segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Jerusalém




«Se algum dia o planeta implodir, vai ficar a devê-lo a Israel e à dependência política do establishment americano relativamente ao lobby israelita dos Estados Unidos.» - Miguel Sousa Tavares (1950 - )

A violentíssima disputa sobre Jerusalém, sobre a qual se tem falado tanto ao longo dos últimos dias, é apenas a última e mais recente confirmação de como eu sempre estive certo na minha feroz condenação das sanguinárias religiões abraâmicas/ideologias semitas.

Os lunáticos varridos que hoje lutam por Jerusalém, sejam eles judeus, cristãos ou maometanos, estão apenas a dar continuidade a uma guerra religiosa inter-abraâmica que perdura desde a Idade Média e que tem como base ideológico-religiosa o Judaísmo e a crença no tresloucado Deus dos judeus. O resultado de todo este fanatismo religioso foram até agora cerca de dois milhões de mortos em nome dos "sagrados" Talmudes, Bíblias e Alcorões. O mais ridículo nisto tudo é que estes dois milhões de pessoas morreram não por algo em concreto dentro do campo da racionalidade, mas sim, pela crença irracional numa estúpida abstracção divina inventada pelos semitas.

A Humanidade corre neste preciso momento o risco de ser completamente obliterada, precisamente por causa destas religiões insanas que foram paridas no Médio Oriente. As pessoas que controlam actualmente o Império Anglo-Sionista, têm como ideologia base não o Liberalismo ou o Conservadorismo, mas sim, o Judaísmo. É o vil Judaísmo que sob a capa de outras ideologias controla directamente a Casa Branca. Reparem bem o perigo que constitui para toda a Humanidade o facto de termos hoje fanáticos religiosos com mentalidade apocalíptica ao comando dos arsenais nucleares dos Estados Unidos. Misturem agora este bando de loucos refinados com o bando de loucos que são os ayatollahs do Irão, mais os sádicos wahabitas da Arábia Saudita, mais os paquistaneses que já possuem armas nucleares e ainda a cambada de "cristãos sionistas" que soma e segue por aí a enganar desesperados e a fazer campanha pelo lobby israelita et voilà!... Têm aqui o "caldinho" perfeito para uma situação religiosa que pode a qualquer momento "escorregar" para uma guerra nuclear total. A "cereja no topo do bolo" será provavelmente o facto de Jared Kushner pertencer à seita Chabad Lubavitch, que é basicamente um culto apocalíptico constituído por supremacistas judeus e que crê que é necessário despoletar um holocausto nuclear, de forma a cumprir as profecias religiosas em que acreditam.

As religiões abraâmicas são um autêntico cancro sobre a Terra que precisa de ser abolido. Que ninguém tenha dúvidas de que se a Humanidade não acabar com as religiões abraâmicas, mais dia, menos dia, vão ser as religiões abraâmicas a acabar com a Humanidade. 

João José Horta Nobre
11 de Dezembro de 2017


terça-feira, 5 de dezembro de 2017

José Milhazes, o Supremacismo Judaico e a Nova Ordem Mundial




«Os judeus são chamados de seres humanos, mas os gentios não são humanos. São bestas.» - Talmude: Baba Mezia, 114b

O cronista e historiador português José Milhazes, publicou no Observador no passado dia 30 de Novembro, uma crónica intitulada A Culpa é Outra Vez Dos Judeus?. No escrito em causa, José Milhazes tenta ilibar os judeus da sua responsabilidade histórica não apenas no assassinato da família real russa, mas também como principais responsáveis pela Revolução Bolchevique e toda a orgia de barbaridades associadas à mesma.

Em abono da verdade, José Milhazes tem uma razão parcial, pois de facto, não é justo colocar-se as responsabilidades pelo sucedido na Revolução Bolchevique, em cima de todos os judeus. É exactamente por este motivo que se deve sempre "separar o trigo do joio", ou seja, deve-se fazer a distinção essencial entre judeus e supremacistas judeus (a judiaria internacional e internacionalista).

"A culpa" - sobre a qual José Milhazes nem sequer tocou na sua crónica em causa - é essencialmente do Supremacismo Judaico.[1] Se quisermos ir às raízes desta culpa, então aí sim, temos de ir ao Judaísmo e ao Talmude, que é de longe uma das obras mais racistas e intolerantes alguma vez escritas e que constitui a "fonte" ideológica onde os supremacistas judeus vão buscar a esmagadora maioria do seu fel. Escusado será dizer que tanto o Cristianismo, como o Islão, são derivados directos deste lixo religioso médio-oriental e é precisamente por eu saber disto, que eu quero estar o mais longe possível destas seitas do mal que só fazem é trazer destruição, morte e sofrimento a todo e qualquer lugar onde se instalam.

Aquilo que os supremacistas judeus fazem é nada mais, nada menos, do que aplicar à realidade os ensinamentos racistas do Talmude, que lhes ensina que os judeus são o "povo eleito" do Deus único em que eles acreditam e que estes estão predestinados não apenas a governar o Mundo, mas também a terem os goyim à sua disposição como escravos.

Pouco a pouco e principalmente por via da sua influência no Mundo da alta finança, os supremacistas judeus foram tomando conta de praticamente todos os instrumentos de poder no Ocidente. Neste momento, a situação chegou já a um ponto tal que se pode mesmo dizer que os Estados Unidos são uma colónia de Israel e a União Europeia se já não é também uma colónia dos sionistas, para lá caminha a passos largos, sendo que a implementação bem sucedida do Plano Kalergi, garantirá dentro de poucas décadas o fim definitivo da Europa Ocidental, ao passo que criará um modelo de conquista e domínio a aplicar ao resto do Mundo, começando pela Rússia e China que serão certamente os próximos alvos na "lista de abate" do Sionismo Rothschild

Por isso sim, meu caro José Milhazes, a culpa se não é dos judeus, será certamente da religião judaica que, como eu já expliquei acima, constitui a "fonte" à qual os supremacistas judeus vão buscar todo o seu ódio, arrogância e megalomania delirante.

É também e precisamente por saberem muito bem o mal que andam a praticar no Mundo, que o "sistema" nos quer proibir de falar daquilo que outrora se designava pela "questão judaica". É que a judiaria internacional sabe, ela sabe muito, muito bem que é ela que está verdadeiramente por detrás das rédeas do poder no Mundo Ocidental.

É a judiaria internacional que controla os media:


É a judiaria internacional que está por detrás da maioria das guerras no Mundo:


É a judiaria internacional que controla o sistema financeiro e bancário:


É a judiaria internacional que controla a indústria do entretenimento:


Foi a judiaria internacional que inventou o Comunismo:


Foi a judiaria internacional que inventou o Feminismo para destruir a família tradicional:


É a judiaria internacional que está por detrás das políticas de imigração em massa:



Simplesmente não há volta a dar, para onde quer que olhem, a sinistra mão do Sionismo Rothschild está implicada em todas as desgraças do Mundo actual. A Nova Ordem Mundial está sendo "progressivamente" amassada mesmo debaixo dos nossos narizes e só não vê o que se está a passar, quem não quer. Tenho dito.

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Notas:
[1] DUKE, David - Jewish Supremacism: My Awakening to The Jewish Question. Free Speech Press, 2002. Link: http://ia802609.us.archive.org/12/items/JewishSupremacismByDavidDuke/jewish-supremacism-david-duke.pdf

João José Horta Nobre
5 de Dezembro de 2017


quinta-feira, 30 de novembro de 2017

O General Slobodan Praljak Nada Fez de Errado

 Slobodan Praljak (1945 - 2017)


O general bósnio croata, Slobodan Praljak, tombou heroicamente em combate no passado dia 29 de Novembro de 2017. Ao contrário do que seria de esperar para um general, Slobodan Praljak não morreu num campo de batalha, mas sim, numa sala do infame tribunal fantoche de Haia, após ter ingerido um veneno em protesto pelo circo pseudo-judicial a que ele e muitos outros militares que participaram nas guerras dos Balcãs têm sido sujeitos ao longo dos últimos anos.

À semelhança do general Ratko Mladic, também ele injustamente condenado pelas marionetas ridículas que passam por "juízes" no tribunal fantoche de Haia, Slobodan Praljak foi alvo de mais uma das típicas campanhas de difamação e ataque ao bom nome, por parte das forças do Império Anglo-Sionista

Qual foi então o "crime de guerra" cometido por Slobodan Praljak para merecer a perseguição que terminou com o seu heroico suicídio em plena sala de tribunal? Pois bem, ao que parece o homem cometeu o grave "crime" de combater contra os inimigos do seu povo e da sua Nação, ou seja e dito de outra forma: Slobodan Praljak nada fez de errado!

Desde o fim da Segunda Grande Guerra que a judiaria internacional tem utilizado esta velha estratégia de denominar por "criminoso de guerra" ou "genocida", qualquer político ou militar que lute activamente contra a agenda sionista de domínio global. O "truque" já é por demais conhecido e funciona sempre da mesma forma, com uma ou outra variação que depende das circunstâncias do momento. Quando confrontado com oposição à sua agenda assassina, o supremacista judeu grita sempre "genocida" e "criminoso de guerra"! Foi exactamente isto que fizeram a nós portugueses em África, aquando da Guerra do Ultramar. Mais tarde fizeram-no com o Iraque de Saddam Hussein, com a Sérvia, com a Líbia e ainda o estão a fazer na Síria. A moral da história aqui é que toda e qualquer acção militar que vá contra os interesses do Sionismo Rothschild é sempre um "crime de guerra"

O general Praljak ficará para a história como um mártir que resistiu e lutou até à morte contra as forças internacionalistas da Nova Ordem Mundial. Ironicamente, os seus inimigos não lhe podiam ter feito um favor maior.

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Notas:
[1] THE SAKER - Book excerpt: How I became a Kremlin Troll by The Saker. 27 de Novembro de 2017. Link: http://thesaker.is/book-excerpt-how-i-became-a-kremlin-troll-by-the-saker/

João José Horta Nobre
30 de Novembro de 2017


sexta-feira, 24 de novembro de 2017

O Único "Crime" Cometido Pelo General Ratko Mladic Foi Ter Defendido a Sua Nação e o Seu Povo

Ratko Mladic (1943 - )


 "Uma boa causa não teme nenhum juiz." - Públio Siro

O General Ratko Mladic foi esta semana condenado pelo Tribunal Penal Internacional a prisão perpétua, por alegadamente ter cometido "crimes contra a humanidade" e "genocídio". Os media do "sistema" e ao serviço do Império Anglo-Sionista celebraram a condenação, como já seria de esperar. Na miserável imprensa portuguesa não consegui encontrar um único artigo que falasse a verdade sobre a mais do que injusta condenação do General Ratko Mladic e por isso, mais uma vez sou aqui forçado a fazer o trabalho que os jornalistas deviam de fazer, mas não fazem porque hoje já não existem praticamente quaisquer jornalistas nas redacções portuguesas, mas sim, prostitutas amestradas e pagas para escreverem aquilo que os seus donos querem que elas escrevam.

Para começar, o Império Anglo-Sionista encontrou no General Ratko Mladic o bode expiatório perfeito. Sérvio, eslavo, patriota e nacionalista, Ratko Mladic representa tudo aquilo que os carniceiros da Nova Ordem Mundial odeiam, detestam e pretendem destruir. Quanto ao tribunal de Haia, esse, não passa de um tribunal fantoche, criado de raiz pelo "sistema" e onde labutam juízes que não passam de marionetas.

O desmembramento da Jugoslávia e as consequentes guerras nos Balcãs, foram desde o início impulsionadas por agentes ao serviço do Império Anglo-Sionista que, à semelhança do que tentaram fazer sem sucesso ao longo dos últimos anos na Síria, pretendiam não só destruir de vez a Jugoslávia, mas também enfraquecer os estados-nação que consequentemente resultassem do desmembramento da mesma. O Império Anglo-Sionista conseguiu atingir estes objectivos e ainda forçou a criação do furúnculo que dá pelo nome de "Kosovo", um Estado inteiramente artificial e cuja existência visa apenas enfraquecer e humilhar o povo sérvio.

Desde o julgamento de Nuremberga que se criou esta "moda" de julgar aqueles que perdem as guerras contra as forças do Império Anglo-Sionista e as sentenças, essas, já foram decididas muito antes dos próprios julgamentos começarem. Pior ainda do que isto, os vencedores, por mais crimes de guerra que cometam, nunca se sentam no banco dos réus e justificam todas as barbaridades por si praticadas com o argumento estafado dos "direitos humanos" e da "democracia". É neste contexto que se encontram actualmente a ser julgados 161 indivíduos acusados de cometerem crimes de guerra nos conflitos que grassaram nos Balcãs durante a década de 1990, porém, nem um único militar ou político do lado vencedor foi forçado a sentar-se no banco dos réus e a responder pelos crimes da NATO e seus aliados!
  
Outro bom exemplo desta farsa, desta apócrifa "justiça dos vencedores" e que ilustra bem o tipo de canalhas com que estamos aqui a lidar, foi o que se passou em consequência da invasão ilegal do Iraque em 2003, a qual resultou no rápido julgamento e execução de Saddam Hussein e muitos membros do seu governo, no entanto, nem Bush, Blair ou Aznar foram julgados pelos mais de 500,000 mortos que resultaram da sua guerra em nome da "democracia" e dos "direitos humanos".

Na caso da Sérvia, o que se passou foi que os corajosos sérvios foram confrontados com uma incursão planeada de antemão e liderada pelo Império Anglo-Sionista, que forneceu desde o início apoio aos seus lacaios bósnios e albaneses para atacarem e cometerem toda a espécie de crimes contra a população etnicamente sérvia. Ora, em lugar de se renderem ou fugirem apavorados como decerto a NATO esperava, os sérvios, liderados em grande parte pelo agora condenado General Ratko Mladic, resistiram e deram início àquilo que devia de ficar para a história como uma das mais corajosas e tenazes campanhas militares de sempre!

Atacada em várias frentes, bombardeada dia e noite pelos "cães danados" da NATO e difamada 24/7 nos media do "sistema", a pequena Sérvia foi obrigada a basicamente enfrentar o Mundo sozinha e mesmo assim, manteve-se firmemente de pé e orgulhosa até ao fim.

O general judeu Wesley Clark e a judia psicopata Madeleine Albright, que transformaram o suposto "Massacre de Srebrenica" na desculpa perfeita para justificar a criação do Kosovo e humilhar o povo sérvio, foram os mesmos criminosos que apoiaram o "bombardeamento humanitário" da Sérvia com bombas de urânio empobrecido em 1999.


A grande "defensora dos direitos humanos", a judia psicopata Madeleine Albright, a justificar a morte  de 500,000 crianças iraquianas devido às sanções impostas pelo Império Anglo-Sionista contra o Iraque na década de 1990.


O que aconteceu em Srebrenica e aquilo de que os "lying media" (como lhes chama Trump...) não falam, é que em 1995 a NATO deu início ao bombardeamento das forças sérvias naquilo que designou de "Operation Deliberate Force". As Nações Unidas exigiam na frente diplomática que os sérvios rendessem as suas armas pesadas em Sarajevo e os sérvios, como é óbvio, recusaram-se a fazê-lo. Em resposta a NATO passou à ofensiva. 

O que o General Ratko Mladic fez então em consequência desta agressão injustificada da NATO e das Nações Unidas, foi conduzir o seu exército rumo a Srebrenica e pura e simplesmente expulsar de lá os capacetes azuis. Esta acção era perfeitamente legítima, uma vez que as próprias Nações Unidas estavam em conluio com a NATO na agressão em curso contra os sérvios. A NATO e o próprio Império Anglo-Sionista foram completamente apanhados de surpresa com esta acção da parte dos sérvios e foi então, quando perceberam que os sérvios não se iriam deixar intimidar tão facilmente, que começou a gigantesca campanha internacional sobre uns supostos "massacres de civis" e "violações em massa" que alegadamente estariam a ser cometidas em Srebrenica pelos militares sérvios.

O objectivo do Império Anglo-Sionista com a mentira do "Massacre de Srebrenica" era simplesmente fazer o mesmo que tentaram fazer na Síria ao longo dos últimos anos, ou seja, utilizar supostos "massacres de civis" como um pretexto para intensificar a agressão diplomática e militar contra um determinado alvo, neste caso a Sérvia. 

Há vários antigos observadores militares das Nações Unidas que corroboram a tese sérvia dos acontecimentos e tudo em torno do suposto "Massacre de Srebrenica", aponta para uma farsa muito bem elaborada e facilmente disseminada numa época em que ao contrário de hoje, a internet ainda estava a dar os seus primeiros passos e não tinha ainda poder de alcance para contrariar em força a falsa narrativa do "sistema". Aquando da reconquista de Alepo na Síria em Dezembro de 2016, o "sistema" bem tentou fazer exactamente o mesmo que fez em Srebrenica, inventado "massacres" e "crimes contra a humanidade", desta vez alegadamente cometidos pelo Exército Sírio e os seus aliados russos, no entanto, desta vez a internet "abafou" em grande medida o ruído da lügenpresse e em consequência a narrativa do "sistema" caiu por terra como um castelo de cartas. 

A única verdade sobre o "Massacre de Srebrenica" é que o mesmo simplesmente não passou de uma gigantesca fraude política inventada pelo Império Anglo-Sionista, com o objectivo de diabolizar o povo sérvio e abrir assim o pretexto não só para a ofensiva da NATO contra o mesmo, mas também para a consequente criação do Estado artificial que dá pelo nome de Kosovo. É exactamente por isto tudo que eu expliquei e descrevi acima, que o agora condenado Ratko Mladic disse na cara dos juízes minutos antes do veredicto do tribunal fantoche de Haia ser lido, que as acusações contra si dirigidas são "tudo mentira" e que os juízes do Tribunal de Haia "são todos uns mentirosos"!

A ofensiva contra a Sérvia deve-se principalmente ao facto do Império Anglo-Sionista saber que a Sérvia é um País que se encontra na órbita de influência russa e ser por isso mesmo um obstáculo ao alargamento da influência da NATO e da UE a Leste. O ódio insano e a obsessão que o Sionismo Rothschild nutre contra a Rússia, foi o que levou em primeiro lugar as sinistras forças da NATO a atacar a Sérvia e inventar uma miríade de "massacres" e "crimes", tudo com o objectivo de criar mais uma base da NATO em território roubado à Sérvia, nomeadamente no Kosovo e neutralizar assim ao máximo a influência russa na região. 

Algo me diz que a guerra nos Balcãs está apenas dormente e que mais tarde, ou mais cedo, a Sérvia acabará por recuperar o Kosovo. É preciso não esquecer que a Sérvia é uma Nação que está habituada a combater e resistir com sucesso a inimigos muito mais poderosos do que a mesma em termos tecnológicos e numéricos. A luta dos sérvios contra o Império Otomano na Guerra de 1876-1878 é disto mesmo uma testemunha. Algumas décadas depois, a pequena Sérvia foi forçada a enfrentar sozinha o Império Austro-húngaro que possuía uma Forças Armadas muito maiores e tecnologicamente mais avançadas do que as suas. Apesar disto e mesmo assim, os sérvios conseguiram travar a ofensiva austro-húngara, forçando em consequência a intervenção da Alemanha, que foi em socorro do Império Austro-húngaro, o que por sua vez acabou por gerar um efeito "bola de neve" que deu origem à Primeira Guerra Mundial. 

Por fim, a "cereja no topo do bolo" das glórias militares sérvias terá ocorrido muito provavelmente a 27 de Março de 1999, quando os sérvios, utilizando um sistema soviético de defesa anti-aérea concebido na década de 1960 (o S-125 Neva/Pechora), abateram um caça stealth F-117A, que alegadamente e segundo os militares da NATO, deveria de ser "invisível" aos radares inimigos. Para além disto, sabe-se hoje que os militares sérvios conseguiram interceptar e decifrar uma grande parte das comunicações da NATO durante a campanha de bombardeamento lançada pela mesma em 1999, o que explica na perfeição porque motivo ao fim de 78 dias de bombardeamento contínuo, os militares sérvios e o seu respectivo equipamento, para grande choque da NATO, saíram praticamente ilesos dos bombardeamentos...

João José Horta Nobre
24 de Novembro de 2017


terça-feira, 31 de outubro de 2017

Puigdemont, o Canalha e Lacaio do Sionismo Internacional





Ao que parece, o "grande patriota" Puigdemont já "deu à sola" rumo a Bruxelas, onde é mais do certo que terá de se instalar permanentemente, se não quiser enfrentar uma mais do que provável sentença de prisão em Espanha.

Este escroque agora arvorado pelos media do sistema a "nacionalista de esquerda", pessoalmente, nunca me enganou. Apoiado por toda a espécie de tarados neomarxistas e fiéis discípulos da Escola de Frankfurt, desde o primeiro momento do postiço "processo de independência" da Catalunha declarado por Puigdemont, que eu escrevi e alertei para o facto de tal situação não passar de mais uma sinistra manobra da judiaria Internacional e internacionalista, com vista a enfraquecer Espanha e criar simultaneamente um furúnculo sionista no sul da Europa.

Samuel Johnson, o famoso escritor e pensador inglês, escreveu uma vez que "o Patriotismo é o último refúgio do canalha". No caso de Puigdemont, esta famosa frase de Samuel Johnson assenta que nem uma luva. De facto, Puigdemont é um canalha e é o pior tipo de canalha que se pode conceber. Pior ainda do que o canalha que se esconde por detrás do infeccioso bacilo comunista ou do imundo verme maçónico, é o canalha que ao serviço de interesses estranhos à sua Pátria, manipula a ideologia nacionalista de forma a fazer avançar objectivos que, em última análise, visam o extermínio físico, cultural e espiritual do seu povo. Puigdemont encaixa-se nesta última categoria de canalhas, os canalhas ao serviço da Nova Ordem Mundial, os canalhas ao serviço do internacionalismo sionista militante e que se servem do conceito de Pátria e de Nação, para pouco a pouco e de mansinho, desmantelarem as suas próprias pátrias e nações, reduzindo inevitavelmente as mesmas a um vácuo atomizado, sem identidade própria, sem cultura e sem valores.

Que fique claro de uma vez por todas que Puigdemont, não é, nunca foi, nem nunca será um nacionalista. Todo aquele que defende e promove a sinistra agenda do Plano Kalergi, a agenda neomarxista de destruição da família tradicional, a imigração em massa de fronteiras abertas e a integração ou continuação do seu País na apócrifa União Europeia, não é, nunca foi, nem nunca será um nacionalista. Ora, Puigdemont defende e está aliado a forças políticas que defendem acerrimamente tudo aquilo que eu acima descrevi. Até o Bloco de Esquerda, partido que defende a legalização da mudança de sexo a partir dos 16 anos, está discretamente a apoiar Puigdemont. Escusado será dizer que quando um "nacionalista" recebe o apoio de uma "coisa" como o Bloco de Esquerda, é caso para grave preocupação e reflexão...

Resta ainda saber é como é que é possível Puigdemont se ter conseguido manter durante tanto tempo a desafiar o governo espanhol e ter conseguido declarar uma independência teórica da Catalunha, enquanto simultaneamente não era, nem é, apoiado abertamente por nenhum País do Mundo. Até hoje, não houve um único País do Mundo que reconhecesse a independência da Catalunha, no entanto, Puigdemont continua a falar e agir como se nada se passasse. O grande conforto e a extrema confiança demonstrada por Puigdemont em todas as suas acções, provam só por si como o mesmo está a ser protegido por algum grande poder. 

É mais do que nítido que o longo braço de Sião é o que está a manter o lacaio Puigdemont firmemente de pé e é esse mesmo braço que o continua a proteger e vai continuar a proteger enquanto o mesmo lhe for útil. No entanto, podem todos ter a certeza de que a não ser que Puigdemont seja algum cripto-judeu, assim que a cabala sionista perder interesse no mesmo, esta vai-lhe fazer aquilo que sempre fez a todos os outros goyim que a seu tempo lhe deixam de ser úteis, ou seja, reduz-o à total irrelevância e insignificância político-social. 

O Sionismo Internacional é um monstro que, mais tarde ou mais cedo, morde sempre a mão dos lacaios que lhe dão de comer e o sustentam. O que aconteceu ao antigo Presidente americano, o até hoje incompreendido Richard Nixon, é o exemplo perfeito disto mesmo. Aliás, Nixon foi um dos poucos presidentes americanos que teve a coragem de pelo menos tentar enfrentar discretamente o lobby israelita e por isso mesmo é que acabou como acabou. O "escândalo" Watergate foi apenas a desculpa que "a tribo" arranjou para o mandar abaixo, com o apoio dos absolutamente inenarráveis "jornalistas" ao serviço dos ZioMedia, mas isto já são outras histórias que por ora não interessam para aqui.

João José Horta Nobre
31 de Outubro de 2017


terça-feira, 24 de outubro de 2017

O Sionismo Rothschild, a China Maoísta e o Governo Mundial Totalitário



«Se algum dia a República Popular da China se transformar numa super-potência, se também ela se transformar numa fonte de tirania no Mundo e por todo o lado sujeitar os outros ao seu arruaceirismo, agressão e exploração, então os povos do Mundo devem de identificá-la como um imperialismo social, expo-la, fazer-lhe oposição e trabalhar em conjunto com o povo chinês para a derrubar.» - Deng Xiaoping num discurso proferido nas Nações Unidas a 10 de Abril de 1974

Curto e grosso: a China Maoísta foi fundada por judeus. Mao Tsé-Tung recebeu apoio da União Soviética (fundada por supremacistas judeus...) desde o início da sua carreira de "revolucionário" comunista e teve sempre na retaguarda o apoio estratégico e essencial de três agentes judeus directamente ligados ao Sionismo Rothschild, a saber, Solomon Adler [1], Israel Epstein[2] e Frank Coe[3]. 

A judiaria internacional e o alto capital sionista estiveram directamente por detrás da ascensão "milagrosa" de Mao Tsé-Tung ao poder. O judeu Sidney Shapiro teve um papel de destaque (disfarçado...) no campo da propaganda do regime maoísta e Israel Epstein foi incansável a fazer publicidade e a procurar apoio internacional para a "revolução" comunista na China. 

Uma das principais obsessões dos comunistas chineses até à década de 1960, era a destruição da sociedade tradicional chinesa, daí que o Mundo tenha assistido à assim-chamada "Revolução Cultural Chinesa", que mais não foi do que uma tentativa por parte Sionismo Rothschild para destruir por completo a memória histórica e identitária do milenar povo chinês. 

Para o Supremacismo Judaico, é crucial destruir a cultura das nações e substituir a mesma por uma nova "cultura" internacionalista, estética e moralmente degradante e que visa abrir o caminho para o governo mundial totalitário que está planeado desde há muito. A Revolução Cultural Chinesa visou precisamente isto e mais ainda do que isto, visou criar um modelo "revolucionário" que posteriormente seria exportado e aplicado no resto do Mundo civilizado. Os supremacistas judeus com a Revolução Cultural Chinesa, transformaram toda a sociedade chinesa num gigantesco "tubo de ensaio" onde experimentaram e tentaram criar um método exportável para destruir por completo a cultura e a identidade tradicional de uma Nação em poucos anos.

Escusado será dizer que o Sionismo Rothschild falhou na China, assim como eventualmente há-de acabar por falhar no resto do Mundo, pois não só a Revolução Cultural Chinesa foi uma experiência fracassada, como acabou também por servir de alerta a muitos chineses, que passaram a perceber que algo de muito sinistro estava em preparação no seu País.

Deng Xiaoping, o grande reformador chinês que eventualmente acabaria por colocar um ponto final definitivo na loucura judaico-comunista na China, havia sido ele próprio uma vítima da Revolução Cultural Chinesa, sendo que o seu filho ficou paraplégico devido à quantidade de tortura que sofreu às mãos dos maoístas. 

Hoje, ninguém tem exactamente a certeza sobre o verdadeiro poder que a judiaria internacional ainda possui no seio do sistema de governo chinês, no entanto, eu julgo que se pode afirmar com bastante segurança que tal poder é bastante escasso, senão mesmo até nulo. A China hoje já não é controlada por supremacistas judeus e isto fica patente na cada vez maior hostilidade que existe por parte do Império Anglo-Sionista, ou seja, do cartel globalista/mundialista para com a República Popular da China. 

Quando o Império Anglo-Sionista começa sistematicamente a diabolizar um País, é porque esse País representa alguma ameaça ao poder internacional do Império Anglo-Sionista. Sinto-me por isso muito seguro em afirmar que nós precisamos hoje desesperadamente de uma China independente e poderosa como contra-peso ao imenso poder dos anglo-sionistas. As nações da Europa Ocidental e os Estados Unidos, desde há muito sequestradas por políticos e militares traidores, já colapsaram por completo como entidades independentes e hoje, pode-se dizer que não passam mesmo de meras colónias do Sionismo Rothschild, que tem desde há muito a ambição megalómana de construir um governo mundial totalitário. Os avisos proféticos de Fernando Pessoa sobre o "Grupo dos Trezentos" e a alegada "terrível conspiração oculta contra a Civilização", nunca foram tão actuais como hoje. 

Quer gostem ou não da China, nós precisamos da mesma como um contra-peso ao imenso poder e ambição desmedida do Sionismo Rothschild, que dirige o cartel Mundialista/Globalista através dos seus lacaios da Superclasse Mundialista, sendo que muitos destes últimos são figuras presentes nas infames reuniões do Clube Bilderberg, reuniões estas para onde nunca são convidadas figuras de destaque da China ou da Rússia e julgo que não preciso de explicar o porquê...  

Não tenham dúvidas de que se a China cair nas garras do Sionismo Rothschild, a Rússia será inevitavelmente a próxima potência mundial a colapsar perante o imenso poder da judiaria internacional e a partir daqui, não haverá nada, nem ninguém, que consiga impedir esta gente de dominar por completo o planeta e criar aquilo com que eles sempre sonharam: um governo mundial, necessariamente totalitário e esclavagista e onde "o povo escolhido", apoiado pelos avanços do Trans-humanismo, viverá eternamente às custas da exploração dos goyim que, entretanto, consigam sobreviver ao plano para exterminar até 90% da população do planeta. Arrisco prever aqui que a capital do Mundo, a confirmar-se o pior cenário, eventualmente acabará por ser Jerusalém...




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Notas:
[1] Solomon Adler ocupou o cargo de representante do Secretário do Tesouro dos Estados Unidos na China durante a Segunda Guerra Mundial. Foi também um espião soviético que utilizava o nome de código "Sax"
[2] Israel Epstein era o filho de um comunista judeu que havia estado preso na Rússia Czarista por tentar liderar uma revolta. Posteriomente, Israel Epstein acabou por se tornar um dos poucos membros etnicamente não-chineses do Partido Comunista da China.
[3] Frank Coe era funcionário do Fundo Monetário Internacional e do governo dos Estados Unidos. Posteriormente, foi identificado como sendo um membro secreto do Partido Comunista e do grupo de espionagem soviética que dava pelo nome de "Silvermaster Ring"

João José Horta Nobre
24 de Outubro de 2017


sexta-feira, 20 de outubro de 2017

O Movimento LGBT Quer Ter Acesso às Crianças...




«Ser queer significa forçar os parâmetros do sexo e da família, e durante o processo, transformar a sociedade... Temos que manter os nossos olhos fixos no nosso objectivo... de reordenar radicalmente a visão social da realidade.» - Paula Ettelbrick, National Gay and Lesbian Task Force

O movimento LGBT, que só surgiu verdadeiramente na década de 1960, começou por apenas reivindicar a descriminalização da homossexualidade activa, que à época era considerada como sendo um crime em muitos países do Ocidente. Houve, no entanto, vozes proféticas que avisaram desde o primeiro momento de que o objectivo final do movimento LGBT, era a legalização plena da pedofilia e tudo o que se tem vindo a passar desde a década de 1960 só confirma tais avisos.

Depois de conquistada a legalização dos actos homossexuais, começaram as exigências do "casamento gay" e não foi difícil de se perceber, que logo de seguida o movimento LGBT iria começar a exigir o direito de adopção de crianças por parte de casais do mesmo sexo. O próximo passo lógico seria e continua a ser a legalização da pedofilia, um velho sonho do lobby gay, com o qual já delirava Michel Foucault e o ex-eurodeputado e pedófilo assumido Daniel Cohn-Bendit (Danny le Rouge para os amigos...). 

O travão à implementação da loucura total, por enquanto, continua a ser o facto de a sociedade ainda não estar suficientemente degradada do ponto de vista moral e ético, sendo por isso impossível neste momento legalizar a pedofilia ou fazer campanha aberta em prol da mesma. Foi, essencialmente, este motivo que levou nos últimos anos o apócrifo movimento LGBT a virar-se estrategicamente para as questões das "mudanças de sexo" e da "identidade de género" em crianças. Os terroristas sociais do Bloco de Esquerda até já começaram a defender a legalização da mudança de sexo aos 16 anos e isto é apenas a "ponta do iceberg" do que estes tarados planeiam aplicar ao País por força de lei.

Que ninguém se iluda. O alvo do movimento LGBT são as crianças. Esta gente sempre quis ter acesso às crianças e o seu objectivo final sempre foi a legalização plena da pedofilia. Se não forem atempadamente travados, dentro de 10 a 15 anos teremos as clínicas psiquiátricas cheias de gente com graves distúrbios mentais, que serão a consequência inevitável de todas estas engenharias sociais em torno da tal "ideologia do género", apregoada pela esquerda e que tem as suas raízes na desgraça intelectual que ficou conhecida por "Escola de Frankfurt".

João José Horta Nobre
20 de Outubro de 2017


quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Depois de Levarmos com 5000 Anos de Terror Abraâmico em Cima do Pêlo, o Que é Que São Sete Anitos de Armagedão?...




«Numerólogo profetiza 7 anos de caos e Armagedão na Terra»


Que venha de lá a ira toda do Deus dos judeus, mais o Anti-Cristo e os Sete Príncipes do Inferno, que eu cá estou à espera deles. Há 5000 anos que a tribo de Israel e as suas seitas pervertidas - as religiões abraâmicas - aterrorizam o planeta. Portanto, depois de levarmos com 5000 anos de terror abraâmico em cima do pêlo, o que é que são sete anitos de Armagedão?...

Quem ainda estiver vivo no final do massacre apocalíptico, que depois só não se esqueça de enviar um sinal de satélite para o espaço com as coordenadas galácticas do planeta Terra. Com um pouco de sorte, pode ser que alguma Civilização Alienígena capte o sinal e tenha a piedade de nos vir colonizar, pois a Humanidade já provou que é simplesmente estúpida demais para se poder governar a si própria.

João José Horta Nobre
18 de Outubro de 2017


sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Uma Tragédia Para Portugal Haver Gente Desta a Ocupar Cargos de Poder



A notícia do Correio da Manhã acima exposta só revela bem o doente mental que tivemos como Primeiro-Ministro durante seis anos. Uma tragédia para Portugal haver gente desta a ocupar cargos de poder. Resta agora esperar e ter esperança de que o chico-esperto seja condenado pelos crimes todos de que está a ser acusado. Se um escroque deste gabarito não voltar para a prisão e cumprir no mínimo dez anos de pena, é porque não há justiça em Portugal. E mesmo assim dez anos é muito pouco, porque o que ele merecia era ser executado como se faz na China e no Vietname aos corruptos

No entanto, aquilo que é mesmo preocupante e que diz muito sobre a miséria moral e a ignorância crassa que tomou conta da sociedade portuguesa, é ainda haver tanta gente em Portugal que defende e seria até capaz de voltar a votar numa criatura destas, que claramente não reúne sequer as condições mínimas para ser Presidente de uma Junta de Freguesia, quanto mais Primeiro-Ministro de um País. 

O que está em causa em todo este escândalo criminoso que rodeia José Sócrates é a própria Terceira República como regime político. Pior ainda do que isto, trata-se da falência do próprio conceito maçónico da República como modelo político sustentável. É preciso não esquecer também que José Sócrates não elaborou todos os seus esquemas de enriquecimento ilícito sozinho, bem pelo contrário, houve muita gente do actual regime que lhe prestou auxílio e o defendeu (quem não se lembra do falecido e moralmente falido "pai da democracia", sua excelência Mário Soares, aos gritos em defesa de José Sócrates às portas da prisão de Évora?...) mesmo quando já era claro que o homem não passava de um vigarista de baixo estofo. Por isto mesmo e tal como escreveu João Miguel Tavares há pouco dias, "Sócrates não merece cair sozinho", nem o próprio regime pode ficar imune a toda esta pouca vergonha. 

João José Horta Nobre
13 de Outubro de 2017


domingo, 8 de outubro de 2017

Está em Curso Uma Conspiração Sionista Contra o Reino de Espanha



«Separatistas catalanes, de Pujol a Oriol Junqueras, lacayos del sionismo: Israel apoya y aplaude el desmembramiento de España»


Os pseudo-independentistas catalães estão neste momento a fazer o trabalho sujo das forças do mal e para tal estão a ser auxiliados pelos media do "sistema", que são total e inteiramente controlados a partir dos bastidores por supremacistas judeus, que almejam desmembrar Espanha e consequentemente destruir mais um País na sua longa senda para erguer um governo mundial totalitário. 

O projecto independentista catalão, neste momento, é um projecto inteiramente sionista e por entre as fileiras dos ditos "independentistas" catalães, não faltarão certamente agentes da Mossad infiltrados para fazer aquilo que a judiaria internacional sempre foi exímia em fazer, ou seja, semear a divisão entre os povos, de forma a enfraquecê-los e assim mais facilmente poder vir a dominá-los. 

Digo-o sem rodeios e sem qualquer espécie de receio de represálias, pois um nacionalista nunca pode ter medo de dizer a verdade, nem que isso lhe custe a própria vida: está neste momento em curso uma conspiração sionista contra o Reino de Espanha e o objectivo final desta conspiração é destruir o povo espanhol. 

Os supremacistas judeus, ancorados à sua religião genocida e brutalmente racista, estão em guerra com a Europa e a própria Civilização desde pelo menos o tempo do Império Romano. A batalha pela Catalunha é apenas mais um episódio da longa guerra étnico-cultural que os povos indo-europeus estão a combater há mais de 2000 anos contra Tsiyyon.

João José Horta Nobre
8 de Outubro de 2017


domingo, 1 de outubro de 2017

A Sinistra "Mão Invisível" Judaica Por Detrás do Independentismo Catalão





Por uma questão de princípio, nada tenho contra a vontade do povo catalão que parece genuinamente almejar pela sua independência. No entanto, receio que tal processo de independência, a concretizar-se, venha a ser contraproducente e contrário aos melhores interesses do povo da Catalunha. Já se tornou mais do que claro que há uma sinistra "mão invisível" judaica que está a impulsionar o independentismo catalão e isto é caso para grave preocupação. Nunca se esqueçam de que os sionistas e a tribo de Israel têm historicamente demonstrado uma grande habilidade no emprego da velha estratégia de "dividir para reinar"

O judeu é perito em criar divisões no seio dos povos, de forma a posteriormente lançar esses mesmos povos uns contra os outros e em última análise enfraquecê-los de forma a melhor poder dominá-los. Os israelitas nas suas antigas escaramuças bíblicas com as suas tribos vizinhas no Médio Oriente, sempre fizeram largo uso da estratégia de "dividir para reinar" e ainda hoje, a Mossad e o Estado de Israel utilizam a mesma estratégia de forma a enfraquecer e derrotar os seus adversários. Aliás, ainda recentemente vimos isto em prática na Síria onde a Mossad e os seus lacaios da CIA forneceram armas e apoio logístico a toda a espécie de grupos rebeldes que lutavam ora entre si, ora contra o governo de Bashar al-Assad. O objectivo estratégico dos israelitas na Síria era o de transformar a Síria num Estado falhado, parti-la posteriormente em pedaços e consequentemente cortar o corredor terrestre entre Teerão e Damasco. A acção militar atempada da Rússia e do Irão na Síria conseguiu impedir o pior, mas que isto sirva de exemplo para todos sobre aquilo que os israelitas são capazes de fazer a um povo e a uma Nação.

Que interesse podem ter os judeus/sionistas numa Catalunha independente da Espanha? Pessoalmente, julgo que o objectivo estratégico que os sionistas pretendem atingir é nada mais, nada menos, do que o consequente enfraquecimento da Espanha na senda do objectivo muito maior de erguer um governo mundial totalitário, que foi e é desde sempre o objectivo final de todas as acções dos supremacistas judeus. Como é óbvio, do enfraquecimento da Espanha ao governo mundial totalitário vai ainda um longuíssimo passo, no entanto, este enfraquecimento de um Estado, neste caso o espanhol, faz parte do processo de destruição dos estados-nação europeus que está em curso desde o fim da Segunda Guerra Mundial e cuja meta é a derrota total de toda a qualquer oposição ao domínio absoluto por parte das forças ao serviço de Sião.

 
Aparentemente, parece que os famosos "Mossos d'Esquadra" andam muito próximos da Mossad...


A Open Society Initiative For Europe do terrorista judeu George Soros está solidamente a apoiar várias organizações que militam pela independência da Catalunha e este facto só por si revela bem até que ponto a judiaria internacional está interessada em ver a Catalunha independente da Espanha. A situação é por isso especialmente perigosa e eu não sei mesmo até que ponto os sionistas não seriam capazes de tentar fomentar uma guerra civil violenta na Catalunha, da mesma forma que já o fizeram na Líbia e Síria com os trágicos resultados que estão à vista de todos. Uma coisa é certa: onde quer que o judeu George Soros[1] meta a sua "mão", o resultado tem sido sempre o caos e a destruição.

A única forma que a Catalunha tem de ser verdadeiramente independente e soberana é se a mesma se ver livre de uma vez por todas, tanto da coroa espanhola, como dos partidos políticos do "sistema" que estão total e inteiramente ao serviço do Sionismo Rothschild e da Nova Ordem Mundial. Ora, acontece que as organizações que actualmente estão a lutar nas ruas e nas urnas pela independência da Catalunha, são organizações de esquerda adeptas da apócrifa Escola de Frankfurt e do Marxismo Cultural e que desejam que a Catalunha seja independente da Espanha, para logo a seguir a mergulhar de cabeça na tirania dos burocratas internacionalistas de Bruxelas. Para isto, para esta loucura suicida e pseudo-nacionalista, mais vale os catalães baixarem as bandeiras e irem para casa beber um cházinho com bolachas. 

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Notas: 
[1] George Soros, ao que tudo indica, é um agente da família Rothschild.

João José Horta Nobre
1 de Outubro de 2017


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