domingo, 20 de agosto de 2017

Foi a Alt-Right Que Reinventou o Nacionalismo Como Fenómeno Político e o Adaptou Ideológicamente ao Século XXI



«Não vos aconselho o trabalho, mas a luta. Não vos aconselho a paz, mas a vitória! Seja o vosso trabalho uma luta! Seja a vossa paz uma vitória!» - Friedrich Nietzsche (1844 - 1900) in Assim Falava Zaratustra

Confesso que já perdi a conta à quantidade de asneiras que tenho lido na imprensa do "sistema" sobre a Alt-Right ao longo da última semana e em consequência do que recentemente sucedeu em Charlottesville. A verdade é que a esmagadora maioria dos ditos "jornalistas" que escrevem sobre a Alt-Right em Portugal ou não sabem minimamente do que estão a falar e portanto limitam-se a repetir os clichés difundidos pela CNN e BBC ou então, fazem isto de propósito para difamar um movimento político-ideológico que é muito mais complexo e diverso nas ideias do que poderá parecer à primeira vista. 

Em lugar de perguntarem a quem sabe e preocuparem-se em tentar saber aquilo que a Alt-Right é e realmente defende, os "jornalistas" que hoje parasitam nas redacções da imprensa do "sistema", qual lügenpresse, escrevem mentiras atrás de mentiras que visam apenas induzir em erro o público a que se dirigem e instilar um clima de derrotismo nas diversas formações nacionalistas que têm resistido de forma exemplar a todos estes ataques selváticos. É realmente de gabar a disciplina e o bom comportamento da esmagadora maioria dos nacionalistas, que têm demonstrado uma tremenda capacidade de auto-controlo perante todos os insultos e ataques lançados contra si pelas diversas forças político-sociais ao serviço do "sistema".

A 29 de Agosto de 2016, eu publiquei um artigo intitulado "Contra Tudo e Contra Todos, a Alt-Right Continua a Marchar de Vitória em Vitória". Este artigo, uma peça que sucintamente resume os sucessos obtidos pela Direita Alternativa nos Estados Unidos e na Europa, foi o primeiro artigo publicado em Portugal sobre a Alt-Right. Muito antes de se falar e escrever sobre a Alt-Right em terras lusas, já eu acompanhava a fundo esse movimento parido nos Estados Unidos, mas que está muito longe de ser um fenómeno exclusivamente norte-americano, sendo antes pelo contrário, um fenómeno político-ideológico eminentemente ocidental e por isso mesmo adaptável a qualquer nação do Ocidente.

O último dislate a ser publicado sobre a Alt-Right na imprensa portuguesa alinhada com o "sistema", parece ser este artigo de uma certa Ana França[1] que foi ontem dado à estampa virtual no Observador da direitinha liberal do regime. A "jornalista" Ana França, não sei se por simples ignorância ou se porque é mais uma jornalixeira paga para mentir e difamar os nacionalistas, escreveu uma peça que está bem repleta de mentiras sobre a Alt-Right e onde se tenta (mais uma vez...) colar a Alt-Right ao Klu Klux Klan (KKK) e ao "supremacismo branco" de tendência neo-nazi. Já é velha esta estratégia da lügenpresse de tentar rotular de "nazi" tudo o que seja nacionalista e os "jornalistas" pagos pelo "sistema", nem se apercebem de que quanto mais insistem nesta estratégia de ataque ultrapassada, mais fortalecem a Alt-Right que não pára de crescer a cada dia que passa. 

Eu nunca escondi que tenho um imenso respeito pela Alt-Right e nutro uma admiração profunda pela mesma, porque foi graças à Alt-Right que os nacionalistas saíram da sarjeta para onde haviam sido atirados após a Segunda Guerra Mundial e de onde não conseguiram sair durante décadas. Foi a Alt-Right que resgatou o Nacionalismo no Ocidente da grave decadência e impopularidade de que este gozava e o reinventou como fenómeno político-ideológico. Foi a Alt-Right que adaptou o Nacionalismo ao século XXI e lhe conferiu um corpus ideológico que estando longe de ser tão forte quanto gostaríamos, já é forte o suficiente para resistir a muitos dos ataques lançados contra nós pelos nossos inimigos. A Nouvelle Droite nascida na década de 1960 como uma resposta à contra-cultura esquerdista dessa década, já havia tentado ressuscitar o Nacionalismo como fenómeno político organizado. No entanto, a aventura da Nouvelle Droite acabou por fracassar no campo político, principalmente porque à época ainda não existia internet de forma a contornar e em última análise, neutralizar a propaganda, desinformação, e censura do "sistema". Apesar deste fracasso em termos políticos, é inegável que do ponto de vista ideológico, os pensadores da Nouvelle Droite - os auto-proclamados "Gramscianos da Direita" - deixaram um legado cultural que certamente continuará a fazer escola entre os nacionalistas por muitas décadas.

A Alt-Right nasceu e cresceu à sombra das traições da direita conservadora e das várias igrejas cristãs que colapsaram completamente perante a esquerda nas últimas décadas e se têm mostrado totalmente incapazes de contra-atacar no campo político-social de forma eficaz. Foi esta imensa traição que amassou a Alt-Right e lhe conferiu força, pois tornou-se hoje mais do que óbvio que quem está preocupado com a Civilização Ocidental e as nações da mesma, não encontrará solução para o problema nos antigos partidos da direita traidora e muito menos nas diversas igrejas cristãs que em boa verdade nunca passaram de colectivos de filo-semitas em estado de delírio avançado.

Por enquanto e até ver, a Alt-Right continua a marchar gloriosamente de vitória em vitória e tudo se encaminha neste Ocidente em profunda crise civilizacional, para que um futuro não muito distante nos venha a dar a plena razão em tudo o que dissemos e escrevemos até aqui.

_______________________________________________

Notas:
[1] Aconselho à senhora "jornalista" Ana França a leitura dos "16 Pontos" da Alt-Right, que constituem uma espécie de carta de princípios deste movimento político-ideológico e cuja leitura basta para desmistificar muito do que se tem (erradamente..) dito e escrito sobre a Alt-Right

João José Horta Nobre
20 de Agosto de 2017


terça-feira, 8 de agosto de 2017

Será o Fim do Regime Chavista do Interesse dos Nacionalistas?


«Destabilizing Venezuela: Exploring the Zionist Connection»


Do ponto de vista ideológico, é inegável que a queda de Nicolás Maduro e o consequente fim do Chavismo na Venezuela, constituiria uma vitória retumbante para todos os nacionalistas e opositores do Marxismo. No entanto, do ponto de vista geopolítico e puramente estratégico, não é do nosso interesse que acabe o regime de Maduro, enquanto não existir na Venezuela uma alternativa nacionalista anti-sistema, que seja credível e forte o suficiente para poder assumir o poder com a devida responsabilidade.

Historicamente, há exemplos de movimentos, partidos e regimes nacionalistas que têm colaborado pontualmente com a extrema-esquerda quando tal interessa do ponto de vista meramente estratégico e quando as condições determinam que é necessário unir forças para derrotar e/ou enfraquecer os nosso inimigos em comum, nomeadamente, as forças liberais, os defensores da "democracia" dos partidos à moda de Wall Street, a escumalha da maçonaria e a Igreja. O exemplo mais famoso desta colaboração estratégica entre forças nacionalistas e a esquerda marxista, será o Pacto Molotov-Ribbentrop que foi celebrado em 1939 entre a Alemanha Nacional-Socialista e a União Soviética. Hitler estendeu a mão a Estaline não por gostar de Estaline ou do Comunismo, mas porque do ponto de vista estratégico era isso que fazia todo o sentido, de forma a por um lado ganhar tempo e por outro, aliviar a pressão que o Comunismo Internacional exercia contra os regimes nacionalistas da Europa à época. Neste ponto, Hitler agiu correctamente e inteiramente de acordo com os melhores interesses tanto do povo alemão, como dos povos que viviam sob a bandeira soviética. 

Bem sei que muitos nacionalistas estão actualmente extremamente felizes por verem o regime chavista de rastos e desejam ardentemente que o mesmo colapse o mais depressa possível. Mas e depois? Quem é que vai assumir o poder na Venezuela? O golpista Juan "Miami" Caguaripano? Os escroques patrocinados pela judiaria sionista que manda em Washington? Sabujos e traidores que comem da mão de George Soros? Os mesmos sabujos e traidores que já em 2002 e a mando do Império Anglo-Sionista, tentaram levar a cabo um golpe de Estado na Venezuela? Quiçá algum liberalóide a mando do judeu Kushner e ligado ao Banco Rothschild? A sério? É isto, é este lixo de gente que têm para oferecer ao povo Venezuelano como alternativa ao Chavismo!?

Sejamos claros, a Venezuela está neste momento a viver um dos períodos mais negros da sua história e se realmente é verdade que o governo que ocupa actualmente a cadeira do poder por aquelas bandas, geriu extremamente mal a economia da Pátria de Simón Bolívar, também é verdade que há neste momento forças sinistras em jogo que desejam destruir o regime chavista para logo a seguir o substituir por um governo de lacaios a mando do Império Anglo-Sionista.

De forma a que se consiga compreender o que está hoje em causa na Venezuela e porque motivo os nacionalistas não devem de desejar (ainda) o fim do regime chavista, é preciso que se compreenda primeiro o plano geoestratégico global do cartel mundialista/globalista, inteiramente dirigido a partir dos bastidores por supremacistas judeus e que tem como fim último a construção de um governo mundial totalitário. 

No caso particular da Venezuela, o que está em causa são as maiores reservas de petróleo do Mundo. Para o Império Anglo-Sionista é de extrema importância manter o controlo das reservas de petróleo do Mundo. Qualquer Nação que seja rica em "ouro negro" e que não seja simultaneamente submissa ao Império Anglo-Sionista e aos "falcões" das multinacionais do mesmo, coloca-se em risco de vir a sofrer uma "revolução colorida" ou até mesmo a ser alvo de uma operação militar de "regime change", como ocorreu no Iraque em 2003 e na Líbia em 2011.

É precisamente por eu já saber "o que a casa gasta" e estar bem consciente da canalhice sem limites do inimigo que temos pela frente, que eu nem hesito hoje em conceder apoio moral ao regime chavista. No fundo, trata-se de ter de escolher entre o mal menor e o mal maior. Mandar abaixo o regime chavista neste momento, é atirar para as mãos do cartel mundialista/globalista o povo venezuelano e é colocar as maiores reservas de petróleo do Mundo inteiramente ao dispor do Sionismo Rothschild. É por este motivo e apenas por este motivo, que os nacionalistas devem de conceder hoje apoio estratégico ao regime chavista. Nicolás Maduro é um comunista, mas é um comunista que até prova em contrário combate Sião. Para mim, isto é a única coisa que verdadeiramente interessa. 

João José Horta Nobre
8 de Agosto de 2017

O video abaixo ajuda a perceber porque é que o regime chavista está desde o seu início "na mira" do Império Anglo-Sionista. Foi este mesmo Império que orquestrou secretamente em 1974 o golpe que derrubou o Estado Novo em Portugal e o motivo para isto foi exactamente o mesmo que hoje o leva a querer rebentar com o regime chavista na Venezuela: o desejo megalómano de controlar as nações, na senda de poder destruir as mesmas e abrir assim o caminho para um governo mundial totalitário.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Reflexões Sobre a Religião - Parte III



"Uma sociedade sem religião é como um navio sem bússola." - Napoleão Bonaparte (1769 - 1821)
  
"Quando o Catolicismo triunfou definitivamente sobre o Paganismo em toda a Europa, e começou a construir o edifício feudal que subsistiu até ao século XVIII - ou seja, um espaço de mil anos - não pôde reduzir e destruir por completo os costumes antigos, nem as ideias filosóficas que tinham transformado as bases pagãs na época da reacção politeísta levada a cabo pelo imperador Juliano.

(...)

Só ao olhar a França reconhecemos que o culto pagão sobreviveu por muito tempo às conversões oficiais realizadas na mudança de religião dos reis merovíngios. O respeito dos Povos por certos lugares consagrados, pelas ruínas dos templos ou até pelos escombros das estátuas, obrigou os clérigos cristãos a construir a maior parte das igrejas sobre as bases dos antigos edifícios pagãos. Em todos os lugares em que esta precaução foi esquecida, e especialmente nos lugares solitários, o culto antigo continuou - como no monte de San Bernard onde, no século passado, ainda se rendia culto ao Deus Jou sobre o lugar do antigo templo de Júpiter. Ainda que a antiga Deusa dos Parisinos, Isis, tenha sido substituída por Santa Genoveva como protectora e patrona, ainda assim no século XI se via uma imagem de Isis conservada por descuido debaixo do pórtico de Saint-Germain-Des-Prés, honrada piedosamente pelas mulheres dos marinheiros - o que obrigou o arcebispo de Paris a mandar que fosse feita em pedaços e atirada ao Sena. Uma estátua da mesma Divindade via-se contudo em Quenpilly, Bretanha, há uns anos, e recebia o respeito dos nativos. Em certas zonas de Alsácia e do Franco-Condado mantém-se o culto das Matres - cujas imagens em baixo-relevo aparecem em vários monumentos e que outra coisa não são senão as grandes Deusas Cíbele, Ceres e Vesta.»[1]

A gravíssima crise civilizacional que o Ocidente hoje atravessa, é acima de tudo uma crise espiritual e religiosa que advém do natural esgotamento do credo cristão como religião credível. Isto já era de esperar há muito tempo. Era perfeitamente expectável que uma doutrina estrangeira e invasora - como é claramente o caso da doutrina cristã - acabasse por ficar completamente descredibilizada com o passar do tempo. 

A religião cristã não é, nem nunca foi nossa aliada e muito menos alguma vez foi nossa amiga. Antes pelo contrário, tudo o que a Igreja Católica tem feito desde o início da sua fundação, tem sido no sentido de fomentar uma judaização subconsciente da sociedade. Estou a mentir? Então expliquem-me por favor porque é que a criminosa da Igreja Católica durante mais de mil anos empreendeu uma autêntica campanha de genocídio religioso contra as antigas religiões nacionais da Europa? 

Inúmeros templos pagãos foram destruídos ou usurpados por cristãos, para no seu lugar se erguerem igrejas que fazem o culto a um Deus judaico e a "santos" judeus. As antigas mitologias fundadoras da Europa foram reduzidas ao ridículo e substituídas pelos contos de fadas judaicos da Bíblia. Um número incontável de textos pagãos foram queimados e perderam-se para sempre, isto sem contar com os pagãos que foram assassinados pela Igreja devido ao "crime" de serem pagãos, ou seja, por se recusarem a aceitar o credo neo-judaico que é o Cristianismo e insistirem em manter-se fiéis à religião dos seus ancestrais. O que aconteceu a Hypatia de Alexandria - assassinada dentro de uma Igreja por uma turba de cristãos fanáticos - será disto um exemplo, mas infelizmente está muito loge de ser o único.

A verdade é que por mais que os cristãos hoje se queixem das "perseguições de Nero", entre outros episódios pontuais de violência exercida pelo Império Romano contra os mesmos, o facto é que a violência que os cristãos exerceram contra os pagãos ultrapassa em larga escala tudo aquilo que os pagãos possam ter feito contra estes. O Império Romano nunca teve uma política oficial que visasse erradicar o Cristianismo. Os romanos perseguiam pontual e episodicamente os cristãos de forma a manter essa praga religiosa no seu devido lugar e devidamente contida, mas nunca o objectivo da política romana foi a de exterminar o Cristianismo. Pelo contrário, os cristãos assim que tomaram o poder no Império Romano, trataram logo de dar início a uma brutal campanha de perseguição e extermínio da antiga religião greco-romana e posteriormente de todas as religiões pagãs da Europa com que se foram deparando. O comportamento da Igreja e dos cristãos foi em tudo igual ao que recentemente vimos os jihadistas do Estado Islâmico a exibir em Palmyra, aquando da sua tomada desta cidade e a consequente destruição de inúmeras antiguidades que não iam ao encontro das suas regras religiosas. A Igreja Católica tentou mesmo até à Idade Moderna - sem sucesso - exterminar por completo todos os resquícios das antigas religiões nacionais da Europa.

É portanto perfeitamente natural que nenhum europeu ou ocidental com uma memória histórica que compreenda as origens pagãs da sua Civilização, possa aceitar o Cristianismo como religião, pois nós não somos judeus e por isso mesmo recusamo-nos terminantemente a aceitar um Deus judeu como figura maior divina. Em boa verdade, nem sequer me interessa se Jesus foi mesmo "o filho de Deus" ou não. Eu não sou nenhum semita e por isso mesmo recuso-me a prestar culto ao Deus dos judeus e a Jesus, que era também um judeu, filho de uma judia.

Um dos aspectos que mais evidência a forma como os judeus colonizaram espiritualmente a Europa e em última análise o Ocidente, é o facto de hoje em dia quase toda a gente falar em "Deus" e não em "Deuses". O monoteísmo é essencialmente uma invenção judaica e nunca fez parte da antiga tradição religiosa europeia que sempre foi politeísta. Ora, acontece que foram os cristãos que desrespeitando e pisando todas as nossas antigas tradições religiosas e espirituais, introduziram esta ideia estapafúrdia do "Deus único" na Europa. A visão monoteísta do Mundo que os cristãos fizeram alastrar a todo o Ocidente "deformou as relações do homem com o homem, do homem com a natureza, do homem com o além da natureza. Deformou tudo. O monoteísmo colonizou o nosso cérebro e não podemos ver a realidade do universo se não nos libertamos desse fechamento do monoteísmo."[2]
 
Este monoteísmo totalitário que é comum às três grandes religiões abraâmicas, não deixa de ser "parente" do totalitarismo político que posteriormente corporizou sob a forma ideológica do Comunismo no século XIX. Há uma clara "tentação totalitária" tanto da parte do Judaísmo, como da parte do Cristianismo e do Islão. Estas três religiões, quando não são devidamente mantidas "em xeque" por um poder político independente das mesmas, têm uma tendência para tentarem exercer um controlo total sobre a sociedade e são absolutamente intolerantes para com qualquer credo religioso que vá contra os seus dogmas.

A Europa não vai conseguir sair da espiral de decadência e morte em que entrou, enquanto não se libertar totalmente das influências semitas que são a causa primária da grave situação em que nos encontramos. Isto significa muito simplesmente que o Judaísmo, o Cristianismo e o Islão devem de ser declaradas como sendo doutrinas totalitárias e o culto no espaço púbico a estas religiões deve de ser totalmente proibido pelo Estado. A erradicação total e absoluta dos credos abraâmicos/semitas deve de ser hoje a principal prioridade de todos os patriotas.

É preciso que a sociedade entenda que os cultos abraâmicos/semitas são a fonte do mal e a causa de praticamente todas as nossas desgraças. Querem um bom exemplo disto? Pois bem, ainda recentemente, o Papa Francisco veio mais uma vez a público defender a imigração em massa e insistir que "é preciso abrir por completo as portas" da Europa à invasão islamo-africana em curso. O Papa declarou a propósito disto que "[...] a seu ver o colonialismo teve aspectos positivos para a Europa porque a tornou «mais rica» e é esse, diz, o contributo que a imigração está a dar aos Europeus. 

Fica à vista, mais uma vez, que o Cristianismo, visceralmente universalista, é, por isso mesmo, fundamentalmente anti-nacionalista. [...]"[3]

A Europa, se quiser sair do pântano de podridão civilizacional onde se deixou cair, precisa antes de mais de se reencontrar a si mesma e redescobrir as suas raízes identitárias. O Cristianismo, precisamente por ser um credo internacionalista/universalista, é profundamente avesso a uma Europa orgulhosa de si mesma e defensora das suas mitologias ancestrais e é isto que faz desta religião maldita um dos principais, senão mesmo o principal inimigo ideológico-religioso que os nacionalistas têm hoje a abater. 

Quem é cristão, não pode ser nacionalista, pelo simples motivo de que ambas as doutrinas são incompatíveis sob todos os pontos de vista e só mesmo uma profunda esquizofrenia ideológica, associada a uma amnésia da identidade histórica europeia, é que explica a adesão de certas correntes nacionalistas ao Cristianismo.

_____________________________________________

Notas:
[1] NERVAL, Gérard de - Lés Illuminés.
[2] MEXIA, Pedro - Adonis: "O monteísmo colonizou o nosso cérebro". Expresso, 05/11/2016. Link: http://expresso.sapo.pt/cultura/2016-11-05-Adonis-O-monoteismo-colonizou-o-nosso-cerebro
[3] CATURO - Papa Apela a Que se Abram Completamente as Portas à Imigração na Europa. GLADIUS, 14/07/2017. Link: http://gladio.blogspot.pt/2017/07/papa-apela-que-se-abram-completamente.html
 
João José Horta Nobre
21 de Julho de 2017


quinta-feira, 20 de julho de 2017

Oy Vey: A Judiaria Internacional Declara Guerra à Alt-Right




"A perseverança é mais eficaz do que a violência, e muitas coisas que, quando reunidas, são invencíveis, cedem a quem as enfrenta um pouco de cada vez." - Plutarco (46 - 120)

A organização sionista Anti-Defamation League (ADL), decidiu recentemente publicar uma lista de nomes de figuras destacadas da Alt-Right, que na prática constitui não apenas uma autêntica lista de abate que visa incentivar terroristas de esquerda a atacar estas pessoas, como é também uma aberta e frontal declaração de guerra à Alt-Right por parte da judiaria internacional e internacionalista.

Acossada em várias frentes e vendo os media que controlam a serem muito lenta, mas seguramente reduzidos à insignificância (é apenas uma questão de tempo...), a canalha sionista faz o que sempre fez e recorre a toda a espécie de truques baixos e sujos para tentar conter e inverter a maré de ódio infernal que se prepara contra si. Isto é, como não conseguem, nem têm argumentos para nos derrotar, tentam simplesmente matar o mensageiro com toda a espécie de perseguições insanas, numa clara tentativa desesperada para silenciar quem apenas diz a verdade incómoda que os "mainstream media" (inteiramente controlados por supremacistas judeus...) escondem e distorcem.

Percebe-se que a cúpula de poder sionista, aquilo a que Fernando Pessoa chamava o "Grupo dos Trezentos", anda nervosa com algo e possivelmente está frustrada por não estar a conseguir fazer avançar os seus sinistros planos com a rapidez desejada. Na Síria, fracassaram por completo em conseguir remover Bashar al-Assad do poder. Na Rússia, também fracassaram e não só não conseguiram provocar mais uma "revolução colorida", que certamente devolveria o poder aos oligarcas judeus que quase destruíram a Rússia na década de 1990, como ainda acabaram por reforçar o poder interno de Putin. Na União Europeia, a invasão islamo-africana que planearam contra nós também não está a correr lá muito bem, pois os ditos "refugiados" ou fogem dos países onde são recolocados pelo politburo sionista de Bruxelas, ou então são pura e simplesmente rejeitados por parte das populações e dos governos nacionais, como tem acontecido com particular vigor na Hungria, Polónia e Republica Checa.

Por outro lado, Sião sabe que está neste momento em curso uma aproximação geoestratégica entre a Rússia e a China, que neutralizará de uma vez por todas a capacidade que os supremacistas judeus tiveram nas últimas duas décadas e meia para, por via das Forças Armadas dos Estados Unidos, fazerem o que quiserem no Mundo, sem terem de prestar contas a ninguém ou sofrerem consequências pelos seus actos de agressão inteiramente do interesse de Israel. Os semitas da casa de Rothschild, aparentemente, julgavam mesmo que  podiam vergar o milenar e sábio povo chinês, primeiro através do Comunismo e depois através da manipulação e da chantagem. Pois bem, parece que se enganaram e não só o Comunismo não destruiu a sociedade chinesa, nem reduziu a China a um Estado falhado, como ainda lhe reforçou o vigor patriótico a nível interno. Idem para a Coreia do Norte onde o Comunismo até redundou na restauração da monarquia e os coreanos parece que vivem mesmo genuinamente felizes, sem precisarem da tal "democracia" que inevitavelmente conduz à decadência e à ingovernabilidade de qualquer Estado-Nação. 

A "tarântula democrática" como lhe chamava Auguste Émile Faguet, é uma armadilha fatal e por norma, os povos apenas se apercebem do erro "democrático" quando já é tarde demais e o Estado-Nação se reduziu a uma crise de tal forma aguda, que nada mais resta a não ser a imposição da ditadura. O tirano, no fundo, não tem culpa de ser tirano, ele é apenas a consequência directa do fracasso inevitável de qualquer sistema "democrático". São as próprias "democracias" que com o seu falhanço e a sua descredibilização total a nível interno, legitimam os assim-chamados "fascismos."

Hoje, neste tão maçónicamente "iluminado" Ocidente onde a tal "democracia" e "o jogo dos partidos" se implantaram, fica claro como estamos sequestrados mental, espiritual, financeira e politicamente por supremacistas judeus. São supremacistas judeus que controlam os media. São supremacistas judeus que controlam a religião. São supremacistas judeus que controlam o dinheiro e por fim, são supremacistas judeus que controlam a política e quem não acreditar nisto que eu aqui escrevo, só precisa de ver como a agenda dos partidos do "sistema" assenta que nem uma luva em cima dos planos da Nova Ordem Mundial. No fundo, nós fomos colonizados por Sião sem sequer nos aperceberemos. É indisputável que Portugal está hoje reduzido a uma colónia privada da família Rothschild e do Sionismo Rothschild. Não somos uma Nação soberana e independente, nem temos políticos por cá há muito, muito tempo, mas sim, sabujos e traidores que executam fielmente as ordens que recebem a partir do estrangeiro. Esta é a verdade que muito poucos se atrevem a dizer, mas que eu não tenho medo de afirmar seja onde for e perante quem for.

O facto de a judiaria internacional estar tão preocupada com a Alt-Right, significa que esta é hoje não apenas a mais formidável inimiga da Esquerda, como é também a mais formidável inimiga do Sionismo Rothschild, e a única força política, social e ideológica capaz de derrotar ambas.

João José Horta Nobre
20 de Julho de 2017

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Os "Bem-Pensantes" do Costume Descobriram Mais Uma "Racista", Chama-se Pippi Långstrump...

Pippi Långstrump, uma perigosíssima "racista", quiçá, uma neonazi sueca que de dia come esparguete e à noite anda pelas ruas a espancar migrantes coitadinhos e a apedrejar sinagogas de judeus inocentes.


"Contra a estupidez os próprios Deuses lutam em vão." - Friedrich Schiller (1759 - 1805)

Depois da perseguição aos livros do Tintim, encetada pelos "bem-pensantes" do costume há alguns anos atrás, chegou agora a vez da personagem criada por Astrid Lindgren. O argumento que estes tarados do Marxismo Cultural usam para justificar a sua sádica perseguição contra a Pippi Långstrump, é o de que alegadamente esta será uma "racista". Mais concretamente, a obra que está no centro da polémica é o livro «Pippi in the South Seas», publicado na Suécia pela primeira vez em 1948. 

Curioso, fui rebuscar nas minhas estantes de livros e verifiquei que possuo uma edição norte-americana do livro "racista" em causa. Não é nada que valha qualquer coisa de jeito, pois trata-se de uma edição de capa mole imprensa em papel reciclado (já amarelado...), produzida em meados dos anos 1990. Passei os olhos pela obra e nela nada vi de "perigoso" ou "racista". Trata-se apenas de um livro típico da época em que foi escrito, ou seja, é um livro que está livre do lixo mental que nas últimas décadas tem sido disseminado pelos discípulos e seguidores do veneno ideológico emanado da Escola de Frankfurt

A sociedades ocidentais encontram-se hoje largamente subvertidas pela acção corruptora do Marxismo Cultural. A frenética perseguição aos clássicos da literatura juvenil - como é agora o caso dos livros de Astrid Lindgren - visa apenas destruir toda e qualquer reminiscência da sociedade europeia tradicional. Esta situação leva a que as gerações mais novas de europeus autóctones se encontrem cada vez mais desenraizadas. Perdidas neste vácuo civilizacional sem identidade, cultura própria ou valores, os jovens autóctones europeus encontram-se actualmente totalmente impreparados e à mercê do primeiro escroque que lhes aparecer pela frente, com o intuito de lhes impingir mais uma qualquer "ideologia de feira", bem regada a "língua de pau" pseudo-erudita e onde certamente não faltarão todas essas novas "fobias" e "identidades de género" que foram surgindo por aí como cogumelos ao longo dos últimos anos.

E que ninguém julgue que isto tudo se trata de um mero acaso, ou de uma qualquer consequência imprevista. Bem pelo contrário, é exactamente isto que os sabujos ao serviço da Nova Ordem Mundial (NOM) buscam e pretendem. Para estes psicopatas é necessário destruir por completo a "velha ordem", a família tradicional, as identidades nacionais e toda a memória histórica que represente qualquer ameaça ao seu projecto insano para erguer um governo mundial totalitário. No fundo, os agentes ao serviço da NOM pretendem criar um "homem novo" tal como o definiu Richard von Coudenhove-Kalergi:




Pouco a pouco a Europa Ocidental, isto é, a Europa que vive subjugada pelo totalitarismo de Bruxelas, está a rumar na direcção da concretização plena do Plano Kalergi. Destruídas ou gravemente feridas todas as instituições de valor que durante séculos e séculos garantiram o florescimento da Civilização no Ocidente, é neste momento apenas uma questão de tempo até assistirmos à implosão final. Não há nenhuma sociedade ou Civilização que consiga aguentar isto durante muito tempo. Nunca houve. É até do ponto de vista matemático impossível que uma sociedade mergulhada num profundo inverno demográfico (como é o nosso caso...), consiga manter de pé e a funcionar devidamente as instituições que lhe restam, como é o caso do Estado Social, das Forças Armadas e até mesmo a própria economia como um todo. O que é que os lacaios da NOM pretendem fazer para inverter esta doença social provocada por eles mesmos? Vão importar mais migrantes semi-analfabetos de África e do Médio Oriente e continuar a construir-lhes mesquitas, ao passo que perseguem os livros da Pippi e do Tintim porque são "racistas"? Well, good luck with that...

João José Horta Nobre
13 de Julho de 2017


domingo, 9 de julho de 2017

E Fugiu-lhe a Boca Para a Verdade...



"Existem leis para proteger a liberdade do discurso da imprensa, mas não existem nenhumas leis que valham que protejam o povo da imprensa." - Mark Twain (1835 - 1910)

Ann Coulter decidiu debitar algumas opiniões sobre a pouca vergonha que é a Cable News Network (CNN) e muito provavelmente sem ter sequer planeado tal, acabou por falar a verdade sobre quem é que realmente dita as regras não só na CNN, mas nos mainstream media em geral. A mesma cadeia de televisão que nos quer dar lições de moral 24/7 e que não pára de nos tentar enfiar pela garganta abaixo fake news e propaganda pró-multiculturalismo, pró-fronteiras abertas e pró-imigração em massa, é a mesma cadeia de televisão cujos lugares-chave e principais posições de poder são TODAS, repito, TODAS ocupadas por supremacistas judeus

Se tivermos em conta que os judeus representam apenas cerca de 2% da população dos Estados Unidos, como é que se explica que uma fatia tão pequena da população consiga concentrar em si tanto poder? Bem, muito sucintamente, o que se tem estado a passar é que os supremacistas judeus/sionistas, concertados entre si como uma qualquer máfia, andam há séculos a tentar arvorar-se do poder no Ocidente e a tentar controlar a nossa sociedade a partir dos bastidores, através de um triângulo de poder centrado no controlo da alta finança, dos media e consequentemente, da política. Isto é aquilo que David Duke já designou no passado como sendo a "Zio Matrix" e é essencial perceber isto, de forma a que se consiga perceber os processos por via dos quais os supremacistas judeus controlam, manipulam e influenciam as sociedades ocidentais. 

A CNN é apenas um entre muitos outros instrumentos de manipulação e lavagem cerebral que os supremacistas judeus usam para fazer a cabeça aos goyim e levá-los a votarem nos candidatos "politicamente correctos". Posteriormente, quando estes candidatos do "sistema" enviam a tropa e a aviação americana para o Médio Oriente, para combater guerras que são única e exclusivamente do interesse de Israel, cabe às CNN's deste Mundo continuar a lavagem cerebral dos goyim e dizer-lhes repetidas vezes que "estão a combater o terrorismo". Se entretanto pelo meio surgir um qualquer opositor que questione a "cassete" oficial, as CNN's contra-atacam com a velha estratégia de sempre, isto é, com difamação atrás de mais difamação e ataques soezes, muitas das vezes desligados do contexto e que visam apenas destruir a reputação e o bom nome de um cidadão.

Aquilo que mais aterroriza a judiaria internacional é que os goyim descubram a verdade e se apercebam da monumental charada "democrática" em que andam a viver. E eu também me sentiria aterrorizado se estivesse na pele desta gente, porque aquilo que estes senhores têm andado a "cozinhar" é muitíssimo perigoso e inevitavelmente vai acabar por se virar contra os mesmos. 

João José Horta Nobre
9 de Julho de 2017


sexta-feira, 7 de julho de 2017

A Igreja Católica é um Clube de Pedófilos, Gays e Filo-Semitas Traidores




"O mal não deve ser imputado apenas àqueles que o praticam, mas também àqueles que poderiam tê-lo evitado e não o fizeram." - Tucídides (-460 // -396)

Há dias foi noticiado que o tesoureiro do Vaticano, o Cardeal George Pell, estava a ser acusado de pedofilia na Austrália. Ao que parece, o Cardeal Pell é apenas um em cerca de mais de 8000 padres católicos que se suspeita serem pedófilos. Agora, poucos dias depois de rebentar o escândalo em torno do Cardeal Pell, vem-se a saber que a polícia do Vaticano interrompeu uma orgia gay em pleno apartamento de um dos conselheiros do Papa.

Coisa completamente depravada esta, isto a que chamam de "Igreja Católica Apostólica Romana". Diga-se desde já que de "romana" a Igreja nada tem, pois os romanos tinham a sua própria religião imperial e foi com essa que construíram o seu Império que perdurou forte, firme e em permanente expansão até os semitas se começarem a infiltrar pelo mesmo adentro e a espalhar as suas malignas doutrinas religiosas paridas no Médio Oriente. Foram os cristãos e judeus que destruíram o Império Romano e hoje, são cristãos e judeus agora em aliança com os seguidores do credo de Mafoma, que continuam fazendo a guerra por outros meios contra os descendentes de Roma. 

O Cristianismo e a Igreja Católica são uma grande mentira judaica. O Deus em que os cristãos acreditam é um puro tarado, um psicopata sem escrúpulos, um depravado sanguinário. Acaso estou a mentir? Se acreditam que sim, então leiam com olhos de ler o Antigo Testamento e logo poderão constatar como tudo o que eu afirmo é a mais pura das verdades. Os cristãos, ingénuos que nem carneirinhos inocentes, acreditam mesmo que o Deus de Israel gosta deles. Eles acreditam mesmo que o Deus racista que ofereceu a "terra prometida" ao "povo escolhido", subitamente passou a gostar de todos os goyim e a amá-los incondicionalmente. Foram mal aconselhados com certeza. Jesus mentiu-vos. O Deus de Israel não gosta de mais ninguém a não ser da tribo de Israel e mesmo esta, ocasionalmente é obrigada a realizar uns "holocaustos" para cair nas boas graças da sua divindade infernal.

O Ocidente precisa de se libertar das garras da tirania abraâmica/semita que hoje o domina. Apenas isto poderá quebrar o ciclo de morte e destruição civilizacional em que o mesmo mergulhou.

João José Horta Nobre
7 de Julho de 2017


terça-feira, 4 de julho de 2017

O Roubo de Armas em Tancos e Algumas Considerações Que Ajudam a Perceber Porque Chegámos ao Que Chegámos




Como já praticamente todos sabem, há alguns dias houve um misterioso "sumiço" de material de guerra em Tancos. Quem acompanha o que eu regularmente escrevo, provavelmente já reparou que eu pouco escrevo sobre Portugal e isto deve-se ao simples motivo de que tenho nojo daquilo em que o meu País se transformou. Não há nada, repito, absolutamente nada que se aproveite no actual regime e na actual classe política. Das elites, que na verdade são uma anti-elite, dessas nem vale a pena falar. 

O mal que nos assombra, esse, agravou-se sobremaneira a partir do momento em que se aboliu a pena de morte em Portugal, pois o povo português, precisamente devido à sua natureza indisciplinada e propensa ao compadrio e à corrupção (ou não fossemos nós latinos...), necessita de ter constantemente uma espada de dâmocles a pender sobre a sua cabeça, de forma a garantir um mínimo de bom comportamento e disciplina social. Quando correctamente disciplinado e amestrado, o povo português é capaz de atingir grandes feitos e produzir magníficas realizações, porém, se deixado "à rédea solta" o mesmo não tarda a mergulhar na mais profunda e humilhante decadência, que no limite, pode terminar mesmo com a sua própria auto-destruição. O famoso "respeitinho" imposto pelo Estado Novo de Salazar, não foi portanto um capricho do antigo Estadista de Santa Comba Dão, mas uma necessidade vital para a orgânica do Estado Nação. Nem Salazar, nem o incompetente do Marcelo Caetano - muito possivelmente por serem cristãos - tiveram a coragem de restaurar a pena de morte e esse foi talvez o seu maior erro, pois permitiram que o inimigo interno continuasse vivo e a conspirar. O resultado directo disto foi o 25 de Abril de 1974, que poderia perfeitamente ter sido evitado se o regime tivesse fisicamente eliminado a tempo e horas os militares conspiradores e os agitadores dos partidos políticos então ilegalizados. 

Não é imoral, nem eticamente errado matar o nosso inimigo. Imoral e eticamente errado é permitir que o nosso inimigo continue vivo e a conspirar na sombra para nos destruir. Isto sim, é que é imoral e eticamente errado. Todas as gerações têm o dever de tomar as providências necessárias no sentido de garantir a segurança e a dignidade das gerações futuras. Isto significa que todo e qualquer governo tem a obrigação de matar - se for preciso matar - aqueles que criminosamente pretendem usurpar o futuro às gerações futuras. 

Instaurado o regime de traição nacional que dá pelo nome de Terceira República "Portuguesa" em consequência da abrilada de 1974, não tardou a que se regressasse à bandalhice a que o País já havia assistido durante a vigência da Primeira República. E isto já era mais do que de esperar, pois quando se colocam bandalhos e "irmãos" aventaleiros a governar uma Nação, é inevitável que a seu tempo a bandalhice seja transformada em regra. 

O actual regime e os respectivos actores político-militares que actuam (e engordam...) dentro do mesmo, de tudo têm feito para destruir Portugal ao longo dos últimos 43 anos. Não lhes bastando a descolonização criminosa e genocida que empreenderam, trataram logo de seguida de tomar as providências necessárias para mergulhar o País na sinistra distopia internacionalista que dá pelo nome de União Europeia. A esta pouca vergonha que configura claramente um crime de alta traição, assistiram serenamente a esmagadora maioria das chefias militares e hoje, chegámos aparentemente a um ponto em que os chefes militares nem os seus próprios paióis de armas conseguem guardar e proteger adequadamente. Se faz favor, ganhem vergonha e se não têm "tomates" para afrontar o regime traidor que sequestrou Portugal, então demitam-se todos de uma vez por todas e entreguem as insígnias que têm pregadas na farda porque os senhores não as merecem.

A classe política, com a conivência da larga maioria das chefias militares, tem andado a envolver-nos a todos em supostas "missões de paz" e "exercícios da NATO" que mais não são do que uma capa para objectivos bem mais sinistros que nunca foram, nem serão, do interesse de Portugal e dos Portugueses. Nunca foi do nosso interesse andar a participar em missões no Kosovo, no Afeganistão, no Iraque, no Mali ou quaisquer outros cenários de guerra que sempre foram apenas do interesse do lobby sionista que controla quase por inteiro a política que se faz nos Estados Unidos e na União Europeia. Mas isto já são outras histórias que por ora não são para aqui chamadas. Depois da tragédia infernal de Pedrógão Grande e deste escandaloso roubo de armas em Tancos, aguardemos então tranquilamente para ver qual é a próxima desgraça que vai atingir este amaldiçoado jardim à beira-mar plantado.

João José Horta Nobre
4 de Julho de 2017

segunda-feira, 26 de junho de 2017

O Cristianismo é um Neo-Judaísmo Messiânico e é Precisamente Por Esse Motivo Que Deve de Ser Ilegalizado




O Cristianismo nasceu no seio do Judaísmo, diz-nos o padre da Opus Dei, sua "santidade" Gonçalo Portocarrero de Almada. E mais, o mesmo padre garante-nos ainda que o Cristianismo constitui a realização cabal das profecias messiânicas do Judaísmo. Será preciso dizer-se mais alguma coisa para se demonstrar aquilo que eu digo há muito, ou seja, que o Cristianismo não passa de uma pura vigarice inventada por judeus para mexer com a cabeça dos goyim?

O Cristianismo e o que está escrito na Bíblia não passa de sucata ideológica judaica, que deriva directamente do lixo religioso que podem ler no Talmude e na Torah. O Cristianismo é uma seita inventada por judeus, para servir o maligno Deus dos judeus e semear entre os goyim a discórdia, o derrotismo e a fraqueza espiritual. Para além disto, o Cristianismo é claramente uma religião que apela especialmente a toda a espécie de pervertidos e tarados e tal pode ser comprovado pela quantidade absurda de escândalos de pedofilia que têm ocorrido em igrejas cristãs um pouco por todo o Mundo.

Para bem da sociedade, o Cristianismo deve de ser oficialmente ilegalizado e todas as igrejas obrigatoriamente encerradas pelas autoridades do Estado. O clero que protestar publicamente contra isto e intentar criar a desordem pública, deve de ser detido e levado a julgamento por subversão e corrupção da moral pública. A mesma fórmula deve ser aplicada em relação ao Islão e ao Judaísmo. As religiões/ideologias abraâmicas são hoje o principal inimigo ideológico do Ocidente e não será possível fazer-se nada sem primeiro dar-se conta das mesmas, sobre isto que ninguém tenha dúvidas. O esmagamento e a consequente erradicação dos credos abraâmicos em solo europeu e ocidental, deve constituir hoje uma das principais prioridades de todos os patriotas.

João José Horta Nobre
26 de Junho de 2017

quinta-feira, 22 de junho de 2017

O Incêndio Florestal de Pedrógão Grande, o Deus Sumano e o Colapso do Ocidente

Summanus por raindance168.


"As grandes tempestades não duram muito, assim como as grandes felicidades não são eternas." - Pensamento rabínico

A tragédia bateu à porta do Concelho de Pedrógão Grande durante a última semana e sobre o horror, já praticamente tudo se publicou e escreveu nos media. Oficialmente, a causa do incêndio florestal que massacrou Pedrógão Grande terá sido uma "trovoada seca". Ora, pouquíssima gente saberá que outrora era nesta mesma semana, mais precisamente a 20 de Junho, que os seguidores da religião nacional greco-romana celebravam Sumano, o Deus do Trovão Nocturno e lhe faziam oferendas de "bolos redondos chamados de sumanália, feitos de farinha, leite e mel e em forma de rodas."

Cada um que conclua o que quiser a partir do exposto acima, no entanto, o que ninguém pode negar é que não deixa de ser uma estranha "coincidência" o facto de o mais mortífero incêndio florestal da história de Portugal, nos atingir precisamente na mesma semana em que outrora se celebrava aquilo que se poderá designar como a Sumanália. Mais estranha e suspeita ainda fica a "coisa" se tivermos em conta que Sumano era o Deus da Trovoada Nocturna e o incêndio em Pedrógão Grande terá tido origem precisamente numa trovoada seca. Registe-se ainda que Sumano não é um Deus de menor importância ou relevo no altar greco-romano e o próprio adorador do Deus de Israel que comummente dá pelo nome de Santo Agostinho, chegou a escrever que Sumano em épocas anteriores era mais adorado até do que Júpiter. 

Como diz o velho provérbio castelhano e aparentemente de origem galega: "yo no creo en las brujas, pero que las hay, las hay." O que aconteceu em Pedrógão Grande foi um castigo divino? Não sei. Talvez tenha sido. Talvez não tenha sido. Agora o que eu sei e do qual tenho a certeza absoluta é de que a nossa Civilização está a começar a cair aos bocados e qualquer pessoa com meio palmo de testa já pode antever claramente o colapso estrutural que se avizinha. É provável que após mais de meio século de Marxismo Cultural e doutrinação ideológica baseada nas teses doentias da Escola de Frankfurt, nos estejamos finalmente a aproximar do end game. A loucura que tomou conta da nossa sociedade vai ter de acabar mais dia, menos dia. É inevitável. Não há nenhuma Civilização que possa florescer ou sequer permanecer de pé, com base nos actuais padrões de imoralidade e amnésia histórico-identitária que tomaram conta do Ocidente. É por isso de crer que o fim se aproxima e no fundo, nós só temos a ganhar em acelerar a chegada do mesmo, pois quanto mais depressa se der o grande colapso, mais rapidamente poderemos começar a apanhar os cacos do que sobrar e a reconstruir o que inevitavelmente terá de ser reconstruido.

João José Horta Nobre
22 de Junho de 2017


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...