quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Depois de Levarmos com 5000 Anos de Terror Abraâmico em Cima do Pêlo, o Que é Que São Sete Anitos de Armagedão?...




«Numerólogo profetiza 7 anos de caos e Armagedão na Terra»


Que venha de lá a ira toda do Deus dos judeus, mais o Anti-Cristo e os Sete Príncipes do Inferno, que eu cá estou à espera deles. Há 5000 anos que a tribo de Israel e as suas seitas pervertidas - as religiões abraâmicas - aterrorizam o planeta. Portanto, depois de levarmos com 5000 anos de terror abraâmico em cima do pêlo, o que é que são sete anitos de Armagedão?...

Quem ainda estiver vivo no final do massacre apocalíptico, que depois só não se esqueça de enviar um sinal de satélite para o espaço com as coordenadas galácticas do planeta Terra. Com um pouco de sorte, pode ser que alguma Civilização Alienígena capte o sinal e tenha a piedade de nos vir colonizar, pois a Humanidade já provou que é simplesmente estúpida demais para se poder governar a si própria.

João José Horta Nobre
18 de Outubro de 2017


sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Uma Tragédia Para Portugal Haver Gente Desta a Ocupar Cargos de Poder



A notícia do Correio da Manhã acima exposta só revela bem o doente mental que tivemos como Primeiro-Ministro durante seis anos. Uma tragédia para Portugal haver gente desta a ocupar cargos de poder. Resta agora esperar e ter esperança de que o chico-esperto seja condenado pelos crimes todos de que está a ser acusado. Se um escroque deste gabarito não voltar para a prisão e cumprir no mínimo dez anos de pena, é porque não há justiça em Portugal. E mesmo assim dez anos é muito pouco, porque o que ele merecia era ser executado como se faz na China e no Vietname aos corruptos

No entanto, aquilo que é mesmo preocupante e que diz muito sobre a miséria moral e a ignorância crassa que tomou conta da sociedade portuguesa, é ainda haver tanta gente em Portugal que defende e seria até capaz de voltar a votar numa criatura destas, que claramente não reúne sequer as condições mínimas para ser Presidente de uma Junta de Freguesia, quanto mais Primeiro-Ministro de um País. 

O que está em causa em todo este escândalo criminoso que rodeia José Sócrates é a própria Terceira República como regime político. Pior ainda do que isto, trata-se da falência do próprio conceito maçónico da República como modelo político sustentável. É preciso não esquecer também que José Sócrates não elaborou todos os seus esquemas de enriquecimento ilícito sozinho, bem pelo contrário, houve muita gente do actual regime que lhe prestou auxílio e o defendeu (quem não se lembra do falecido e moralmente falido "pai da democracia", sua excelência Mário Soares, aos gritos em defesa de José Sócrates às portas da prisão de Évora?...) mesmo quando já era claro que o homem não passava de um vigarista de baixo estofo. Por isto mesmo e tal como escreveu João Miguel Tavares há pouco dias, "Sócrates não merece cair sozinho", nem o próprio regime pode ficar imune a toda esta pouca vergonha. 

João José Horta Nobre
13 de Outubro de 2017


domingo, 8 de outubro de 2017

Está em Curso Uma Conspiração Sionista Contra o Reino de Espanha



«Separatistas catalanes, de Pujol a Oriol Junqueras, lacayos del sionismo: Israel apoya y aplaude el desmembramiento de España»


Os pseudo-independentistas catalães estão neste momento a fazer o trabalho sujo das forças do mal e para tal estão a ser auxiliados pelos media do "sistema", que são total e inteiramente controlados a partir dos bastidores por supremacistas judeus, que almejam desmembrar Espanha e consequentemente destruir mais um País na sua longa senda para erguer um governo mundial totalitário. 

O projecto independentista catalão, neste momento, é um projecto inteiramente sionista e por entre as fileiras dos ditos "independentistas" catalães, não faltarão certamente agentes da Mossad infiltrados para fazer aquilo que a judiaria internacional sempre foi exímia em fazer, ou seja, semear a divisão entre os povos, de forma a enfraquecê-los e assim mais facilmente poder vir a dominá-los. 

Digo-o sem rodeios e sem qualquer espécie de receio de represálias, pois um nacionalista nunca pode ter medo de dizer a verdade, nem que isso lhe custe a própria vida: está neste momento em curso uma conspiração sionista contra o Reino de Espanha e o objectivo final desta conspiração é destruir o povo espanhol. 

Os supremacistas judeus, ancorados à sua religião genocida e brutalmente racista, estão em guerra com a Europa e a própria Civilização desde pelo menos o tempo do Império Romano. A batalha pela Catalunha é apenas mais um episódio da longa guerra étnico-cultural que os povos indo-europeus estão a combater há mais de 2000 anos contra Tsiyyon.

João José Horta Nobre
8 de Outubro de 2017


domingo, 1 de outubro de 2017

A Sinistra "Mão Invisível" Judaica Por Detrás do Independentismo Catalão





Por uma questão de princípio, nada tenho contra a vontade do povo catalão que parece genuinamente almejar pela sua independência. No entanto, receio que tal processo de independência, a concretizar-se, venha a ser contraproducente e contrário aos melhores interesses do povo da Catalunha. Já se tornou mais do que claro que há uma sinistra "mão invisível" judaica que está a impulsionar o independentismo catalão e isto é caso para grave preocupação. Nunca se esqueçam de que os sionistas e a tribo de Israel têm historicamente demonstrado uma grande habilidade no emprego da velha estratégia de "dividir para reinar"

O judeu é perito em criar divisões no seio dos povos, de forma a posteriormente lançar esses mesmos povos uns contra os outros e em última análise enfraquecê-los de forma a melhor poder dominá-los. Os israelitas nas suas antigas escaramuças bíblicas com as suas tribos vizinhas no Médio Oriente, sempre fizeram largo uso da estratégia de "dividir para reinar" e ainda hoje, a Mossad e o Estado de Israel utilizam a mesma estratégia de forma a enfraquecer e derrotar os seus adversários. Aliás, ainda recentemente vimos isto em prática na Síria onde a Mossad e os seus lacaios da CIA forneceram armas e apoio logístico a toda a espécie de grupos rebeldes que lutavam ora entre si, ora contra o governo de Bashar al-Assad. O objectivo estratégico dos israelitas na Síria era o de transformar a Síria num Estado falhado, parti-la posteriormente em pedaços e consequentemente cortar o corredor terrestre entre Teerão e Damasco. A acção militar atempada da Rússia e do Irão na Síria conseguiu impedir o pior, mas que isto sirva de exemplo para todos sobre aquilo que os israelitas são capazes de fazer a um povo e a uma Nação.

Que interesse podem ter os judeus/sionistas numa Catalunha independente da Espanha? Pessoalmente, julgo que o objectivo estratégico que os sionistas pretendem atingir é nada mais, nada menos, do que o consequente enfraquecimento da Espanha na senda do objectivo muito maior de erguer um governo mundial totalitário, que foi e é desde sempre o objectivo final de todas as acções dos supremacistas judeus. Como é óbvio, do enfraquecimento da Espanha ao governo mundial totalitário vai ainda um longuíssimo passo, no entanto, este enfraquecimento de um Estado, neste caso o espanhol, faz parte do processo de destruição dos estados-nação europeus que está em curso desde o fim da Segunda Guerra Mundial e cuja meta é a derrota total de toda a qualquer oposição ao domínio absoluto por parte das forças ao serviço de Sião.

 
Aparentemente, parece que os famosos "Mossos d'Esquadra" andam muito próximos da Mossad...


A Open Society Initiative For Europe do terrorista judeu George Soros está solidamente a apoiar várias organizações que militam pela independência da Catalunha e este facto só por si revela bem até que ponto a judiaria internacional está interessada em ver a Catalunha independente da Espanha. A situação é por isso especialmente perigosa e eu não sei mesmo até que ponto os sionistas não seriam capazes de tentar fomentar uma guerra civil violenta na Catalunha, da mesma forma que já o fizeram na Líbia e Síria com os trágicos resultados que estão à vista de todos. Uma coisa é certa: onde quer que o judeu George Soros[1] meta a sua "mão", o resultado tem sido sempre o caos e a destruição.

A única forma que a Catalunha tem de ser verdadeiramente independente e soberana é se a mesma se ver livre de uma vez por todas, tanto da coroa espanhola, como dos partidos políticos do "sistema" que estão total e inteiramente ao serviço do Sionismo Rothschild e da Nova Ordem Mundial. Ora, acontece que as organizações que actualmente estão a lutar nas ruas e nas urnas pela independência da Catalunha, são organizações de esquerda adeptas da apócrifa Escola de Frankfurt e do Marxismo Cultural e que desejam que a Catalunha seja independente da Espanha, para logo a seguir a mergulhar de cabeça na tirania dos burocratas internacionalistas de Bruxelas. Para isto, para esta loucura suicida e pseudo-nacionalista, mais vale os catalães baixarem as bandeiras e irem para casa beber um cházinho com bolachas. 

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Notas: 
[1] George Soros, ao que tudo indica, é um agente da família Rothschild.

João José Horta Nobre
1 de Outubro de 2017


segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Em Defesa da Coreia do Norte




A diabólica campanha internacional contra a Coreia do Norte - impulsionada a partir de Washington e inteiramente dirigida a partir dos bastidores pelos extremistas judeus que controlam a Casa Branca - tem sido erguida sobre uma terrível montanha de mentiras e hipocrisia, que os media do "sistema" se têm encarregue de espalhar de forma a desinformar o público em geral e assim (suspeito eu...) começar a preparar psicologicamente a população para mais uma guerra em nome dos "direitos humanos", desta vez contra a Coreia do Norte.

O regime norte-coreano caiu na mira do Império Anglo-Sionista logo a partir do momento em que o mesmo teve o atrevimento de trocar a internacionalista ideologia comunista, pela aguerridamente soberanista e nacionalista ideologia Juche.[1] Pior ainda do que isto, a Coreia do Norte começou a cooperar com a República Islâmica do Irão e a Síria no domínio do desenvolvimento de tecnologia nuclear e balística. Como é óbvio, a colaboração do regime de Pyongyang com o de Teerão e Damasco, é coisa que os israelitas não toleram e desde há muito almejam sabotar. Por outro lado, existe também da parte do Império Anglo-Sionista um desejo de atingir indirectamente os interesses chineses com o actual ataque diplomático, económico e mediático contra a Coreia do Norte. A China, a par da Rússia, constitui hoje um travão ao avanço do governo mundial totalitário que os supremacistas judeus têm planeado desde há muito e é por isso de esperar que uma vez caído já o Ocidente inteiramente nas malhas do Sionismo Rothschild, as atenções se virem agora para a Ásia.

Eu não tenho qualquer problema ético ou moral em defender o regime de Kim Jong-un, pelo simples motivo de que este está hoje a lutar com todas as suas forças contra a Nova Ordem Mundial e quem luta contra a Nova Ordem Mundial terá sempre o meu apoio e a minha simpatia. 

Há anos que eu assisto à destruição do meu próprio País pela mão da mesma canalha semita que agora quer destruir a Coreia do Norte e o povo norte-coreano. É verdade que há fome na Coreia do Norte. É verdade que os norte-coreanos não têm as prateleiras dos supermercados cheias de comida e vulgaridades inúteis, porém, em troca têm ainda os valores da família e da sagrada tradição bem vivos, coisa que a dinastia Kim tratou sempre de preservar e defender "com unhas e dentes". Esta é a verdadeira riqueza que a Coreia do Norte possui e nada no Mundo pode compensar a perda destes valores. Uma Nação que saiba preservar a família como instituição civilizacional central e basilar, por mais fome e miséria que os seus inimigos a forcem a passar, será inderrotável. 

Daqui por quatro ou cinco décadas, quando provavelmente já nada restar de Portugal e os mundialistas tiverem atingido o seu objectivo de destruição total da Nação dos Portugueses (e restantes nações da Europa Ocidental...), é bem provável que a Coreia do Norte ainda seja uma Nação soberana e independente, com um povo que qual "aldeia povoada por irredutíveis gauleses", se mantém de pé e firme face a um inimigo que nunca pára, nem desiste de tentar destruir a própria Civilização.

Não é exagero dizer-se neste momento que o Ocidente está muito provavelmente acabado e as mesmas pessoas que acabaram com o Ocidente, são exactamente as mesmas pessoas que agora querem destruir a Ásia (a Coreia do Norte é apenas o início do que aí vem...) e o pouco que ainda resta do Mundo livre. 

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Notas:
[1] A Coreia do Norte apesar de muitas vezes ser considerada como sendo parte do que ainda resta do antigo "Mundo Comunista", politicamente não é, nem nunca foi um País comunista, antes pelo contrário, trata-se de uma monarquia absolutista que segue oficialmente a ideologia Juche desenvolvida pelo fundador do País, o "Presidente Eterno" Kim Il-sung

João José Horta Nobre
25 de Setembro de 2017


segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Porque é Que o Império Anglo-Sionista Quer Matar o Povo Norte-Coreano à Fome?




O Wall Street Journal (WSJ), publicação inteiramente controlada e dirigida pelo cartel mundialista/internacionalista, decidiu agora começar a fazer campanha aberta em prol do extermínio pela fome do povo norte-coreano. Aparentemente e num twist de lógica moralmente pervertida, a judiaria demente que manda no WSJ, considera que forçar o colapso da dinastia Kim por via do emaciamento forçado da população da Coreia do Norte, é nas suas próprias palavras "the most human course"

Como é mais do que óbvio, as novas sanções contra a Coreia do Norte e a consequente falta de alimentos nesse País, não vão conseguir derrubar o regime político que por lá vigora vai para sete décadas, nem vai fazê-lo desistir do seu programa nuclear e balístico, que é claramente um "seguro de vida" para a dinastia Kim. Saddam Hussein não tinha bombas atómicas e acabou pendurado na ponta de uma corda. Por sua vez, Muammar Gaddafi abdicou do seu programa nuclear em troca de falsas promessas de amizade da parte de Washington e como recompensa a NATO em 2011 bombardeou o seu regime até à destruição total. Bashar al-Assad na Síria também não possui armamento nuclear e o Império Anglo-Sionista também já tentou forçar mais um processo de "regime change" por aquelas bandas, sendo que aqui foram "barrados" pela acção militar atempada da Rússia. 

Já se tornou mais do que claro que qualquer regime que não possua armas nucleares e se recuse a ser um Estado vassalo do Império Anglo-Sionista, tarde ou cedo acaba por ser alvo da ira desse mesmo Império. Kim Jong-un sabe perfeitamente bem disto e é por isso mesmo que o seu regime tanto investe no poder do átomo como um meio de defesa, que na prática visa apenas dissuadir uma eventual agressão militar do Império Anglo-Sionista contra a Coreia do Norte.  

Mas qual o motivo para todo o ódio contra a Coreia do Norte? O que é que a Coreia do Norte fez para merecer a permanente e contínua difamação nos media controlados pela judiaria internacional? Será que a Coreia do Norte é odiada por simplesmente não ser uma "democracia" ou será que é odiada por não ser uma "democracia" onde a classe política se prostitui a Sião? Vejamos, a Arábia Saudita também não é uma "democracia", no entanto, o Império Anglo-Sionista não se cansa de lhe vender biliões de dólares em armamento e comprar petróleo à mesma. Pode-se então deduzir que o motivo para todo o ódio contra a Coreia do Norte, deve-se ao facto de esta ser dirigida por uma dinastia que pura e simplesmente se recusa a vergar perante o Império Anglo-Sionista e as prostitutas internacionais do mesmo. 

Por outro lado, toda a gente que percebe o mínimo sobre o que se está a passar nas Coreias, sabe que a Coreia do Norte é e sempre foi um dos mais fiéis aliados da República Popular da China e que o ataque contra a Coreia do Norte é uma forma de atacar indirectamnte o emergente poder chinês. Isto acontece porque a cúpula do poder sionista que manda em Washington, tem como objectivo a criação de um governo mundial totalitário e vê o crescente poder chinês (e russo...) como um obstáculo à realização de tal projecto. 

O objectivo dos supremacistas judeus quando estes introduziram o Comunismo na China e na Coreia, era o de destruir estas duas nações e abrir o caminho para o domínio destes povos por parte de Sião. Inesperadamente, porém, tal empreendimento acabou por ser um valente "tiro nos pés" que a judiaria internacional deu em si própria, pois não só a China e a Coreia não acabaram arrasadas, como saíram até do pesadelo marxista com o vigor patriótico reforçado e as suas sociedades  mobilizadas não para se renderem à demência sionista que há muito sequestrou o Ocidente, mas para resistirem precisamente a isto, custe o que custar. 

A China e a Coreia do Norte hoje já não são países comunistas. Antes pelo contrário, estas nações evoluíram do Comunismo para regimes nacionalistas com características únicas. Há ainda alguns resquícios do velho lixo comunista na China e na Coreia do Norte, porém, tal não passa maioritariamente de mero folclore "para o inglês ver"

A verdade que os media ocidentais ocultam sobre a Coreia do Norte é que esta é uma Nação onde Judeia não manda, nem dá ordens. As malignas religiões abraâmicas - integralmente inventadas por judeus - são todas ilegais na Coreia do Norte. A banca norte-coreana pertence e está nas mãos de norte-coreanos e não dos agiotas judeus da Goldman Sachs. Os media norte-coreanos são controlados por norte-coreanos e não pelos media moguls de Wall Street. O governo norte-coreano, esse, por mais defeitos que tenha, é um governo ao serviço do povo norte-coreano e não ao serviço da agenda sionista. A Coreia do Norte não é uma "gloriosa democracia" à ocidental? Pois não, não é e ainda bem que não é! Mais ainda, as Forças Armadas da Coreia do Norte não andam a combater "wars for Israel", como acontece com a tropa ianque e os seus sabujos da NATO. Escusado será dizer que a Coreia do Norte, um País altamente conservador por sinal, hoje defende e representa tudo aquilo que Sião odeia e quer destruir a todo o custo. É por este motivo e principalmente por este motivo que Kim Jong-un não é recebido com brindes na Casa Branca, ao contrário das restantes prostitutas sem honra do cartel mundialista/internacionalista.

Como eu já disse anteriormente, é evidente para qualquer pessoa com o mínimo de inteligência que se dedique a analisar os factos e circunstâncias da actual situação nas Coreias, que Kim Jong-un apenas deseja possuir armas nucleares e a respectiva tecnologia balística associada às mesmas, de forma a garantir a continuação do seu regime e a consequente continuação da independência e soberania da Coreia do Norte. O programa nuclear e balístico norte-coreano não é, nem nunca foi uma "ameaça ao Mundo", sendo que apenas se destina a ser usado como um meio de dissuasão contra um possível ataque ou invasão militar por parte das forças ao serviço do Império Anglo-Sionista. 

Os judeus com mentalidade apocalíptica que tomaram conta da Casa Branca e transformaram Donald Trump numa autêntica marioneta sionista, esses sim, é que são a verdadeira ameaça à paz e estabilidade no Mundo. É esta gente que o Mundo civilizado tem de se preocupar em conter e não a Coreia do Norte.

João José Horta Nobre
18 de Setembro de 2017


quarta-feira, 13 de setembro de 2017

O Aviso de Adolf Hitler Sobre a Estrutura de Controlo Sionista




“O ex-cabo [Adolf Hitler], ex-pintor, o homem que não nasceu em leito de renda amolecedor, passará à História como uma revelação genial das possibilidades humanas no campo político, diplomático, social, civil e militar, quando à vontade de um ideal se junta a audácia, a valentia, a virilidade numa palavra.” - General Humberto Delgado (1906 - 1965)

Pouco a pouco e passo a passo, Portugal, a Europa e o Ocidente em geral continuam a decair moralmente a cada dia que passa. A crise económico-financeira que nos assola há demasiado tempo, é apenas uma consequência da crise de valores que tomou conta do Ocidente e ameaça reduzi-lo a escombros se os regimes ditos "democráticos" que por cá se implantaram pela mão de maçonaria e de sociedades secretas de muito duvidosas intenções, não forem "rapidamente e em força" chutados para o caixote de lixo da história.

Sejamos claros e intransigentes na afirmação de uma coisa muito simples: a "democracia" tal como nós hoje a temos, não passa de uma utopia impraticável e a insistência na continuação dos ditos "modelos democráticos", é algo que apenas interessa aos supremacistas judeus que discretamente seguram nas suas mãos as rédeas do poder do cartel mundialista/internacionalista. 

Está muito longe de ser o único ou até o melhor exemplo, mas vale a pena reflectir-se um pouco sobre as considerações de Adolf Hitler em relação ao estado lastimável em que a Alemanha se encontrava quando os nacional-socialistas chegaram ao poder em 1933 e porque é que na Alemanha se chegou então ao que se chegou. Escrevo isto, essencialmente, porque eu próprio observo hoje com grave preocupação não só Portugal, mas toda a Europa Ocidental a aproximar-se perigosamente de um precipício catastrófico que cada vez mais parece que só irá terminar de duas formas possíveis: ou com a emergência de novos totalitarismos que poderão, de facto, salvar o nosso modo de vida, mas apenas à custa de muito derramamento de sangue, ou com o colapso e consequente desaparecimento definitivo da nossa Civilização, que certamente passará a ser para os asiáticos um caso de estudo sobre tudo aquilo que não se deve fazer em circunstância alguma.

Hitler acusava aquilo que ele chamava de "hienas internacionais", de serem as maiores responsáveis pelo estado da Alemanha em 1933. No "jogo da democracia" em que estas "hienas internacionais" se especializaram, é indiferente se um cidadão vota no partido A, B ou C, pois o "sistema" está completamente viciado e os actores que "puxam os cordelinhos" por detrás da cortina são sempre os mesmos. É exactamente por este motivo que se ouve cada vez mais pessoas a dizer que os partidos políticos "são todos iguais". E pois claro que são! Com excepção de alguns pequenos partidos que não têm qualquer relevância no tal "jogo democrático" e cuja existência é permitida apenas para fazer de conta que isto realmente é uma democracia, o facto é que os assim-chamados "partidos do arco do poder", são partidos que estão inteiramente sob o controlo do "sistema" das tais "hienas internacionais" como o senhor Hitler lhes chamva. É indiferente se votam no CDS/PP, PSD, BE, CDU ou PS, pois estes partidos estão inteiramente sob o controlo do cartel mundialista/internacionalista e em alguns casos são até apêndices do Império Anglo-Sionista. A Wall Street que hoje financia o Partido Democrata e o Partido Republicano nos Estados Unidos, foi a mesma Wall Street que em 1917 financiou a Revolução Bolchevique na Rússia e de tudo fez para colocar Lenine no poder. Claro que o facto de os principais agentes por detrás da Revolução Bolchevique terem sido judeus não foi uma mera coincidência ou um "acaso", assim como também não foi um  "acaso" o facto de o dinheiro oriundo de Wall Street para os bolcheviques, ter sido maioritariamente doado por empresários e banqueiros judeus. Quem quiser saber mais sobre isto só tem de fazer o esforço de ler o livro "The Secret Behind Communism" do Dr. David Duke.

Hitler acusava também e muito bem, os grandes media de serem todos controlados pela mesma entidade e de serem usados como armas de propaganda para formatar e influenciar a opinião pública no sentido de favorecer sempre não os interesses nacionais, mas os interesses do cartel mundialista/internacionalista que até o nosso Fernando Pessoa reconhecia ser inteiramente controlado por judeus. Aliás, ainda recentemente eu abordei esta questão no caso específico da CNN e mostrei como a CNN é inteiramente controlada por sionistas e supremacistas judeus. Quem não acreditar em mim, que veja primeiro por si próprio a religião e/ou a origem étnica da maioria das pessoas que ocupam cargos de poder estratégico na CNN e depois logo falamos....

Independentemente daquilo que cada um ache ou deixe de achar sobre a figura um tanto ou quanto obscura de Hitler, o facto é que ele foi um dos muito poucos estadistas contemporâneos que denunciou aberta e frontalmente a "clique internacional" de banqueiros, media moguls e políticos que estão inteiramente ao serviço do supremacismo judaico e pretendem virar-nos todos uns contra os outros de forma a tirar ganhos políticos e económicos da nossa desgraça mútua. 

Como é que Adolf Hitler vai ser visto pela história daqui a 100 ou 200 anos, é coisa que ninguém sabe, mas é um facto demonstrado e comprovado que ele avisou e muito bem sobre o que aconteceria a toda a Europa Ocidental, se esta após a Segunda Guerra Mundial caísse nas garras do Império Anglo-Sionista como veio exactamente a acontecer. Portugal ainda se conseguiu aguentou como Nação soberana e independente até 1974. Depois deu-se a célebre abrilada dos cravos com cheiro a Rothschild e tem sido o que se vê...

É hoje mais do que óbvio que as forças do mal tomaram conta da nossa vida espiritual, intelectual, política e económica. Hitler falou disto mesmo e julgo que todos podemos concordar com o führer pelo menos nesta questão. Mais ainda, Hitler acusou estes poderes sinistros de criarem uma situação social em que toda a Nação alemã era monitorizada e controlada e o sistema judicial era empregue para perseguir nos tribunais quem ousasse denunciar a conspiração sionista em curso e falar a verdade. Isto não vos faz lembrar nada? Não abundam por aí hoje "bufos" da inquisição neomarxista que se dedicam a denunciar aqueles que se atrevem a ir contra os ditames do "politicamente correcto" e os ameaçam com processos judiciais, chegando mesmo a levá-los a tribunal em muitos casos? O que sucedeu recentemente neste triste Portugal com o André Ventura do PSD é um bom exemplo disto, mas há muito mais.

Hitler avisou sobre muito do que se está a passar hoje na Europa e no Ocidente e independentemente do que o homem tenha feito posteriormente a 1939, é um facto que ele acertou na mouche no que diz respeito à denúncia da grande conspiração sionista que continua a seguir o seu curso e cujo objectivo final continua a ser o mesmo de sempre: a criação de um governo mundial totalitário em que nós seremos os escravos e uma pequena super-elite judaica será por inteiro dona e senhora do nosso destino.

O tempo escasseia. A incapacidade demonstrada pelos partidos anti-sistema na Europa para conseguirem efectivamente furar a barragem criada contra si pelos media e vencer eleições é por demais aparente. Nos Estados Unidos, Trump venceu a muito custo e enfrentando aquilo que possivelmente foi a maior campanha de difamação de todos os tempos, no entanto, vencer as eleições foi o mais fácil, pois uma vez chegado ao poder o Presidente Trump não tardou a ser neutralizado pela mesma judiaria internacional que sempre o quis destruir desde o início da sua campanha. O próprio George Soros já havia prometido que iria fazer tudo ao seu alcance para destruir a presidência de Trump e aparentemente parece que conseguiu. 

Os defensores das nações estão hoje cercados por uma coligação de inimigos determinados a tudo fazerem para sabotarem a própria Civilização. Resta-nos a nós resistir a tudo isto e continuar a resistir, pois temos do nosso lado a certeza absoluta sobre a legitimidade moral da nossa causa. Quem não possui legitimidade moral, nem virtudes dignas desse nome, são os nossos inimigos que estão claramente apostados em aniquilar as nações, as famílias e a própria Civilização Ocidental sob o pretexto da "democracia", dos "direitos humanos", da "igualdade" e das "liberdades" avançadas. 

João José Horta Nobre
13 de Setembro de 2017


domingo, 20 de agosto de 2017

Foi a Alt-Right Que Reinventou o Nacionalismo Como Fenómeno Político e o Adaptou Ideológicamente ao Século XXI



«Não vos aconselho o trabalho, mas a luta. Não vos aconselho a paz, mas a vitória! Seja o vosso trabalho uma luta! Seja a vossa paz uma vitória!» - Friedrich Nietzsche (1844 - 1900) in Assim Falava Zaratustra

Confesso que já perdi a conta à quantidade de asneiras que tenho lido na imprensa do "sistema" sobre a Alt-Right ao longo da última semana e em consequência do que recentemente sucedeu em Charlottesville. A verdade é que a esmagadora maioria dos ditos "jornalistas" que escrevem sobre a Alt-Right em Portugal ou não sabem minimamente do que estão a falar e portanto limitam-se a repetir os clichés difundidos pela CNN e BBC ou então, fazem isto de propósito para difamar um movimento político-ideológico que é muito mais complexo e diverso nas ideias do que poderá parecer à primeira vista. 

Em lugar de perguntarem a quem sabe e preocuparem-se em tentar saber aquilo que a Alt-Right é e realmente defende, os "jornalistas" que hoje parasitam nas redacções da imprensa do "sistema", qual lügenpresse, escrevem mentiras atrás de mentiras que visam apenas induzir em erro o público a que se dirigem e instilar um clima de derrotismo nas diversas formações nacionalistas que têm resistido de forma exemplar a todos estes ataques selváticos. É realmente de gabar a disciplina e o bom comportamento da esmagadora maioria dos nacionalistas, que têm demonstrado uma tremenda capacidade de auto-controlo perante todos os insultos e ataques lançados contra si pelas diversas forças político-sociais ao serviço do "sistema".

A 29 de Agosto de 2016, eu publiquei um artigo intitulado "Contra Tudo e Contra Todos, a Alt-Right Continua a Marchar de Vitória em Vitória". Este artigo, uma peça que sucintamente resume os sucessos obtidos pela Direita Alternativa nos Estados Unidos e na Europa, foi o primeiro artigo publicado em Portugal sobre a Alt-Right. Muito antes de se falar e escrever sobre a Alt-Right em terras lusas, já eu acompanhava a fundo esse movimento parido nos Estados Unidos, mas que está muito longe de ser um fenómeno exclusivamente norte-americano, sendo antes pelo contrário, um fenómeno político-ideológico eminentemente ocidental e por isso mesmo adaptável a qualquer nação do Ocidente.

O último dislate a ser publicado sobre a Alt-Right na imprensa portuguesa alinhada com o "sistema", parece ser este artigo de uma certa Ana França[1] que foi ontem dado à estampa virtual no Observador da direitinha liberal do regime. A "jornalista" Ana França, não sei se por simples ignorância ou se porque é mais uma jornalixeira paga para mentir e difamar os nacionalistas, escreveu uma peça que está bem repleta de mentiras sobre a Alt-Right e onde se tenta (mais uma vez...) colar a Alt-Right ao Klu Klux Klan (KKK) e ao "supremacismo branco" de tendência neo-nazi. Já é velha esta estratégia da lügenpresse de tentar rotular de "nazi" tudo o que seja nacionalista e os "jornalistas" pagos pelo "sistema", nem se apercebem de que quanto mais insistem nesta estratégia de ataque ultrapassada, mais fortalecem a Alt-Right que não pára de crescer a cada dia que passa. 

Eu nunca escondi que tenho um imenso respeito pela Alt-Right e nutro uma admiração profunda pela mesma, porque foi graças à Alt-Right que os nacionalistas saíram da sarjeta para onde haviam sido atirados após a Segunda Guerra Mundial e de onde não conseguiram sair durante décadas. Foi a Alt-Right que resgatou o Nacionalismo no Ocidente da grave decadência e impopularidade de que este gozava e o reinventou como fenómeno político-ideológico. Foi a Alt-Right que adaptou o Nacionalismo ao século XXI e lhe conferiu um corpus ideológico que estando longe de ser tão forte quanto gostaríamos, já é forte o suficiente para resistir a muitos dos ataques lançados contra nós pelos nossos inimigos. A Nouvelle Droite nascida na década de 1960 como uma resposta à contra-cultura esquerdista dessa década, já havia tentado ressuscitar o Nacionalismo como fenómeno político organizado. No entanto, a aventura da Nouvelle Droite acabou por fracassar no campo político, principalmente porque à época ainda não existia internet de forma a contornar e em última análise, neutralizar a propaganda, desinformação, e censura do "sistema". Apesar deste fracasso em termos políticos, é inegável que do ponto de vista ideológico, os pensadores da Nouvelle Droite - os auto-proclamados "Gramscianos da Direita" - deixaram um legado cultural que certamente continuará a fazer escola entre os nacionalistas por muitas décadas.

A Alt-Right nasceu e cresceu à sombra das traições da direita conservadora e das várias igrejas cristãs que colapsaram completamente perante a esquerda nas últimas décadas e se têm mostrado totalmente incapazes de contra-atacar no campo político-social de forma eficaz. Foi esta imensa traição que amassou a Alt-Right e lhe conferiu força, pois tornou-se hoje mais do que óbvio que quem está preocupado com a Civilização Ocidental e as nações da mesma, não encontrará solução para o problema nos antigos partidos da direita traidora e muito menos nas diversas igrejas cristãs que em boa verdade nunca passaram de colectivos de filo-semitas em estado de delírio avançado.

Por enquanto e até ver, a Alt-Right continua a marchar gloriosamente de vitória em vitória e tudo se encaminha neste Ocidente em profunda crise civilizacional, para que um futuro não muito distante nos venha a dar a plena razão em tudo o que dissemos e escrevemos até aqui.

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Notas:
[1] Aconselho à senhora "jornalista" Ana França a leitura dos "16 Pontos" da Alt-Right, que constituem uma espécie de carta de princípios deste movimento político-ideológico e cuja leitura basta para desmistificar muito do que se tem (erradamente..) dito e escrito sobre a Alt-Right

João José Horta Nobre
20 de Agosto de 2017


terça-feira, 8 de agosto de 2017

Será o Fim do Regime Chavista do Interesse dos Nacionalistas?


«Destabilizing Venezuela: Exploring the Zionist Connection»


Do ponto de vista ideológico, é inegável que a queda de Nicolás Maduro e o consequente fim do Chavismo na Venezuela, constituiria uma vitória retumbante para todos os nacionalistas e opositores do Marxismo. No entanto, do ponto de vista geopolítico e puramente estratégico, não é do nosso interesse que acabe o regime de Maduro, enquanto não existir na Venezuela uma alternativa nacionalista anti-sistema, que seja credível e forte o suficiente para poder assumir o poder com a devida responsabilidade.

Historicamente, há exemplos de movimentos, partidos e regimes nacionalistas que têm colaborado pontualmente com a extrema-esquerda quando tal interessa do ponto de vista meramente estratégico e quando as condições determinam que é necessário unir forças para derrotar e/ou enfraquecer os nosso inimigos em comum, nomeadamente, as forças liberais, os defensores da "democracia" dos partidos à moda de Wall Street, a escumalha da maçonaria e a Igreja. O exemplo mais famoso desta colaboração estratégica entre forças nacionalistas e a esquerda marxista, será o Pacto Molotov-Ribbentrop que foi celebrado em 1939 entre a Alemanha Nacional-Socialista e a União Soviética. Hitler estendeu a mão a Estaline não por gostar de Estaline ou do Comunismo, mas porque do ponto de vista estratégico era isso que fazia todo o sentido, de forma a por um lado ganhar tempo e por outro, aliviar a pressão que o Comunismo Internacional exercia contra os regimes nacionalistas da Europa à época. Neste ponto, Hitler agiu correctamente e inteiramente de acordo com os melhores interesses tanto do povo alemão, como dos povos que viviam sob a bandeira soviética. 

Bem sei que muitos nacionalistas estão actualmente extremamente felizes por verem o regime chavista de rastos e desejam ardentemente que o mesmo colapse o mais depressa possível. Mas e depois? Quem é que vai assumir o poder na Venezuela? O golpista Juan "Miami" Caguaripano? Os escroques patrocinados pela judiaria sionista que manda em Washington? Sabujos e traidores que comem da mão de George Soros? Os mesmos sabujos e traidores que já em 2002 e a mando do Império Anglo-Sionista, tentaram levar a cabo um golpe de Estado na Venezuela? Quiçá algum liberalóide a mando do judeu Kushner e ligado ao Banco Rothschild? A sério? É isto, é este lixo de gente que têm para oferecer ao povo Venezuelano como alternativa ao Chavismo!?

Sejamos claros, a Venezuela está neste momento a viver um dos períodos mais negros da sua história e se realmente é verdade que o governo que ocupa actualmente a cadeira do poder por aquelas bandas, geriu extremamente mal a economia da Pátria de Simón Bolívar, também é verdade que há neste momento forças sinistras em jogo que desejam destruir o regime chavista para logo a seguir o substituir por um governo de lacaios a mando do Império Anglo-Sionista.

De forma a que se consiga compreender o que está hoje em causa na Venezuela e porque motivo os nacionalistas não devem de desejar (ainda) o fim do regime chavista, é preciso que se compreenda primeiro o plano geoestratégico global do cartel mundialista/globalista, inteiramente dirigido a partir dos bastidores por supremacistas judeus e que tem como fim último a construção de um governo mundial totalitário. 

No caso particular da Venezuela, o que está em causa são as maiores reservas de petróleo do Mundo. Para o Império Anglo-Sionista é de extrema importância manter o controlo das reservas de petróleo do Mundo. Qualquer Nação que seja rica em "ouro negro" e que não seja simultaneamente submissa ao Império Anglo-Sionista e aos "falcões" das multinacionais do mesmo, coloca-se em risco de vir a sofrer uma "revolução colorida" ou até mesmo a ser alvo de uma operação militar de "regime change", como ocorreu no Iraque em 2003 e na Líbia em 2011.

É precisamente por eu já saber "o que a casa gasta" e estar bem consciente da canalhice sem limites do inimigo que temos pela frente, que eu nem hesito hoje em conceder apoio moral ao regime chavista. No fundo, trata-se de ter de escolher entre o mal menor e o mal maior. Mandar abaixo o regime chavista neste momento, é atirar para as mãos do cartel mundialista/globalista o povo venezuelano e é colocar as maiores reservas de petróleo do Mundo inteiramente ao dispor do Sionismo Rothschild. É por este motivo e apenas por este motivo, que os nacionalistas devem de conceder hoje apoio estratégico ao regime chavista. Nicolás Maduro é um comunista, mas é um comunista que até prova em contrário combate Sião. Para mim, isto é a única coisa que verdadeiramente interessa. 

João José Horta Nobre
8 de Agosto de 2017

O video abaixo ajuda a perceber porque é que o regime chavista está desde o seu início "na mira" do Império Anglo-Sionista. Foi este mesmo Império que orquestrou secretamente em 1974 o golpe que derrubou o Estado Novo em Portugal e o motivo para isto foi exactamente o mesmo que hoje o leva a querer rebentar com o regime chavista na Venezuela: o desejo megalómano de controlar as nações, na senda de poder destruir as mesmas e abrir assim o caminho para um governo mundial totalitário.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Reflexões Sobre a Religião - Parte III



"Uma sociedade sem religião é como um navio sem bússola." - Napoleão Bonaparte (1769 - 1821)
  
"Quando o Catolicismo triunfou definitivamente sobre o Paganismo em toda a Europa, e começou a construir o edifício feudal que subsistiu até ao século XVIII - ou seja, um espaço de mil anos - não pôde reduzir e destruir por completo os costumes antigos, nem as ideias filosóficas que tinham transformado as bases pagãs na época da reacção politeísta levada a cabo pelo imperador Juliano.

(...)

Só ao olhar a França reconhecemos que o culto pagão sobreviveu por muito tempo às conversões oficiais realizadas na mudança de religião dos reis merovíngios. O respeito dos Povos por certos lugares consagrados, pelas ruínas dos templos ou até pelos escombros das estátuas, obrigou os clérigos cristãos a construir a maior parte das igrejas sobre as bases dos antigos edifícios pagãos. Em todos os lugares em que esta precaução foi esquecida, e especialmente nos lugares solitários, o culto antigo continuou - como no monte de San Bernard onde, no século passado, ainda se rendia culto ao Deus Jou sobre o lugar do antigo templo de Júpiter. Ainda que a antiga Deusa dos Parisinos, Isis, tenha sido substituída por Santa Genoveva como protectora e patrona, ainda assim no século XI se via uma imagem de Isis conservada por descuido debaixo do pórtico de Saint-Germain-Des-Prés, honrada piedosamente pelas mulheres dos marinheiros - o que obrigou o arcebispo de Paris a mandar que fosse feita em pedaços e atirada ao Sena. Uma estátua da mesma Divindade via-se contudo em Quenpilly, Bretanha, há uns anos, e recebia o respeito dos nativos. Em certas zonas de Alsácia e do Franco-Condado mantém-se o culto das Matres - cujas imagens em baixo-relevo aparecem em vários monumentos e que outra coisa não são senão as grandes Deusas Cíbele, Ceres e Vesta.»[1]

A gravíssima crise civilizacional que o Ocidente hoje atravessa, é acima de tudo uma crise espiritual e religiosa que advém do natural esgotamento do credo cristão como religião credível. Isto já era de esperar há muito tempo. Era perfeitamente expectável que uma doutrina estrangeira e invasora - como é claramente o caso da doutrina cristã - acabasse por ficar completamente descredibilizada com o passar do tempo. 

A religião cristã não é, nem nunca foi nossa aliada e muito menos alguma vez foi nossa amiga. Antes pelo contrário, tudo o que a Igreja Católica tem feito desde o início da sua fundação, tem sido no sentido de fomentar uma judaização subconsciente da sociedade. Estou a mentir? Então expliquem-me por favor porque é que a criminosa da Igreja Católica durante mais de mil anos empreendeu uma autêntica campanha de genocídio religioso contra as antigas religiões nacionais da Europa? 

Inúmeros templos pagãos foram destruídos ou usurpados por cristãos, para no seu lugar se erguerem igrejas que fazem o culto a um Deus judaico e a "santos" judeus. As antigas mitologias fundadoras da Europa foram reduzidas ao ridículo e substituídas pelos contos de fadas judaicos da Bíblia. Um número incontável de textos pagãos foram queimados e perderam-se para sempre, isto sem contar com os pagãos que foram assassinados pela Igreja devido ao "crime" de serem pagãos, ou seja, por se recusarem a aceitar o credo neo-judaico que é o Cristianismo e insistirem em manter-se fiéis à religião dos seus ancestrais. O que aconteceu a Hypatia de Alexandria - assassinada dentro de uma Igreja por uma turba de cristãos fanáticos - será disto um exemplo, mas infelizmente está muito loge de ser o único.

A verdade é que por mais que os cristãos hoje se queixem das "perseguições de Nero", entre outros episódios pontuais de violência exercida pelo Império Romano contra os mesmos, o facto é que a violência que os cristãos exerceram contra os pagãos ultrapassa em larga escala tudo aquilo que os pagãos possam ter feito contra estes. O Império Romano nunca teve uma política oficial que visasse erradicar o Cristianismo. Os romanos perseguiam pontual e episodicamente os cristãos de forma a manter essa praga religiosa no seu devido lugar e devidamente contida, mas nunca o objectivo da política romana foi a de exterminar o Cristianismo. Pelo contrário, os cristãos assim que tomaram o poder no Império Romano, trataram logo de dar início a uma brutal campanha de perseguição e extermínio da antiga religião greco-romana e posteriormente de todas as religiões pagãs da Europa com que se foram deparando. O comportamento da Igreja e dos cristãos foi em tudo igual ao que recentemente vimos os jihadistas do Estado Islâmico a exibir em Palmyra, aquando da sua tomada desta cidade e a consequente destruição de inúmeras antiguidades que não iam ao encontro das suas regras religiosas. A Igreja Católica tentou mesmo até à Idade Moderna - sem sucesso - exterminar por completo todos os resquícios das antigas religiões nacionais da Europa.

É portanto perfeitamente natural que nenhum europeu ou ocidental com uma memória histórica que compreenda as origens pagãs da sua Civilização, possa aceitar o Cristianismo como religião, pois nós não somos judeus e por isso mesmo recusamo-nos terminantemente a aceitar um Deus judeu como figura maior divina. Em boa verdade, nem sequer me interessa se Jesus foi mesmo "o filho de Deus" ou não. Eu não sou nenhum semita e por isso mesmo recuso-me a prestar culto ao Deus dos judeus e a Jesus, que era também um judeu, filho de uma judia.

Um dos aspectos que mais evidência a forma como os judeus colonizaram espiritualmente a Europa e em última análise o Ocidente, é o facto de hoje em dia quase toda a gente falar em "Deus" e não em "Deuses". O monoteísmo é essencialmente uma invenção judaica e nunca fez parte da antiga tradição religiosa europeia que sempre foi politeísta. Ora, acontece que foram os cristãos que desrespeitando e pisando todas as nossas antigas tradições religiosas e espirituais, introduziram esta ideia estapafúrdia do "Deus único" na Europa. A visão monoteísta do Mundo que os cristãos fizeram alastrar a todo o Ocidente "deformou as relações do homem com o homem, do homem com a natureza, do homem com o além da natureza. Deformou tudo. O monoteísmo colonizou o nosso cérebro e não podemos ver a realidade do universo se não nos libertamos desse fechamento do monoteísmo."[2]
 
Este monoteísmo totalitário que é comum às três grandes religiões abraâmicas, não deixa de ser "parente" do totalitarismo político que posteriormente corporizou sob a forma ideológica do Comunismo no século XIX. Há uma clara "tentação totalitária" tanto da parte do Judaísmo, como da parte do Cristianismo e do Islão. Estas três religiões, quando não são devidamente mantidas "em xeque" por um poder político independente das mesmas, têm uma tendência para tentarem exercer um controlo total sobre a sociedade e são absolutamente intolerantes para com qualquer credo religioso que vá contra os seus dogmas.

A Europa não vai conseguir sair da espiral de decadência e morte em que entrou, enquanto não se libertar totalmente das influências semitas que são a causa primária da grave situação em que nos encontramos. Isto significa muito simplesmente que o Judaísmo, o Cristianismo e o Islão devem de ser declaradas como sendo doutrinas totalitárias e o culto no espaço púbico a estas religiões deve de ser totalmente proibido pelo Estado. A erradicação total e absoluta dos credos abraâmicos/semitas deve de ser hoje a principal prioridade de todos os patriotas.

É preciso que a sociedade entenda que os cultos abraâmicos/semitas são a fonte do mal e a causa de praticamente todas as nossas desgraças. Querem um bom exemplo disto? Pois bem, ainda recentemente, o Papa Francisco veio mais uma vez a público defender a imigração em massa e insistir que "é preciso abrir por completo as portas" da Europa à invasão islamo-africana em curso. O Papa declarou a propósito disto que "[...] a seu ver o colonialismo teve aspectos positivos para a Europa porque a tornou «mais rica» e é esse, diz, o contributo que a imigração está a dar aos Europeus. 

Fica à vista, mais uma vez, que o Cristianismo, visceralmente universalista, é, por isso mesmo, fundamentalmente anti-nacionalista. [...]"[3]

A Europa, se quiser sair do pântano de podridão civilizacional onde se deixou cair, precisa antes de mais de se reencontrar a si mesma e redescobrir as suas raízes identitárias. O Cristianismo, precisamente por ser um credo internacionalista/universalista, é profundamente avesso a uma Europa orgulhosa de si mesma e defensora das suas mitologias ancestrais e é isto que faz desta religião maldita um dos principais, senão mesmo o principal inimigo ideológico-religioso que os nacionalistas têm hoje a abater. 

Quem é cristão, não pode ser nacionalista, pelo simples motivo de que ambas as doutrinas são incompatíveis sob todos os pontos de vista e só mesmo uma profunda esquizofrenia ideológica, associada a uma amnésia da identidade histórica europeia, é que explica a adesão de certas correntes nacionalistas ao Cristianismo.

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Notas:
[1] NERVAL, Gérard de - Lés Illuminés.
[2] MEXIA, Pedro - Adonis: "O monteísmo colonizou o nosso cérebro". Expresso, 05/11/2016. Link: http://expresso.sapo.pt/cultura/2016-11-05-Adonis-O-monoteismo-colonizou-o-nosso-cerebro
[3] CATURO - Papa Apela a Que se Abram Completamente as Portas à Imigração na Europa. GLADIUS, 14/07/2017. Link: http://gladio.blogspot.pt/2017/07/papa-apela-que-se-abram-completamente.html
 
João José Horta Nobre
21 de Julho de 2017


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