quarta-feira, 22 de março de 2017

Erdogan é Hoje o Nosso Melhor Inimigo


«Erdogan avisa Europa: "Nenhum europeu andará em segurança"»


O "sultão" otomano voltou a ameaçar a Europa e eu pessoalmente, esfrego as mãos de felicidade. Cada ameaça, cada acto de agressão dirigido pelos turcos contra nós, representa mais alguns milhares de votos nos partidos nacionalistas da Europa e é simultaneamente uma bofetada nas fuças dos "democratas" da União Europeia (UE). Erdogan, muito conscientemente, já percebeu que a UE constitui uma ameaça à Turquia e ao seu estilo de governação autoritária. A "democracia" que é propagandeada pelos papagaios de Bruxelas, é na prática a "democracia" dos banqueiros e agiotas internacionais, sem fronteiras e sem Pátria. Trata-se  da "democracia" da família Rothschild e do sinistro Supremacismo Judaico - algo que obviamente não interessa, nem poderia alguma vez interessar ao povo turco. Erdogan faz bem em mandar a UE fava" e ele pode não ser nosso amigo, mas certamente, é hoje o nosso melhor inimigo. Sobre isto, José Milhazes acertou em cheio "na mouche" há poucos dias:


Erdogan está portanto no bom caminho. Com um pouco mais de esforço, até podemos eventualmente vir a ser todos bons amigos e a brindar com raki a derrocada final da União Europeia e por consequência, de todo o projecto mundialista da Nova Ordem Mundial.

João José Horta Nobre
22 de Março de 2017


terça-feira, 21 de março de 2017

A GNR ao Serviço da Invasão Afro-Islâmica


Estes "migrantes" deviam de ter sido imediatamente devolvidos à procedência. Em lugar disso, foram vergonhosamente reencaminhados para o porto de Pythagoreio, na ilha grega de Samos, onde receberam cuidados médicos à custa do contribuinte europeu. É já mais do que claro que este esquema da "ajuda aos migrantes/refugiados", mais não é do que uma artimanha engendrada pelas forças internacionalistas que controlam a União Europeia, de forma a fazer com que sejam os próprios europeus a pagar para serem invadidos. Nós todos, através dos nossos impostos, directa ou indirectamente, estamos a financiar a invasão afro-islâmica em curso.

«GNR resgata 22 migrantes no mar Egeu»


Noutro tempo, as forças de segurança tinham por hábito e missão, repelir as invasões estrangeiras e era para isso que eram pagas e treinadas. Hoje, pelo contrário, não só não repelem invasão nenhuma, como ainda dão guarida ao inimigo e abrem-lhe as portas do castelo de par em par. 

Curto e grosso: o que os militares da GNR estão a fazer no mar Egeu constitui traição à Pátria. Trata-se, efectivamente, de usar a capa dos "direitos humanos" para dar apoio moral e material a uma invasão afro-islâmica não só de Portugal, mas de toda a Europa, invasão esta que foi planeada de antemão por forças sinistras ligadas à judiaria internacional e que tem como objectivo exterminar-nos na nossa própria terra.

Mais uma vez, aqueles que têm o dever de proteger e defender a Nação, são os primeiros a enfiar-lhe o punhal nas costas. Em Portugal, continua "tudo como dantes no quartel de Abrantes". Desde 1974, data do "grande acidente nacional", que temos os militares portugueses ao serviço da traição e do internacionalismo, uns por ingenuidade, outros por interesse e outros ainda porque simplesmente são "burros que nem uma porta" e nunca deviam de sequer ter sido autorizados a receber treino militar e muito menos a servir em qualquer força de segurança.

Ficam aqui alguns videos oriundos da Itália e que ilustram na perfeição o autêntico "barril de pólvora" que temos já a fermentar na Europa graças a esta loucura dos "migrantes": 




  


  

João José Horta Nobre
21 de Março de 2017
 

segunda-feira, 20 de março de 2017

O Leite Como Símbolo da Supremacia Branca e da "Pavorosa Extrema-Direita Racixta", "Nazixta", "Faxista" e "Ómofóbica"




Descobri hoje que o leite é um símbolo da Supremacia Branca e da "pavorosa extrema-direita racixta", "nazixta", "faxista" e "ómofóbica". Quem o garante é a intelectualidade esquerdalha, mais propriamente, uma alucinada chamada Samantha Diaz, que escreve num pasquim de estudantes universitários da Califórnia. Segundo a menina Diaz, as campanhas em prol do consumo de leite constituem "racixmo" porque as pessoas de origem racial não europeia, sofrem estatisticamente muito mais da intolerância à lactose. Ora vejam por vós:


Mapa-múndi da intolerância à lactose.


Depois desta descoberta magnífica e certamente revolucionária, na opinião da Associação de Estudantes (sem-analfabetos) da FCSH da Universidade Nova de Lisboa, o próximo passo progressista a dar, será a esquerda descobrir que comer pão é um acto "faxista" e quiçá também "racixta", "nazixta" e "ómofóbico". Eis a prova do "crime":


"RESPEITEM O PÃO!" - Mussolini


E nem vou entrar no campo do vinho, bebida "salazarina" por excelência, caso contrário, nunca mais saíamos daqui...

Aguardemos agora pelo momento glorioso em que o SOS Racismo - um "apêndice" ligado ao intestino grosso do Bloco de Esterco - vai apresentar uma queixa por "racixmo" contra o Estado Português, por este andar criminosamente a promover o consumo de leite há anos, ou seja, a promover o "racixmo", o "nazixmo", o "faxismo" e o "ómófobismo" dirigido contra as minorias que sofrem todos os dias na pele a "terrível exclusão sossial". Mamadou,  isto é "racixmo", pá!!!

João José Horta Nobre
20 de Março de 2017


domingo, 19 de março de 2017

A Esquerda Contemporânea é um Antro de Depravados Morais




Podem ver e ouvir no video acima, um grupo de "activistas sociais" da esquerda "anti-racista" a cantarem uma música onde se pode ouvir a expressão "nique la France", ou seja, "fode a França"! A esquerda contemporânea, definitivamente bateu no fundo. Verdade seja dita, que depois de já terem defendido no passado a legalização da pedofilia e da necrofilia, tudo é de esperar vindo desta gente. 

Largamente hereditária das teses doentias da Escola de Frankfurt e de Antonio Gramsci (o pai do Marxismo Cultural), a esquerda actual não passa de uma antro de depravados morais que urge esmagar a todo o custo. Em última análise e devido ao nível de toxicidade da praga com que estamos confrontados, poderá mesmo vir a ser eventualmente necessário que em países onde a decomposição da estrutura social já é muito elevada, nomeadamente a França e não só, se tenha de suspender a Constituição, declarar o estado de emergência e reintroduzir o uso do paredão de fuzilamento ou da guilhotina.

João José Horta Nobre
19 de Março de 2017


sábado, 18 de março de 2017

E Enquanto o Ocidente Dorme, o "Ovo da Serpente" Prepara-se Para Eclodir...




Há poucos dias, num discurso que (mais uma vez...) foi prontamente censurado pela imprensa portuguesa, Marine Le Pen avisou que a França, graças à imigração em massa oriunda do Mundo Islâmico, está neste momento à beira da "guerra civil":

«PRESIDENTIAL hopeful Marine Le Pen, the leader of France’s anti-immigrant, nationalist Front National party, launched a savage attack on uncontrolled immigration saying it had pushed France to the verge of a “civil war”. 


The hardline candidate added that the country’s “virtually non-existent” immigration policies were to blame for the never-ending refugee crisis; and that illegals had been pouring into France undeterred for “decades”.


She said: “Our lax – or should I say non-existent – immigration policies are the root cause of the migrant crisis.
 
“Officials have turned a blind eye to illegal immigration for more than 40 years, and have let millions of paperless migrants into the country. The situation is spiralling out of control, and things can only get worse,” she said during a conference on civil rights in Paris. 

She said: “They speak their own language and follow their own rules and traditions. They have simply recreated their own locality-based communities abroad.”
 
The fiercely patriotic candidate added that “some” migrants were staunchly anti-French and were “at war” with their host country. 
 
She said: “At some point in the 2000s, migrants and their children – not all, but a large majority – declared war on France. 
 
“They have intimidated and threatened France via a series of anti-French and terrorist attacks. Civil war is no longer a dream, but a real possibility.”
 
The hard-right leader added that migrants had cost France “tens of billions of euros,” and France had paid the money in “exchange for peace”.
 
Mrs Le Pen did point out, however, that radical extremists – and not migrants – were “the enemy”.» - Daily Express

Nada disto de que a senhora Le Pen fala é novo e eu próprio já abordei várias vezes o facto de a França e grande parte da Europa Ocidental, estarem já num claro processo de balcanização, que a seu tempo desembocará inevitavelmente em guerra civil étnico-religiosa, muito semelhante ao que aconteceu na ex-Jugoslávia durante a década de 1990. Portugal é um País que escapa um pouco a esta tendência, pois não somos um País onde exista uma grande comunidade islâmica, no entanto, que ninguém duvide de que se a guerra estalar em França, a mesma acabará por se alastrar a grande parte da Europa Ocidental e não deixará Portugal indiferente. 
 
É preciso encerrar fronteiras com a máxima urgência e criar mecanismos de defesa territorial que garantam uma resposta adequada em caso de agressão vinda do exterior. A título de exemplo e só para que tenham uma vaga noção do quão mal preparado e equipado o nosso País está do ponto de vista militar, eu não tenho a mínima dúvida de que se neste momento desembarcassem mil combatentes islâmicos bem armados e treinados na costa do Algarve, esses mesmo combatentes poderiam estar em Beja numa questão de poucas horas e aposto que até conseguiram conquistar a Base Aérea de Beja com relativa facilidade, tal é a incapacidade e impreparação das Forças Armadas Portuguesas, que com a complacência das chefias militares colaboradoras do actual regime, foram reduzidas ao ridículo pelos traidores que têm estado no poder desde 1974.[1] E eu chamo-lhes traidores porque é essa a palavra que melhor define o lixo humano que parasitariamente tem desgovernado Portugal nos últimos 42 anos e destruído o futuro a sucessivas gerações de portugueses. Esta gente transformou o nosso País numa anedota falida e ridícula que é alvo de chacota por parte de praticamente toda a comunidade internacional. A somar-se a isto que já não é pouco e é muito grave, temos a população portuguesa praticamente toda desarmada e por isso mesmo incapaz de opor qualquer resistência minimamente credível, a um assalto lançado a partir do exterior do território nacional. Só espero que se e quando a tragédia nos bater à porta, depois não digam que não houvesse quem tenha alertado...

Mas voltemos a França, pois a França vai ser muito provavelmente onde a "bomba" irá rebentar primeiro. Em terras de Astérix e não é exagero dizer-se isto, a comunidade islâmica é tão grande, que qual quinta-coluna, se pode mesmo já falar de um autêntico exército estrangeiro que está implantado por entre a população francesa. Aquilo de que estamos aqui a falar é de milhões de alógenos, maioritariamente oriundos do Médio Oriente ou do Norte de África e com um ódio de morte à Civilização Ocidental, que tem sido largamente atiçado pela esquerda e pelos grupos "anti-racistas", que irresponsavelmente não só fecham os olhos ao problema, como ainda contribuem largamente para o seu agravamento. O "ovo da serpente" que a classe política traidora passou os últimos cinquenta anos a importar para dentro da Europa Ocidental, está prestes a eclodir e ameaça arrastar consigo toda a nossa Civilização para uma terrível guerra que, a iniciar-se, promete ser brutalmente sangrenta e não tardará a assumir contornos genocidas
 
Quando a actual "guerra civil fria" que se vive em países como a França e a Holanda, passar a uma "guerra civil quente", as partes em conflito e muito à semelhança do que aconteceu nos territórios da ex-Jugoslávia, tentarão não apenas derrotar-se umas às outras, mas muito provavelmente intentarão provocar também a deslocação de populações inteiras para outros territórios e no limite, poderão mesmo tentar exterminar fisicamente essa populações. A guerra étnico-religiosa é isto e é exactamente contra isto que os movimentos e partidos nacionalistas passaram as últimas décadas a advertir. A resposta dos "bem pensantes" aos nossos muitos e repetidos avisos foi chamarem-nos de "fascistas", "racistas" e "intolerantes" e fecharem os olhos perante uma realidade que se tem vindo a tornar cada vez mais evidente a cada década que passa. Quem conhece a história da Europa, sabe que as limpezas étnicas e o genocídio fazem parte da mesma e tais episódios repetem-se ciclicamente, quando se misturam os ingredientes culturais e sócio-económicos necessários para que tal aconteça. Por outras palavras: se não se querem queimar, não brinquem com o fogo...
 
As fronteiras e os estados-nação foram inventados precisamente para garantir a paz entre os diferentes povos. A esquerda e os lunáticos da direita liberal, pelo contrário, julgam que solução para os problemas da Humanidade se encontra na abolição das fronteiras e na destruição das nações, à margem de qualquer respeito pelas diferenças culturais e étnicas. Como é óbvio, no caso da Europa, isto é a receita perfeita para o desastre e a tragédia está já neste momento ao virar da esquina, mas pouca gente parece ter noção de tal. A Europa Ocidental continua "anestesiada"  e num sono profundo, ao passo que o "ovo da serpente" prepara-se para eclodir a qualquer momento entre nós...

Não sei se foi por ter ouvido Marine Le Pen afirmar anteriormente que a França está à beira da "guerra civil", mas o facto é que em mais uma demonstração do gravíssimo problema islâmico que a Europa tem pela frente, anteontem, o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Turquia prometeu num discurso que "em breve irão iniciar-se guerras santas na Europa"

«Turkish minister has claimed "holy wars will soon begin" in Europe, in spite of the defeat of far-right leader Geert Wilders in the Netherlands elections.

Mevlut Cavusoglu, Turkey’s foreign minister, did not welcome the victory for Prime Minister Mark Rutte’s centre-right People’s Party for Freedom and Democracy (VVD).
 
“Now the election is over in the Netherlands...when you look at the many parties you see there is no difference between the social democrats and fascist Wilders,” he said according to a translation by Hurriyet.
 
“All have the same mentality. Where will you go? Where are you taking Europe? You have begun to collapse Europe. You are dragging Europe into the abyss. Holy wars will soon begin in Europe.”» - The Independent
 
 
Se isto não é uma ameaça directa por parte dos otomanos contra nós, então não sei o que será. A somar-se a isto e para compor ainda mais um pouco o "ramalhete" que já cheira bastante mal, o "sultão" Erdogan apelou ontem aos «turcos da diáspora na Europa para formarem famílias com pelo menos cinco filhos, considerando que seria "a melhor resposta" face "às injustiças" que enfrentam.» 

A estratégia islâmica para tomar o controlo da Europa é neste momento mais do que clara. Aproveitando-se do colapso da família tradicional na Europa como instituição social fundamental, graças em grande parte a todo o lixo ideológico que tem sido disseminado nas últimas décadas e à irresponsabilidade da parte dos líderes políticos da Europa Ocidental, os líderes do Mundo Islâmico - com Erdogan e a Família Real Saudita à cabeça - têm já perfeita noção de que possuem neste momento uma oportunidade única na história para conquistar e destruir a Civilização Ocidental a partir de dentro. Ao contrário da Idade Média, em que a expansão islâmica se fazia por via da conquista militar, agora, a mesma faz-se na Europa por via da imigração em massa e do ventre das mulheres. Não é ao acaso que Erdogan pede à diáspora turca na Europa para que faça o maior número de filhos possível. É que Erdogan sabe o que eu também sei, ou seja, que quanto maior for a diáspora turca e islâmica na Europa, maior poder a Turquia e o Mundo Islâmico poderão exercer entre nós e contra nós. Isto significa também que países onde a diáspora turca é muito numérica, como a Holanda e a Alemanha, poderão num futuro não muito distante ver-se a braços com autênticas revoluções islâmicas movidas a partir de dentro pela quinta-coluna islamo-turca. É possível até que zonas onde a concentração de muçulmanos é muito grande e problemática, as assim chamadas "no-go zones", tentem eventualmente declarar a independência e passem a querer ser uma espécie de taifas islâmicas do século XXI.

Há anos que os serviços de inteligência turcos se andam a preparar para o "Dia D" e é neste sentido que têm permitido propositadamente que sucessivas ondas humanas de "migrantes" oriundos do Mundo Islâmico, venham desembocar em território europeu. Isto conferiu a Erdogan um poder avassalador, pois basta-lhe agora dar a ordem e podemos em poucas horas ter não apenas reactivadas as rotas de migrantes que tentam penetrar pelos Balcãs, como podemos ter também uma autêntica vaga de atentados terroristas que com o apoio dos serviços secretos turcos, teriam capacidade para lançar o caos total na Europa e ser até o "detonador" para o início de uma guerra civil em países como a Alemanha, França e Holanda. Mas, no entanto, reparem num pormenor interessante que sobressalta no meio de tudo isto: segundo a alucinada classe política e os media ocidentais, os partidos nacionalistas que apenas querem evitar precisamente o pior, é que são rotulados de "perigosos" e de "extrema-direita" que é preciso combater. Nós é que somos a "ameaça" que tem de ser esmagada a todo o custo, por nos atrevermos apenas a apontar o óbvio ao povo e a chamar os traidores pelos nomes. 
 
Estamos cercados por chacais e a cada dia que passa, agrava-se a situação demográfica europeia, sendo que com isso, diminui igualmente a hipótese de conseguirmos vencer qualquer guerra que seja lançada contra nós. A Civilização Ocidental está podre, muito enfraquecida e foi minada aos longo das últimas cinco décadas por traidores. Bem dizia Marcus Tullius Cícero que «uma nação pode sobreviver aos seus loucos, mesmo aos ambiciosos. Mas não consegue sobreviver à traição vinda de dentro.» No meio de toda esta miséria, resta apenas saber se a Europa Ocidental se vai curvar perante o inimigo e sujeitar-se a ter o fim mais humilhante e indigno que se pode imaginar, ou se pelo contrário, ainda será possível montar uma defesa de última hora que pelo menos consiga salvar alguma coisa. Tenho motivos para crer que enquanto houver um Putin no Kremlin e um Trump na Casa Branca, sempre podemos ter alguma esperança...
 
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Notas:
[1] Eu próprio visitei a base Aérea de Beja há cerca de dez anos atrás e devo dizer que aquilo por lá, em termos de equipamento, está basicamente reduzido a sucata velha do tempo da Guerra Fria, que já devia de estar em exposição num museu militar. A somar-se a isto, é preciso ter em conta que o abastecimento de munições é certamente insuficiente ou até mesmo inexistente, sendo que Portugal não produz hoje quaisquer munições de guerra, nem possui qualquer espécie de indústria militar. É notório o esforço que os militares portugueses fazem para esconder a humilhante miséria em que se encontram do ponto de vista do equipamento, cuja falta,  a meu ver, é a maior fraqueza das Forças Armadas Portugueses. Os políticos portugueses parece que se esquecem ou não querem saber de que "não se fazem omeletes sem ovos" e por isso mesmo, não se pode querer que as Forças Armadas cumpram a sua função sem equipamento. Entretanto, os cobardes chefes militares que o nosso País tem, como bons sonsinhos egoístas e interesseiros que são, isto para não lhes chamar chulos da Pátria que os pariu, estão bem caladinhos e fazem de conta que no pasa nada, pois sabe-lhes bem ir recebendo promoções e bons salários, nem que tal seja à custa do desmantelamento progressivo da própria instituição militar a que pertencem.

João José Horta Nobre
18 de Março de 2017


quinta-feira, 16 de março de 2017

Valter Hugo Mãe é um Demente Que Deve Ser Retirado da Sociedade

Valter Hugo Mãe, o demente.




O escritor demente, Valter Hugo Mãe, julga que ainda estamos no tempo do PREC e da putada comunista em que chamar "faxista" a alguém era o que bastava, para se desgraçar a imagem de um pobre desgraçado qualquer na praça pública. Por isso decidiu agora aproveitar-se de um festival de literatura na Madeira, para o transformar num comício político contra os nacionalistas e atacar o escritor José Rentes de Carvalho, por este ser um apoiante confesso de Geert Wilders. Muito medo tem esta elitizinha parida pela escolástica de Abril dos movimentos patrióticos. Até consigo sentir o cheiro que emanam a cadáver em decomposição, de cada vez que abrem a boca, tal é o horror putrefacto do lixo que emitem. 

Valter Hugo Mãe, o escritor demente, precisa de ser retirado da sociedade e se possível, internado numa instituição psiquiátrica onde possa ser devidamente tratado. Estou contra o Valter Hugo Mãe. 

Não tenho muito tempo para ler livros nos dias que correm, mas só por causa disto, amanhã vou propositadamente comprar um livro do José Rentes de Carvalho, nomeadamente, A Ira de Deus Sobre a Europa, obra que me parece bem adequada aos tempos que estamos a viver e na qual já ando de olho de há uns tempos a esta parte.

João José Horta Nobre (blogger pavoroso e troll virtual ao serviço da ultra-extrema-direita-naxi-faxista)
 

A Vitória Pírrica de Mark Rutte



Confesso que não consigo entender a extrema alegria dos media ao serviço do "sistema", que já falam em afastamento do "perigo Wilders", quando na realidade, o tal "perigo Wilders" - o perigo do "pavoroso faxismo" - não só acabou de consolidar a sua força política na Holanda, como ainda conseguiu aumentar o número de deputados no parlamento e passar a ser a segunda força política da Holanda.

É óbvio que Geert Wilders não teve o resultado eleitoral que eu gostaria que ele tivesse tido, isto é, não conseguiu votos suficientes para tomar o poder, mas também é verdade que ninguém minimamente honesto do ponto de vista intelectual, pode dizer que Wilders perdeu as eleições. Não se pode considerar que um partido político que foi fundado há apenas onze anos e que acabou de se transformar na segunda força política da Holanda, seja um partido derrotado.

O que se passa, no fundo, é que depois de terem passado o último ano a serem literalmente humilhados por forças políticas nacionalistas uma e outra vez, os jornalixeiros mentirosos da nossa praça, querem a desforra e por isso decidiram transformar a patética Vitória de Pirro de Mark Rutte, em algo que ela simplesmente não é. Não foi Wilders que perdeu as eleições de ontem, foi o "sistema" que mais uma vez perdeu e sabe que perdeu. Sim, o sabujo liberal-internacionalista, Mark Rutte, poderá ainda ficar no poder durante mais algum tempo, mas os ódios inter-étnicos e inter-religiosos entre muçulmanos e não muçulmanos, irão seguramente continuar a subir de tom na Holanda, na justa proporção do aumento da população islâmica. As elites cosmopolitas até podem manipular sondagens e distorcer a verdade sobre resultados eleitorais, mas a singularidade islâmica é algo que elas nunca poderão distorcer ou alterar. 

A realidade é o que é e é na realidade pura e dura que eu sempre baseei todas as minhas análises. A meu ver, a realidade actual determina que das duas uma: ou a Europa assiste à tomada de poder por parte de partidos nacionalistas que fazem o que tem de ser feito e resolvem o problema islâmico/alógeno de uma vez por todas, ou mais tarde ou mais cedo, teremos a Europa Ocidental totalmente balcanizada e transformada numa gigantesca Somália em permanente guerra civil. Volto a insistir - a realidade não engana e a singularidade islâmica não falha. Na Europa, com Wilders ou sem Wilders, com Le Pen ou sem Le Pen, o caminho para a guerra civil étnico-religiosa está já praticamente garantido e eu até aposto que os russos já têm traçados os planos para o fornecimento de armas e munições aos grupos que eventualmente lhes irão interessar, quando o conflito estalar de vez. Na Europa ou vencem os nacionalistas, ou vencerá o Islão. Não existe outro desfecho possível para isto

João José Horta Nobre
16 de Março de 2016
 
Alex Jones denuncia quem são os verdadeiros fascistas. Eu próprio escrevi em 2014, no rescaldo das eleições europeias, um artigo que versa sobre o mesmo e que se intitula precisamente "Afinal Quem São os Verdadeiros Fascistas?"

quarta-feira, 15 de março de 2017

Hoje é o Dia em Que o Glorioso "Faxismo" Poderá Chegar à Bárbara Holanda

 O glorioso líder "faxista", Geert Wilders, a segurar num animal mais racional do que o típico esquerdista. Como podem ver, o "Faxismo" sempre foi amigo dos animais.


Hoje é o dia em que o glorioso "Faxismo" poderá chegar à bárbara Holanda. O pânico dos intelectuais da esquerda é mais do que visível. Andam acagaçados e borrados de medo porque sabem que o "faxismo" da ultra-extrema-direita "horrível", "pavorosa" e "tenebrosa" vem aí a caminho. Pessoalmente, eu já tenho o meu kit "faxista" preparado e a postos, a saber: um par de botas cardadas, uma camisa negra, um cacete de madeira, um alicate para arrancar dentes, várias cordas de boa qualidade e uma botija de gás butano para meter o forno a trabalhar quando for preciso. Entretanto e para não variar, os agentes ao serviço de Sião estão freneticamente a lançar sondagens manipuladas a poucas horas do início das eleições, propositadamente para tentarem influenciar o resultado final do acto eleitoral em causa. Não vai resultar. Não resultou com o Brexit. Não resultou com Trump. Não vai resultar com Geert Wilders. Em cima disto tudo, os otomanos liderados pelo sultão Erdogan continuam a fazer campanha pelo Partij voor de Vrijheid de Geert Wilders, prometendo vingança total contra os bárbaros da Holanda. A "coisa" promete... oh se promete!

João José Horta Nobre (activista de direitos desumanos e pensador faxista a viver na pós-moderna clandestinidade inconstitucional desde 1988)


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