segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Jornal Israelita Confirma: Trump é um Anti-Semita!




Vejamos, a filha de Trump casou ela própria com um judeu - ultra-sionista diga-se passagem - e converteu-se ao Judaísmo. Não chega. Trump também já afirmou e reafirmou repetidas vezes a sua amizade para com Israel. Não chega. Para os supremacistas judeus nunca chega. Eu bem já o disse aqui há tempos: não adianta tentar apaziguar as elites judaicas. Simplesmente não adianta. Por mais promessas que lhes façam, por mais concessões que lhes dêem, os supremacistas judeus nunca param de exigir mais e à mínima suspeita atacam sem hesitar de "sete pedras na mão". No fundo, o que o supremacista judeu exige, todo o supremacista judeu, é a suberviência total. A mais completa e abjecta rendição dos goyim perante o "povo eleito". Quando não lhes fazem a vontade, aí então, "vira o disco e toca o mesmo": fulano ou sicrano é "nazi", "fascista", "anti-semita", blá, blá, blá, a treta do costume. Pois eu lamento ter de informar os judeus, mas andarem a usar o Holocausto e o reductio ad hitlerum o tempo todo, como meios para silenciarem toda a crítica, simplesmente já caiu no ridículo e não faz efeito. Acabou-se. Podem berrar "nazi", "fascista" e "anti-semita" as vezes que quiserem, que já quase ninguém vos liga. No one gives a shit anymore, entendem?...

O Presidente Trump é visceralmente odiado pela elites judaicas, não por ser anti-semita, coisa que eu acredito genuinamente que ele não é, mas sim, por ser um nacionalista e estar a tentar colocar travões ao governo mundial totalitário, que os supremacistas judeus têm planeado há possivelmente muito mais tempo do que alguém imagina. Quer queiram, quer não, há uma grande preponderância de elites judaicas na Superclasse Mundialista que está a dirigir os destinos do Ocidente e esta preponderância tem por base um eixo que assenta em três polos de poder essencias - o dinheiro, os media e a política. O domínio deste trio é o que basta para qualquer grupo poder tomar o controlo de um dado País e governá-lo ou desgoverná-lo propositadamente a seu belo prazer. Se perceberem isto, percebem também porque é que os judeus literalmente se denunciaram a si próprios há uns meses atrás, quando entraram em pânico por Trump ter prometido na campanha que iria combater os "banqueiros internacionais". É que Sião sabe o que isto significa. Sião sabe que "banqueiros internacionais" é sinónimo de judiaria internacional. Trump sabe. E Sião sabe que Trump sabe. E é exactamente isto que preocupa Sião...

João José Horta Nobre
20 de Fevereiro de 2016
 

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Que Hipóteses Tem Marine Le Pen?



«Mau como ele é, o Diabo pode ser abusado, ser falsamente acusado e ser acusado sem motivo, quando os homens não querem aceitar as culpas e colocam nele a responsabilidade dos crimes por si praticados.» - Daniel Defoe, História Política do Diabo, 1726
 
Neste momento e fazendo um balanço geral tendo em conta o que sei, creio que Marine Le Pen tem cerca de 50% de hipóteses de vencer as presidenciais deste ano. Possuo a perfeita noção de que alguns, possivelmente a maioria, decerto dirão que isto é uma estimativa demasiado optimista. Outros ainda - os sempre e eternos "velhos do Restelo" - dizem que é "pouco provável" que a Mademoiselle Le Pen consiga vencer as presidenciais. Mas vejamos, quando 2016 começou, estes mesmos "velhos do Restelo" eram exactamente as mesmas alminhas que também nos garantiam que o Brexit e o Presidente Trump eram coisas "pouco prováveis", senão mesmo até "impossíveis" de acontecerem. José Alberto Lemos, num artigo publicado na Rádio Renascença, até chegou ao ponto de nos garantir em Outubro passado, que Trump estava "à beira da derrota" e a inventar "teorias da conspiração" num acto de desespero final. Realmente, a sorte destes "jornalistas" é mesmo a de que o ridículo não mata...

Entretanto e tal como eu já esperava, as "sondagens" continuam todas a garantir-nos que Le Pen vai perder na segunda volta, porém, não esquecer que estas são exactamente as mesmas "sondagens" que há um ano também nos garantiam que o Brexit não aconteceria, idem para o Presidente Trump. Os nacionalistas já estão mais do que habituados a estas "sondagens" que, por norma, são manipuladas de forma muito astuta e de seguida apresentadas ao público como sendo "independentes", "sérias" e "credíveis". Esta manipulação dos eleitores por via da criação de ilusões, é a alma do "sistema"...

O que me leva a conceder uma hipótese de vitória na ordem dos 50% a Marine Le Pen, é o facto da mesma ter melhorado muito o seu discurso nos últimos tempos, suspeito que por ter aprendido algumas lições com Trump e a Alt-Right americana. Eu ando cansado de repetir que os patriotas europeus só têm a ganhar em tirar algumas lições da recente vitória de Trump, especialmente no que diz respeito à comunicação e à relação a ter (ou não ter...) com a apócrifa comunicação social. Os teimosos podem dizer à vontade que "Trump não sabe falar", é "mal educado" ou ainda que "fala demais", mas o facto é que a "fórmula Trump" funciona e a prova disso é ele estar sentado na Casa Branca, ao passo que a Hillary Clinton, toda "educada", "polida", "refinada" e "correcta", está a carpir as mágoas da derrota e humilhação que sofreu às mãos da Alt-Right. Suspeito que os seus patrocinadores judeus, que com a vitória de Trump sofreram possivelmente um dos maiores fiascos da sua vida, também não estejam lá muito felizes...

Para mim, o mais importante em Marine Le Pen, é ela apoiar um eventual Frexit e já ter prometido que irá fazer um referendo sobre essa mesma questão, no caso de ganhar. Repare-se que as elites políticas cosmopolitas que estão no poder, recusam-se a perguntar aos franceses se os mesmos querem continuar na União Europeia, porque as elites que hoje estão instaladas como parasitas na máquina do Estado, tanto em França, como em Portugal, estão-se a borrifar para a vontade do povo e em boa verdade, elas odeiam o povo e por isso mesmo o querem destruir através de uma mistura lunática de políticas de imigração de "fronteiras abertas" e a destruição dos valores da família patriarcal e tradicional, que são também os valores e o pilar de qualquer Civilização. É contra isto, contra este genocídio programado do povo francês que a Frente Nacional e Marine Le Pen se erguem e estando a senhora longe de ser perfeita, admito isso, a verdade é que hoje ela é uma das últimas barreiras de defesa que a França e a Europa Ocidental têm. Que ninguém se iluda sobre isto: se os nacionalistas fracassarem em França nas urnas, a única alternativa que restará será a de ir esperando pelo eclodir da inevitável guerra civil étnico-religiosa que está a caminho e depois nessa altura, se ainda restarem forças e homens para isso, libertar o território pela via da força armada como se de uma nova Reconquista se tratasse, algo que muito provavelmente só será possível de se fazer mediante um mínimo de apoio externo, provavelmente Russo e/ou Estado Unidense.

A elite mundialista já há muito que tem planeado de antemão o extermínio dos povos europeus, por via do desmantelamento progressivo das nações europeias numa primeira fase e a criação de um Super-Estado que será construído primeiro na Europa, sendo depois alargado ao resto do Mundo. A União Europeia é basicamente uma gigantesca experiência de laboratório, onde estão a ser ensaiadas formas de controlo e engenharia social, de forma a que as elites aperfeiçoem a forma mais rápida de destruir nações e criar blocos federais, tudo com o objectivo final de erguerem um governo mundial totalitário. Digam o que disserem, a verdade é que hoje o único travão sério a esta loucura congeminada por mentes em que a razão mais básica há muito que descarrilou por completo, são os partidos e movimentos nacionalistas. Sem estas "forças políticas extremistas" como o professor José Milhazes ainda há dias se lhes referiu, não só a Europa, mas toda a Humanidade ficariam completamente à mercê do mais perigoso bando de psicopatas de que há registo e memória.

João José Horta Nobre
17 de Fevereiro de 2017


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Isto é Paris em 2017


O que seria da França sem esta tremenda "riqueza multicultural", tão "diversa" e tão "vibrante"?



Eis Paris em 2017. Uma Capital - a famosa "Cidade da Luzes" - que já foi em tempos um símbolo icónico da Europa Ocidental, está hoje em processo de terceiro-mundização acelerada, tudo graças à escumalha que a classe política cosmopolita e traidora permitiu que entrasse pelas fronteiras da França adentro. Onde é que isto vai parar? Não sei. Ninguém sabe. Mas sei que uma coisa assim, não pode, nem vai acabar bem.

Os nacionalistas avisaram e reavisaram sobre isto tudo durante décadas a fio. Em troca, lançaram contra nós todos os adjectivos que há no dicionário de calão e pelo caminho, creio que ainda inventaram mais alguns, o último dos quais julgo que terá sido o chamarem a Trump um "fascist, loofa-faced, shit-gibbon". Alguém sabe o que é um loofa? Adiante... 

Os nacionalistas são continuamente atacados das formas mais baixas e esta tendência parece que é mesmo para continuar. A título de exemplo, ainda hoje o Observador, jornal alinhado com a direita do "sistema" - os tais "moderados" do raio que os parta - publicou um artigo de José Milhazes, em que o mesmo descreve os partidos nacionalistas da Europa como sendo "forças políticas extremistas" apoiadas pelo Kremlin. No entanto, eu gostava que José Milhazes me explicasse quantos militantes destas tais "forças políticas extremistas" é que andam a incendiar autocarros de turistas coreanos em Paris?... Quantos nacionalistas é que andam a apedrejar carros de polícia, a assaltar e agredir cidadãos, a violar mulheres e crianças, e a espalhar o terror nos subúrbios de Paris? São os nacionalistas, as tais "forças políticas extremistas" que andam a fazer isto? Ou será que são os tais imigrantes e descendentes de imigrantes, maioritariamente de origem islâmica e/ou africana?...

Entretanto, o Vaticano também decidiu juntar-se à "festa" e disparou mais uma pedrada contra as forças patrióticas, alertando que está preocupado com o "alastramento do Nacionalismo". Resta-me apenas perguntar: se o Papa e o Vaticano gostam tanto dos alógenos terceiro-mundistas que todos os dias espalham o terror nos subúrbios de Paris e muitas outras cidades europeias, então porque não deixam de ser hipócritas e vão viver junto dos seus "irmãos" afro-islâmicos, em lugar de estarem encafuados como ratazanas atrás dos muros do Vaticano que, por sinal, estão muito bem protegidos e vigiados pela Guarda Suíça?!...

O "sistema" pode continuar a mentir e pode continuar a tentar iludir, que a cada dia que passa, cada vez mais cidadãos abrem os olhos sobre a grave situação que estamos a viver nesta Europa, que é na realidade, uma Anti-Europa. Temos contra nós o Vaticano e todas as igrejas protestantes, toda a elite cultural e política reinante, mais a maioria dos "jornalistas", mais os sindicatos, mais a elite intelectual, estão todos unidos e todos conspiram contra os nacionalistas e mesmo assim, mesmo face a todos estes inimigos muito bem financiados que nos cercam e atacam sem descanso, mesmo assim nós não paramos de somar vitória atrás de vitória. Uma a uma, as peças do dominó internacionalista vão tombando e com elas tomba a Nova Ordem Mundial, que há-de acabar a breve trecho soterrada nos seus próprios escombros.

Quanto aos traidores que nos arrastaram a esta miséria e desgraça, a esses, muito provavelmente irá restar-lhes escolherem entre a prisão perpétua com direito a trabalhos forçados, o fuzilamento (a corda também é opção...), ou simplesmente fazerem as malas e fugirem como ratos a saltar de um barco que se afunda, para fora desta Europa que tão laboriosamente andaram a tentar destruir ao longo das últimas décadas.

João José Horta Nobre
 15 de Fevereiro de 2017


Reflexões Sobre a Religião - Parte II

A Deusa Gaia numa representação artística contemporânea. Com o advento do movimento New Age nas décadas de 1960 e 1970, a Deusa Gaia tornou-se muito popular em vários círculos de estudos metafísicos e espiritualistas, onde a mesma é simplesmente conhecida como a "Mãe-Natureza".


«E se Maria for outro nome para Gaia? Nesse caso a sua virgindade perpétua não é nenhum milagre, mas o papel de Gaia desde que há vida na terra. Ela pertence a este Universo e é, concebivelmente, uma parte de Deus. Na Terra, ela é a fonte da vida eterna e está viva agora; ela deu à luz a Humanidade e nós somos parte dela.» - Sir James Lovelock, The Ages of Gaia, 1988

Aproveitei as horas que tive de passar sentado, por ocasião de uma viagem que fiz há alguns dias atrás, para devorar a última edição da Visão História, totalmente dedicada ao centenário das Aparições de Fátima. No essencial, gostei do que li. Sempre gostei de ler e estudar sobre fenómenos religiosos e sobrenaturais. Tanto que assim é, que quando andava na Faculdade ainda a tirar a Licenciatura, nem hesitei em inscrever-me na cadeira de Filosofia da Religião, que julgo continuar a ser regida pelo professor Anselmo Borges, pessoa por quem tenho larga estima, apesar das grandes divergências ideológicas que nos separam.

O culto à Virgem Maria - o culto Mariano (Hiperdulia) - acaba por ser quase uma religião só por si própria, tal é o fervor e direi até mesmo o fanatismo religioso, demonstrado por alguns dos fiéis que chegam a fazer quilómetros de joelhos só para chegar a Fátima. No entanto, são muito poucos os cristãos e fiéis do fenómeno sobrenatural de Fátima, que conhecem a verdadeira origem do Culto Mariano, que mais não é do que uma reinterpretação e readaptação do culto à Deusa Gaia - a "Grande Mãe" na antiga mitologia greco-romana. Aliás, em Itália, onde ainda existem fortes resquícios da antiga religião nacional latina, existe até um templo dedicado ao culto da Deusa Gaia, que se chama precisamente o Templo da Grande Mãe Gaia.

Todo o fenómeno de Fátima e restantes cultos relacionados com a Virgem Maria e suas aparições, apresentam profundas marcas de culto a uma "Deusa-Mãe", que numa linha de investigação histórico-mitológica, nos acaba por conduzir inevitavelmente até à Deusa Gaia, esta sim, a verdadeira origem do fenómeno. No entanto, podemos ainda recuar mais no tempo e ir até à pré-história, época esta onde já se praticava o culto a uma "Mãe-Terra", "Deusa-Mãe", ou "Deusa da Fertilidade" da qual a Vénus de Willendorf será um excelente exemplo.[1]

A Deusa Gaia, segundo a própria mitologia grega, era conhecida por "trazer a Ordem a partir do Caos" e não deixa de ser curioso como as aparições marianas que têm ocorrido um pouco por todo o Mundo, praticamente desde a fundação do Cristianismo, ocorrem muitas vezes em períodos de conturbada crise sócio-económica. É nestas situações que normalmente ocorrem aparições marianas e a Virgem Maria, tal e qual a Deusa Gaia, promete ou dá indícios a quem a vê, de que a Ordem será em breve reposta e o mal afastado. A extracção da Ordem a partir do Caos, são atributos comuns, tanto à Deusa Gaia, como à Virgem Maria. Da mesma forma que ambas as figuras mitológicas têm igualmente em comum a alegada capacidade de se reproduzirem sozinhas. Assim, à semelhança da Virgem Maria que segundo a mitologia cristã, terá gerado Jesus enquanto manteve o seu estatuto de "virgem". Também a Deusa Gaia possuía a capacidade de gerar descendência sozinha e assim ela deu à luz Urano (o céu), Ponto (o mar) e as Óreas (as montanhas).

Uma vez que tudo aponta para que a Virgem Maria mais não seja do que uma adaptação judaica da Deusa Gaia que era, diga-se de passagem, uma das mais queridas e respeitadas deusas do panteão helénico, torna-se legítimo perguntar o que é que afinal viram aquelas três crianças e todo aquele povo que à época jurou ter visto "o Sol a bailar" em Fátima?

Como eu não acredito no Cristianismo, pois tal religião mais não é do que uma fabricação de judeus[2], sou obrigado a crer que o povo e aquelas três crianças no longínquo ano de 1917, se realmente viram algo de sobrenatural, o que viram não foi a Virgem Maria, mas alguma outra força sobrenatural. A prova de que alguém está a mentir nesta história das "aparições de Fátima", é que tanto quanto as próprias crianças afirmaram, a Virgem terá prometido na sua última aparição a 13 de Outubro de 1917, que a Primeira Grande Guerra acabaria naquele próprio dia. Ora, como está bem registado nos anais da história, a Primeira Guerra Mundial apenas terminou em Novembro de 1918, ou seja, mais de um ano depois da suposta promessa da Virgem...

Na minha opinião e que fique claro que a minha opinião é a minha opinião - só acredita quem quiser - o que se passou em Fátima em 1917 só tem duas explicações possíveis: ou as crianças realmente viram e entraram em contacto com alguma força sobrenatural, sendo que a Igreja não tardou a aproveitar-se da situação e rapidamente alegou que a "senhora branca" que os miúdos viram, era a Virgem Maria. Ou então, tudo não passou de um teatro religioso orquestrado pelo então Cónego Formigão, figura sobre a qual caiem mais do que muitas suspeitas...

A antiga mitologia grega era superior ao Cristianismo no que diz respeito à compreensão e explicação dos mistérios do Universo. Por exemplo, a ciência oferece como explicação para a origem do Universo a teoria do Big Bang, que em boa verdade, levanta muito mais perguntas do que respostas. Ora, enquanto que o Cristianismo oferece para a origem do Universo e do Mundo uma explicação que mais parece ter sido tirada de um conto infantil, a antiga mitologia grega ensina-nos que no princípio dos tempos, surge Caos (Big Bang) e que foi a partir de Caos que nasceram a Deusa Gaia (Terra), Tártaro (o Abismo), Eros (o Amor), Érebo (a Escuridão) e a Deusa Nix (a Noite). Esta é, sinteticamente, a explicação que a mitologia grega nos dá para a origem do Universo. 

Agora comparemos isto com a explicação que a ciência nos dá. 

Dizem-nos os físicos que estudam a origem do Universo, que o mesmo se iniciou com o Big Bang e que foi a partir desta violenta expansão de matéria, que se originou tudo o que existe hoje no Universo. Esta, metafóricamente, é exactamente a mesma explicação que a mitologia grega nos dá para a origem do Universo. Vejamos: o "Caos" de que falavam os antigos gregos, é nada mais, nada menos, do que uma metáfora religiosa para o Big Bang, sendo que se trata de uma metáfora que se aproxima muito da realidade científica, tal como ela é entendida hoje pela própria comunidade da física que se dedica ao estudo e entendimento do Universo. «O poeta romano Ovídio foi o primeiro a atribuir a noção de desordem e confusão à divindade Caos. Todavia, Caos seria para os gregos o contrário de Eros. Tanto Caos como os seus irmãos são forças geradoras do universo. Caos parece ser uma força catabólica, que gera por meio da cisão, assim como os organismos mais primitivos estudados pela biologia, enquanto Eros é uma força de junção e união. Caos significa algo como "corte", "rachadura", "cisão" ou ainda "separação".»

Este Caos, no entendimento da mitologia helénica, é uma antiga força obscura e andrógina, que manifesta a sua vida por meio da fissão dos elementos. Fica assim claro que a fissão nuclear, um conceito que a física moderna só há relativamente poucas décadas atrás conseguiu verdadeiramente entender e dominar por completo, era algo sobre o qual os antigos gregos já tinham uma vaga noção teórica. Eros, por sua vez, simboliza a fusão nuclear. Juntos, Caos e Eros, representam as forças atómicas que continuamente moldam e transformam o Universo, nomeadamente, a fissão nuclear e a fusão nuclear. O mais incrível de tudo isto é que os antigos gregos não só entenderam o papel destas forças atómicas para a formação do Universo, como ainda a tornaram uma parte integrante da sua mitologia religiosa!

Impõe-se por isso fazer aqui uma pausa e perguntar como é que foi possível estes homens que viveram há milhares de anos, entenderem com tal precisão as forças atómicas que geraram o Universo e simultaneamente darem uma explicação para a formação do mesmo, que se assemelha de forma tão gritante à moderna teoria do Big Bang?!

É verdadeiramente incrível a forma como a epopeia da criação do Universo na antiga mitologia grega, se aproxima tanto da actual teoria cientifica. Mais incrível ainda, é os gregos terem descoberto isto numa época em que não havia quaisquer instrumentos científicos avançados. Sei bem que aqui entramos no domínio da especulação fantástica, mas não deixa de ser legítimo perguntar se os antigos gregos não terão porventura sido contactados por alguma força obscura vinda sabe-se lá de onde, que lhes transmitiu estes dados? É que a mitologia, neste caso, aproxima-se mesmo muito da realidade científica e nestas coisas, eu pessoalmente tenho uma extrema dificuldade em acreditar em "meras coincidências"...

Trata-se de um facto científico comummente aceite que a nossa galáxia e o sistema solar se formaram a partir da matéria resultante do Big Bang. Mais uma vez, a mitologia grega está em linha com a teoria científica quando afirma que a Deusa Gaia, isto é, a Terra, se formou a partir da explosão do Big Bang, ou seja, a partir de Caos. Este mesmo Caos resultou também no nascimento do Deus Érebo, que é na mitologia grega a personificação da escuridão, do desconhecido, em última análise, do vácuo infinito do Universo. A Deusa Nix, que personifica a noite, é a irmã de Érebo e juntos estes são os mais velhos imortais do Universo.

Quem observar as fotografias do sistema solar que temos hoje ao nosso dispor graças à ciência moderna, mais uma vez, pode confirmar como os gregos acertaram em cheio na sua concepção do Universo que é, de facto, um "vácuo infinito" e um lugar onde reina a tal "noite" da Deusa Nix, a que a física hoje chama de matéria escura e energia escura. Juntas, a energia escura e a matéria escura, compõem 95,1% do conteúdo total de massa-energia do Universo. Não é portanto ao acaso que a mitologia helénica escolheu os deuses que personificam o vácuo infinito e a noite, para serem os mais antigos imortais do Universo e os descendentes directos de Caos (Big Bang). É que como a está demonstrado, o Universo é realmente composto maioritariamente por um vácuo onde reina a escuridão e a noite perpétua na forma física da matéria escura e da energia escura. Tenha-se atenção que esta escuridão não simboliza qualquer mal, mas sim, o mistério infinito do Universo.

Não existe no Cristianismo ou em qualquer uma das outras mitologias semitas (Judaísmo e Islão), uma explicação para a origem do Universo que se aproxime tanto da verdade científica, como a que existe na antiga religião helénica. Penso que o que eu expus acima, demonstra isto na perfeição.

A grave crise identitária e civilizacional de que a Europa hoje sofre, é em grande medida, uma crise espiritual e que resulta a meu ver, do Cristianismo não ser compatível com uma sociedade evoluída do ponto de vista técnico-científico. Não é por isso mera coincidência o facto os europeus terem começado gradualmente a perder a sua fé em Cristo, na justa proporção dos rápidos avanços técnicos que se têm verificado desde o início da Revolução Industrial. Ciência e Cristianismo não casam. São duas forças que se excluem mutuamente. Não acredito por isso que haja qualquer hipótese de os europeus voltarem à Igreja. O Cristianismo como força motriz da cultura e da sociedade europeia, está acabado na Europa Ocidental e em larga medida, também nos Estados Unidos. 

Acredito, no entanto, que é necessário que se resolva rápida e urgentemente esta crise espiritual que vivemos no Ocidente e que podendo não parecer, é a mais grave de todas as questões que hoje assombram a nossa Civilização. Tomem nota de que não há Civilização sem religião. Se o homem europeu e ocidental não voltar a reencontrar o seu caminho espiritual, podem ter a certeza de que tudo irá pelo cano abaixo. Tudo mesmo. Disto não tenho a mais pequena dúvida. 

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Notas: 
[1]  A Vénus de Willendorf, encontrada em 1908 na Áustria, constitui uma das mais antigas provas materiais que existem sobre um provável culto a uma "Deusa-Mãe" ou "Deusa da Fertilidade" na pré-história. A pequena estatueta, terá sido talhada por volta de 28,000 - 25,000 a.C.
[2] Jesus era um judeu, os seus apóstolos eram também quase todos judeus, a Bíblia mais não é do que uma colectânea de estórias e tradições judaicas e para cúmulo, o Deus em que acreditam os cristãos, é o "Deus único" que foi inventado pelo judeus. Perante tudo isto, perante todos estes factos provados e demonstrados, como é que alguém com o mínimo de bom senso pode ainda dizer que o Cristianismo não é um Neo-Judaísmo?
 
João José Horta Nobre
15 de Fevereiro de 2017

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Porque é Que Esta Gente Não se Aborta a si Própria?!




Quem me lê regularmente, sabe que eu tenho sido visceralmente crítico da Igreja Católica e da religião cristã, por uma diversidade de motivos. Mas ao contrário da maioria que ataca a Igreja por considerar esta como sendo demasiado conservadora e "retrógrada", o motivo do meu ataque à Igreja deve-se exactamente ao motivo oposto, ou seja, à falta de Conservadorismo e ao Anti-Nacionalismo demonstrado pela Igreja, características estas que se acentuaram muito desde que o comunista do Papa Francisco - pessoa contra a qual já fiz uso de muito calão - tomou conta do Vaticano.

Não é portanto o ataque à Igreja em si que me incomoda, mas sim, o ataque selvático aos valores civilizacionais como o que podem ler aqui. Nunca houve uma Civilização que prosperasse sem ser simultaneamente uma sociedade patriarcal. Tal como também nunca houve uma Civilização que prosperasse com abortos a rodos, paneleirices, droga na veia, mudanças de sexo, adopções de crianças por pares de invertidos, divórcios e crescimento natural negativo da população. A decadência do Ocidente deve-se exactamente a isto. A esta merda de "valores", que são na realidade anti-valores. Quem defende este pus infeccioso, largamente normalizado a partir da década de 1960, por um certo grupo de bacilos semitas que se radicou nos Estados Unidos, devia de fazer um favor à Humanidade e abortar-se a si próprio. 

João José Horta Nobre
13 de Fevereiro de 2017

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Os Trunfos de Trump: Nacionalismo e Anti-Intelectualismo




Em abono da verdade, este artigo de Jaime Nogueira Pinto não é explicitamente pró-Trump, mas penso que anda lá perto, o que leva a que a sua leitura se transforme em algo quiçá scrumdiliumcious[1], tendo em conta o miserável panorama geral da imprensa portuguesa que, qual lügenpresse, parece que anda a competir pelo International Trump Derangement Syndrome Award[2]. Vale a pena perguntar que tipo de "jornalismo" é este que temos em Portugal, que atacou durante meses a fio e de uma forma cega o candidato presidencial republicano, posteriormente passou para o ataque contra o Presidente eleito e agora ataca o Presidente dos Estados Unidos selvaticamente, isto porque o homem se "atreveu" (vejam bem o despautério!...) apenas a cumprir o que prometeu na campanha. Nada mais.

A meu ver, Jaime Nogueira Pinto tem toda a razão quando afirma que o trunfo de Trump é o de "ter percebido a força de um valor que as elites esclarecidas das duas margens do Atlântico arrogantemente criminalizaram e deram como morto - a nação, o Estado Nacional, a identidade nacional." Mas há outro trunfo sem o qual Trump não teria chegado onde chegou e que tem sido sempre uma característica de quase todos os partidos, movimentos, ideologias e políticos da direita dita "radical" - o anti-intelectualismo

Ao contrário da esquerda que adora perder tempo em longas diatribes ideológicas que para além de inúteis, são entediantes (quantos comunistas já tiveram a paciência de ler integralmente o Das Kapital?...), a direita nacionalista sempre foi largamente hostil às elites intelectuais, especialmente as "bem pensantes" e percebe-se facilmente o porquê. A tal "linguagem directa, às vezes brutal" de que Trump faz uso corrente, é uma evidência deste seu anti-intelectualismo que tem raízes nos movimentos nacionalistas das décadas de 1920-1930 e que foi recentemente reciclado pela Alt-Right.

Isto não quer dizer, obviamente, que o Nacionalismo como fenómeno político-ideológico organizado, seja avesso a intelectuais. Bem pelo contrário, a direita nacionalista está ela própria repleta de intelectuais (veja-se o caso de Steve Bannon, que até é considerado por alguns como sendo um "filósofo da Alt-Right"). Há é uma rejeição do intelectualismo "bem pensante" e politicamente correcto. Se tivermos em conta que a maior parte da actual elite reinante do Ocidente é adepta do cosmopolitismo demo-liberal e muito pior, então percebe-se porque é que os nacionalistas, mesmo que não o declarem oficialmente, estão em guerra aberta contra os intelectuais. Eu próprio já disse e escrevi inúmeras vezes que se os nacionalistas quiserem vencer a guerra em curso contra as forças sinistras do Internacionalismo, uma das primeiras coisas que têm de fazer, um dos primeiros alvos que têm de abater, é a corja intelectual que está hoje instalada na esmagadora maioria das universidades ocidentais. No caso de Portugal, estes vermes só tomaram verdadeiramente de assalto o ensino superior após a "Revolução" dos Cravos com aroma a Rothschild em 1974, e andam a parasitar à custa do contribuinte até hoje, envenenando pelo caminho o cérebro da juventude com lixo ideológico que não interessa nem ao próprio Diabo.

A arrogância petulante desta gente, desta elite intelectual reinante que sequestrou as nossas pátrias, fica patente não apenas na forma como tratam hoje o Presidente Trump, mas na forma como desprezam em absoluto a vontade do povo. A título de exemplo, veja-se o facto de as sondagens mais recentes confirmarem como os Europeus estão fartos[3] de toda a "diversidade vibrante" trazida pela imigração, e quererem um fim imediato da entrada de imigrantes islâmicos na Europa. Eu próprio também já há muito tempo que digo que deve de ser totalmente travada a entrada de imigrantes ou refugiados oriundos de África e do Médio Oriente, sob pena de dentro de algumas décadas a Europa já não se reconhecer a si própria. No entanto, a elite cosmopolita reinante quer lá saber destes dados para alguma coisa? Jamais! A elite reinante despreza em absoluto a vontade do povo e pior do que isso, anda a empreender uma campanha surreal de lavagem cerebral da população, por via dos media ao serviço do "sistema", de forma a tentar manter o controlo da população por via do controlo mental da mesma. 

O problema para a elite reinante, é que a realidade do que esta anda a promover está a tornar-se demasiado evidente. O tal "multiculturalismo" que as elites "bem pensantes" apregoaram durante décadas, como sendo a melhor coisa do Universo, afinal de contas, transformou-se num autêntico pesadelo que está apenas a começar... Sim, porque deixem só as massas de alógenos oriundas do Mundo afro-islâmico e que hoje se concentram nos bairros periféricos das grandes cidades, crescer mais um pouco, e ides todos ver a guerra civil que vamos ter nas nossas próprias ruas. Aliás, a Europa e o Ocidente se podem considerar com estando neste preciso momento envolvidos numa guerra de guerrilha de baixa intensidade. Ainda recentemente, «em Juvisy, nos arredores de Paris, um bando armado com paus e sabres tomou conta de um bairro numa noite de sábado para domingo, em Janeiro deste ano. O que então ali se viveu foi definido pelas autoridades como “guerrilha urbana”.» Estes episódios de "guerrilha urbana", apimentados por um ataque terrorista em larga escala aqui e acolá, são apenas os primeiros sinais da muito provável guerra civil étnico-religiosa em que a Europa Ocidental vai cair dentro de alguns anos, no máximo, duas a três décadas. Se a desgraça acontecer e oxalá que as forças nacionalistas ainda consigam travar a loucura a tempo, mas se acontecer o pior e a Europa acabar mesmo por resvalar para a guerra civil total, ao estilo do que aconteceu na ex-Jugoslávia, depois só não digam que os nacionalistas não avisaram sobre o que estava para vir e alertaram muito a tempo (desde pelo menos a década de 1960!...) para as consequências catastróficas das tais «políticas de "acolhimento", "integração", "respeito pelas minorias", "liberdade religiosa", "tolerância", "inclusão"», entre muitas outras patranhas típicas da turba "bem pensante". Como ainda recentemente escreveu e muito bem  Humberto Nuno Oliveira: «Nós [os nacionalistas] avisámos desde cedo e sobre nós choveram anátemas, agora que os ovos da serpente eclodiram, oxalá estejamos a tempo de expurgar o que está no meio de nós...»

O que muita gente não entende e não entende porque não sabe a verdade sobre o que se está realmente a passar hoje no Ocidente, é que o objectivo da "elite" que promove as actuais políticas suicidárias de imigração em massa, é exactamente este - criar uma guerra civil - de forma a enfraquecer e por fim, destruir as identidades nacionais europeias, abrindo em consequência disto o caminho para uma Federação Europeia e posteriormente, para um governo mundial, que a ser erguido, vos posso garantir que será sempre totalitário e muito pior do que George Orwell conseguiu imaginar na distopia 1984.

A imigração em massa é uma arma de conquista que está a ser utilizada contra nós por parte da elite reinante. Donald Trump percebeu isto muito bem e é essencial que todos compreendam o mesmo, pois assim passam a perceber na perfeição o porquê das elites cosmopolitas odiarem tanto qualquer político que deseje proteger as fronteiras do seu País e travar os fluxos migratórios destruidores que são oriundos do Mundo afro-islâmico.

Por outro lado, se tiverem em conta como os Estados Unidos têm sido em todas as frentes a ponta de lança da Nova Ordem Mundial desde o fim da Segunda Grande Guerra, podem assim perceber como é que a elite reinante ficou completamente atordoada com a vitória de Donald Trump, que até o próprio Julian Assange descrevia como sendo alguém que o "sistema" nunca permitiria que vencesse. Mas venceu. O "sistema", por mais que tenha tentado de todas as formas e mais algumas, não o conseguiu travar, nem derrubar. Trump está na Casa Branca e mesmo que venha a ser um flop em tudo o resto, só o facto de Trump ter resgatado o Nacionalismo de volta ao mainstream e dado assim uma valente bofetada nas elites reinantes deste Ocidente em crise civilizacional aguda, só por isso já valeu bem a pena a sua magnífica vitória e todos os nacionalistas, de todas as cores e tendências, devem-lhe estar gratos por isso. 

Não sei como é que tudo isto agora vai acabar, mas sei garantidamente que um dia, quando alguém se der ao trabalho de escrever sobre o renascimento nacionalista que ocorreu no início do século XXI, para o bem ou para o mal, Donald Trump terá nessa obra um lugar garantido. 

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Notas:
[1] Se não souberem o significado da palavra scrumdiliumcious, para a qual não existe tradução literal na língua portuguesa, leiam a obra Charlie And The Chocolate Factory, de Roald Dahl e prometo-vos que ficam a saber.
[2] Não existe ainda o prémio, mas podem ter a certeza de que o Trump Derangement Syndrome (TDS) é coisa séria, muito séria mesmo...
[3] "Fartos" é dizer pouco...

João José Horta Nobre
10 de Fevereiro de 2017


terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

A Lügenpresse Ataca Trump - Seria de Esperar Outra Coisa?...



A capa acima foi como a revista Der Spiegel decidiu retratar o Presidente Trump na semana passada. Os "jornalistas" que trabalham nesta imprensa que não tem a mais pequena ponta de vergonha na cara - a lügenpresse - fariam melhor era se fizessem desenhos das suas próprias mães nuas e os publicassem depois nas revistas sujas para as quais trabalham. Irem brincar com a pilinha também é outra alternativa possível...

E já agora, mudem o nome da revista:




Sei bem que os ataques selvagens da imprensa internacionalista vão continuar contra o Presidente Trump, assim como vão também continuar as "marchas", "protestos" e restante folclore financiado pelo George Soros e quejandos. Mas sei também que a cada dia que passa, cada vez mais gente abre os olhos e percebe a realidade pervertida que é, efectivamente, o "sistema". 

A charada dos mundialistas está neste momento presa por fios muito finos e eu, muito honestamente, julgo que já nada lhes resta a não ser provocar uma guerra civil nos Estados Unidos e na Europa. Desesperados e sem já terem para onde se virar, a única alternativa séria que os mundialistas/globalistas têm neste momento para travar o ressurgimento nacionalista em curso, é usar como "carne para canhão", as tais "minorias étnicas" que eles próprios importaram maciçamente para dentro do Ocidente ao longo das últimas décadas. Eu cá estou para o que der e vier e aguardo, serenamente, pelo desfecho trágico mas inevitável de tudo isto.

João José Horta Nobre
7 de Fevereiro de 2017
 

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Emmanuel Macron é o Novo Sabujo da Família Rothschild em França




A União Europeia está a estoirar por todos os lados e o melhor que a família Rothschild consegue colocar em campo, é um queque chamado Macron. LOOOL, acaba por ser cómico isto. A sério que é. Os supremacistas judeus estão claramente a entrar em desespero. É evidente que sim. A decadência a que as ratazanas de Sião chegaram é de tal ordem, que já nem conseguem arranjar candidatos à altura para combater pelo sistema político que eles próprios criaram.  

O cartel de Bruxelas, desde o início impulsionado e financiado pela "mão invisível" do Supremacismo Judaico, sabe que o seu fim está muito provavelmente a chegar. Eles lá no fundo sabem disso. Sabem que estão acabados e que tudo se resume agora apenas a uma questão de tempo. Por mais que as suas marionetas instaladas nas redacções dos jornais e da televisão berrem e chorem, nada disso vai impedir a inevitabilidade do que está para vir. O "sistema" está em agonia, ainda é forte e ainda luta, mas está já em agonia e terminalmente doente. Muito doente mesmo.

Os nacionalistas nas últimas décadas foram alvos daquilo que muito provavelmente será a maior campanha de perseguição e difamação da história da Humanidade. Contra nós tudo se inventou e tudo serviu de arma de arremesso. Políticos, jornais, televisões, revistas, internet, igrejas e até o próprio Papa! A Nova Ordem Mundial atirou contra nós todas as armas que tinha e quanto mais nos atacou, mais fortes nós ficámos!  A calúnia e a insídia foram também permanentes neste processo e continuam a sê-lo, mas isto é algo a que todos os patriotas já se habituaram há muito, pois o inimigo quando não nos consegue derrotar com argumentos válidos, recorre à baixeza torpe e arrasta o debate para o nível da sarjeta.

Napoleão Bonaparte, um velho inimigo de Portugal, mas um sábio estratega militar, disse uma vez que nunca devemos de interromper o nosso inimigo, quando o mesmo está a cometer um erro. As forças da Nova Ordem Mundial que continuem portanto a fazer o que têm feito até aqui, que os nacionalistas só lhes têm a agradecer por isso.

Avante camaradas!

João José Horta Nobre
6 de Fevereiro de 2017

domingo, 5 de fevereiro de 2017

A Imprensa só se Preocupa Com "Assassinos" Quando lhe Convém...



«Trump diz que tem “respeito” pelo “assassino” Vladimir Putin»


A imprensa só se preocupa com "assassinos" quando lhe convém, ou melhor, quando os "jornalistas" de treta que hoje pululam pelas principais redacções, recebem ordens nesse sentido por parte dos seus donos e como animais obedientes que são, prontamente escrevem aquilo que os seus donos querem que eles escrevam. Neste caso, Putin é o "assassino" que tem de ser sempre e implacavelmente condenado, porque essa é a narrativa que o "sistema" quer martelar para dentro da cabeça do povo, de forma a tentar virar a opinião pública contra a Rússia. O motivo para isto, esse, é bastante simples de se entender e deve-se ao facto de o "sistema" odiar visceralmente a Rússia porque a mesma é hoje governada por um regime nacionalista. 

Os internacionalistas odeiam cegamente qualquer político que proteja e defenda o seu povo, como é o caso de Putin, que estando longe de ser perfeito, é sem dúvida um dos poucos líderes nacionalistas que temos na Europa. Foi Putin que tirou a Rússia da miséria humilhante em que este País se encontrava na década de 1990 e foi Putin que travou os planos da superclasse mundialista, no sentido de desmantelarem a Federação Russa e darem dessa forma o golpe final no povo russo. Pior ainda, foi Putin que esmagou o poder dos oligarcas judeus que tomaram conta da Rússia após o colapso da União Soviética e isto é coisa que os supremacistas judeus nunca lhe vão perdoar. É mais do que patente que há um ódio contínuo e visceral por parte da judiaria internacional e internacionalista contra Putin. É um ódio vingativo. Um ódio que não esquece, nem perdoa. O ódio de Sião. Não esperem que algum jornalista vos fale disto em qualquer artigo ou reportagem emitida nos grandes media e julgo que nem preciso de explicar o porquê para tal...

Eu sei que isto anda mau de emprego para todos, mas francamente, nem as prostitutas de rua se sujeitam a tamanha baixaria como aquela a que os jornalistas da grande imprensa se andam actualmente a sujeitar. É que isto só pode ser mesmo por dinheiro, não há outra explicação possível para o fenómeno de prostituição jornalística actualmente em curso. Só por dinheiro é que alguém pode descer tão baixo como os jornalistas dos mainstream media desceram. 

Durante os últimos oito anos, o mulato criminoso que ocupou a Casa Branca fartou-se de matar e bombardear a eito. Pelo caminho, o Nobel da Paz Obama[1] reduziu a Líbia a um Estado falhado, provocou desnecessariamente uma guerra civil na Ucrânia e reduziu a Síria à actual desgraça em que está. Em cima disto tudo, ainda provocou uma das maiores crises de refugiados da história e reduziu as relações dos Estados Unidos com a Rússia ao nível da sarjeta. Obama foi de longe, um dos presidentes mais violentos e assassinos da história dos Estados Unidos. Mas lá está, como era mulato e estava totalmente alinhado com o "sistema", os media deram-lhe sempre luz verde para fazer praticamente tudo o que quisesse. Destas coisas não falam os tais "jornalistas" que andam muito hiperactivos nas últimas semanas a atacar o Presidente Trump por tudo e por nada. 

Espero agora e anseio mesmo para que o Presidente Trump dê ou pelo menos ajude a dar o golpe de morte à União Europeia e que acabe com o NATO, ou pelo menos deixe de usar a mesma para ameaçar a Rússia e andar a provocar guerras no Médio Oriente, que verdadeiramente só beneficiam os grandes fabricantes de armas e o Estado de Israel. As elites "bem pensantes" pensam que somos todos estúpidos e que andamos todos de olhos tapados, mas vai-lhes sair o tiro pela culatra mais depressa do que pensam. É só aguardarem...

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Notas:
[1] - Julgo que a atribuição do Prémio Nobel da Paz a Barack Hussein Obama, terá sido a primeira e única vez na história em que alguém recebeu tal prémio apenas devido ao facto de ter mais melanina na pele...

João José Horta Nobre
5 de Janeiro de 2016
 

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