sexta-feira, 25 de abril de 2014

Há Quarenta Anos Teve Início Uma Limpeza Étnica...

Segundo o jornalista brasileiro Santana Mota, correspondente em Lisboa do diário "O Estado de São Paulo", Mário Soares ter-lhe-à dito logo em 1973 que a solução para os brancos que viviam na África Portuguesa seria "atirá-los aos tubarões".

 
"Chega sempre um momento na história em que quem se atreve a dizer que dois e dois são quatro é condenado à morte." - Albert Camus (1913 - 1960) in «A Peste»

Foi há quarenta anos que se iniciou aquilo que acabaria por se transformar numa limpeza étnica de proporções avassaladoras e verdadeiramente humilhantes para Portugal e os portugueses. O 25 de Abril de 1974, planeado nos bastidores por mãos estrangeiras e sobre o qual ainda há muitos segredos por desvendar, foi apenas o início de um programa de limpeza étnica que a esquerda internacional tinha preparado em segredo durante anos e cujo único objectivo era varrer todos os portugueses brancos das Províncias Ultramarinas.

O plano da esquerda era simples e do mais cruel e sanguinário que se pode conceber, digno apenas das maquinações maquiavélicas engendradas pelo KGB durante décadas. Para todo o processo de limpeza étnica ter início, a esquerda necessitava apenas de uma "faísca" que pegasse fogo a todo o aparato de segurança do Império Português, de forma a que este colapsasse rapidamente sobre si próprio em favor da União Soviética que passaria a ser a nova dona da África Portuguesa.

A história determinou que essa "faísca" viesse a ser o dia 25 de Abril de 1974. Uma vez consumado o golpe, elementos afectos ao Partido Comunista Português (PCP) e a outras organizações de esquerda deram início ao processo de desmoralização das Forças Armadas com slogans do género "nem mais um soldado para as colónias" e afins.

A esquerda portuguesa pretendia fazer colapsar a ordem nas Províncias Ultramarinas o mais depressa possível de forma a que estas pudessem cair na órbita soviética antes que os Estados Unidos e o Ocidente tivessem tempo de reagir. Os brancos que viviam em África eram um óbvio obstáculo a estes planos e portanto a solução encontrada pela esquerda foi simples: eliminar os brancos.

Não tardou para que o pânico se instalasse entre a população branca que vendo-se abandonada pela soldadesca vermelha ao serviço de Moscovo, começou a emitir pedidos de socorro desesperados e a implorar por apoio militar à poderosa África do Sul e à Rodésia de Ian Smith. De nada serviram estes apelos, mas foi exemplar a forma como ambos os países receberam os portugueses em fuga que lhes chegaram às fronteiras em muitos casos apenas com a roupa que traziam no corpo.

Outros, mais infelizes e de má sorte, foram massacrados durante a fuga ou ainda antes de terem conseguido ter a oportunidade de fugir. Alguns foram queimados vivos, outros foram espancados até à morte, outros ainda morreram baleados em execuções sumárias, homens, mulheres, crianças e até bebés, todos nossos compatriotas e todos assassinados por ordem da União Soviética e com o total apoio da esquerda portuguesa.

Ninguém sabe ao certo quantos portugueses brancos foram massacrados desta forma nos anos que se seguiram ao 25 de Abril, uns falam em milhares, outros falam em dezenas de milhares. Apenas sabemos que foram muitos.

Quanto aos negros e mulatos que lutaram do nosso lado durante a Guerra do Ultramar, para esses a situação ainda foi pior, pois a esmagadora maioria não conseguiu fugir para fora dos territórios ultramarinos e ficaram sujeitos às mais terríveis represálias por parte dos "movimentos de libertação" que não gozavam de qualquer legitimidade popular, mas aos quais mesmo assim foi entregue o poder pelos mercenários da esquerda portuguesa ao serviço de interesses estrangeiros.

A limpeza étnica na África Portuguesa terminou com a fuga de cerca de um milhão de brancos. Pessoas, na sua larga maioria inocentes e cujo único crime que cometeram foi o de serem brancos. Destas coisas já não fala a esquerda portuguesa, essa mesma esquerdinha que gosta tanto de acusar os nacionalistas e a direita de serem "racistas" e de falar em "causas fracturantes"

Mas "fracturante" mesmo foi a limpeza étnica dos nossos compatriotas brancos em África que a esquerda portuguesa promoveu. Isso sim é que foi "fracturante". Sejamos claros, quem tem toda a responsabilidade neste processo criminoso é a esquerda e não a direita, pois foi a esquerda que tomou o poder a 25 de Abril de 1974 e foi a esquerda que teve a "faca e o queijo na mão" durante todo o infame e criminoso processo de "descolonização". A limpeza étnica dos brancos em Angola, Moçambique e na Guiné-Bissau aconteceu porque a esquerda quis que acontecesse. Os planos foram urdidos e traçados nesse sentido propositadamente, não se tratou de nenhum acontecimento "inevitável" ou que "não poderia ser evitado" como a esquerda hoje afirma para se desculpar.

Na África Portuguesa os quadros com preparação necessária para governar e gerir a vida económica, eram na sua maioria brancos. Estes brancos, salvo excepções muito raras, nunca tiveram quaisquer simpatias pelo Marxismo e pelos revolucionários dos "amanhãs que cantam". Logo, constituíam um travão aos interesses soviéticos em África e por esse mesmo motivo a União Soviética tomou todas as medidas necessárias para os expulsar de África e exterminá-los fisicamente se tal fosse necessário.

A revista The Economist considerou a fuga dos portugueses brancos como sendo "o maior êxodo na história de África". Nem sequer no Congo onde entre Janeiro e Julho de 1960 a população branca caiu de 110.000 para apenas 20.000 pessoas, se viu tamanho movimento populacional como aquele que foi registado na África Portuguesa.[1]

O governo português (de esquerda...) criminosamente adiou até ao último momento qualquer ajuda ou apoio substancial a estes refugiados, tendo-os abandonado à mercê dos guerrilheiros armados dos "movimentos de libertação" que intoxicados por drogas e com o cérebro envenenado pela propaganda marxista, estavam dispostos a massacrar todos os brancos em África. Em Angola, cidades inteiras outrora prósperas e bem cuidadas, como Carmona e Malange foram abandonadas devido à fuga de quase toda a população. Malange acabou por se transformar num imenso cemitério a céu aberto com "milhares de pessoas mortas, na sua maioria africanos, que estavam ainda insepultas quando se abandonou a cidade."[2] Alguns brancos tentaram resistir em Luanda, mas a esmagadora maioria rapidamente percebeu que a limpeza étnica de que estavam a ser vítimas era para ir até ao fim e que a única opção viável que o regime de Abril lhes havia dado era a de fugirem deixando para trás toda uma vida de trabalho.


Uma rua em Malange em 1975. A cidade foi praticamente toda abandonada, para trás ficaram os cadáveres em decomposição no meio das ruas...


Sob todos os pontos de vista do direito internacional, o que se passou na África Portuguesa em consequência do 25 de Abril de 1974, constitui um crime contra a humanidade e como tal deve ser considerado. 

O Relatório Final da Comissão de Peritos Estabelecido Conforme a Resolução 780 do Conselho de Segurança das Nações Unidas definiu a limpeza étnica como sendo: 

"Uma política propositadamente concebida por um grupo étnico ou religioso, para remover a população civil de outro grupo étnico ou religioso de uma determinada área geográfica, através de meios violentos ou que inspirem terror."[3]
  
Segundo esta definição dada pela própria Organização das Nações Unidas (ONU), não foi precisamente isto que sucedeu na África Portuguesa à população branca?

As evidências e as provas do crime são tantas que não resta margem para dúvidas de que a descolonização da África Portuguesa foi simultâneamente uma limpeza étnica da população branca, promovida pela União Soviética e com o total apoio ou pelo menos a colaboração passiva de vários partidos da esquerda portuguesa, especialmente o Partido Comunista Português (PCP) e o Partido Socialista (PS).

É óbvio que o regime instaurado em Portugal a 25 de Abril de 1974 tudo tem feito para esconder estes crimes contra a humanidade pelos quais é directamente responsável e por isso promove o mito de que a Revolução dos Cravos foi uma "revolução sem sangue".

Muitos "retornados" têm dificuldade em relembrar o que se passou e por isso preferem o silêncio à acção, pois não desejam reviver os traumas pelos quais passaram. Mas o facto é que existe mais do que matéria suficiente para dar origem a julgamentos no Tribunal Penal Internacional.

Um número significativo dos responsáveis pela limpeza étnica que ocorreu na África Portuguesa ainda estão vivos e alguns dos partidos responsáveis até têm assento parlamentar. Todos estes elementos criminosos já deveriam de ter sido totalmente escorraçados da vida política nacional e os responsáveis julgados em Portugal ou então deportados para o Tribunal Penal Internacional onde enfrentariam julgamento.

Apenas compreendendo tudo isto é que os portugueses poderão compreender o fanatismo da esquerda e do regime actual em promover o mito da "revolução sem sangue" e todo o folclore ridículo que anualmente se repete nas celebrações do 25 de Abril, quando os responsáveis e co-responsáveis pela limpeza étnica dos portugueses brancos em África colocam os seus cravos encharcados de sangue inocente na lapela e celebram uma das maiores tragédias da história de Portugal e da humanidade.

Esta imunda campanha de falsificação da história e branqueamento de crimes contra a humanidade que conta com o apoio da "elite de Abril", infiltrada nas escolas, universidades, fundações e quase todos os meios de comunicação de massas, é simultâneamente um exemplo do desespero em que o actual regime se encontra. No fundo tudo isto não passa de uma gigantesca campanha de desinformação sustentada por quase toda a classe jornalística, política e universitária que continua a fazer "vista grossa" à limpeza étnica a que os brancos foram sujeitos na África Portuguesa e aos posteriores massacres da população civil negra levados a cabo pelos assim-chamados "movimentos de libertação".

Os responsáveis em Portugal e no estrangeiro por toda esta loucura genocida poderão até escapar à justiça dos homens, mas tenho a certeza absoluta de que ao julgamento da história não escaparão. Quanto aos "revolucionários de Abril", que a consciência lhes pese - e a terra que os cobrir também.



Segundo a revista "Spiegel", Mário Soares disse logo em 1974 que não hesitaria em disparar contra os portugueses brancos se estes tentassem resistir contra a limpeza étnica que lhes estava reservada pelo regime de Abril.


Uma mãe com os seus filhos, todos visivelmente desgastados e abatidos. Segundo a esquerda portuguesa, estas crianças eram "colonialistas perigosos" e por isso tiveram de ser sujeitos a uma limpeza étnica.



Um grupo de retornados ou "reaccionários fascistas" como a esquerda portuguesa os definia.



Mais um grupo de retornados, aparentemente despassarados e sem rumo. Dá para ver claramente que estas pessoas são tão "perigosas" para a humanidade que "atirá-los aos tubarões" é a única solução adequada para resolver o problema.



Outro grupo de retornados com aspecto de "vencidos da vida" após a limpeza étnica a que foram sujeitos pela esquerda portuguesa ao serviço dos "valores de Abril".



"Retornados fascistas" a dormir no chão por cortesia dos capitães de Abril.



Um milhão de refugiados do Ultramar. Isto constitui um grande motivo de orgulho para a esquerda portuguesa e os capitães revolucionários de Abril a quem só faltou ser-lhes atribuído o Prémio Estaline pelos seus serviços para com a "Pátria do Socialismo".



Duas portuguesas mulatas que também foram vítimas da limpeza étnica. A esquerda portuguesa provavelmente achou que o facto de terem a pele cor-de-café-com-leite era já demasiado branco e por isso meteu-as na lista do "gado fascista para expulsão ou abate". Ou fogem ou morrem! São ordens do camarada Brejnev!



Mais alguns "retornados reaccionários" que beneficiaram da "descolonização exemplar" promovida pela esquerda portuguesa. "É preciso partir os dentes à reacção" assim dizia o "humanista" Álvaro Cunhal.



Comentários para quê?...


___________________________________________________

Notas:
[1] THE ECONOMIST - Flight From Angola. 6 de Agosto de 1975. Link: http://www.economist.com/node/12079340
[2] MARQUES, Alexandra - Segredos da Descolonização de Angola, Dom Quixote, 2013.
[3] ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS - Relatório Final da Comissão de Peritos Estabelecido Conforme a Resolução 780 do Conselho de Segurança (1992). 27 de Maio de 1994. Link: http://www.un.org/ga/search/view_doc.asp?symbol=S/1994/674

 João José Horta Nobre
25 de Abril de 2014

26 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Isto e terrivel, e genocidio! Os traidores comunistas são mesmos em cada pais. O poder do Portugal fui destruída completamente, e por que? Queria chorar quando leia isto artigo. Muita simpatia por as vitimas.

    -um grego

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    1. «O poder do Portugal fui destruída completamente, e por que?»

      Porque Portugal foi sequestrado há 42 anos atrás por filhos da puta que nunca deviam de sequer ter nascido.

      Abraço ;)

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    2. Gracias senhor, viva Portugal livre.

      -um grego

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    3. Não deviam ter nascido, especialmente um que era filho de um Padre, logo, filho de um coito danado!!!

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  3. Por favor, apresente alguma prova sólida do que está a escrever, porque só está a contribuir para a desinformação, e existe mesmo gente que vai acreditar nestas patranhas.
    Então nesse "genocídio" que passou ao lado de toda a história, quantas pessoas morreram? Ah que azar, "não se sabe", é um mistério.
    Porque existiram um milhão de retornados então? Não foram todos "limpos"?
    Ah, não, vieram para Portugal porque os países que exploravam se tornaram justamente independentes. Toda a gente sabe como viviam os portugueses em Angola e Moçambique, eram todos grandes senhores a viver ao lado de locais em condições miseráveis. E ainda faz deles os coitadinhos.
    O processo de descolonização não foi certamente perfeito, nem perto disso, mas vir com falsidades só para provar a sua ideologia é muito desonesto.
    Enfim, sustente mas é o seu pensamento com mais do que suposições e falsas declarações (sim, essa do "atirá-los aos tubarões" não tem qualquer credibilidade).

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    1. Se não fosses ignorante, não dizias tanta asneira junta.

      Lê e aprende burro:

      http://historiamaximus.blogspot.pt/2016/01/para-que-nao-caia-no-esquecimento.html

      http://historiamaximus.blogspot.pt/2014/03/angola-verdade-sobre-guerra-civil.html

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    2. A "análise" do Anónimo das 15:03 acabou.

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    3. Este Jorge Machado deve ser um daqueles que, quando cá retornei, disseram-me; Tinha uma casa? Se tinhas foi porque mataste o preto que era dono da casa.
      Tinhas um carro? Se tinhas, foi porque mataste o preto que era dono do carro e ficaste com ele...etc. etc.
      Nada era dos brancos. Tudo era dos pretos.
      E agora? O que têm 95% dos pretos em Angola? Miséria!!!

      Que responder a estes filhos de uma grande puta, como é o caso deste imbecilóide?

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  4. Sr. Jorge Machado, infelizmente chego à conclusão que estes "portgueses"mereceram ter que abandonar os países africanos . Bem haja pelas suas sábias palavras.

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    1. Eu tenho 46 anos e desconheço alguns factos dessa época que desejava ver esclarecidos por quem souber responder.
      Os portugueses foram para terras africanas como emigrantes dispostos a preservar e respeitar a lei e os povos dessas terras?
      Ou foram com invasores de um território e reagiam com guerra a quem defendia o que era seu, originando ódios mortais?
      Como era criança com 4 anos aquando do 25 de abril, nunca percebi, alguém me informa?

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    2. «Os portugueses foram para terras africanas como emigrantes dispostos a preservar e respeitar a lei e os povos dessas terras?
      Ou foram com invasores de um território e reagiam com guerra a quem defendia o que era seu, originando ódios mortais?»

      Caro Anónimo, o que está em causa não é isso. O que está em causa é que a população branca em África foi pura e simplesmente abandonada após o 25 de Abril pelo governo português.

      Para além disto tudo, nunca houve qualquer referendo à independência dos territórios ultramarinos, o que só por si retira legitimidade a qualquer processo de descolonização.

      Mais: muitos dos africanos negros estavam do nosso lado. Possivelmente a maioria e por isso mesmo, não interessou ao governo português da época fazer um referendo, não fossem os pobres dos pretos votar contra a vontade da esquerda...

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    3. Eu fui para lá em serviço militar e fiquei.
      O Pai da minha mulher foi para Angola com 14 anos nos anos 30. Quando tinha 20 anos o pai morrei cá na Metrópole, retornou mas vendeu tudo o que tinha de herença (Paderne, Alcantarinha, Pera, Algoz) pegou nesse dinheiro, na mãe e no irmão e retornou para Angola investindo tudo o que cá vendeu.
      Em Agosto de 75 teve que fugir com a família da Gabela para Nova Lisboa (evacuação total praticamente obrigatória) numa coluna militar que era atacada diariamente. Esteve com a família em Nova Lisboa à espera do embarque que tardava e debaixo de tiroteios diários. Numa altura, a minha sogra que estava na fila do pão, viu morrer uma senhora que a precedia na fila por uma bala "perdida".
      Os meu sogros vieram ao fim de várias tentativas para chegarem ao aeroporto e, quando cá chegaram esperava-os a miséria...porque o que cá tinham venderam para investirem lá. O que me dizem a isto os comunistóides e restante escumalha???

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  5. Ao ler estes comentários penso como vim para Portugal com 9 anos, após ter explorado os africanos estudando com eles nas mesmas escolas, construindo os brinquedos com eles, brincando descalço com o cheiro da terra molhada, partilhando as mangas, as goiabas a "funge" o "pirão". Passámos anos de fome após a fuga de morteiros e granadas e das catanas e fomos cobardemente excluidos, mas ajudámos a desenvolver o nosso país que estava extremamente atrasado mas os ricos de antes do 25 DE Abril continuam a ser os ricos de hoje. Não aceito que quem aqui viveu desde sempre diga o que quer que seja de nós crianças retornadas que já sabíamos viver em democracia e que sabiamos respeitar os povos e costumes de África.Ainda hoje em Portugal não se respeitam os africanos negros.

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    1. PARABENS AMIGO lindo o teu comentario....e tal como tu muitas centenas de milhares criados e nascidos em angola se revoltam nestes dias porque nunca ninguem assumiu as responsabilidades por uma descolonizacao que foi cozinhada e orientada de lisboa pelos governos de portugal.Portanto nao e e da responsabilidade dos retornados o que se passou mas sim de alguns portuguses para quem a descolonizacao foi um mana.UM ABRACAO IRMAO.

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    2. Há uma uma coisa que sempre me fez confusão que é a palavra RETORNADO.
      Quem é retornado? Os que foram para o estrangeiro e retornaram a Portugal, como foi o caso dos merdilheiros Soares e Cunhal.
      Por exemplo; a minha mulher que nasceu em Angola é retornada?
      Eu sim, retornei a Portugal, fui para Angola em 67, com 22 anos em serviço militar, e em Novembro de 75.
      E a minha filha que nasceu em Angola em Dezembro de 73? É retornada?

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  6. Em resposta ao animal, sem ofensa aos animais, porque todos somos animais, jorge machado que come e vomita tudo que a ideologia dele lhe põe na frente que não passa de um ser miserável invejoso que não nutre qualquer respeito pela vida de inocentes porque coloca tudo no mesmo cesto, só por aqui revela uma patologia doentia e sinistra de fraca inteligência.
    Os meus sinceros votos que um dia lhe aconteça no mínimo o triplo
    Sou refugiado/retornados e não tínhamos fazendas nem negros escravos que como por aqui se vendia, ou havia 1 milhão de fazendas para cada Portugues?
    Passe muito mal pela rica falta de carácter que revela.
    Descolonização foi a maior vergonha jamais autorizada e apoiada por uma fação de portugueses mesquinhos invejosos traidores etc aos valores humanos, eu era uma criança e não fiz mal a ninguém,quando cá cheguei só dormi no chão 5 anos e meio e os cofres do estado estavam cheios, só por ter nascido lá já não era Português? ou vamos expulsar todos os negros que nascem em Portugal penso que não, se calhar expulsava alguns brancos que não merecem o solo sagrado de Portugal que pisam

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    1. Caro Voshin,

      Esse tal Jorge Machado que apareceu por aqui a debitar barbaridades deve ser algum comuna ou xuxa, é mais do que óbvio...

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  7. Hoje vi na televisão declamarem poemas em homenagem a Mário Soares e também quero deixar o meu:

    Alma pouco gentil que te finaste,
    Arde no Inferno eternamente,
    Que eu fico cá pagando arduamente
    Os calotes da seita que fundaste.

    Agora que ao Averno foste ter,
    Tens ao dispor, enfim, tempo que baste,
    P'ra do livro de Rui Mateus ler
    Aquelas cópias todas que compraste.

    E se acaso te sentes só aí,
    Com saudades da gente que ficou,
    Teus comparsas com quem roubaste aqui,

    Roga ao Demo que tarde te levou
    Que bem mais cedo os ponha ao pé de ti,
    Quão cedo o vosso gangue nos lixou.

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