segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Uma Imagem a Não Esquecer

O teatro Bataclan repleto de sangue e cadáveres após ter sido "enriquecido" no encontro de culturas proporcionado pela imigração islâmica.


"Ó infiel imundo,
Tu não és nada corajoso
O som da tua voz
Foi silenciado.
O Califado foi construído.
Iremos conquistar através da batalha
as tuas terras que nós desejamos.
Tantas das tuas terras.

Faremos das tuas mulheres
Concubinas
E faremos dos teus filhos
Os nossos escravos.
Os teus recursos não te poderão salvar.
Eles não te salvarão de te transformares,
Em escravos da nação dos filhos,
Os corajosos cavaleiros."

- «Em Breve, Muito em Breve o Sangue Vai Espalhar-se Como um Oceano»,[1] al-Ḥayāt Media Center - Órgão de propaganda do Estado Islâmico


Há um claro sinal de nervosismo na elite que parece estar a sentir pela primeira vez que a autêntica "bomba-relógio" étnico-religiosa em que transformaram a Europa, pode e vai estoirar mais dia, menos dia. Eles sabem que se vão queimar quando tal acontecer e apesar de ninguém ou quase ninguém ter coragem de o admitir, o mal já está feito.

Fechar fronteiras, aprofundar procedimentos de segurança, colocar militares nas ruas, melhorar o rastreamento efectuado aos tais "migrantes", tudo isto apenas vai retardar o inevitável. 

Desde o fim da Segunda Guerra Mundial que a Europa é governada por gente (autointitulam-se como "democratas") que tudo tem feito para escancarar as fronteiras das nossas Pátrias a pessoas que francamente não interessam nem ao próprio Diabo. Desde finais da década de 1970 que se tornou cada vez mais claro que esta experiência científica ía acabar em desastre, a tal "extrema-direita" que tanto pavor provoca às mentes bem pensantes do políticamente correcto, bem avisou e protestou como pôde e conseguiu contra este estado de coisas. De nada serviu, a elite foi seguindo em frente com os seus projectos internacionalistas, que têm como fim último acabar com as nações e os povos da Europa Ocidental entretanto foram-se mantendo "anestesiados" através de muita propaganda e subsídios.

A Europa de Leste escapou um pouco mais a estes intentos da Nova Ordem Mundial, valeu-lhe o racionalismo frio típico dos povos eslavos e as lições apreendidas através de séculos de verdadeiro terror às mãos do Império Otomano. Não sofrem de memória curta, característica infelizmente demasiado comum aos povos da Europa Ocidental...

Inventou-se entretanto um novo conceito a que chamaram de "multiculturalismo" e segundo este delírio pós-modernista, era possível criar uma Europa em que todas as culturas, etnias e religiões convivessem em harmonia, paz e amor. No entanto, a realidade que a esquerda e a direita bem pensantes sempre odiaram e ignoraram, falou mais alto e rapidamente tratou de demonstrar o óbvio, ou seja, que o tal "multiculturalismo" não passava mesmo de uma triste fantasia. As gentes estranhas a quem foi permitida a entrada na Europa (especialmente as seguidoras daquele célebre pedófilo chamado Maomé...), na maioria dos casos, não se integraram, nem se querem integrar e a maioria dos europeus pode não o admitir, mas na realidade, muitos não querem que esta gente se integre, aliás, olham para os mesmos como invasores e ocupantes da sua terra, algo que não está errado de todo...

O resto é uma questão de matemática, demografia e lógica pura. Se for tida em conta a elevadíssma capacidade reprodutiva das comunidades islâmicas residentes na Europa, em contraste com a miserável taxa de fecundidade da esmagadora maioria dos países europeus, isto significa que a continuar esta tendência, dentro de três a quatro décadas no máximo, a população muçulmana na Europa vai estar em condições de se assumir já não como uma minoria, mas como uma maioria ou pelo menos como uma parte muito substancial da população. Quando este ponto de ruptura for atingido, a guerra civil no seu pleno será inevitável e a única alternativa viável a tal cenário é a de um regime de ditadura que impeça o pior (isto se tal ainda for sequer possível...).

Claro que já sabemos o que depois vai dizer a esquerda e os seus amigos da direita liberalóide: "a culpa é toda dos lunáticos da extrema-direita, esses camelos!!"

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Notas:
[2] WIKIPEDIA - November 2015 Paris attacks. Link: https://en.wikipedia.org/wiki/November_2015_Paris_attacks
[3] NOBRE, João José Horta - O Feitiço Começa a Virar-se Contra o Feiticeiro... História Maximus, 8 de Janeiro de 2015. Link: http://historiamaximus.blogspot.pt/2015/01/o-feitico-comeca-virar-se-contra-o.html

João José Horta Nobre
Novembro de 2015

1 comentário:

  1. Análise certeira, como habitual. As elites vão continuar a forçar a imigração e a imposição "multiculturalismo" até onde puderem. A Europa tem de ser destruída para eles poderem reinar. E se o panorama político não mudar radicalmente nos próximos anos, é exactamente isso que vai acontecer.

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