segunda-feira, 22 de maio de 2017

A Visita de Trump ao Reino da Arábia Saudita




«Trump vende armas a Riade e dança com espadas»


Parece que Trump e em linha com o que já se esperava, decidiu ir visitar o Reino da Arábia Saudita e encontrar-se com o furúnculo que manda lá por aquelas bandas desérticas. O cúmulo da hipocrisia da visita de Trump, não foi apenas o facto de este ter assinado um acordo de 110 mil milhões de dólares para a venda de armas à Arábia Saudita, mas também, o facto de Trump ter aproveitado a sua visita para falar de uma suposta "visão pacífica" do Islão (como se tal fosse sequer possível...), perante uma plateia repleta de seguidores do Wahhabismo que para quem não saiba, é "apenas" a principal fonte de inspiração ideológica de grupos como o Estado Islâmico, a Al-Qaeda e a Frente Al-Nusra.

Mais uma vez e para não variar, o Ocidente em lugar de se afastar e fazer um corte radical com os semitas e as suas doutrinas religiosas alucinadas, faz exactamente o contrário e fornece-lhes armas e legitimidade no concerto internacional. Quando não são os israelitas, são os sauditas. Quando não são as exigências das víboras sionistas, são as exigências dos islamitas da maligna Casa de Saud. Trump está a dançar com as forças do mal e como é óbvio, isto inevitavelmente apenas irá gerar mais sofrimento e terror no Médio Oriente e não só.

A Arábia Saudita é de longe, o Reino com a mais asquerosa e vil monarquia na face da Terra. Trata-se do Reino do Mal por excelência. É da Arábia Saudita que têm partido não só as principais fontes doutrinárias do Islamismo radical, como também muito do apoio financeiro que sustentou e sustenta grupos como o Estado Islâmico e a Al-Qaeda. O Reino da Arábia Saudita é inquestionavelmente o principal mentor e patrocinador do terrorismo islâmico a nível mundial. Ainda hoje, passados mais de quinze anos sobre o 11 de Setembro de 2001, continua por esclarecer adequadamente o que é que o regime saudita e o Estado de Israel sabiam ou tiveram a ver com esse mesmo ataque, sendo que a maioria dos piratas do ar que levaram a cabo o atentado, eram eles próprios cidadãos sauditas e as suspeitas do envolvimento da Mossad na operação são mais do que muitas...

Os sionistas e os sunitas radicais da Casa de Saud estão unidos contra o Irão e os Xiitas por mero interesse. Aos israelitas interessa-lhes isolar o Irão, de forma a provocarem o avanço do sinistro Plano Yinon que foi bloqueado pela intervenção iraniano-russa na Síria. Aos sauditas, por sua vez, interessa-lhes combater a crescente influência regional e o poder militar exibido pelo Irão. É de crer que a Casa de Saud possui alguma noção sobre os planos dos Supremacistas Judeus para o Médio Oriente e não só. No entanto, como estamos aqui a falar de fanáticos religiosos que acreditam em superstições descabidas, é provável que os sauditas simplesmente julguem que o Deus (inventado por judeus...) em que acreditam, os vá livrar miraculosamente do destino infernal que as forças da Nova Ordem Mundial estão a preparar para todos nós. A Casa de Saud está a colaborar com a judiaria internacional e internacionalista porque ingenuamente acredita que no fim acabará por sair por cima. Não vai. 

Os supremacistas judeus que controlam por inteiro a Casa Branca e o Deep State americano, aparentemente não vêem problemas em fornecer armamento a um regime islamita radical como é claramente o da Arábia Saudita, desde que tal sirva os seus interesses. Por este mesmo motivo é que vemos hoje os Estados Unidos a vender armas à Arábia Saudita, ao passo que simultaneamente aplicam sanções contra a Rússia, o Irão e a Coreia do Norte. 

A Arábia Saudita é um regime que não está a desafiar a Nova Ordem Mundial e até faz algum do trabalho sujo da mesma. A Rússia, o Irão e a Coreia do Norte, pelo contrário, são potências que desafiam a Nova Ordem Mundial e recusam sujeitar-se aos ditames dos supremacistas judeus que mandam em Washington e Bruxelas. É por este motivo e apenas por este motivo que estas nações são continuamente odiadas e visceralmente atacadas nos media ocidentais ao serviço do "sistema". Qualquer Nação que hoje resista ao governo mundial totalitário que está a ser preparado pela Superclasse Mundialista, deve preparar-se para ficar isolada de grande parte do Mundo e acima de tudo, deve munir-se de armas nucleares o mais depressa possível, tal e qual a Coreia do Norte tem estado laboriosamente a fazer, de forma a desincentivar futuras "abriladas" e/ou agressões externas para espalhar a "democracia" e os "direitos humanos". O poder destrutivo do átomo é a única força capaz de travar e em última análise derrotar a Nova Ordem Mundial e os judeus dementes que estão largamente aos comandos da mesma.

A China também não é um País que esteja alinhado com a Nova Ordem Mundial, mas como estamos a falar da China, Nação esta que possui "apenas" cerca de 1 338 612 968 habitantes, já há mais respeitinho para com a mesma da parte de Sião e por esse motivo é que os media ao serviço do "sistema" normalmente se "esquecem" de falar dos testes de mísseis e de todas as armas nucleares que a China possui. Kushner, Soros e os restantes agentes do Sionismo Rothschild não ladram muito sobre a China porque sabem que convém não agitar muito as águas em relação a esse grande País asiático, caso contrário, a "coisa" pode vir a ficar muito feia... 

O Mundo está a ficar mais perigoso e volátil do que nunca, mas pelo menos, a cada dia que passa se torna mais fácil perceber quem é quem e de que lado está o mal e de que lado está o bem.  

João José Horta Nobre
22 de Maio de 2017


terça-feira, 16 de maio de 2017

Sobre a Visita do Papa "Soros" Francisco a Portugal



"Nos indivíduos, a loucura é algo raro - mas nos grupos, nos partidos, nos povos, nas épocas, é regra." - Friedrich Nietzsche (1844 - 1900) in Para Além do Bem e do Mal

Pessoalmente, é-me completamente indiferente se a mãe do judeu executado pelo Império Romano surgiu mesmo a três crianças em 1917 ou não. A ser mesmo verdade, tal apenas confirmaria que os demónios semitas existem mesmo e têm de ser combatidos. Nada mais. No entanto, agora que o supremo vigário do judeu morto com patrocínio de George Soros já se foi embora de Portugal, seria bom que se apurasse quanto custou ao erário público todo o espectáculo de demência colectiva e miséria humana a que eu assisti ao longo das últimas semanas, tudo por causa de uma suposta "aparição" de uma judia alegadamente ocorrida em 1917.

Segundo o que eu vim recentemente a descobrir, o despautério até chegou ao ponto de o município de Odemira se ter arrogado o direito de usar dinheiro do erário público, para alugar autocarros com vista a comemorar o "centenário das aparições de Fátima". Esta "santa" despesa custou-nos a todos "apenas" a módica quantia de 11.400.00 euros (+IVA). A "coisa", porém, não se ficou por aqui e num Estado que supostamente é laico, foi ainda declarada uma tolerância de ponto por causa desta fábula fantástica de Fátima. Por fim, o zénite da insanidade foi atingido quando o próprio Presidente da República se deixou fotografar curvado a beijar a mão do Papa, fazendo a triste figura de um autêntico sabujo perante o Chefe de Estado do Vaticano. 

Depois de tudo isto, só é legítimo concluir que o Estado Laico, transformou-se efectivamente num Estado Louco e é impossível não reparar também em como as elites maçónicas da Terceira República se andam a aproximar cada vez mais da Igreja, de forma a tentarem usar a mesma como uma plataforma de propaganda. A imagem abaixo vale por mil palavras e diz tudo sobre a bicharada filo-semita a que estamos entregues há demasiado tempo:


Shalom!

João José Horta Nobre
 16 de Maio de 2017

terça-feira, 9 de maio de 2017

O Programa Nuclear Norte-Coreano e o Eixo Moscovo-Pequim-Pyongyang Como Principal Polo de Resistência à Nova Ordem Mundial



"O operário que quer fazer o seu trabalho bem deve começar por afiar os seus instrumentos." - Confúcio (551 a.C. - 479 a.C.)

Trump, ou melhor, os judeus que mandam em Trump, devem com certeza de julgar que Kim Jong-un é estúpido. Digo isto porque só se Kim Jong-un for mesmo muito estúpido é que ele alguma vez iria aceitar as condições agora anunciadas por Trump para um possível encontro entre os dois líderes. Pelo que parece, a judiaria internacional que comanda a Casa Branca exige como pré-condição para um encontro entre o sabujo de semitas que vive em Washington e o homem forte da Coreia do Norte, que este último desista antes de mais do seu programa nuclear e cesse o lançamento de mísseis balísticos. Como é óbvio, Kim Jong-un deve de recusar terminantemente esta proposta. 

Face às continuas provocações do cartel mundialista/globalista, Pyongyang deve mesmo é de acelerar o seu programa nuclear e deve intensificar não só os testes de mísseis balísticos, como deve de tomar providências para criar o mais depressa possível um míssil balístico intercontinental capaz de transportar múltiplas ogivas nucleares em simultâneo e atingir qualquer ponto do planeta. Acima de tudo, Kim Jong-un deve fazer saber aos sionistas que em caso de guerra o primeiro alvo a ser atingido pelas bombas atómicas norte-coreanas não vai ser apenas Seul e cidades americanas, mas também Jerusalém e Telavive. Aliás, o "querido líder" já fez saber aqui há alguns dias que está disposto a "punir sem piedade" Israel e por isso há mesmo uma hipótese muito real de que em caso de guerra na Península Coreana, a "Terra Santa" possa vir a ser riscada do mapa de uma vez por todas.

Eu nunca escondi, nem escondo o meu desprezo pelas religiões abraâmicas, que são de longe o pior lixo ideológico que alguma vez existiu na história da Humanidade. Do Judaísmo, do Cristianismo e do Islão, apenas advém o mal e a desgraça. A fraqueza, o derrotismo, o anti-patriotismo, a traição, o atraso civilizacional e a perversão moral são os ovos podres que chocam no seio das ideologias semitas/abraâmicas. A Europa e o Ocidente em geral não chegaram ao que chegaram por mero acaso, mas sim, porque o Cristianismo subversivamente quebrou o espírito guerreiro e a alma patriótica dos povos indo-europeus. O Cristianismo é o verme semita que disseminou entre nós o bacilo da rendição e da derrota.  A dinastia Kim fez por isso muito bem em varrer eficazmente da Coreia do Norte não só o Cristianismo, mas todas as religiões inventadas por judeus e só por isso o "querido líder" merece o meu respeito.

O eixo Moscovo-Pequim-Pyongyang é o hoje o principal polo de resistência à Nova Ordem Mundial e é o único que possui armas nucleares e a respectiva tecnologia para as fazer detonar a qualquer momento em qualquer ponto da Terra. Isto é extremamente importante, pois esta é verdadeiramente a única forma de dissuadir o cartel mundialista/globalista. Putin entretanto já tem a tropa e a aviação russa bem instalada na Síria, o que significa simultaneamente que neste momento as Forças Armadas da Federação Russa estão bem próximas da fronteira de Israel. Como é óbvio, desde que os russos entraram na Síria os supremacistas judeus andam a sofrer crise de nervos atrás de crise de nervos, porque sabem que a presença russa na Síria compromete seriamente não só o avanço do Plano Yinon, como coloca também o Estado de Israel directamente debaixo do alcance da artilharia russa. Este último ponto é também ele de destacar, pois significa simplesmente que se Israel se "esticar" excessivamente, pode correr o risco de entrar em confronto directo com a Rússia. O Sionismo Rothschild odeia o povo russo e ainda mais odeia Putin, tanto que assim é que há anos que George Soros anda a tentar provocar sem sucesso uma "revolução colorida" na Rússia. É por isso um acto simbólica e estrategicamente muito importante ter a tropa e aviação russas bem próximas da fronteira do Estado de Israel.

Uma vez que por ora parece estar travado o avanço do Plano Yinon no Médio Oriente, é importante que agora se contenha o avanço das forças da Nova Ordem Mundial na Ásia e é aqui que entra em jogo a China e a Coreia do Norte. Estes dois países devem de tratar de garantir um cordão sanitário na sua área de influência regional, que trave e faça mesmo recuar os avanços do Imperialismo Sionista comandado a partir de Washington. Esta acção deve ser acompanhada simultaneamente de um aumento do apoio por parte de Moscovo aos movimentos e partidos nacionalistas na Europa, de forma a que se consiga quebrar de vez o projectivo internacionalista que dá pelo nome de União Europeia (UE). Nada se conseguirá fazer na frente europeia se a UE não for desmantelada e as suas respectivas elites totalmente afastadas dos corredores do poder. A Rússia deve tomar consciência de que uma Europa islamizada, será sempre uma Europa em guerra civil permanente e hostil ao povo russo e à Europa de Leste em geral. É por isso da máxima importância que Moscovo empreenda com urgência um aumento dos seus apoios aos partidos e movimentos nacionalistas na UE, de forma a que seja possível derrotar de vez um inimigo que nos é comum. 

João José Horta Nobre
9 de Maio de 2017


segunda-feira, 8 de maio de 2017

Macron é Mais da Mesma Merda




"Os franceses já tomaram tanto no cu que se sentiram obrigados a dizer que gostam." - Olavo de Carvalho (1947 - )

Os franceses ontem votaram e escolheram Macron, ou seja, escolheram mais da mesma merda. Pessoalmente e depois do desastre em que se transformou Trump, não sei se as coisas seriam muito diferentes caso Marine Le Pen tivesse vencido as eleições. Aliás, a grande lição de Trump é que o mais difícil não é conseguir fazer com que um candidato nacionalista e anti-sistema ganhe uma eleição, mas sim, conseguir fazer com que ele uma vez instalado no poder, cumpra integralmente com o que prometeu durante a campanha.

Seja como for e à semelhança do que ocorreu recentemente na Holanda, a "derrota" de Le Pen não passa de uma vitória de Pirro para o cartel mundialista/globalista. Por ora, pode dar a impressão de que o "perigo nacionalista" foi afastado e é essa ideia que os media ao serviço do "sistema" pretendem transmitir, mas a verdade é que as elites mundialistas estão a empreender uma fatal fuga para a frente, que por um lado é o resultado do seu desespero disfarçado e que por outro, serve os objectivos dos supremacistas judeus que a partir de Wall Street puxam discreta e disfarçadamente os "cordelinhos" tanto em Washington, como em Bruxelas.

Ninguém precisa de viajar até uma ditadura no sentido tradicional do termo para perceber como é que um regime pode lavar eficazmente a cabeça dos seus súbditos. Basta saírem à rua se forem cidadãos da UE e ouvirem o que a maioria das pessoas diz. A maioria dos cidadãos comuns são gente extremamente mal informada ou simplesmente ignorante demais para perceber seja o que for sobre o que verdadeiramente se está a passar. O resultado é que o assim chamado "Zé Povinho" cai na propaganda do "sistema" com uma facilidade extraordinária e muitos acreditam mesmo naquilo que vêem nos jornais e telejornais ao serviço das pseudo-democracias da UE. Apenas isto explica como foi possível que depois de todo o terrorismo islâmico que tem ocorrido em França nos últimos anos, mesmo assim, a família Rothschild seja capaz de colocar em campo um lacaio patético como Macron, que se faz passar por alguém "anti-sistema" e a maioria dos eleitores não só cai na esparrela, como ainda se dão ao trabalhar de irem votar no paspalho! É realmente notável esta capacidade que o povo tem para se auto-sodomizar contínua e perpetuamente.

A França, a seu tempo, será inevitavelmente transformada num novo Líbano e terá também a sua guerra civil em larga escala, que promete vir a ser muito pior e mais mortífera do que a Guerra Civil Libanesa alguma vez conseguiu ser. A história registada aqui não engana: por todo o lado onde muçulmanos e não-muçulmanos se juntam em grande número, mais tarde ou mais cedo, a "coisa" entra em choque e dá guerra. Sempre assim foi e sempre assim será. Só espero que depois, quando esta tragédia anunciada se concretizar, não venham dizer que os nacionalistas é que foram os culpados, porque se houve forças políticas que avisaram inúmeras vezes contra esta "libanização" da Europa que está em curso, foram as forças nacionalistas. No fim, muitos dos que hoje lutam contra nós e nos atacam, acabarão a seu tempo por nos dar razão, o problema é que nessa altura poderá já ser demasiado tarde para se conseguir inverter a tragédia...

João José Horta Nobre
8 de Maio de 2017
 

quinta-feira, 4 de maio de 2017

A Coreia do Norte, a China e o Supremacismo Judaico


«Coreia do Norte ameaça 'punir sem piedade' Israel»


Mais importante ainda do que ter um arsenal nuclear e mísseis balísticos intercontinentais capazes de atingirem todo o território Estado-Unidense, é ter um arsenal nuclear e mísseis balísticos intercontinentais capazes de atingirem Israel e riscarem Jerusalém e a "Terra Santa" do mapa de uma vez por todas.

Kim Jong-un sabe perfeitamente bem que é a judiaria internacional que está discretamente a maquinar todo o ódio de Washington contra a Coreia do Norte. O lobby sionista e a canalha filo-semita que rodeia Trump, estão a fazer de tudo para tentarem sabotar o programa nuclear e de mísseis balísticos intercontinentais da Coreia do Norte. Felizmente, Kim Jong-un ou quem o aconselha parece que já percebeu o que realmente se está a passar e a própria China decerto também sabe que quem controla Washington é "a tribo" e não o povo americano. Tudo isto pode acabar muito mal, mas o essencial é garantir que se realmente tiver de acabar mal, que acabe mal para todos, isto é, que acabe em destruição mútua assegurada. Infelizmente, esta parece ser a única linguagem que os sionistas entendem. Não existe outra forma de dissuadir esta gente, a não ser tomando medidas que garantam que ou eles param, ou vamos todos colectvamente pelos ares e o planeta fica reduzido a um imenso deserto radioactivo. Qualquer nação que hoje deseje resistir à Nova Ordem Mundial, deve munir-se de armas nucleares e da tecnologia balística necessária para poder atacar qualquer zona do globo com essas armas a qualquer momento. Não há outra forma de dissuadir o cartel mundialista/globalista, a não ser por via da "destruição mútua assegurada", um conceito de defesa do tempo da Guerra Fria, mas que continua perfeitamente actual.

A Coreia do Norte, a par da Rússia e da China, são as únicas potências nucleares que hoje resistem seriamente às investidas da Nova Ordem Mundial. Sim, eu também não gosto da agressividade do Capitalismo chinês com laivos de Imperialismo, mas a verdade é que o governo chinês não é quem está a conspirar sob a capa da democracia para criar um governo mundial totalitário. Não é a China que anda a criar problemas por todo o Médio Oriente e a provocar ondas humanas de "migrantes" afro-islâmicos rumo à Europa. Não é a China que manipula e controla as pseudo-democracias ocidentais a seu belo prazer. Não foi a China que amputou o Kosovo à Sérvia e provocou toda a recente confusão e violência entre a Ucrânia e a Rússia. Também não foi a China que criou a União Europeia, que é em tudo uma experiência de laboratório onde estão a ser ensaiadas formas de controlo e engenharia social, que têm como objectivo final destruir por completo as nações e identidades nacionais europeias. Não, não foi a China que fez nada disto e é por isso que francamente já me mete nojo a paranóia anti-chinesa que anda por aí nos últimos tempos, nomeadamente por parte da administração Trump que eu inicialmente apoiei activamente, mas da qual prontamente me afastei a partir do momento em que se tornou claro que Trump não passa de mais um lacaio do "sistema".

A China, por mais defeitos que possa ter, não é a agressora, nem constitui de forma alguma uma ameaça existencial ao Ocidente. Quando muito, os chineses constituem uma ameaça regional e a "ameaça" que nos fazem limita-se ao campo da concorrência económica com as bugigangas baratas que produzem e exportam em massa. Nada mais. A verdadeira ameaça, essa sim, são os supremacistas judeus e o lobby sionista que está infiltrado em tudo o que é lugar de poder e tem agentes bem colocados em todos os governos ocidentais. Esta é que é a verdadeira ameaça. Este é que é o verdadeiro perigo. Foi por causa desta gente que os Estados Unidos atacaram o Iraque e a Líbia e hoje atacam a Síria. É o lobby sionista que está directamente por detrás de toda a provocação contra a Rússia. É o lobby sionista e os supremacistas judeus que desejam ver a Coreia do Norte desnuclearizada, porque temem que o Irão por via da colaboração com o regime de Pyongyang, possa vir a obter uma bomba atómica, algo que a acontecer inviabilizaria de vez o avanço do sinistro Plano Yinon. O lobby sionista e os supremacistas judeus é que são o problema, não é a pobre Coreia do Norte, nem a China e muito menos a Rússia.

Isto chegou a um ponto de tal, que do Ocidente eu confesso que já não espero grande coisa, pois o lobby sionista possui neste momento um controlo quase total sobre a maioria dos governos ocidentais. No entanto, a Ásia é uma conversa completamente diferente e já se tornou mais do que claro que os sionistas metem literalmente "os pés pelas mãos" quando se trata de lidar com asiáticos. Os supremacistas judeus dão-se mal com a Ásia porque simplesmente não a conseguem compreender e é normal que não a compreendam. É perfeitamente de esperar que gente que faz do jogo sujo, da baixaria imunda, da mentira e da calúnia um modo de vida e uma estratégia política, não consiga compreender povos com conceitos de vida, honra e dedicação patriótica bastante elevados como é o caso dos povos asiáticos. Eu se fosse George Soros ou um membro da família Rothschild, começaria neste momento a ficar seriamente assustado, porque é mais do que óbvio que os chineses e norte-coreanos já perceberam a fisgada de Sião e estão determinados a resistir-lhe custe o que custar. Nós já não estamos no século XIX e a China  já não é um País tecnologicamente estagnado no tempo e incapaz de responder à agressão externa. A brincadeira e o gozo para a judiaria internacional acabaram-se de vez, porque daqui para a frente podem todos ter a certeza de que a conversa vai ser a sério. 

João José Horta Nobre
4 de Maio de 2017
 

sábado, 29 de abril de 2017

E Agora eu Tornei-me a Morte, o Destruidor de Mundos: A Nova Ordem Mundial e a Coreia do Norte



So what does that have to do with the ZOG and the Ziocons?

Everything.


A Coreia do Norte tem andado muito pelos noticiários durante as últimas semanas, alegadamente devido a um certo "perigo nuclear". Que ninguém se deixe levar por esta conversa do "perigo nuclear" norte-coreano, pois não existe nenhum "perigo nuclear" norte-coreano. O "querido líder" Kim Jong-un apenas deseja manter-se no poder e sabe que de forma a garantir tal, o melhor é possuir um arsenal militar poderoso o suficiente para dissuadir os Estados Unidos da América e o lobby sionista, que é quem verdadeiramente controla ou pelo menos influencia de forma significativa a política externa deste mesmo País. Kim Jong-un não é estúpido e sabe que qualquer espécie de acordo com os ianques não vale sequer o papel em que está escrito. Por este mesmo motivo é que eu acredito que nada o fará alguma vez desistir do seu programa nuclear e é até expectável que depois de todo o "saber rattling" que tem ocorrido nas últimas semanas, a Coreia do Norte acelere ainda mais o seu programa nuclear e o seu programa de desenvolvimento de mísseis balísticos intercontinentais. Possivelmente, Pyongyang reforçará igualmente o seu já enorme arsenal de armas biológicas e químicas

Kim Jong-un apesar de ser um líder muito jovem, viu e sabe perfeitamente bem aquilo que os Estados Unidos fizeram a Saddam Hussein e a Gaddafi e sabe também que o lobby sionista instalado nas estruturas de comando e controlo do governo americano, tem um feroz apetite por aquilo que se passou a designar como "regime change". Os vigários "iluminados" da Nova Ordem Mundial, oficialmente apresentam-nos o "regime change" como sendo uma política que visa espalhar a "democracia" e os "direitos humanos", porém e na realidade, isto mais não é do que uma capa para esconder um objectivo muito mais sinistro, que é o de abrir o caminho para um governo mundial totalitário. 

Tudo aquilo que as forças da Nova Ordem Mundial fazem tem como objectivo final a construção de um governo mundial que a ser erguido será sempre totalitário. Se perceberem isto, perceberão muito mais facilmente o porquê de tudo aquilo que se está a passar hoje no Mundo. Como é óbvio e eu já o disse e escrevi inúmeras vezes, as nações e as forças nacionalistas são o único travão que existe a este plano maquiavélico, o que explica na perfeição todo o ódio visceral e absolutamente insano que a Nova Ordem Mundial e os seus sabujos destilam diariamente contra todo e qualquer regime e/ou político nacionalista. 

A Coreia do Norte é portanto odiada pelas forças da Nova Ordem Mundial não por ser uma ditadura, mas sim, por ser um regime nacionalista totalitário com características únicas. Se o problema da Coreia do Norte fosse o de ser uma ditadura que não respeita os "direitos humanos", então seria lógico que a Arábia Saudita também teria de ser hostilizada e sancionada com a mesma brutalidade por parte dos Estados Unidos. É pois mais do que claro que o problema não é a Coreia do Norte ser uma ditadura, mas o de ser um regime que foge por completo ao controlo e influência do cartel mundialista/globalista. 

Coloque-se de parte a linguagem e o estilo soviético do regime norte-coreano e facilmente se percebe que aquele regime, na sua essência, é efectivamente um regime nacionalista. A Coreia do Norte é um dos únicos países do Mundo que possui um governo totalmente liberto da influência do Supremacismo Judaico e das ideologias semitas/abraâmicas. Os bancos norte-coreanos, controlados pelo Estado, estão totalmente libertos da influência das elites judaicas e sionistas que controlam largamente o capital financeiro mundial a partir de Wall Street. Os media, a cultura e o cinema norte-coreano por sua vez, são total e inteiramente controlados por norte-coreanos, ao contrário dos media ocidentais que estão na mão de grupos económicos obscuros ligados ao "sistema" e ao serviço do "sistema". Kim Jong-un, por mais defeitos e taras que eventualmente possa ter, é um líder político que está a governar o seu País de acordo com os seus interesses e não de acordo com os interesses do "Rothschild Zionism" e é exactamente isto que o lobby sionista não tolera. Sião não suporta que haja um pequeno País na Ásia que se atreve a desafiar os seus diktats. Por outro lado, a amizade dos norte-coreanos com as elites chinesas também é algo que não agrada nada aos supremacistas judeus que parecem andar bastante enervados nos últimos tempos. É que a China, apesar de ter caído na armadilha do Comunismo, é um País que continua bastante fechado a nível cultural e social e não me parece que alguma vez venha a querer abdicar da sua soberania, ao contrário dos idiotas do Ocidente que permitiram que os seus governos fossem totalmente infiltrados e tomados de assalto por alienígenas ao serviço de interesses muito obscuros. O vírus do Mundialismo/Internacionalismo é um vírus que veio do Ocidente e é bom que os asiáticos o esmaguem e rejeitem o quanto antes.

Mas há ainda mais um factor, o verdadeiro factor que despoletou nos últimos tempos todo este ódio súbito de Washington contra Pyongyang. Este "factor" chama-se República Islâmica do Irão. Como eu escrevi ainda recentemente, os sionistas estão determinados em levar adiante o Plano Yinon e para tal, precisam de desestabilizar todo o Médio Oriente e acima de tudo, precisam de destruir os dois países que são um óbvio entrave ao avanço do Plano Yinon na região em causa: a Síria e o Irão. 

A Coreia do Norte, um País que geograficamente está bem longe do Médio Oriente, entra nesta história toda porque o regime de Pyongyang desde há muitos anos que tem uma larga e extensa colaboração com Teerão no domínio atómico e no campo da investigação e desenvolvimento de mísseis balísticos intercontinentais. É exactamente por este motivo que os Estados Unidos, ou melhor, o lobby sionista que controla o governo americano (Zionist Occupation Government), subitamente anda tão preocupado com a Coreia do Norte. A guerra que Israel em aliança com os turcos e sauditas provocaram na Síria foi um fracasso e a cada dia que passa, torna-se mais evidente que a Rússia não irá abandonar o apoio ao regime de Bashar al-Assad, nem deixará o mesmo cair. Os supremacistas judeus desejam desde há muito destruir o regime sírio porque o mesmo é um dos principais aliados do Irão e do Hezbollah no Médio Oriente e por isso acabar com o mesmo, seria indubitavelmente um forte golpe para o Irão. Uma vez fracassada esta estratégia, atiram-se agora com um ódio vingativo (e muito perigoso...) contra a Coreia do Norte, de forma a tentarem atingir indirectamente o programa de mísseis balísticos iraniano e se possível, o programa nuclear iraniano. 

A mim não me interessa se Kim Jong-un é um ditador ou não. Também me estou nas tintas para o facto de a Coreia do Norte não ser uma "democracia" à Rothschild como o são as "democracias" ocidentais. O que me interessa, a única coisa que me interessa, é que Kim Jong-un e o povo norte-coreano estão a combater a Nova Ordem Mundial e o "sistema". E sim, espero que Kim Jong-un desenvolva cada vez mais e melhores armas nucleares e mísseis balísticos intercontinentais capazes de atingirem todo o planeta, porque a judiaria internacional tem de perceber de vez que a sua loucura, a bem ou a mal, vai ter de acabar. Se Sião quiser seguir uma política de terra queimada, então é uma política de terra queimada que terá. A única linguagem e a única coisa de que os supremacistas judeus têm medo e respeitam, é a linguagem do terror e da brutalidade impiedosa. Kim Jong-un, custe o que custar, não deve de parar ou sequer abrandar o seu programa nuclear e de mísseis balísticos intercontinentais, antes pelo contrário, deve acelerá-lo ainda mais e deve fazer a judiaria sionista sediada em Washington perceber de uma vez por todas que se ela quer um holocausto nuclear, então é um holocausto nuclear que irá ter.

João José Horta Nobre
29 de Abril de 2017


sexta-feira, 28 de abril de 2017

O Silêncio Ensurdecedor do Professor Boaventura de Sousa Santos e a Tragédia Venezuelana




"A democracia representativa não serve para nenhum País latino-americano." - Hugo Chávez (1954 - 2013)

Tenho reparado nos últimos tempos que há um estranho silêncio ensurdecedor que está a ser emitido a partir do politburo central de Coimbra aka CES, liderado pelo guru neomarxista Boaventura de Sousa Santos. Em 2013, este mesmo Boaventura foi a criatura mentalmente adiantada que considerou a morte de Hugo Chávez como tendo sido "uma perda extraordinária para a democracia mundial". Foi também este mesmo Boaventura que serviu parcialmente de inspiração ideológica ao regime chavista, a ponto de o próprio Chávez ter citado várias vezes textos deste inadjectivável professor de Coimbra que segundo consta, tem um certo gosto por imagens de Jesus Cristo e até possui uma extensa colecção das mesmas. Não fiquem surpreendidos com isto, pois esta estranha história de amor entre marxistas e cristãos tem longas e muito compreensíveis raízes assentes nas obscuras origens semitas de ambas as doutrinas

A Venezuela, graças ao Socialismo Bolivariano que era tão defendido com unhas e dentes pelos Boaveturas e quejandos da nossa decadente praça intelectualóide, está neste momento reduzida a "uma sociedade em pedaços, completamente destruída, à beira de uma guerra civil ou já quase dentro dela." O regime chavista, devido à escassez de géneros alimentícios na Venezuela, já não consegue sequer alimentar a sua própria população, mas aparentemente não lhe faltam as armas e munições para distribuir pelas suas milícias

No entanto, apesar de toda a desgraça que afecta a Venezuela, eu não acredito que o regime chavista vá cair tão cedo e ao contrário do que comummente se diz por aí, acredito mesmo que o regime chavista está para durar e vai mesmo durar muitos mais anos, apesar de todo o caos que reina no mesmo. Isto porque os regimes comunistas têm demonstrado historicamente uma grande capacidade de resistência às crises de escassez de géneros e porque por outro lado, o regime chavista neste momento controla por completo as estruturas de poder na Venezuela. Em cima disto tudo é preciso ainda ter em conta que os chavistas sabem que se forem expulsos do poder, vão muito provavelmente ser alvos de represálias e julgamentos no regime que se seguir e isto significa simultaneamente que aos chavistas não lhes resta mesmo outra opção a não ser a de lutarem com tudo o que têm, se preciso for e se as coisas chegarem a tal ponto, até à última bala e ao último homem. 

Toda a estrutura de comando e controlo da Venezuela, desde os tribunais às altas patentes militares, passando pelos quadros das escolas e universidades, está nas mãos de chavistas. Eventualmente, se algum grupo de militares tentar um golpe de Estado, este será imediatamente confrontando com a resistência armada da Milícia Nacional Bolivariana da Venezeula, que é inteiramente constituída por chavistas fanáticos que apenas respondem directamente perante o Palácio Presidencial e estão certamente dispostos a morrer pelo regime. E eu não os censuro. Muitos dos membros desta milícia que é efectivamente a guarda pretoriana do regime, devem tudo ou quase tudo o que têm ao regime chavista. Tratam-se de pessoas ou filhos de pessoas que no tempo em que as oligarquias liberais governavam a Venezuela, viviam maioritariamente na extrema pobreza. Hoje, podem não ter uma vida de luxo e podem sofrer a escassez de alguns géneros, mas ao menos têm uma casa que lhes foi oferecida pelo regime, possuem o mínimo para conseguirem viver sem passar pelas humilhações a que a direita liberal sabuja de Wall Street os sujeitou antes do Chavismo e acima de tudo, têm uma causa ideológica pela qual lutar, têm armas, têm uma farda e têm uma bandeira. Não acredito que esta gente vá abdicar da Revolução Bolivariana assim tão facilmente como alguns julgam. 

João José Horta Nobre
28 de Abril de 2017

Algumas imagens da Milícia Nacional Bolivariana da Venezuela:

domingo, 16 de abril de 2017

Quanto Pior, Melhor - A Vitória de Erdogan é o Resultado Que Interessa aos Nacionalistas


«Turquia: "Sim" a reforço de poderes do presidente vence referendo»


Erdogan venceu. Pessoalmente, é o resultado que eu desejava e é o resultado que eu acredito que mais vai beneficiar os nacionalistas europeus. Porquê? Porque Erdogan é exactamente o tipo de vizinho agressivo e maligno de que a Europa precisa para ver se sai da sua letargia. Um pouco de terapia de choque nunca fez mal a ninguém e no caso da Europa Ocidental, é exactamente de um "choque" como Erodgan que nós precisamos.

As fracas e incapazes "democracias" à lá Rothschild que dominam hoje a Europa, demográficamente envelhecidas e militarmente insignificantes, não têm qualquer capacidade para aguentar com as investidas de um Estadista do calibre de Erdogan, que tem neste momento nas suas mãos o controlo da quinta-coluna turca que está já bem instalada dentro Europa Ocidental. Quanto pior, melhor. Os nacionalistas da Europa se querem realmente ter alguma hipótese de vencer a guerra em curso contra o "sistema", têm de apoiar o inimigo do seu inimigo e Erdogan, pelo menos por enquanto, certamente que é o inimigo do nosso inimigo. Disto eu tenho a certeza absoluta.

Tanto quanto me é dado a saber, Erdogan, tal como eu, despreza totalmente a União Europeia e tem ódio à cambada de políticos efeminados que tomaram conta da Europa. Eu compreendo Erdogan. Compreendo o seu desprezo e escuto com a maior alegria todas as suas ameaças. É que realmente é impossível ter qualquer espécie de respeito ou consideração pelo bando de tarados que senta o cu no Parlamento Europeu. A Europa Ocidental foi tomada pela classe política mais incompetente, inferior e ridícula que alguma vez se viu. Nem no auge da decadência do Império Romano se viu tamanha pouca vergonha como a que se vê hoje neste Anti-Europa.

Por isso meus caros, não há nada melhor do que um Sultão Otomano bem agressivo à nossa porta, para provocar ou pelo menos acelerar o rápido colapso das "democracias" da União Europeia e em última análise, da própria União Europeia. A destruição da União Europeia deve ser o nosso objectivo prioritário, isto porque a mesma é a "pedra angular" que sustenta e financia a Terceira República Portuguesa. A única forma de acabar com o actual regime em Portugal, é portanto acabando primeiro com o projecto internacionalista (União Europeia) que o sustenta. Como eu escrevi ainda recentemente, Erdogan pode ser o nosso inimigo, mas é de longe o nosso melhor inimigo e acima de tudo, é o inimigo do nosso inimigo e isto para mim é que é o essencial.

João José Horta Nobre
16 Abril de 2017

sábado, 15 de abril de 2017

Os Cristãos Foram os Maiores Promotores do "Multiculturalismo" do Qual Muitos Hoje se Queixam




A Cristandade, ou melhor, o que ainda resta da Cristandade, celebra mais uma Páscoa. Pessoalmente, como não sou cristão, esta é uma altura do ano em que as festividades religiosas cristãs passam-me completamente ao lado.

A judiaria "cozinhou" uma valente fraude com a estória do Jesus e da sua ressurreição mágica. A "coisa" pegou enquanto a Igreja e sectores de uma certa direita católica, fizeram da doutrina de Cristo a sua bandeira. Hoje, acabou-se. As mentiras dos judeus, as mentiras da Igreja e todas as restantes aldrabices pregadas por filo-semitas alucinados, estão pela hora da morte na Europa Ocidental. É de crer que devido ao facto do Cristianismo já ter claramente os seus dias contados no Ocidente, a seu tempo, a promoção dos valores tradicionais, que são os valores da Civilização desde tempos muito anteriores ao surgimento do Cristianismo, terá de ser assumida pelo Estado. Que ninguém julgue que por eu ser anti-cristão, isso significa que eu seja um qualquer liberalóide. Muito pelo contrário, sou bem mais tradicionalista, conservador e certamente muito mais nacionalista do que a esmagadora maioria dos cristãos. Aliás, o Cristianismo em boa verdade é um anti-nacionalismo. É a grande quinta-coluna do "sistema" contra o Ocidente.

Se a Europa Ocidental quiser ter qualquer futuro, terá de ser o Estado a assumir o papel que a fé cristã em tempos teve. Por outras palavras, o Estado deve substituir a Igreja e colocar enfase no culto da Nação. Para trás têm de ficar as balelas supersticiosas inventadas por judeus em delírio. Ou será assim, ou em breve enfrentaremos a derrota total às mãos do Mundialismo sionista em aliança com as hordas invasoras afro-islâmicas.

A salvação do Ocidente, reside na necessária abolição das ideologias abraâmicas/semitas, nomeadamente, o Judaísmo, o Cristianismo e o Islão. Estas doutrinas religiosas, anti-europeias e anti-ocidentais na sua essência, devem de não só ser combatidas, mas mesmo até ilegalizadas pelo Estado porque são fontes do mal, que incentivam ao fanatismo supersticioso e perpetuam o atraso civilizacional crónico.  

Os cristãos foram os maiores promotores do "multiculturalismo" militante do qual muitos hoje se queixam. Foram os cristãos que promoveram as políticas da "tolerância" que trouxeram a Europa ao actual estado de decadência periclitante. Foram e são cristãos que abrem as portas ao inimigo islâmico, inimigo este, que à primeira oportunidade que lhe surgir não hesitará sequer em cortar-nos o pescoço. Foram e são cristãos que enquanto os nossos passam por graves dificuldades, vão oferecer casa, comida e roupa lavada às hordas invasoras que passaram a ter o nome de "migantes". E é o Papa Francisco, esse imundo parasita filo-semita financiado por George Soros, que abraça e colabora com supremacistas judeus, ao passo que simultaneamente ataca com a maior violência verbal todos os patriotas que denunciam esta pouca vergonha. E o Papa Francisco não é diferente dos seus antecessores. Ele não é "um Papa diferente" como por aí dizem alguns alucinados. Antes pelo contrário, é mais da mesma porcaria

Desde o Concílio Vaticano II que a Igreja não passa de uma agência de propaganda e lavagem cerebral ao serviço da Nova Ordem Mundial. Dos ortodoxos ainda se aproveita qualquer coisinha, mas o vírus judaico inerente à fé cristã está lá presente de qualquer das formas. A Cristandade está na linha da frente no que toca à defesa do internacionalismo sionista porque a própria Cristandade é de origem judaica. As raízes judaicas do Cristianismo são a sua fraqueza e no meu caso, foram o que me afastou definitivamente do Cristianismo e de tudo o que esteja ligado ao mesmo. Eu simplesmente não quero ter nada a ver com esta gente. Nada mesmo.

Muito antes de existir Karl Marx, o Comunismo e o internacionalismo do Comintern, já existia Jesus, o Cristianismo e o internacionalismo cristão. Jesus e Marx, ambos judeus internacionalistas. Ambos uma gigantesca fraude ao serviço de Judeia. De um lado os apelos do judeu Jesus para que os goyim abram as portas ao inimigo e deixem entrar o Cavalo de Troia da suicidária "piedade" e "compaixão" para com todos. Do outro, as teses do judeu Marx que visam arruinar a sociedade de qualquer Estado-Nação que as adopte. O próprio Richard Coudenhove-Kalergi, o célebre criador do infame Plano Kalergi, justificava o seu plano internacionalista com base na suposta herança judaico-cristã da Europa. A Pan-Europa mestiça e multicultural que é defendida por Kalergi, nada mais é do que a concretização do grande sonho da Res publica Christiana. Não é ao acaso que a bandeira da maçónica União Pan-Europeia, fundada por Kalergi, tem uma cruz vermelha no centro. É que Kalergi sabia e eu também sei, que o Cristianismo é uma ferramenta ideológica auxiliar do internacionalismo sionista. Sempre o foi e sempre o será. 

O Cristianismo é o fermento ideológico que preparou o caminho para a loucura que está hoje a reduzir a Europa e o Ocidente a uma carcaça pronta a ser devorada por abutres. É essencial que se compreenda isto, caso contrário, tudo o que eventualmente se fará para contrariar o actual estado de coisas, não passará de cuidados paliativos que aliviam os sintomas, mas que não curam a verdadeira causa da doença. 

João José Horta Nobre
15 de Abril de 2017


Isto Não é Loucura, é Sabotagem Interna


«QUEM ESTÁ LOUCO, O ERDOGAN OU OS EUROPEUS?»


Os europeus não estão loucos e muito menos está Erdogan. O actual estado de anemia em que se encontra a Europa é fruto apenas de sabotagem interna, cuidadosamente pré-planeada e executada por fases ao longo das últimas décadas. Estou em crer, por vias daquilo de que tenho conhecimento, que a sinistra elite que controla as estruturas de poder no Ocidente, está neste momento a tentar criar propositadamente o terreno para uma grande guerra na Europa como meio para forçar a criação de um governo mundial.

Para se controlar uma dada sociedade é necessário apenas que se controle o dinheiro dessa mesma sociedade, os media e por consequência a política. Este triângulo de poderes - dinheiro, media, política - constitui a pedra angular daquilo que se designa comummente por "sistema" e é por via do mesmo que o "sistema" se consegue manter de pé. O próprio Mayer Amschel Rothschild dizia: "Deem-me o controle do dinheiro de uma Nação e eu não me importarei com quem redige as suas leis"...

Em tudo isto, em toda este esquema maquiavélico para arruinar as nações e erguer uma Nova Ordem, a figura do judeu internacional assume sempre um papel de destaque. Por detrás de todas as "revoluções coloridas", "abriladas", governos ditos "democráticos" e ONG's supostamente defensoras dos "direitos humanos", está sempre a mão invisível de Sião. O judeu internacional bem se tenta esconder e disfarçar, mas na verdade, não passa de um "gato escondido com o rabo de fora". 

A grave doença de que padece o Ocidente é apenas a consequência de termos perdido as nossas elites, por via de uma processo de infiltração das mesmas por parte de agentes ao serviço do supremacismo judaico. A "elite" actual que põe e dispõe do poder a seu belo prazer, é na verdade uma anti-elite e podem todos ter a certeza de que enquanto esta canalha não for completamente afastada das estruturas de poder, presa, julgada e uma boa parte condenada à morte e executada pela quantidade absolutamente insana de crimes que têm cometido contra os povos do Ocidente, enquanto isto não acontecer, nada mudará. 

João José Horta Nobre
15 de Abril de 2017


terça-feira, 11 de abril de 2017

Israel e o Lobby Judaico Não Têm Absolutamente Nada a Ver Com a Guerra na Síria


 

Isto já se sabe que só um verdadeiro "nazi" é que repara no facto de haver rabinos a apelar aberta e explicitamente a uma guerra na Síria. Israel e o lobby judaico não têm absolutamente nada a ver com a guerra na Síria. Nada. Nadinha. Nicles. Zero. Da mesma forma que também deve ser "Nazismo" apontar o facto de o próprio Primeiro-Ministro de Israel, o psicopata Benjamin Netanyahu, ter aplaudido o recente ataque americano a uma base aérea na Síria. Segundo os ditames do politicamente correcto, falar destas coisas pode até ser considerado... anti-semitismo! Presumo que será igualmente considerado "anti-semitismo", falar da hipocrisia israelita que acusa Assad de usar armas químicas contra civis, ao passo que é o próprio Estado de Israel que tem um historial bem registado de utilização do fósforo branco (uma arma química...) para bombardear civis em Gaza. Israel é paz. Israel é vida. Israel nunca matou ninguém. Israel é tão inocente que quando um judeu manda um peidinho, todos se curvam a pedir perdão a Moisés. Shalom!

João José Horta Nobre
11 de Abril de 2017


segunda-feira, 10 de abril de 2017

Será Que Trump Quer Mesmo Trocar a Sua Base de Apoio Popular Por um Punhado de Judeus Sionistas?...




Uma das coisas que ficou patente nos últimos dias em consequência do ataque americano à Síria, é que a base de apoio popular que levou Trump ao poder a muito custo, começou quase de imediato a afastar-se do "seu" Presidente sendo que neste momento, já se pode dizer mesmo que os "trumpistas" estão a desertar em massa. Toda a estrutura de apoio popular a Trump está a desintegrar a olhos vistos e quanto mais ele se deixar rodear pelas tóxicas elites sionistas de Washington, mais abandonado e isolado irá ficar. Está a dar-se uma debandada geral por parte dos apoiantes de Trump, que fartos de tanta mentira e sentindo-se justamente traídos por um Presidente no qual tanto acreditaram, recusam-se agora a ser os "cãezinhos de colo" de Trump.

Não foi para envolver os Estados Unidos em mais uma guerra no Médio Oriente e continuar com as políticas de hostilidade em relação à Rússia, que muitos americanos votaram em Trump. Da mesma forma que não foi para ter mais um Presidente do "sistema" e ao serviço do "sistema", que milhões de almas se empenharam tanto na campanha de Trump e o defenderam com "unhas e dentes", mesmo quando este era atacado de todos os lados e das formas mais baixas.

Trump está rapidamente a caminho de se vir a transformar no barrete da década. Pior ainda do que isto, corre um risco muito sério de vir a ficar para a história como o pior Presidente que os Estados Unidos alguma vez tiveram. Isto porque ele está a alienar e a afastar de si os apoiantes de base que o levaram ao poder.

Eu fui um dos que apoiou activamente o candidato Trump a chegar a Presidente e não fui o único a fazê-lo na minha família. Porém, neste momento acredito que Trump é já quase garantidamente uma causa perdida. Há ainda, no entanto, uma pequena réstia de esperança de que Trump possa vir eventualmente a ter noção das asneiras que anda a fazer e se lembre de cumprir com aquilo que prometeu durante a campanha, ou seja, que não iria arranjar mais guerras no Médio Oriente e que iria seguir uma política nacionalista, nao-intervencionista e anti-globalista. Foi principalmente por estes motivos que eu e muitos outros milhões de europeus e americanos apoiaram Trump e o quiseram ver na Casa Branca.

Acredito seriamente que Trump está a ser ameaçado e chantageado pelo Deep State que está totalmente infiltrado por judeus sionistas. isto explica a sua súbita mudança radical no espaço do último mês e meio. Qualquer pessoa que saiba o mínimo sobre o funcionamento do "sistema", já viu o "filme" a que estamos aqui a assistir: Os sionistas infiltrados na Casa Branca e ligados ao Deep State, fizeram o cerco a Trump, neutralizaram a influência de Steve Bannon que era o mentor ideológico de Trump e a partir daqui, ficou aberto o caminho para a desgraça. A última vítima desta purga sionista foi a KT McFarland, uma das vozes pró-russas, anti-globalistas e anti-intervencionistas da administração Trump. Se juntarem as "peças do puzzle" e ligarem os pontos, penso que se torna fácil para qualquer pessoa com "meio palmo de testa" perceber que aquilo a que estamos a assistir neste preciso momento, é a um golpe palaciano na Casa Branca, seguido de uma purga que está a varrer todos os elementos da administração Trump que eram acarinhados pela Alt-Right.

Sem a sua base de apoio popular e sem o crucial apoio da Alt-Right que colocou ao serviço de Trump um autêntico exército de trolls virtuais anti-Hillary durante a campanha (eu fui um deles...), Trump vai ficar totalmente à mercê dos falcões de Washington e quando der por si, já não vai ter ninguém que o defenda seja na internet ou nas ruas. Se Trump acha que pode trair o seu eleitorado de base por um punhado de judeus sionistas com dinheiro e poder a mais nos bolsos e que nós mesmo assim o vamos continuar a apoiar, então ele está muito enganado. 
 
É muito fácil um político perder apoiantes, mas muito difícil voltar a ganhá-los de volta. Se Trump agora e depois de todas as asneiras que tem feito, quiser voltar a ter o apoio da Alt-Right e dos seus apoiantes de base, então ele vai ter de mostrar que o merece. Isto significa que para começar, ele vai ter de afastar de si os nefastos sionistas que o rodeiam, começando logo pelo seu próprio genro, o judeu Jared Kushner. De seguida, ele vai ter de parar com as políticas de provocação à Rússia que já vêm do tempo de Obama e tem de cumprir pelo menos com alguma coisa do que prometeu durante a campanha. Só assim é que a sua base de apoio que está já a desintegrar a toda a velocidade, pode voltar a dar-lhe algum apoio. Caso contrário, Trump acabará isolado e garantidamente que não será reeleito em 2020. Pior ainda, ele corre um risco muito sério de vir a ter o mesmo destino que Richard Nixon teve e precisamente pelos mesmos motivos. Também Nixon que admitiu ele próprio haver uma "cabala judaica" que estava determinada em destruí-lo, trocou a sua base de apoio por um punhado de judeus sionistas e em troca estes não tardaram a mordê-lo de volta assim que tiveram a primeira oportunidade de o fazer. Por fim, isolado e completamente abandonado por aqueles que antes o haviam apoiado, Nixon preferiu demitir-se a ter de enfrentar a humilhação de um impeachment. Trump pode muito bem vir a ser o próximo Nixon e quando se aperceber da realidade da sua trágica situação, já será tarde demais...

João José Horta Nobre
10 de Abril de 2017
 
Um pequeno video onde podem ouvir o próprio Richard Nixon a denunciar a forma como os media são controlados por judeus e a dar aval à afirmação de Billy Graham de que se o lobby sionista não for quebrado, os Estados Unidos "irão pelo cano abaixo". Penso que isto basta para se perceber porque é que o "sistema" se esforçou tanto para destruir Nixon...
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