segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

A História da Europa Escreve-se em Lágrimas de Sangue

"O Grito", Edvard Munch, 1893.


"Quem controla o passado dirige o futuro. Quem dirige o futuro conquista o passado." - George Orwell (1903 - 1950)
 
Contava-me há dias uma colega italiana numa conversa entre copos a forma como o seu bisavô havia sido fuzilado por Mussolini durante a Segunda Guerra Mundial por ser um partisano anti-fascista que simplesmente teve o azar de ser capturado pelo "outro lado". "Mussolini assassinou o meu bisavô", estas palavras proferidas com tristeza genuína pela minha colega italiana ficaram-me gravadas na cabeça. Silenciosa e respeitosamente ouvi a história até ao fim e com o álcool já a toldar-me ligeiramente os pensamentos não consegui deixar de pensar por momentos na tremenda tragédia que tem devastado o nosso Continente e nas tragédias que estão por vir.

A Europa já passou por demasiada guerra e sofrimento, a grande maioria perfeitamente evitáveis e que resultaram da pura má liderança que os povos ocasionalmente colocam à frente dos seus destinos e que pode assumir a forma de um Rei, Imperador, Presidente, Generalíssimo, Duce, Camarada, Führer, Kaiser, Czar, ou outro qualquer título pomposo que entretanto se lembrem de inventar. Os que sofrem, esses infelizmente são sempre os mesmos, os mais fracos e desprotegidos que precisamente por o serem, acabam quase sempre por ser as primeiras vítimas dos caprichos de loucos varridos com o poder absoluto na mão.

Escrevo estas linhas no rescaldo das eleições gregas cujo resultado não me surpreendeu pelo simples facto de já o esperar há muito. Podem, no entanto, marcar o dia 25 de Janeiro de 2015 como tendo sido possivelmente o princípio do fim da Era do demo-liberalismo na Europa.

Vejamos do que se trata. O partido político que venceu as eleições, o Syriza, é um partido da esquerda radical que aglomera em si toda uma colectânia de correntes marxistas. Trotskistas, guevaristas, maoistas, anarco-comunistas e até alguns estalinistas bem disfarçados, no Syriza entra um pouco de tudo. A nível económico as suas reinvidicações são legítimas, mas a nível sócio-cultural, o seu programa é gramscianismo puro.

Ora, é precisamente aqui que reside o problema. O Syriza e ao contrário do que reza a sua propaganda, não é um partido anti-sistema. Como qualquer outro partido marxista, é internacionalista e por isso mesmo defende o multiculturalismo selvagem que pretende através da destruição das identidades nacionais dos povos da Europa, reduzir as nossas sociedades a um atomismo social que só poderá desembocar no fim das Pátrias caso seja permitido que este projecto chegue a um bom porto.

O alto capital e o Syriza (à semelhança das restantes esquerdas...) neste ponto estão de mãos dadas, pois ambos almejam fanaticamente a destruição das Pátrias e a redução dos povos da Europa a servos subservientes não se sabe muito bem do quê. O alto capital, um velho e sempre fiel amigo da causa bolchevique[1], poderá não gostar das políticas económicas do Syriza, mas decerto que irá adorar o seu internacionalismo militante. Oh se vai!...

A tragédia europeia adensa-se e o desfecho trágico já é praticamente inevitável. Toda esta loucura vai acabar em guerra civil generalizada dentro de algumas decadas, pois as forças nacionalistas na Europa apesar de estarem temporariamente enfraquecidas devido à sua derrota na Segunda Guerra Mundial, não estão mortas e as políticas da esquerda radical em conluio com o alto capital não irão tardar a atiçar contra si o ódio de muitos bons europeus que alegremente irão reforçar as fileiras do Nacionalismo revolucionário e militante à moda da Frente Nacional entre outros.

Muito poucos conseguem perceber hoje o que realmente se está a passar na Europa, pois o verdadeiro "jogo" passa-se discretamente por detrás de cortinas muito opacas, as mesmas cortinas que discretamente esconderam os banqueiros de Hitler e Lenine sediados em Wall Street.[2] Mas claro que disto já não falam quase nenhuns livros de história, não convém...

A história da Europa, essa grande paixão, sempre se escreveu em lágrimas de sangue e nada no horizonte nos diz que tão cedo deixará de assim o ser.

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Notas:
[1] NOBRE, João José Horta - Como Wall Street Financiou a Revolução Bolchevique: Uma Verdade Esquecida. História Maximus, 14 de Agosto de 2013. Link: http://historiamaximus.blogspot.pt/2013/08/wall-street-revolucao-bolchevique-e.html
[2] NOBRE, João José Horta - Como Wall Street Financiou a Revolução Bolchevique: Uma Verdade Esquecida. História Maximus, 14 de Agosto de 2013. Link: http://historiamaximus.blogspot.pt/2013/08/wall-street-revolucao-bolchevique-e.html

João José Horta Nobre
Janeiro de 2015
  

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

O Feitiço Começa a Virar-se Contra o Feiticeiro...


"Deus escreve direito por linhas tortas." - Provérbio Popular

O brutal massacre ocorrido ontem em Paris na sede do jornal Charlie Hebdo[1] é a confirmação daquilo que eu já por várias vezes afirmei em relação ao processo de islamização da Europa que já está neste momento em curso, ou seja, que as primeiras vitimas do Islamismo vão ser precisamente as forças de esquerda que são quem mais tem contribuído para que chegássemos à actual situação. O feitiço começa a virar-se contra o feiticeiro...

Repare-se que os autores do massacre podiam perfeitamente ter escolhido atacar uma sede da Frente Nacional onde decerto não faltariam "nazi-fascistas" para abater a tiro, em lugar disso, escolheram a sede de um jornal libertário de esquerda. Isto aconteceu não apenas porque o jornal em causa publicou umas caricaturas do profeta Maomé, mas porque a ideologia esquerdista defendida pelo jornal é uma antítese de tudo o que o Islão realmente representa.

A esquerda europeia deu um gravíssimo tiro no próprio pé quando adoptou a defesa do multiculturalismo radical como uma das suas principais bandeiras políticas. Esqueceram-se (ou não quiseram saber...) de que a maioria dos imigrantes que entram na Europa são oriundos de civilizações profundamente conservadoras e contrárias aos chamados "valores ocidentais". Esta gente não quer saber de Marx para nada, o seu Marx é o profeta Maomé e o seu Das Kapital é o Alcorão.

Quando chegam à Europa, a esmagadora maioria dos imigrantes muçulmanos não estão interessados em participar no "grandioso" plano multicultural tecido pelas esquerdas europeias. Antes pelo contrário, o que estes imigrantes fazem é isolar-se em comunidades autónomas que se regem pela Lei da Sharia, rejeitam quaisquer influências do País "infiel" que os acolheu e recusam a integração na sociedade normal.

Esta situação é ainda muito mais agravada pelo facto de a maioria das pessoas terem o "racismo" gravado no seu código genético. As "misturas" étnicas que os principais proponentes do multiculturalismo diziam ir ter um resultado "maravilhoso", na realidade tiveram um resultado desastroso. Não se verificou a integração de uma larga camada dos imigrantes, nem sequer após a 3ª e 4ª geração, pelo simples facto de muitos destes serem racistas e não quererem misturas com o sempre malvado "homem branco". Por outro lado, muitos europeus também não querem que os imigrantes se integrem devido à clara evidência de a maioria dos europeus ser igualmente racista, mesmo que estes não sejam capazes de o admitir ou reconhecer.

A disseminação do vírus do politicamente correcto nos media europeus foi outro factor que contribuiu em grande medida para a situação actual. Os media fazem literalmente um blackout a qualquer crítica ao actual modelo multicultural e não bastando isto, perseguem e difamam qualquer um que ouse protestar de forma mais ousada contra este estado de coisas. Sei perfeitamente bem que só o facto de eu estar a escrever isto vai fazer com que haja alguns "adiantados mentais" que me irão rotular imediatamente de "fascista", "nazi", "nazi-fascista", "FDP", "radical de extrema-direita", entre outras "maravilhas" a que eu já estou de resto habituado a que me chamem...

Estamos portanto perante um gravíssimo problema civilizacional que ainda agora começou e que temo que irá terminar de forma extremamente trágica. A história da Europa está pejada de banhos de sangue, limpezas étnicas e genocídios. Quando os europeus se sentem ameaçados na sua casa, têm reagido historicamente com a extrema violência, foi assim durante a Reconquista que acabou com a expulsão ou conversão forçada dos muçulmanos da Ibéria. Foi assim com a Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial em que séculos de ódio acumulado contra o judeu descambaram no Holocausto e mais recentemente foi assim na ex-Juguslávia que acabou numa tragédia que muito poucos conseguiram antever. 

O actual problema ou "questão muçulmana" na Europa está a caminho de provavelmente terminar dentro de algumas décadas num banho de sangue épico. Isto porque os muçulmanos reproduzem-se a uma taxa muito superior à dos não-muçulmanos e por isso basta fazer algumas simples contas de matemática para se perceber que a continuar a actual tendência, dentro de algumas décadas os muçulmanos irão ser uma maioria em países como a França, Holanda, Bélgica, Noruega, entre outros.

Quando os muçulmanos superarem numericamente os não-muçulmanos nas sociedades europeias, iremos atingir um ponto de ruptura social, possivelmente até poderemos atingir o ponto de ruptura social antes. Os muçulmanos irão então tentar tomar o poder e impor a Lei Islâmica à força. É provável que se assista então a uma "balcanização" ou "libanização" da Europa. Perante este cenário dantesco restarão aos europeus não-muçulmanos três hipóteses:

1 - O internamento compulsivo das comunidades muçulmanas em campos de concentração onde, tal como o nome indica, serão "concentradas" de forma a deixarem de constituir uma ameaça à segurança da Europa.

2 - A divisão de Países como a França em duas partes, uma para os muçulmanos e outra para os não-muçulmanos.

3 - A integração pura e simples dos não-muçulmanos na nova Europa Islâmica e o consequente fim da civilização judaico-cristã no Velho Continente.

Qualquer um destes três cenários é mau, horrível mesmo, mas face ao caos actual e tendo em conta que muito muçulmanos já gozam de cidadania europeia, não antevejo como as coisas possam terminar de outra forma. A Velha Europa meteu-se num imbróglio do qual não conseguirá sair minimamente bem e a sua sobrevivência está neste momento seriamente ameaçada. Não esquecer que foram as esquerdas europeias, em conluio com as forças da maçonaria e do capitalismo selvagem que nos trouxeram à actual situação. Se tivessem dado ouvidos ao que os nacionalistas sempre disseram, ou seja, que esta engenharia social que dá pelo nome de "multiculturalismo", ia terminar em tragédia e das grandes, nem sequer teríamos este problema para começar...

A situação é de uma gravidade tal, que neste momento estamos perante uma autêntica bomba-relógio étnico-religiosa na Europa. Quando rebentar e vai rebentar, o que eventualmente vier a acontecer poderá muito bem fazer com que o holocausto pareça uma mera brincadeira de crianças em comparação...

Para terminar, quero deixar apenas uma questão que julgo que merece reflexão. Se o jornal que ontem foi atacado, ao invés de ser da extrema-esquerda, fosse um jornal de extrema-direita, será que iríamos ouvir tantas críticas ao ataque?

Julgo que (quase) todos sabemos a resposta...

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Notas:
[1] WIKIPEDIA - Charlie Hebdo shooting. Link: http://en.wikipedia.org/wiki/Charlie_Hebdo_shooting

João José Horta Nobre
Janeiro de 2015
 

domingo, 4 de janeiro de 2015

A Terceira República Lava Mais Branco

Irene, a "lavadeira-mor" do regime.


"Enganam-se os humildes se nas promessas falaciosas do erro democrático supõem encontrar a realização das suas reivindicações justíssimas! Um século inteiro de experiências dolorosas mostra-nos que nunca a sorte das classes pobres pode ser tratada e minorada pelos governos saídos do voto, que são estruturalmente governos sujeitos, por defeito de origem, à venalidade e à corrupção." - António Sardinha (1887 - 1925) In «Durante a Fogueira - Páginas de Guerra», Livraria Universal, Lisboa, 1927

Tenho denunciado aberta e publicamente desde há já alguns anos a escumalha que tomou conta da academia portuguesa e das ciências humanas em Portugal. Por norma, esta escumalha é militante da maçonaria ou da extrema-esquerda, pois tudo o que não esteja alinhado com estes dois campos de pensamento pseudo-democrático tem sido desde 1974 sistematicamente saneado e varrido para debaixo do tapete.

Os opositores do regime derrubado a 25 de Abril de 1974 queixavam-se da censura e do lápis azul. Mas o facto é que assim que chegaram ao poder trataram de impor um novo tipo de censura, não-oficial e alinhada com o politicamente correcto. Este novo tipo de censura é inúmeras vezes pior do que a do "pavoroso fascismo", pelo simples facto de não ser oficial. Durante o Estado Novo um escritor ou jornalista já sabia com o que podia contar, sabia muito bem o que podia ou não escrever. Actualmente, a censura é não-oficial e é exercida nas redacções dos jornais e revistas por determinados lobbies que não desejam ver publicadas determinadas matérias, por este mesmo motivo é muito mais insidiosa e perigosa do que o lápis azul de Salazar.

À censura que tomou conta dos media "democráticos", junta-se a lavagem da história patrocinada por uma cáfila que se aproveitou do caos nos meios académicos em 1974-1975 para sequestrar os mesmos e colocá-los ao serviço de ideologias anti-patrióticas onde por norma norteia apenas a irracionalidade e a estupidez pura e dura. A única cura para este mal será o saneamento da academia portuguesa de alto a baixo e à semelhança do que os "democratas" fizeram aos seus colegas nacionalistas no rescaldo da abrilada de 1974, mas tal está dependente de uma necessária mudança de regime, algo que já se vislumbra no horizonte, mas pela qual ainda teremos de aguardar algum tempo.

Comecei a "abrir a boca" em relação a esta gentalha putrefacta por já não aguentar mais assistir em silêncio a tanta injustiça e hipocrisia no meu País. Nunca me pagaram, nem me pagam pelo que escrevo e faço-o apenas por dever de consciência sem pedir nada em troca a ninguém. Podia ter optado pelo caminho mais fácil e entrado para uma loja maçónica ou para algum partido político. Convites da maçonaria e de vários partidos não me faltaram e recusei-os sempre todos sem hesitação, pois prefiro dormir com a consciência tranquila.

A título de mera curiosidade, o partido para onde mais vezes me tentaram aliciar a entrar foi o Partido Socialista (PS), o mesmo partido do qual eu julgo que a historiadora Irene Pimentel é simpatizante. Foi recentemente ao ex-primeiro-ministro José Sócrates que se encontra detido em prisão preventiva que a Irene Pimentel tentou enviar um livro seu. A entrega do livro a José Sócrates foi prontamente recusada pelo Estabelecimento Prisional de Évora, pelo simples facto de José Sócrates já ter atingido o limite do número de encomendas que pode receber num dado período de tempo.

O que julgo ser relevante não são as encomendas de José Sócrates, mas sim o facto de a Irene Pimentel estar a acarinhar uma personagem daquele calibre.[1] José Sócrates é o típico xico-esperto parido pela Terceira República. Podemos mesmo até dizer que José Sócrates é um político-modelo da Terceira República. Homem cheio de truques na manga, repleto de esquemas e com relativamente poucos estudos, conseguiu subir na vida à custa de um determinado partidozinho que desde a sua fundação sempre foi permeável a este tipo de manhas e cujas ligações à alta finança são mais do que óbvias.

A Terceira República não passa de banha da cobra. Desde a sua fundação que é um regime corrupto, assente em toda a espécie de vigarices e mentiras e cuja pedra angular é uma Constituição que nunca sequer foi sujeita a qualquer tipo de referendo. Nunca disfarcei o ódio de morte que tenho ao actual regime e à actual classe política. Também nunca escondi o facto de querer que o mesmo seja aniquilado da forma mais total que for possível congeminar e os seus membros devidamente julgados e punidos por todas as patifarias que têm patrocinado ao longo de décadas.

Todas as humilhações, difamações, calúnias e falsos testemunhos a que este regime de canalhas tem sujeito os nossos melhores patriotas ao longo dos últimos quarenta anos, serão pagas olho por olho e dente por dente! Pagarão pela língua-viperina que têm e pagarão ao cubo, pois nós é que estamos certos e eles é que estão errados!

Afinal de contas, quem é esta gente que sequestrou assim o nosso País? Qual foi o cano de esgoto a partir do qual foram paridos estes palhaços de circo? Pois eu digo-vos, são eles os descendentes dos "anti-fascistas" que outrora bradavam vivas a Estaline. São os filhos e netos dos reviralhistas que queriam transformar Portugal numa colónia sob jugo estrangeiro. São os herdeiros da mesma maçonaria traidora que já em 1807 deu as boas vindas aos invasores franceses e os acolheu como "irmãos" enquanto estes cometiam as maiores sevícias contra os nossos compatriotas. 

É bom que o povo português investigue o passado dos membros do actual regime e compreenda as suas origens, pois só assim poderão entender o caldo de podridão insana a partir do qual esta gentalha emanou.

Ora, a historiadora Irene Pimentel passou a sua vida neste regime e engordou muito bem à custa do mesmo. Durante os últimos quarenta anos de democracia à moda de Wall Street (tudo leva a crer que o 25 de Abril foi um golpe patrocinado pela CIA...), a senhora Irene Pimentel nunca soube o que é estar desempregada, passar fome ou ter de esperar numa fila da sopa dos pobres. Antes pelo contrário, fez um nome e uma carreira, sempre livre da perseguição e saneamento a que os seus colegas nacionalistas foram sujeitos por serem nacionalistas e por isso mesmo contra o regime de traição que sequestrou Portugal no dia 25 de Abril de 1974.

Irene Pimentel não é nenhuma analfabeta ou camponesa pobre com a 4ª classe. Ela estudou, escreve e publica livros, portanto não é nenhuma ignorante. Então como se explica que esta senhora apoie de forma tão carinhosa o ex-primeiro-ministro José Sócrates? Será que não sabe da podridão que está por detrás do mesmo? Não tem noção da corrupção que grassa nos partidos políticos? Não percebe que foram os partidos políticos que rebentaram com Portugal?

Mais uma vez se confirma o que eu sempre disse, esta gente "democrática" não aprende, nunca aprendeu, nem vai aprender. Rebentaram com a nossa Pátria e deixaram-na na sarjeta, a ser estuprada por FMI's, banqueiros, maçonarias e comunistas, tudo isto depois de já em 1974-1975 terem promovido uma limpeza étnica da população branca na África Portuguesa e terem abandonado milhões dos nossos compatriotas sem sequer fazerem um referendo. Esta "magnífica obra" foi toda realizada pelos "democratas" da laia da Irene Pimentel (entre muitos outros...) que se julgam os donos da moral, mas que actualmente já caíram tão baixo que mais parecem suínos miseráveis a chafurdar numa pocilga decadente.

Os portugueses perceberão a seu tempo a massa de que esta gente "democrática" é feita. Quando perceberem que perderam todo o poder, pois o País foi entretanto "democraticamente" vendido a retalho e desmantelado, nessa altura logo chorarão pelo antigo ditador de Santa Comba Dão que apesar de ter tido os seus defeitos (quem não os tem?), arrumava com a actual classe política toda a um canto.

Aliás, as torturas da PIDE durante o Estado Novo têm sido um dos temas preferidos da Irene Pimentel para atacar o antigo regime.[2] A senhora Irene Pimentel sente-se incomodada pelo facto de ter havido estalinistas a serem obrigados a ficar umas noites sem dormir na tortura do sono ou a levarem umas bofetadas dos agentes da PIDE. 

Em geral a tortura da PIDE resumia-se a isto mesmo, paulada à moda antiga e ficar sem dormir até o prisioneiro dar aos agentes a informação que estes pretendiam. Agora comparem isto com os horrores a que os prisioneiros eram sujeitos na "gloriosa" terra dos "amanhãs que cantam" que dava pelo nome de União Soviética. Há inclusive relatos de as prisioneiras soviéticas nos gulags sofrerem prolapsos vaginais em virtude da violência brutal dos estupros sucessivos a que eram sujeitas pelos guardas dos campos. Roubar um simples pão ou uma peça de fruta era o suficiente para se poder ser enviado para o cadafalso. É aos militantes comunistas que defendiam esta barbárie que a Irene Pimentel e outros historiadores da sua laia chamam os "heróis do anti-fascismo" e "democratas" entre outras aberrações.

Os anais da história de Portugal no futuro registarão bem registado que foram os "democratas" em conjunto com a comunalha lunática e as forças obscuras da maçonaria que foram responsáveis pelo maior prejuízo à integridade nacional e à Portugalidade de que há registo em toda a nossa história. Nunca desde a sua fundação em 1143 que Portugal enfrentou tamanha conspiração e o mais grave é que o actual inimigo não nos bate de frente e de espada em riste como a moirama noutros tempos. Pelo contrário, trata-se de um inimigo que adoptou como táctica a guerra assimétrica, a guerra cultural e a guerra psicológica. É um inimigo que age por detrás da cortina, infiltra organizações, grupos e movimentos e espera pelo momento certo para dar o golpe. 

Este inimigo conta com o apoio total da alta finança, da esquerda radical e da maçonaria, cujo objectivo comum é a destruição das nações e a sua fusão numa Nova Ordem Mundial liderada por um governo único que terá o poder de impor a sua tirania a todos os povos da terra. A luta contra estes planos maquiavélicos tecidos por uma mini-elite que se julga Deus na terra, será a maior e mais importante luta da história.

O tempo urge e é bom que os portugueses abram rapidamente os olhos, sob pena de serem os seus próprios filhos e netos a cairem nas grilhetas da escravidão que já está a ser preparada...

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Notas:
[1] PIMENTEL, Irene - Devolvido à proveniência. JUGULAR, 27 de Dezembro de 2014. Link: http://jugular.blogs.sapo.pt/devolvido-a-proveniencia-3837800
[2] PIMENTEL, Irene - As torturas da PIDE. A propósito do relatório sobre as torturas da CIA. JUGULAR, 10 de Dezembro de 2014. Link: http://jugular.blogs.sapo.pt/as-torturas-da-pide-a-proposito-do-3832279


João José Horta Nobre
Janeiro de 2015




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