidas." - Máxima Rabínica

A Europa está a morrer. 

Não, não me refiro à sinistra entidade internacionalista que dá pelo nome de União Europeia, mas sim, ao martirizado continente que serviu de berço a Vasco da Gama, Cervantes, Wagner, César, Pedro o Grande, Aristóteles, Alexandre Dumas, entre muitos outros que hoje pertencem ao panteão dos imortais.

Sei que alguns portugueses dirão que Portugal nunca beneficiou em imiscuir-se nas questões europeias. De facto, trata-se de uma verdade evidente, pois sempre que Portugal se envolveu ou foi obrigado a envolver-se em conflitos e picardias intra-europeias, saiu prejudicado, por vezes com um saldo pesadíssimo pago em sangue, tal como foi o caso das invasões napoleónicas e a participação portuguesa na Primeira Grande Guerra.

Ora, se é verdade e evidente que Portugal nunca saiu beneficiado dos conflitos europeus, também é verdade que sem Europa não há Portugal. Se a Europa cair, poderão ter a certeza que Portugal cai com a mesma e por esse mesmo motivo, o que se passa no "velho continente" jamais deixará de nos afectar directa e indirectamente.

Já desde há bastante tempo que eu tenho dito e repetido que as "democracias" actualmente em vigor na Europa e no Ocidente em geral, são o maior mal que atacou a nossa civilização desde a ameaça Islâmica na Idade Média. Esta "democracias", totalmente controladas pelo alto capital internacionalista e apátrida, sob a capa de falas mansas e esquemas engenhosos, têm progressivamente trucidado o continente europeu, reduzindo o mesmo à miséria moral e social que está hoje bem à vista de todos.

Entretanto, as massas vão ingenuamente vivendo embebidas na utopia "democrática", acreditando que realmente têm algum poder e que podem decidir alguma coisa (manter as massas numa permanente "ilusão" é o segredo para a manutenção das ditas "democracias" e nem o querido líder na Coreia do Norte faria melhor...). Pelo actual caminho, só é possível deduzir que aquando da conclusão do "luminoso" projecto "democrático", restará na Europa apenas um gigantesco inferno que nem Dante teria sido capaz de descrever nas suas visões mais tenebrosas sobre o Reino de Satanás. 

Tenho-me propositadamente abstido de escrever sobre a questão dos "migrantes", porém, a situação nos últimos tempos chegou a um ponto que ultrapassa todos os limites e que constitui uma verdadeira afronta aos povos da Europa.

Estando-me eu redondamente nas tintas para conversas sujeitas ao pensamento único e politicamente correcto da esquerda caviar e direita mortadela (também conhecidos como "democratas"...), afirmo sem complexos que não admito que a classe política que actualmente governa a minha Pátria, continue a encher a mesma de estrangeiros, sem se importar minimamente com a minha opinião ou a de qualquer outro português que ainda se orgulhe de o ser.

Dito isto, é preciso afirmar também que a actual crise moral e social que a Europa atravessa é uma crise auto-imposta e que resulta apenas de uma contínua sucessão de erros e loucuras que se foram acumulando até produzir o actual desastre.

Meteram na cabeça das massas que todos os homens são exactamente iguais e que todos podem decidir o destino da Pátria, mesmo que não tenham a mínima competência para tal. Em termos comparativos, isto é o mesmo que colocar crianças a administrar a sua própria escola e mesmo assim esperar que tal ideia possa culminar num bom desfecho...

Ao contrário dos nossos antepassados, os maiores desafios que os europeus hoje enfrentam não são de ordem material, mas sim, de ordem social e moral/psicológica.

Em termos sociais, o aspecto mais preocupante da actual crise europeia é de longe a questão demográfica. A taxa de fecundidade necessária para garantir a sustentabilidade demográfica de uma qualquer Nação é de 2.1 filhos por mulher. Infelizmente e em consequência das engenharias sociais colocadas em prática tanto por marxistas como neoliberais nas últimas décadas, a taxa de fecundidade da esmagadora maioria das nações da Europa está hoje muito abaixo do que seria minimamente aceitável.

A "solução" apresentada pelos "iluminados" que actualmente governam as nações europeias é a de importar gentes estranhas de África e do Oriente para substituir os autóctones europeus nas suas próprias pátrias.

Ora, como é evidente a qualquer pessoa que tenha o mínimo de neurónios na cabeça, isto não é "solução" para nada e vai apenas criar um novo problema que terminará inevitavelmente em tragédia devido aos inevitáveis choques culturais, étnicos e religiosos que já se começam a fazer sentir e que irão inegavelmente agravar-se num futuro próximo.

Não adianta a turba do políticamente correcto gritar "racista" e "xenófabo", pois isso não vai esconder o problema que já aí está bem à vista de todos e que promete apenas agravar-se de forma catastrófica. Factos são factos e o facto é que a Civilização Europeia jamais poderá ser sustentada por povos extra-europeus, pelo simples motivo de que estes quando "migram", também trazem consigo a sua própria identidade e cultura, algo perfeitamente natural e que faz parte da natureza tribal dos seres humanos.

A ideia de que os tais "migrantes" ou imigrantes extra-europeus podem herdar e continuar a Civilização Europeia resulta da tendência para misturar a componente material desta com a essência da mesma. Um bom exemplo disto é o que se passa hoje na Ásia. Os asiáticos tornaram-se peritos em imitar a Civilização Europeia de um ponto de vista material. Produzem tudo aquilo que nós produzimos e orgulham-se disso. Mas por detrás desta aparente "europeização" da Ásia, permanece uma estrutura social rígida e até mesmo castradora em muitos aspectos. Isto acontece pelo simples motivo de que os asiáticos são isso mesmo... asiáticos. É fácil imitar o aspecto material de uma dada civilização, mas é impossível imitar a sua essência e capturar o seu espírito.

Chegámos na Europa à actual situação de gravíssima crise civilizacional, apenas devido à incompetência e traição por parte da classe política, nada mais. A cassette anti-patriótica cuspida vinte e quatro horas por dia e sete dias por semana pelos media e pelos meios académicos, que entretanto se transformaram em meios de propaganda, constituem a linha da frente na guerra psicológica actualmente em curso.

O "sistema" sabe que as massas têm de ser continuamente mantidas numa falsa crença de que no fim tudo terminará bem e que a "democracia" é infalível. O problema central no meio de toda esta questão é que a dita "democracia" não passa de uma charada criada para entreter as massas, da mesma forma que se entretêm as crianças com teatrinhos de marionetas...

As nações europeias estão condenadas ao desaparecimento se não houver uma mudança de rumo radical dentro das próximas três a quatro décadas. A entrada maciça de "migrantes" na Europa, associada ao declínio da taxa de fecundidade dos autóctones europeus, é a fórmula perfeita para gerar um desastre de dimensões apocalípticas dentro de algumas décadas.

No fundo, este é exactamente o objectivo pretendido pelas elites "democráticas" e internacionalistas. Comandadas pelos interesses do alto capital globalista, primeiro geram conflitos que poderiam perfeitamente ser evitados, de forma a criaram propositadamente autênticas ondas humanas de "migrantes". Posteriormente, através dos diktats emitidos pelo Politburo de Bruxelas, obrigam as nações da Europa a aceitar quotas de migrantes, sem se importarem minimamente com a opinião dos autóctones. A situação chegou a um ponto, em que até as nações que não pertencem à União Europeia, são pressionadas e ameaçadas pela mesma se desafiarem a vontade da elite globalista.

Os actuais conflitos devastadores na Síria, Líbia e Iraque são um exemplo perfeito da pura maldade fanática que rege a elite mundial. Estes conflitos foram todos artificialmente provocados pela elite mundial que sob a capa da desculpa dos "direitos humanos" e da "democracia", foi intervir onde nunca devia de ter intervido para começar. O resultado previsível de toda esta acção verdadeiramente maquiavélica, foi a criação de milhões de migrantes desesperados que tentam a todo o custo entrar na Europa, onde acreditam poder encontrar um El Dorado onde correm rios de leite e mel e nascem pepitas de ouro nas árvores.

O objectivo final de toda esta loucura é por um lado eliminar todos os inimigos clássicos do Estado de Israel no Médio Oriente (quem controla a Casa Branca é o lobby israelita...) e por outro lado afogar a Europa em ondas humanas de refugiados migrantes, visando-se assim a substituição dos europeus autóctones por migrantes extra-europeus.

Os actuais governos democráticos que reinam na Europa são inimigos dos povos europeus e são inteiramente controlados pela elite globalista e pelo alto capital. O que estão a fazer contra os seus próprios povos constitui uma forma de genocídio e não podem restar dúvidas de que qualquer governo que deixa morrer o seu próprio povo e tudo faz para o substituir por outro, constitui inegavelmente um inimigo da Nação que deve ser combatido a qualquer custo e empregando todos os meios possíveis.

João José Horta Nobre
Agosto de 2015


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