sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Michel Foucault: O Pedófilo Que Uma Certa Esquerda Pretende Canonizar

Michel Foucault por Fromanger, 1976.


"Se for de esquerda, a pedofilia é chique." - Henrique Raposo

Tenho assistido nos últimos tempos a um certo reavivar da filosofia de Michel Foucault (1926 - 1984) por parte de alguns académicos e bétinhos esquerdóides que não têm mais que fazer na vida a não ser divagar num permanente delírio sem fim à vista com o dinheiro dos contribuintes...

Mas enfim, adiante... Michel Foucault tem sido protegido pelos seus seguidores que sempre se têm preocupado em ocultar o "outro Foucault" que meio-mundo não conhece por motivos de ignorância e/ou distracção. Por exemplo, quantos dos fiéis seguidores de Foucault sabem que o mesmo apoiou em força a Revolução Islâmica do Irão em 1979?[1]

Não deixa de ser bastante paradoxal e no mínimo estúpido que Foucault, um homossexual assumido, tenha apoiado a Revolução Islâmica ultra-conservadora do Irão que é bem conhecida por enviar homossexuais para o cadafalso, entre outras práticas muito pouco ocidentais. Posteriormente, quando se apercebeu da dimensão do seu erro, Foucault justificou-se afirmando que se havia precipitado e que era demasiado cedo na altura para saber no que iria resultar a Revolução Islâmica. No entanto, a justificação de Foucault não é minimamente convincente, pois na altura todos os que acompanhavam o desenrolar dos acontecimentos no Irão sabiam que o Ayatollah Khomeini era um radical islâmico e que a Revolução Islâmica não passava de uma revolução ultra-conservadora que almejava criar um Estado teocrático. [2]

Segundo Janet Afary e Kevin B. Anderson descrevem em Foucault and The Iranian Revolution: Gender and The Seductions of Islamism, a revolução do Ayatollah Khomeini no Irão e o martírio e a irracionalidade associadas à mesma tiveram um efeito profundo sobre o "último Foucault"[3] que parece ter ficado seduzido pelo "Eros xiita" da mesma.

Mas a loucura do "guru" Foucault não se ficou por aqui. Bem pelo contrário, esta atingiu o zénite com a defesa do incesto, da pedofilia e do estupro.[4] Pois é, aqui é que a "porca torce o rabo"... Quando Foucault defendeu a legalização do incesto, da pedofilia e do estupro de homens, mulheres e crianças inocentes, este passou a linha vermelha que separa a Civilização da barbárie e desceu à condição de um reles canalha em delírio.

Alguns membros da seita "foucaultiana" poderão até argumentar que Foucault nunca violou ninguém, que nunca abusou de nenhuma criança, etc... Mas o facto é que incentivou, tentou legitimar e até tornar "chique" o comportamento pedófilo, o incesto e o estupro. Isto basta para que Foucault mereça condenação e perca toda a sua legitimidade em termos éticos e morais.

Foucault advogava que a descriminalização do incesto, da pedofilia e do estupro era necessária para "suprimir o peso da culpa até que chegasse o tempo em que o corpo e os seus prazeres tivessem sido reinventados."[5] Os alucinados da contra-cultura da época de Foucault rapidamente absorverem a sua filosofia, sem sequer conhecerem a essência da mesma e é assim que chegados aos dias de hoje temos académicos que promovem abertamente este lixo demente em universidades espalhadas um pouco por todo o Ocidente.

O actual culto em torno de Foucault promovido pelos intellectual freaks da esquerda caviar (e tanto que eu os "adoro"...) é de uma absoluta irresponsabilidade social. Pessoalmente acredito que cada um tem o direito a delirar como quiser e lhe apetecer desde que não faça mal ao seu próximo. A única coisa que se pede é que se abstenham de viver à custa dos contribuintes - com salários e bolsas de investigação bastante elevadas num país em que o salário mínimo é inferior a 500€ - enquanto levam a cabo este seu "processo de delírio colectivo".
 

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Notas: 
[1] - AFARY, Janet; ANDERSON, Kevin B., - Foucault and The Iranian Revolution: Gender and The Seductions of Islamism. The University of Chicago Press, 2005.
[2] - AFARY, Janet; ANDERSON, Kevin B., - Foucault and The Iranian Revolution: Gender and The Seductions of Islamism. The University of Chicago Press, 2005.
[3] - AFARY, Janet; ANDERSON, Kevin B., - Foucault and The Iranian Revolution: Gender and The Seductions of Islamism. The University of Chicago Press, 2005.
[4] - MILLER, James - The Passion of Michel Foucault. Anchor, 1994.
[5] - MILLER, James - The Passion of Michel Foucault. Anchor, 1994.

João José Horta Nobre
Janeiro de 2014

3 comentários:

  1. É uma pena que pra vc, se em toda a minha vida eu falo duas coisas erradas, todas as outras duzentas mil coisas certas que eu disse estão automaticamente erradas...
    Fucô não é meu pastô
    E Einsten era de esquerda. Durma com essa! bjs

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