segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

SOS Racismo: 25 Anos a Promover o Racismo

A fórmula-chave para se vencer qualquer debate e silenciar a oposição numa sociedade dominada pelo politicamente correcto é gritar "RACISTA". Se a oposição não se calar mesmo assim, gritem novamente "RACISTA" com cara de indignados e continuem a gritar até que a oposição se cale. Nunca se esqueçam, vencer um debate no século XXI é muitas vezes como vencer um duelo no faroeste, quem "sacar" do adjectivo primeiro, vence. O SOS Racismo sabe isto melhor que ninguém...


A organização racista, lusófoba, anti-portuguesa e anti-caucasiana, SOS Racismo, celebrou esta semana 25 anos de existência. Na prática, tratam-se de 25 anos a espalhar mentiras, ódio e a fomentar a não integração daqueles que a organização afirma defender.

O SOS Racismo é uma vesícula ligada à extrema-esquerda e trata-se de uma organização que ao longo de toda a sua existência tem alinhado na defesa do mais radical e lunático internacionalismo que se pode imaginar. 

Devo dizer que nunca ouvi falar de uma única ocasião em que o SOS Racismo se preocupou em defender uma vítima caucasiana, vítima da violência praticada por não caucasianos. Nem uma! Se eu estiver enganado, agradecia que me corrigissem, apontando-me um único exemplo e eu retiro tudo o que aqui afirmo.

Podia até apresentar inúmeros exemplos de violência praticada contra agentes da autoridade e portugueses caucasianos por não caucasianos e não conheço uma única circunstância em que o SOS Racismo tenha protestado, salvo para ainda vir muitas vezes defender os agressores nos órgãos de (des)informação social e tentar fazer destes as vítimas de uma suposta "opressão branca" que só existe é nas suas cabeças.

O objectivo oculto e não declarado do SOS Racismo é nada mais do que o de fomentar um sentimento contínuo de culpa nos portugueses caucasianos e promover a constante vitimização das comunidades não caucasianas residentes em Portugal. O politicamente correcto é a arma mais comum usada por esta organização, para tentar fazer silenciar qualquer oposição ou crítica e destruir assim as defesas psicológicas e culturais dos autóctones, em favor de povos alógenos.

No fundo, o que o SOS Racismo apregoa é uma espécie de SIDA doutrinal que foi injectada na sociedade pelas elites reinantes - a superclasse mundialista - apostadas em destruir a todo o custo qualquer vestígio da Nação dos portugueses. Para as elites levarem a cabo este nefasto objectivo, é necessário primeiro minar a moral da Nação e a sua auto-estima, por isso nada melhor do que lavar o cérebro dos autóctones desde pequeninos (de pequenino se torce o pepino...) e incutir-lhes ódio contra si próprios, contra a sua cultura e contra a sua Pátria. É neste projecto maquiavélico que o SOS Racismo participa, sendo óbvio que esta organização não passa de um mero peão controlado pelas elites reinantes, mas é um peão influente o suficiente para que mereça ser combatido e rebatido onde quer que actue.

Como ferramenta do internacionalismo fanático que é, anti-patriótica e promotora do mais vil racismo contra os portugueses caucasianos na sua própria terra, não é ilógico propôr que organizações como o SOS Racismo devam de ser pura e simplesmente ilegalizadas e assim banidas da nossa sociedade que odeiam e desejam destruir a todo o custo. 

João José Horta Nobre
14 de Dezembro de 2015
 

2 comentários:


  1. Caro JJHN


    Ora chegamos a mais uma base de sustentação da esquerda que é preciso desmantelar que são as associações e fundações.

    Não vale a pena discutir sobre a validade e os objectivos de cada entidade destas, muitas inclusivé, têm nobres objectivos mas a muitas delas foram criadas para aproveitar os financiamentos públicos, para obtenção de benefícios fiscais, para criação de lobbies, algumas têm fins verdadeiramente anti-sociais.

    Incluem-se nestas entidades, associações políticas (partidos), sindicais, desportivas, culturais, patronais, etc.

    Bastaria equiparar fiscalmente estas entidades a empresas, ou seja, devem estar sujeitas a imposto (IRC), afinal são pessoas colectivas. A noção de que são entidades sem fins lucrativas é simplesmente irrealista, afinal para sobreviver precisam de dinheiro, sendo que obviamente deveria haver o fim do financiamento público.

    Muitas vezes, até parece que por cá, existem mais entidades destas do que empresas.

    Essencialmente depende da vontade política tomar estas medidas de desmantelamento das bases de sustentação da esquerda.

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  2. Veja isto:

    http://bloguedofirehead.blogspot.com/2012/04/o-racismo-anti-branco-do-sos-racismo.html

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