domingo, 29 de junho de 2014

Varela, Cravo e Canela

Raquel Varela, comunistóloga encartada nos tempos livres e revolucionária marxista nas horas vagas.


"Raquel Varela é bem representativa de um modo de pensar e agir profundamente enraizado – e ainda mais institucionalizado – em Portugal.

Se alguma coisa a distingue, não será o ser mais radical, mas antes o ter um discurso mais articulado e publicamente apresentável do que muitos dos seus pares que, pensando basicamente o mesmo, são ainda assim incapazes de o transmitir de uma forma minimamente compreensível e persuasiva.

Nesse sentido, compreender quem é Raquel Varela é também um importante contributo para compreender o país que temos e o estado a que chegamos." - André Azevedo Alves in «Quem é Raquel Varela ?»

Raquel Varela, uma comunistóloga encartada, é hoje uma das melhores, senão mesmo a melhor, propagandista e contadora de estórias da carochinha que o regime abrileiro dos cravos falidos tem ao seu serviço.

Colocada no altar da glória merdiátic@ pelos intelectualóides marxistas que desde 1974 têm tentado sequestrar as ciências sociais em Portugal, a Raquel Varela para além de ser uma contadora de estórias da carochinha e uma propagandista, é também uma excelente comediante que me faz rir a bandeiras despregadas de cada vez que abre a boca.

Desta vez a Raquel Varela surge num video (onde também surge o historiador Valério Arcary, mais um marxista lunático...) intitulado Quando o Impossível foi Inevitável 2014 a afirmar sem rodeios que "em 1961" começaram "as revoluções coloniais".[1]

Mas quais "revoluções coloniais" pergunto eu?

Seriam mesmo "revoluções coloniais" como afirma Raquel Varela ou seriam, ao invés, operações de guerrilha apoiadas, financiadas e preparadas a partir de Moscovo e/ou Washington?

Qualquer historiador que seja intelectualmente honesto quanto baste e que se tenha debruçado sobre a temática da Guerra do Ultramar, sabe que nunca existiram quaisquer "revoluções coloniais" na África Portuguesa. O que existiu, isso sim, foram movimentos de guerrilha criados, financiados, treinados e operados a partir da União Soviética e dos Estados Unidos, superpotências estas que à época estavam a degladiar-se pelo controle de África e queriam a todo o custo arrastar os povos africanos para as suas respectivas órbitas de influência, independentemente dos custos sociais e humanos que tal pudesse acarretar.

Uma revolução implica sempre e necessariamente um levantamento em massa da população contra um dado regime. Ora, tal nunca sucedeu em nenhuma ex-província ultramarina portuguesa. Com excepção de alguns protestos e manifestações provocadas por exigências de índole económica, nunca existiu nenhum levantamento de massas na África Portuguesa que visasse a independência dos territórios que compunham a mesma.

Se Raquel Varela considera mesmo que existiu um tal movimento de massas, condição sempre necessária para uma revolução, então porque é que não nos mostra a todos alguns filmes ou fotografias desses levantamentos revolucionários?

Não mostra porque os mesmos simplesmente nunca existiram e a Raquel Varela sabe disso mesmo. O que se passou na África Portuguesa a partir de 1961 foi um complô soviético e estado-unidense que tinha como objectivo final arrastar os povos africanos para as respectivas órbitas de influência dessas mesmas superpotências. 

O que se passa hoje na Ucrânia, foi precisamente o que se passou na África portuguesa a partir de 1961. A propaganda suja, os guerrilheiros inflitrados que surgem não se sabe bem de onde, a guerra da informação, os massacres, uns reais, outros fabricados para servirem de propaganda. Tudo isto vimos em África e hoje são estas mesmas tácticas (agora modernizadas...) que vemos em prática na Ucrânia, tanto por parte dos Estados Unidos e da União Europeia, como por parte da Rússia.

Pensem um pouco nisto tudo e não tardarão a perceber que a cassette abrileira e politicamente correcta sobre a guerra do Ultramar está cheia de mentiras e falsidades inomináveis que apenas continuam em circulação graças ao péssimo trabalho de informação prestado pelos merdi@ nacionais.

Tudo isto é triste, mas o mais triste ainda é sermos obrigados a sustentar com o dinheiro dos nossos impostos os centros de investigação e institutos espalhados de norte a sul do País, onde estes comunistólogos encartados actuam impunes e sem a devida oposição.

No fundo, Raquel Varela é mais um fruto da época delirante em que nasceu. Estávamos então em 1978, o País já estava em pós-PREC mas a propaganda marxista continuava fortíssima e muito infiltrada em tudo o que era estabelecimento de ensino. As lavagens cerebrais faziam-se com grande intensidade desde o ensino primário até ao ensino superior. Não foi por mera coincidência que a União Soviética investiu largamente no desenvolvimento da guerra psicológica e de propaganda, eles sabiam perfeitamente bem o que estavam a fazer...

Um dia no futuro, quando houver historiadores que queiram perceber a actual tragédia de Portugal, os mesmos terão de ter em especial conta esta geração nascida na década de 1970 e inícios dos anos 1980 que foi formatada pelos assim-chamados "valores de Abril" dos "amanhãs que cantam" que nos arrasaram económica e demográficamente e condenaram as gerações futuras a uma lenta descida ao inferno enquanto o seu País vai sendo progressivamente desmantelado de dia para dia. 

Se Portugal hoje é uma Nação de rastos e incapaz de resistir à demência neoliberal que nos tomou a todos de assalto, é graças em grande parte à escumalha marxista que destruiu os alicerces económicos da soberania nacional logo durante o PREC. Pessoas que não tinham a mínima noção de como um País se governa ou de como se gere uma economia, foram de um momento para o outro projectadas para o poder. Mercenários e traidores à Pátria que num outro qualquer País decente seriam presos ou fuzilados, não tardaram a apossar-se de cargos-chave essências ao funcionamento da Nação. 

Tudo isto foi feito em nome de uma "revolução" que começou numa madrugada em Abril e não tardou a encher a pança dos verdadeiros interessados na mesma, ou seja, os Estados Unidos e a União Soviética que de um só golpe viram assim satisfeita a sua antiga cobiça pela África Portuguesa, aniquilaram Portugal como País relevante no concerto das nações e garantiram décadas de guerra civil devastadora, mas muito lucrativa para os industriais do armamento nas antigas províncias ultramarinas.

Arrasados assim os alicerces económicos da soberania nacional, Portugal tornou-se uma presa fácil dos ditos "mercados" e "agências de rating" que já nos vêm consumindo lentamente desde então. Por outras palavras, o neoliberalismo apátrida está hoje a completar o trabalho que os marxistas portugueses já começaram em 1974, mas sobre estas coisas já não escreve Raquel Varela... 

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Notas:
[1] - YOUTUBE - Quando o Impossível foi Inevitável 2014. 26 de Junho de 2014. Link: http://www.youtube.com/watch?v=SX0PD3WVAlk


João José Horta Nobre
Junho de 2014

sábado, 14 de junho de 2014

Obrigado União Europeia. Obrigado Ianques.


 «Amigo, perceberás que no mundo existem muito mais tolos do que homens, e lembra-te disso.» - François Rabelais (1494 - 1553) in "Gargântua et Pantagruel"

O Médio Oriente é como um ninho de vespas, quanto mais lhe tocam, mais vespas surgem e mais se arriscam a ser picados. Em 2003, o Mundo árabe estava dominado por ditadores que apesar de serem profundamente corruptos e despóticos como era o caso de Saddam Hussein e de Muammar Gaddafi, entre outros, mantinham a segurança da região e os jihadistas em xeque.

Primeiro veio Bush, embriagado pelo espírito de vingança nutrido no pós-11 de Setembro, este decidiu invadir o Iraque com base em argumentos falsos sobre armas de destruição em massa que não existiam e uma suposta necessidade de espalhar a democracia de Wall Street no Médio Oriente. Bush e os neocons pretendiam transformar o Iraque num exemplo do nation-building, ou seja, a total subjugação da nação iraquiana aos algozes do alto capital, que são quem verdadeiramente "dá as cartas" por debaixo da mesa do perigoso jogo da política internacional.

A expedição militar de Bush custou ao Iraque uma pilha de cadáveres, cujo número exacto ninguém conhece ao certo, mas que seguramente já é superior a meio milhão. 

Depois veio o "santo" Obama, eleito pelas massas ingénuas que ainda acreditam na democracia de Wall Street e inicialmente considerado por muitos europeus estúpidos (é nisto que dá só verem futebol, telenovelas e casas dos degredos...) como um Presidente que iria marcar uma "mudança radical" na política estado-unidense. Pois bem, a mudança foi "radical" sim, mas para pior...

Depois de ter despachado a Líbia de Muammar Gaddafi, foi a vez da Síria, onde o Presidente "Obomba" não se demorou a oferecer apoio aos rebeldes que desde o início estiveram sempre infiltrados pelo islamismo radical, a excepção a esta regra constitui uma minoria sob a forma do fantasioso Free Syrian Army que nunca teve qualquer hipótese de derrotar ou sequer de travar o avanço quer dos islamitas, quer das tropas fiéis ao Presidente Bashar al-Assad.

Enquanto tudo isto acontecia, os islamitas foram ganhando terreno noutros países do Médio Oriente como a Tunísia, o Egipto e o Iémene. No Iraque a situação nunca esteve boa e agora está definitivamente no caos total, graças em grande parte à força que os islamitas ganharam em consequência da "iluminada" primavera árabe que os "democratas" europeus e americanos patrocinaram em conluio com a Arábia Saudita e os seus aliados sunitas da região, tudo países profundamente "democráticos" e respeitadores dos direitos humanos como sabemos...

Entretanto, na Europa vamos continuar à espera que rebente a bomba-relógio etno-religiosa semeada pela imigração em massa nas últimas décadas, tudo em nome do alto capital explorador de mão-de-obra barata e dos lunáticos da esquerda marxista obcecados com o multiculturalismo. Pelas minhas contas, já não vão ter de esperar muito pela guerra civil etno-religiosa que se aproxima e da qual serão inteiramente responsáveis, no máximo três a quatro décadas se tudo continuar como está.

Obrigado União Europeia. Obrigado Ianques.

João José Horta Nobre
Junho de 2014

domingo, 8 de junho de 2014

Afinal Quem São os Verdadeiros Fascistas?



"A cartilha dos maldizentes sempre foi a hipocrisia." - Félix Lope de Vega y Carpio (1562 - 1635)

No passado dia 27 de Maio de 2014, em pleno rescaldo das Eleições Europeias, o "adiantado mental" que dá pelo nome de Wolfgang Schäuble achou inteligente vir afirmar em público que na sua opinião a Frente Nacional de Marine le Pen é um "partido fascista"[1].

O senhor Schäuble não deve ter reflectido muito antes de falar, pois se o tivesse feito, não teria sequer aberto a boca por uma questão de mínima decência. Mas como a decência é algo que já não existe na actual Europa, muito menos por parte da esmagadora maioria dos eurocratas que vivem como reais príncipes à nossa custa, a "boquinha" do senhor Schäuble já era mais do que de esperar e prever.

Não dúvido de que a esmagadora maioria dos meus concidadãos desconhecem a figura do senhor Schäuble, um eurocrata "iluminado", formado em direito e economia pela Universidade de Freiberg e pela Universidade de Hamburgo. O senhor Schäuble é um dos "cérebros" que julgou correcto apoiar a invasão do Iraque em 2003 e posteriormente, em 2011, apoiou o ataque dos "democratas" contra a Líbia de Muammar Gaddafi como forma de exportar "humanitariamente" os direitos humanos à bomba e ao tiro.[2] Trata-se portanto de um profissional na "arte" do abate de nações. Um hitman refinado que vive condenado a andar numa cadeira de rodas devido a uma tentativa de assassinato de que foi alvo em 1990[3] e que está ao serviço do globalismo selvagem da Nova Ordem Mundial.

São pessoas como o senhor Schäuble que têm estado na linha da frente do ataque ao estado social na Europa a que temos assistido nos últimos anos, ataque este, diga-se de passagem, que já conduziu e vai continuar a conduzir milhões de europeus rumo à pobreza. Porém, agora que o "sistema" se começou a sentir ameaçado com os avanços dos partidos eurocépticos em eleições livres e democráticas, esse mesmo "sistema" em desespero começou a empregar tácticas de desinformação sujas, para não dizer no mínimo ridículas...

Os eurocratas e as suas respectivas máquinas de propaganda rotulam de "extremistas" todos os partidos que se insurgem contra o actual estado de coisas. Hoje, tudo o que não esteja localizado no espectro ideológico do centro-esquerda ou centro-direita é rotulado de "extremista" e "radical". Mas o facto é que os verdadeiros extremistas do nosso tempo são precisamente os partidos do "centrão", principalmente os que estão em conluio com o directorio de Bruxelas e isto inclui basicamente todos os partidos de centro-esquerda e centro-direita que hoje existem nos países membros da União Europeia. São estes partidos do "centrão" político que têm provocado a hecatombe económica e social a que temos assistido nos últimos anos nos países sujeitos à austeridade de Bruxelas em coordenação com o Fundo Monetário Internacional.

Os povos da Europa estão fartos de tudo isto. Estão fartos do desemprego que está a níveis nunca antes vistos na história da União Europeia. Estão fartos de ver o seu poder de compra a reduzir-se de dia para dia. Estão fartos de serem sujeitos a uma carga de impostos brutal. Estão fartos de terem de sustentar os banqueiros e a ganância sem escrúpulos dos mercados. Estão fartos dos problemas que a imigração em massa trouxe à Europa. Enfim, estão fartos das mentiras de um regime que se afirma como "democrático", mas que na realidade não é mais do que uma encenação da democracia com vista a servir o alto capital.

Ora, quem não concorda com este estado de coisas é "extremista" e "radical" segundo o directório de Bruxelas. Se for simultâneamente contra a imigração em massa, então aí passa automaticamente a ser também "racista" e "xenófobo". Alegadamente, as pessoas que rotulam desta forma  os partidos eurocépticos, dizem ser movidas pelo ideal do "humanismo" e dos "direitos humanos". Mas sejamos sinceros, alguém acredita mesmo que o alto capital que hoje controla a União Europeia e que todos os dias condena milhões à mais humilhante das misérias, se preocupa minimamente com os "direitos humanos"?!

Um relatório da Organização Internacional do Trabalho veio recentemente confirmar o que já há muito os "radicais" e "extremistas" eurocépticos vêem afirmando, ou seja, que a austeridade na Europa está a matar e a lançar milhões na miséria. Só desde 2008 foram lançadas na pobreza 800.000 crianças na Europa da austeridade. "Em 2012, 123 milhões de pessoas nos 27 (na altura) Estados membros da União Europeia, ou 24% da população, estavam em risco de pobreza ou exclusão social." Este aumento da miséria resultou em larga medida de "decisões políticas específicas de redução das transferências sociais e de limitação do acesso a serviços públicos de qualidade", a isto podemos juntar ainda o "desemprego persistente, salários baixos e impostos mais altos".[4]

Portanto os mesmos senhores e senhoras que ladram como cães raivosos a partir de Bruxelas e Estrasburgo, chamando de "racistas", "xenófobos", "extremistas" e "radicais" aos partidos eurocépticos, são os mesmos senhores e senhoras que nos atiraram à "linha do comboio" e condenaram a um processo de empobrecimento sem escrúpulos. Isto para não referir o facto do fosso social entre pobres e ricos se ter acentuado de forma brutal nos últimos anos. Depois de tudo isto, a única conclusão a que se pode chegar é a de que os eurocratas não possuem já qualquer tipo de autoridade moral para dar lições seja a quem for e o único motivo pelo qual ainda estão no poder é devido à sua capacidade de influência em muitos meios de comunicação social públicos e privados que se têm encarregue de alinhar com Bruxelas, difundindo a sua cassete anti-eurocéptica composta por mentiras, distorções e difamações de uma baixaria tal que quase nos fazem lembrar a propaganda rasca dos ditadores de papel do Terceiro Mundo.

Estes rótulos com que o directório de Bruxelas brinda os grupos e partidos eurocépticos têm como objectivo o de subtilmente tentar convencer os eleitores de que só há uma forma de ser anti-radical, anti-extremista, anti-xenófobo ou anti-racista e essa é continuando a votar no "centrão" político, ou seja, nos lacaios de Bruxelas e do alto capital que passaram os últimos trinta anos a preparar o terreno para nos enterrarem vivos.

Mas os factos ocorridos nos últimos anos apenas vieram dar razão aos eurocépticos e demonstram bem que a União Europeia não tem sido amiga da Europa. A União Europeia toma medidas com vista a beneficiar os grandes interesses económicos, enquanto em simultâneo asfixia cada vez mais a classe média e os mais pobres com a receita da austeridade. Como já afirmei, este tipo de gentalha não possui qualquer autoridade moral ou divina para chamar "fascista" seja a quem for.

A União Europeia não passa de um monstro tecnocrata e hiper-burocrático, tendo sido construída na sua essência à margem de quaisquer consultas populares e com muitas mentiras e promessas falsas pelo meio. 

Existe uma elite dentro da União Europeia que julga ser Deus na terra. Esta elite não é obrigada a responder com seriedade perante ninguém e goza de uma quase total impunidade do ponto de vista jurídico. Para além desta quase absoluta impunidade, a elite eurocrata aufere de salários e privilégios verdadeiramente escandalosos enquanto nos países onde reina a austeridade como Portugal e a Grécia, há crianças a irem com fome para as escolas e o número de suicídios aumentou devido ao desespero de muitos que se vêem condenados ao desemprego e à pobreza humilhante.

Até agora as armas de conquista da União Europeia têm sido essencialmente a propaganda, a desinformação em massa, a censura nos media sob a sua influência e a chantagem económica. Quem não concordar com esta política é "radical" e "extremista", se for contra a imigração em massa então passa automaticamente também a ser "racista" e "xenófobo", pelo meio, ainda surgirão alguns cromos marxistas-trotskistas-leninistas-maoistas-estalinistas que irão berrar "homofóbico!" a altos pulmões e convocar as meninas do FEMEN para protestar contra os "fascistas", mesmo que a esmagadora maioria dos eurocépitcos realmente não o sejam. O problema para a União Europeia é que esta "cassete" já está tão riscada de tanto ser repetida que o típico cidadão comum já não acredita mais nesse tipo de desinformação rasca...

A maior hipocrisia da União Europeia é o facto de esta repetir incessantemente que defende a democracia, mas na prática fazer muito pouco pela mesma. A elite eurocrata tem medo dos referendos porque sabe que a maioria das suas propostas seriam imediatamente chumbadas se fossem devidamente sujeitas ao escrutínio popular, tal como aconteceu com a Constituição Europeia que nos tentaram impingir. Este receio da vontade popular levou a elite eurocrata a tentar fazer um jogo duplo, ou seja, publicamente fazem grandes juras à "Deusa Democracia", mas por detrás da cortina aprovam aberrações como o Tratado de Lisboa que foi aprovado à margem de qualquer consulta popular e de forma a tentarem enganar pelas costas os povos da Europa. É até ofensivo que tal pestilência de tratado tenha sido baptizado com o nome da capital portuguesa, um verdadeiro ultraje que os portugueses não mereciam...

Enfim, depois de um saldo destes é caso para se perguntar ao senhor Schäuble e aos seus colegas eurocratas quem é que são afinal os verdadeiros fascistas?...

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Notas:
[1] LUSA - Frente Nacional é um partido fascista, diz Schäuble. Diário de Notícias, 27 de Maio de 2014. Link: http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=3937853&seccao=Europa
[2] COMBUSTÕES - Onde Param os Fascistas? 28 de Maio de 2014. Link: http://www.combustoes.blogspot.pt/2014/05/onde-param-os-fascistas.html
[3] SCHMEMANN, Serge - German Interior Minister is Shot at Political Rally. New York Times, 13 de Outubro de 1990. Link: http://www.nytimes.com/1990/10/13/world/german-interior-minister-is-shot-at-political-rally.html 
[4] JORNAL i - Austeridade na Europa Lançou 800 Mil Crianças na Pobreza. 03 de Junho de 2014. Link: http://www.ionline.pt/artigos/mundo/austeridade-na-europa-lancou-800-mil-criancas-na-pobreza/pag/-1

João José Horta Nobre
8 Junho de 2014
 
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