segunda-feira, 26 de junho de 2017

O Cristianismo é um Neo-Judaísmo Messiânico e é Precisamente Por Esse Motivo Que Deve de Ser Ilegalizado




O Cristianismo nasceu no seio do Judaísmo, diz-nos o padre da Opus Dei, sua "santidade" Gonçalo Portocarrero de Almada. E mais, o mesmo padre garante-nos ainda que o Cristianismo constitui a realização cabal das profecias messiânicas. Será preciso dizer-se mais alguma coisa para se demonstrar aquilo que eu digo há muito, ou seja, que o Cristianismo não passa de uma pura vigarice inventada por judeus para mexer com a cabeça dos goyim?

O Cristianismo e o que está escrito na Bíblia não passa de sucata ideológica judaica, que deriva directamente do lixo religioso que podem ler no Talmude e na Torah. O Cristianismo é uma seita inventada por judeus, para servir o maligno Deus dos judeus e semear entre os goyim a discórdia, o derrotismo e a fraqueza espiritual. Para além disto, o Cristianismo é claramente uma religião que apela especialmente a toda a espécie de pervertidos e tarados e tal pode ser comprovado pela quantidade absurda de escândalos de pedofilia que têm ocorrido em igrejas cristãs um pouco por todo o Mundo.

Para bem da sociedade, o Cristianismo deve de ser oficialmente ilegalizado e todas as igrejas obrigatoriamente encerradas pelas autoridades do Estado. O clero que protestar publicamente contra isto e intentar criar a desordem pública, deve de ser detido e levado a julgamento por subversão e corrupção da moral pública. A mesma fórmula deve ser aplicada em relação ao Islão e ao Judaísmo. As religiões/ideologias abraâmicas são hoje o principal inimigo ideológico do Ocidente e não será possível fazer-se nada sem primeiro dar-se conta das mesmas, sobre isto que ninguém tenha dúvidas. O esmagamento e a consequente erradicação dos credos abraâmicos em solo europeu e ocidental, deve constituir hoje uma das principais prioridades de todos os patriotas.

João José Horta Nobre
26 de Junho de 2017

quinta-feira, 22 de junho de 2017

O Incêndio Florestal de Pedrógão Grande, o Deus Sumano e o Colapso do Ocidente

Summanus por raindance168.


"As grandes tempestades não duram muito, assim como as grandes felicidades não são eternas." - Pensamento rabínico

A tragédia bateu à porta do Concelho de Pedrógão Grande durante a última semana e sobre o horror, já praticamente tudo se publicou e escreveu nos media. Oficialmente, a causa do incêndio florestal que massacrou Pedrógão Grande terá sido uma "trovoada seca". Ora, pouquíssima gente saberá que outrora era nesta mesma semana, mais precisamente a 20 de Junho, que os seguidores da religião nacional greco-romana celebravam Sumano, o Deus do Trovão Nocturno e lhe faziam oferendas de "bolos redondos chamados de sumanália, feitos de farinha, leite e mel e em forma de rodas."

Cada um que conclua o que quiser a partir do exposto acima, no entanto, o que ninguém pode negar é que não deixa de ser uma estranha "coincidência" o facto de o mais mortífero incêndio florestal da história de Portugal, nos atingir precisamente na mesma semana em que outrora se celebrava aquilo que se poderá designar como a Sumanália. Mais estranha e suspeita ainda fica a "coisa" se tivermos em conta que Sumano era o Deus da Trovoada Nocturna e o incêndio em Pedrógão Grande terá tido origem precisamente numa trovoada seca. Registe-se ainda que Sumano não é um Deus de menor importância ou relevo no altar greco-romano e o próprio adorador do Deus de Israel que comummente dá pelo nome de Santo Agostinho, chegou a escrever que Sumano em épocas anteriores era mais adorado até do que Júpiter. 

Como diz o velho provérbio castelhano e aparentemente de origem galega: "yo no creo en las brujas, pero que las hay, las hay." O que aconteceu em Pedrógão Grande foi um castigo divino? Não sei. Talvez tenha sido. Talvez não tenha sido. Agora o que eu sei e do qual tenho a certeza absoluta é de que a nossa Civilização está a começar a cair aos bocados e qualquer pessoa com meio palmo de testa já pode antever claramente o colapso estrutural que se avizinha. É provável que após mais de meio século de Marxismo Cultural e doutrinação ideológica baseada nas teses doentias da Escola de Frankfurt, nos estejamos finalmente a aproximar do end game. A loucura que tomou conta da nossa sociedade vai ter de acabar mais dia, menos dia. É inevitável. Não há nenhuma Civilização que possa florescer ou sequer permanecer de pé, com base nos actuais padrões de imoralidade e amnésia histórico-identitária que tomaram conta do Ocidente. É por isso de crer que o fim se aproxima e no fundo, nós só temos a ganhar em acelerar a chegada do mesmo, pois quanto mais depressa se der o grande colapso, mais rapidamente poderemos começar a apanhar os cacos do que sobrar e a reconstruir o que inevitavelmente terá de ser reconstruido.

João José Horta Nobre
22 de Junho de 2017


quarta-feira, 14 de junho de 2017

Do Estaline Anti-Semita


«Joshua Rubenstein: “Estaline sempre teve opiniões antissemitas, mas foi obrigado a camuflá-las”»


Joshua Rubenstein é o autor judeu que agora quer convencer o Mundo de que Estaline era um "anti-semita" de alma e coração. Sim senhor, é tudo verdade. O judeu tem toda razão. Eu próprio escrevi um artigo sobre este assunto no início deste ano, intitulado Estaline, a URSS e a Nova Ordem Mundial

Perceber isto, leva-nos também a perceber mais facilmente porque é que Estaline e Hitler assinaram um pacto de não-agressão nas vésperas do início da Segunda Guerra Mundial. Creio que é até bem possível que Estaline admirasse o anti-semitismo declarado do regime Nacional-Socialista Alemão e desejasse pouco a pouco importar uma boa parte do mesmo para a "Pátria do Socialismo". Estaline foi, efectivamente, o único líder soviético que enfrentou abertamente os supremacistas judeus que estavam instalados como parasitas dentro do aparelho de Estado soviético. Sobre isto, leiam-se as palavras do General Viktor Filatov: 


Trotsky, o agente judeu enviado por Wall Street para destruir a Rússia, era o homem que os supremacistas judeus queriam ver aos comandos da União Soviética.  Era o judeu Trotsky que esta gente queria ver no poder. Mas Estaline arrancou-lhes o tapete de debaixo dos pés e como um qualquer tirano impiedoso do Mundo Antigo, deu início a sucessivas purgas internas na URSS que atingiram em cheio os sionistas e conspiradores aliados de Trotsky. As brutais purgas de Estaline e elas de facto foram brutais - não tenham dúvidas sobre isto - visaram acima de tudo destruir o lobby judaico instalado na União Soviética, condição esta que Estaline julgava como sendo essencial para se poder construir a utopia do "Socialismo num só País"

É por isso legítimo perguntar se Estaline merece ser recordado como um mero facínora criminoso, ou se pelo contrário e à semelhança de Vlad Tepes, merece ser visto como um homem do seu tempo, que agiu como agiu porque se encontrava rodeado de inimigos e sabia ele próprio da brutalidade implacável com que os sionistas eram capazes de o tratar a ele e aos povos da URSS?

No século XV, Vlad Tepes foi obrigado a escolher entre aplicar o horror absoluto ao inimigo ou ser derrotado e ver o seu povo escravizado pelos otomanos. Com Estaline, se pensarem bem, as coisas não foram muito diferentes e tudo se reduziu a uma simples escolha entre o ser implacável e colocar de lado os sentimentos ou ver o Império Soviético cair nas mãos dos agentes da Nova Ordem Mundial ao serviço de Sião.

João José Horta Nobre
14 de Junho de 2017

quinta-feira, 8 de junho de 2017

O Ocidente Não Se Voltará a Erguer Enquanto Não se Libertar das Primitivas e Bárbaras Religiões Semitas

Moderno altar pagão dedicado a Juno e Júpiter.

«Quando, em 1990, eu li Tales of the Labyrinth, onde Daniélou ensinou sobre a realidade invisível sob a forma de ficção curta, confirmei-me na minha busca: "Os deuses não morrem. Eles são uma realidade eterna. São os homens que estão distante Deles, ignorá-los é acabar por provocar o Seu desprezo e vingança". Sobre a delicada questão dos ritos - como restaurar o que foi destruído e escondido? Daniélou oferece uma maneira a um tempo prudente e cheio de bom senso, nas antípodas tanto do mito incapacitante como das palhaçadas New Age: "Se instalas santuários agradáveis ​​para os Deuses e todos os dias os invocares, os venerares, rezando, eles deixam a Sua morada celestial e, a pouco e pouco, instalam-se nas vossas imagens. Eles aproximam-se e se tu perseverares, vais sentir a sua presença em breve: o teu espírito abrir-se-á para a luz.

As religiões abraâmicas/semitas são coisa digna apenas de bárbaros. Todo e qualquer bom cidadão de Roma já sabia isto há 2000 anos e hoje, os seus descendentes, mesmo que não o admitam, mesmo que alguns o neguem e fujam à verdade, no fundo, todos sabem que a Antiga Religião Nacional Greco-Romana era a única religião verdadeiramente ocidental e era a única que continha em si a carga de génio que os nossos antepassados clássicos nos legaram e que os semitas se preocuparam tanto em roubar, adulterar e em última análise destruir. Hitler escreveu no Mein Kampf que os semitas, nomeadamente na sua variante judaica, são um povo destruidor de culturas. Hitler estava apenas parcialmente correcto nesta análise, pois em boa verdade, os semitas, sejam eles judeus ou árabes, são povos destruidores de religiões e é através deste processo de destruição das religiões alheias, que posteriormente minam e consequentemente destroem a cultura de outros povos. Exceptuam-se naturalmente a isto os judeus e árabes que não são seguidores de credos abraâmicos, pois apesar de serem uma minoria, também os há e é preciso reconhecê-los e tratá-los justamente. 

A destruição de uma cultura e em última análise de uma Civilização, começa com a destruição da sua religião. É inegável que os semitas que introduziram o Cristianismo no Império Romano, sabiam perfeitamente bem aquilo que estavam a fazer e o seu objectivo foi desde sempre o de minar e destruir por dentro o Império, começando pela destruição da religião oficial, sobre a qual, diga-se de passagem, os vis e malignos cristãos inventaram as maiores mentiras e falsidades inomináveis. O próprio Imperador Nero acabou vítima de uma das maiores campanhas de difamação alguma vez empreendidas pela historiografia cristã e sobre a sua figura tudo se fabricou. O objectivo, esse, era mais do que claro: os cristãos queriam vingar-se das "terríveis perseguições" de Nero e portanto trataram de inventar toda a espécie de inverdades sobre a figura do antigo Imperador caído em desgraça. Mas a verdade, a justa verdade é que Nero apenas lutou como pôde e conseguiu contra a vilania semita e filo-semita e teve de o fazer enquanto se encontrava rodeado de inimigos e conspiradores por todos os lados. A verdade justa sobre Nero um dia acabará por vir ao de cima, independemente de todas as mentiras e fabricações que têm por aí sido divulgadas sobre o nosso antigo Imperador.

O Império Romano à medida que se foi gradualmente expandindo, por norma, permitia largamente que os povos conquistados continuassem a praticar o culto dos seus deuses desde que estes não ofendessem ou atentassem contra a religião oficial do Império Romano. Em alguns casos, a religião romana chegou até ao ponto de ela própria adoptar alguns deuses dos povos conquistados, como foi o caso da introdução ao culto da Deusa Arduinna, que era a Deusa epónima da região e floresta das Ardennas. Posteriormente à conquista da Gália, a Deusa Arduinna foi ela própria adoptada pela mitologia greco-romana e rebatizada com o nome de Diana. Muitos gauleses não sabem disto, pois a França é uma Nação que há muito caiu nas ruas da amargura no que diz respeito à preservação da sua memória histórica, mas a Deusa Diana é efectivamente a Deusa Arduinna rebaptizada. Ora, alguém quer maior prova da tolerância dos antigos pagãos romanos do que esta? Digam-me, quando é que foi a última vez que um judeu, um cristão ou um muçulmano chegou a uma terra com uma religião alheia à sua e absorveu alguma coisa dessa religião?

As religiões semitas/abraâmicas são sistemas de governo totalitário. São credos do mal. Os semitas e filo-semitas, embriagados pela loucura religiosa que os seus progenitores lhes martelam na cabeça desde tenra idade, nunca foram verdadeiramente tolerantes com quem quer que fosse e sempre odiaram visceralemente e desprezaram todas as religiões, menos a sua. Sejam eles da variante judaica, cristã ou muçulmana, um abraâmico será sempre um abraâmico. Quando não andam a perseguir não-abraâmicos, perseguem-se a eles próprios porque um é xiita e o outro é sunita. Ou porque um é luterano e o outro católico, ou ainda porque um é ashkenazi e o outro é sefradita. Esta gente simplesmente não tem emenda. 

Fiéis ao demónio do deserto que um bando de judeus pervertidos inventaram e ao qual chamaram de "Deus", tanto os cristãos e muçulmanos, como os próprios judeus, gostam de se fazer de vítimas quando se encontram fora do poder, porém, quando esta canalha sem vergonha apanha o poder absoluto na mão, não tarda a começar a orgia de perseguição, destruição, vandalismo, tortura e matança indiscriminada. Foi assim, por via do terror que a religião cristã se impôs à Europa e foi desta forma que o Islão se impôs ao Norte de África, à Anatólia e à Pérsia. Estas religiões semitas são todas obra de gente depravada e acima de tudo, são um insulto à história milenar da Europa e do Ocidente. Pior ainda do que isto, são um insulto à memória dos nossos ancestrais. 

O fenómeno terrorista que a Europa hoje vive e que é 99% das vezes praticado por seguidores de ideologias semitas, é apenas a consequência directa de a Europa se ter deixado tomar por credos médio-orientais que sempre foram nossos inimigos e ambicionaram roubar e destruir tudo o que temos de mais sagrado. Para onde quer que olhem, são semitas e seguidores de semitismos que estão por detrás de toda a nossa desgraça actual. São semitas e filo-semitas que controlam os media e abrem as fronteiras à invasão islamo-africana em curso. São semitas e filo-semitas cristãos, judeus e muçulmanos ditos "moderados" que pregam e difundem a "cassete" da tolerância suicida. São semitas e filo-semitas que matam raparigas inocentes à bomba em concertos e praticam inúmeras outras atrocidades um pouco por todo o Mundo. Por fim, são semitas e filo-semitas que nos (des)goveranam e dizem que temos de "ser tolerantes" e aceitar esta loucura como sendo a coisa mais normal do Mundo. Não há volta a dar, para onde quer que olhem com olhos de ver, a visão e a conclusão a tirar é sempre a mesma: os abraâmicos, sejam eles judeus, cristãos ou muçulmanos, são os pedreiros que amassam e preparam o caminho da nossa destruição colectiva. Até Hades, o Senhor dos Infernos, tem pavor desta gente que são de longe os principais obreiros, servos e representantes das forças do mal na Terra.

O que deve ser feito em resposta ao assalto que os abraâmicos andam a empreender contra a Europa há milénios é mais do que óbvio. A Europa e eu já o disse antes e não tenho medo nenhum de o repetir onde quer que seja, tem de se livrar de vez das religiões abraâmicas e criar um cordão sanitário em torno do Médio Oriente e Norte de África que nos afaste de vez desta loucura religiosa. Isto significa pura e simplesmente que o Judaísmo, o Cristianismo e o Islão são ideologias político-religiosas que devem de ser declaradas como sendo anti-ocidentais e inimigas da humanidade e por isso mesmo devem de ser ilegalizadas de uma vez por todas. É chegada a hora de se fazer justiça e restaurar o orgulho perdido ao Monte Olimpo e à corte celestial de Júpiter, o Deus pater por excelência e direito. A memória dos nossos ancestrais e a Europa já sofreram humilhação que baste!

João José Horta Nobre
8 de Junho de 2017


domingo, 28 de maio de 2017

O Ataque Terrorista na Manchester Arena e o Endgame do Sionismo Rothschild




"A Europa não será mais constituída pelas sociedades monolíticas que a caracterizaram no passado. Os judeus vão estar no centro desta mudança. É uma enorme transformação que a Europa vai fazer. Ela está agora a entrar em modo multicultural e os judeus vão ser odiados devido ao seu papel de liderança neste processo." - Barbara Lerner Spectre, académica judia

Ocorreu no passado dia 22 de Maio um ataque terrorista em Manchester que matou vinte e duas pessoas e feriu mais de uma centena. Este ataque foi prontamente reivindicado pelo Estado Islâmico, o mesmo Estado Islâmico que tem espalhado o caos na Síria e no Iraque. Entretanto, poucos sabem que há apenas alguns meses atrás, foi o próprio ministro da defesa do Estado de Israel que afirmou alto e bom som que prefere "ter o Estado Islâmico em lugar do Irão" na fronteira de Israel. "Liguem os pontos" porque isto não é astrofísica e até é bastante fácil de se perceber o que se está aqui a passar.

Israel, nunca, nem por uma única vez atacou o Estado Islâmico. Antes pelo contrário, está mais do que demonstrado que Israel tem fornecido amplo apoio ao Estado Islâmico e que o usa estrategicamente para desestabilizar os regimes árabes da região. O Estado Islâmico é em grande parte uma criação dos sionistas e eu não tenho dúvidas de que se estes realmente estivessem interessados em destruir o Estado Islâmico, já há muito que o poderiam ter feito. Mas Israel não o faz porque Israel e a vil judiaria internacional que está a puxar os cordelinhos de toda esta orgia sanguinária, tem objectivos muito mais sinistros que vão muito para além da velha conversa estafada de "manter o povo israelita seguro".

O Sionismo Rothschild está a levar a cabo uma guerra subversiva por intermédio do Islamismo, não apenas contra o povo britânico, mas contra todos os povos do Mundo. O reconhecimento deste simples facto deveria ser o suficiente para em circunstâncias normais a Grã-Bretanha enviar imediatamente um ultimato a Israel, ou seja, ou Israel pára de apoiar o Islamismo, ou será declarada a existência de um estado de guerra entre Israel e a Grã-Bretanha. Mas lá está, isto apenas seria possível de acontecer em circunstâncias normais e o problema é que nós não estamos a viver "circunstâncias normais". A Grã-Bretanha, à semelhança de todos os outros países do Ocidente, é um País cujo governo está sob o controlo do "sistema" (também conhecido por "ZOG"). O parlamento britânico é, à semelhança do parlamento português, francês, alemão, espanhol, italiano, etc... um ninho de traidores e parasitas do povo que se encontra num estado de alienação tal, que é maioritariamente incapaz de perceber seja o que for do que se está verdadeiramente a passar. 

A "Democracia", um conceito inocente que na verdade nunca passou de uma utopia e na qual apenas acreditam os ingénuos, é a capa sob a qual se esconde o monstro que nos quer devorar. Neste momento, já vamos a um ritmo de cerca de um ataque terrorista por mês na Europa (isto sem contar com os ataques falhados...). Devido à singularidade islâmica, é uma questão de tempo até passarmos a sofrer um ataque por semana e posteriormente, um ataque por dia, até ao dia em que estaremos em plena guerra civil. Quer as elites politicamente correctas queiram, quer não, nada as salvará do terror islâmico que aí vem a caminho e que foi importado por elas próprias para dentro da Europa. Se quiserem bons exemplos passados do que aí vem, têm o que ocorreu no Líbano e posteriormente nos territórios da ex-Jugoslávia.

O plano dos supremacistas judeus para tomarem o controlo do Mundo - começando pela Europa Ocidental e os Estados Unidos, que sempre foram as "joias da coroa" que a judiaria internacional ambicionou controlar primeiro - nas suas fases iniciais explora as divisões étnicas e religiosas, como meio para quebrar as nações e assim conseguir mais facilmente dominar-nos a todos. Daqui a insistência das elites traidoras no "multiculturalismo" e nas políticas de "fronteiras abertas" que propiciam a imigração em massa. Estas políticas são um verdadeiro "caldo de morte" que visam apenas criar as condições para uma guerra civil étnico-religiosa que os autóctones europeus ainda podem vencer neste momento, mas que não terão condições para vencer dentro de algumas décadas, quando a população autóctone em países como a Grã-Bretanha ficar reduzida a cerca de apenas 30% da população total.  

Qual é o endgame disto tudo? Bem, chamem-me "esquizofrénico" à vontade e as vezes que quiserem, mas eu estou genuinamente convencido de que o endgame é a destruição total das nações - começando pelas europeias - e a posterior unificação de todos os povos da Terra debaixo da bota cardada de um governo mundial totalitário, que será liderado por uma elite - a Superclasse Mundialista - escolhida a dedo pela sua fidelidade para com o Sionismo Rothschild. A maior parte da população do planeta será simplesmente exterminada ou internada em gigantescas cidades-prisão que serão basicamente campos de trabalho forçado, ao passo que a elite reinante será dona e senhora do nosso destino (ver o documentário Endgame: Blueprint For Global Enslavament de Alex Jones). A capital do governo mundial sionista será muito provavelmente Jerusalém e no topo da hierarquia de poder estará sentado o grupo dos trezentos sobre o qual Fernando Pessoa já escreveu. Pouco a pouco o Ocidente está a avançar rumo a esta distopia tenebrosa que eu acabei muito sucintamente de descrever e o tempo escasseia, acreditem que já escasseia mesmo, para se poder evitar o pior...

João José Horta Nobre
28 de Maio de 2017


segunda-feira, 22 de maio de 2017

A Visita de Trump ao Reino da Arábia Saudita




«Trump vende armas a Riade e dança com espadas»


Parece que Trump e em linha com o que já se esperava, decidiu ir visitar o Reino da Arábia Saudita e encontrar-se com o furúnculo que manda lá por aquelas bandas desérticas. O cúmulo da hipocrisia da visita de Trump, não foi apenas o facto de este ter assinado um acordo de 110 mil milhões de dólares para a venda de armas à Arábia Saudita, mas também, o facto de Trump ter aproveitado a sua visita para falar de uma suposta "visão pacífica" do Islão (como se tal fosse sequer possível...), perante uma plateia repleta de seguidores do Wahhabismo que para quem não saiba, é "apenas" a principal fonte de inspiração ideológica de grupos como o Estado Islâmico, a Al-Qaeda e a Frente Al-Nusra.

Mais uma vez e para não variar, o Ocidente em lugar de se afastar e fazer um corte radical com os semitas e as suas doutrinas religiosas alucinadas, faz exactamente o contrário e fornece-lhes armas e legitimidade no concerto internacional. Quando não são os israelitas, são os sauditas. Quando não são as exigências das víboras sionistas, são as exigências dos islamitas da maligna Casa de Saud. Trump está a dançar com as forças do mal e como é óbvio, isto inevitavelmente apenas irá gerar mais sofrimento e terror no Médio Oriente e não só.

A Arábia Saudita é de longe, o Reino com a mais asquerosa e vil monarquia na face da Terra. Trata-se do Reino do Mal por excelência. É da Arábia Saudita que têm partido não só as principais fontes doutrinárias do Islamismo radical, como também muito do apoio financeiro que sustentou e sustenta grupos como o Estado Islâmico e a Al-Qaeda. O Reino da Arábia Saudita é inquestionavelmente o principal mentor e patrocinador do terrorismo islâmico a nível mundial. Ainda hoje, passados mais de quinze anos sobre o 11 de Setembro de 2001, continua por esclarecer adequadamente o que é que o regime saudita e o Estado de Israel sabiam ou tiveram a ver com esse mesmo ataque, sendo que a maioria dos piratas do ar que levaram a cabo o atentado, eram eles próprios cidadãos sauditas e as suspeitas do envolvimento da Mossad na operação são mais do que muitas...

Os sionistas e os sunitas radicais da Casa de Saud estão unidos contra o Irão e os Xiitas por mero interesse. Aos israelitas interessa-lhes isolar o Irão, de forma a provocarem o avanço do sinistro Plano Yinon que foi bloqueado pela intervenção iraniano-russa na Síria. Aos sauditas, por sua vez, interessa-lhes combater a crescente influência regional e o poder militar exibido pelo Irão. É de crer que a Casa de Saud possui alguma noção sobre os planos dos Supremacistas Judeus para o Médio Oriente e não só. No entanto, como estamos aqui a falar de fanáticos religiosos que acreditam em superstições descabidas, é provável que os sauditas simplesmente julguem que o Deus (inventado por judeus...) em que acreditam, os vá livrar miraculosamente do destino infernal que as forças da Nova Ordem Mundial estão a preparar para todos nós. A Casa de Saud está a colaborar com a judiaria internacional e internacionalista porque ingenuamente acredita que no fim acabará por sair por cima. Não vai. 

Os supremacistas judeus que controlam por inteiro a Casa Branca e o Deep State americano, aparentemente não vêem problemas em fornecer armamento a um regime islamita radical como é claramente o da Arábia Saudita, desde que tal sirva os seus interesses. Por este mesmo motivo é que vemos hoje os Estados Unidos a vender armas à Arábia Saudita, ao passo que simultaneamente aplicam sanções contra a Rússia, o Irão e a Coreia do Norte. 

A Arábia Saudita é um regime que não está a desafiar a Nova Ordem Mundial e até faz algum do trabalho sujo da mesma. A Rússia, o Irão e a Coreia do Norte, pelo contrário, são potências que desafiam a Nova Ordem Mundial e recusam sujeitar-se aos ditames dos supremacistas judeus que mandam em Washington e Bruxelas. É por este motivo e apenas por este motivo que estas nações são continuamente odiadas e visceralmente atacadas nos media ocidentais ao serviço do "sistema". Qualquer Nação que hoje resista ao governo mundial totalitário que está a ser preparado pela Superclasse Mundialista, deve preparar-se para ficar isolada de grande parte do Mundo e acima de tudo, deve munir-se de armas nucleares o mais depressa possível, tal e qual a Coreia do Norte tem estado laboriosamente a fazer, de forma a desincentivar futuras "abriladas" e/ou agressões externas para espalhar a "democracia" e os "direitos humanos". O poder destrutivo do átomo é a única força capaz de travar e em última análise derrotar a Nova Ordem Mundial e os judeus dementes que estão largamente aos comandos da mesma.

A China também não é um País que esteja alinhado com a Nova Ordem Mundial, mas como estamos a falar da China, Nação esta que possui "apenas" cerca de 1 338 612 968 habitantes, já há mais respeitinho para com a mesma da parte de Sião e por esse motivo é que os media ao serviço do "sistema" normalmente se "esquecem" de falar dos testes de mísseis e de todas as armas nucleares que a China possui. Kushner, Soros e os restantes agentes do Sionismo Rothschild não ladram muito sobre a China porque sabem que convém não agitar muito as águas em relação a esse grande País asiático, caso contrário, a "coisa" pode vir a ficar muito feia... 

O Mundo está a ficar mais perigoso e volátil do que nunca, mas pelo menos, a cada dia que passa se torna mais fácil perceber quem é quem e de que lado está o mal e de que lado está o bem.  

João José Horta Nobre
22 de Maio de 2017


terça-feira, 16 de maio de 2017

Sobre a Visita do Papa "Soros" Francisco a Portugal



"Nos indivíduos, a loucura é algo raro - mas nos grupos, nos partidos, nos povos, nas épocas, é regra." - Friedrich Nietzsche (1844 - 1900) in Para Além do Bem e do Mal

Pessoalmente, é-me completamente indiferente se a mãe do judeu executado pelo Império Romano surgiu mesmo a três crianças em 1917 ou não. A ser mesmo verdade, tal apenas confirmaria que os demónios semitas existem mesmo e têm de ser combatidos. Nada mais. No entanto, agora que o supremo vigário do judeu morto com patrocínio de George Soros já se foi embora de Portugal, seria bom que se apurasse quanto custou ao erário público todo o espectáculo de demência colectiva e miséria humana a que eu assisti ao longo das últimas semanas, tudo por causa de uma suposta "aparição" de uma judia alegadamente ocorrida em 1917.

Segundo o que eu vim recentemente a descobrir, o despautério até chegou ao ponto de o município de Odemira se ter arrogado o direito de usar dinheiro do erário público, para alugar autocarros com vista a comemorar o "centenário das aparições de Fátima". Esta "santa" despesa custou-nos a todos "apenas" a módica quantia de 11.400.00 euros (+IVA). A "coisa", porém, não se ficou por aqui e num Estado que supostamente é laico, foi ainda declarada uma tolerância de ponto por causa desta fábula fantástica de Fátima. Por fim, o zénite da insanidade foi atingido quando o próprio Presidente da República se deixou fotografar curvado a beijar a mão do Papa, fazendo a triste figura de um autêntico sabujo perante o Chefe de Estado do Vaticano. 

Depois de tudo isto, só é legítimo concluir que o Estado Laico, transformou-se efectivamente num Estado Louco e é impossível não reparar também em como as elites maçónicas da Terceira República se andam a aproximar cada vez mais da Igreja, de forma a tentarem usar a mesma como uma plataforma de propaganda. A imagem abaixo vale por mil palavras e diz tudo sobre a bicharada filo-semita a que estamos entregues há demasiado tempo:


Shalom!

João José Horta Nobre
 16 de Maio de 2017

terça-feira, 9 de maio de 2017

O Programa Nuclear Norte-Coreano e o Eixo Moscovo-Pequim-Pyongyang Como Principal Polo de Resistência à Nova Ordem Mundial



"O operário que quer fazer o seu trabalho bem deve começar por afiar os seus instrumentos." - Confúcio (551 a.C. - 479 a.C.)

Trump, ou melhor, os judeus que mandam em Trump, devem com certeza de julgar que Kim Jong-un é estúpido. Digo isto porque só se Kim Jong-un for mesmo muito estúpido é que ele alguma vez iria aceitar as condições agora anunciadas por Trump para um possível encontro entre os dois líderes. Pelo que parece, a judiaria internacional que comanda a Casa Branca exige como pré-condição para um encontro entre o sabujo de semitas que vive em Washington e o homem forte da Coreia do Norte, que este último desista antes de mais do seu programa nuclear e cesse o lançamento de mísseis balísticos. Como é óbvio, Kim Jong-un deve de recusar terminantemente esta proposta. 

Face às continuas provocações do cartel mundialista/globalista, Pyongyang deve mesmo é de acelerar o seu programa nuclear e deve intensificar não só os testes de mísseis balísticos, como deve de tomar providências para criar o mais depressa possível um míssil balístico intercontinental capaz de transportar múltiplas ogivas nucleares em simultâneo e atingir qualquer ponto do planeta. Acima de tudo, Kim Jong-un deve fazer saber aos sionistas que em caso de guerra o primeiro alvo a ser atingido pelas bombas atómicas norte-coreanas não vai ser apenas Seul e cidades americanas, mas também Jerusalém e Telavive. Aliás, o "querido líder" já fez saber aqui há alguns dias que está disposto a "punir sem piedade" Israel e por isso há mesmo uma hipótese muito real de que em caso de guerra na Península Coreana, a "Terra Santa" possa vir a ser riscada do mapa de uma vez por todas.

Eu nunca escondi, nem escondo o meu desprezo pelas religiões abraâmicas, que são de longe o pior lixo ideológico que alguma vez existiu na história da Humanidade. Do Judaísmo, do Cristianismo e do Islão, apenas advém o mal e a desgraça. A fraqueza, o derrotismo, o anti-patriotismo, a traição, o atraso civilizacional e a perversão moral são os ovos podres que chocam no seio das ideologias semitas/abraâmicas. A Europa e o Ocidente em geral não chegaram ao que chegaram por mero acaso, mas sim, porque o Cristianismo subversivamente quebrou o espírito guerreiro e a alma patriótica dos povos indo-europeus. O Cristianismo é o verme semita que disseminou entre nós o bacilo da rendição e da derrota.  A dinastia Kim fez por isso muito bem em varrer eficazmente da Coreia do Norte não só o Cristianismo, mas todas as religiões inventadas por judeus e só por isso o "querido líder" merece o meu respeito.

O eixo Moscovo-Pequim-Pyongyang é o hoje o principal polo de resistência à Nova Ordem Mundial e é o único que possui armas nucleares e a respectiva tecnologia para as fazer detonar a qualquer momento em qualquer ponto da Terra. Isto é extremamente importante, pois esta é verdadeiramente a única forma de dissuadir o cartel mundialista/globalista. Putin entretanto já tem a tropa e a aviação russa bem instalada na Síria, o que significa simultaneamente que neste momento as Forças Armadas da Federação Russa estão bem próximas da fronteira de Israel. Como é óbvio, desde que os russos entraram na Síria os supremacistas judeus andam a sofrer crise de nervos atrás de crise de nervos, porque sabem que a presença russa na Síria compromete seriamente não só o avanço do Plano Yinon, como coloca também o Estado de Israel directamente debaixo do alcance da artilharia russa. Este último ponto é também ele de destacar, pois significa simplesmente que se Israel se "esticar" excessivamente, pode correr o risco de entrar em confronto directo com a Rússia. O Sionismo Rothschild odeia o povo russo e ainda mais odeia Putin, tanto que assim é que há anos que George Soros anda a tentar provocar sem sucesso uma "revolução colorida" na Rússia. É por isso um acto simbólica e estrategicamente muito importante ter a tropa e aviação russas bem próximas da fronteira do Estado de Israel.

Uma vez que por ora parece estar travado o avanço do Plano Yinon no Médio Oriente, é importante que agora se contenha o avanço das forças da Nova Ordem Mundial na Ásia e é aqui que entra em jogo a China e a Coreia do Norte. Estes dois países devem de tratar de garantir um cordão sanitário na sua área de influência regional, que trave e faça mesmo recuar os avanços do Imperialismo Sionista comandado a partir de Washington. Esta acção deve ser acompanhada simultaneamente de um aumento do apoio por parte de Moscovo aos movimentos e partidos nacionalistas na Europa, de forma a que se consiga quebrar de vez o projectivo internacionalista que dá pelo nome de União Europeia (UE). Nada se conseguirá fazer na frente europeia se a UE não for desmantelada e as suas respectivas elites totalmente afastadas dos corredores do poder. A Rússia deve tomar consciência de que uma Europa islamizada, será sempre uma Europa em guerra civil permanente e hostil ao povo russo e à Europa de Leste em geral. É por isso da máxima importância que Moscovo empreenda com urgência um aumento dos seus apoios aos partidos e movimentos nacionalistas na UE, de forma a que seja possível derrotar de vez um inimigo que nos é comum. 

João José Horta Nobre
9 de Maio de 2017


segunda-feira, 8 de maio de 2017

Macron é Mais da Mesma Merda




"Os franceses já tomaram tanto no cu que se sentiram obrigados a dizer que gostam." - Olavo de Carvalho (1947 - )

Os franceses ontem votaram e escolheram Macron, ou seja, escolheram mais da mesma merda. Pessoalmente e depois do desastre em que se transformou Trump, não sei se as coisas seriam muito diferentes caso Marine Le Pen tivesse vencido as eleições. Aliás, a grande lição de Trump é que o mais difícil não é conseguir fazer com que um candidato nacionalista e anti-sistema ganhe uma eleição, mas sim, conseguir fazer com que ele uma vez instalado no poder, cumpra integralmente com o que prometeu durante a campanha.

Seja como for e à semelhança do que ocorreu recentemente na Holanda, a "derrota" de Le Pen não passa de uma vitória de Pirro para o cartel mundialista/globalista. Por ora, pode dar a impressão de que o "perigo nacionalista" foi afastado e é essa ideia que os media ao serviço do "sistema" pretendem transmitir, mas a verdade é que as elites mundialistas estão a empreender uma fatal fuga para a frente, que por um lado é o resultado do seu desespero disfarçado e que por outro, serve os objectivos dos supremacistas judeus que a partir de Wall Street puxam discreta e disfarçadamente os "cordelinhos" tanto em Washington, como em Bruxelas.

Ninguém precisa de viajar até uma ditadura no sentido tradicional do termo para perceber como é que um regime pode lavar eficazmente a cabeça dos seus súbditos. Basta saírem à rua se forem cidadãos da UE e ouvirem o que a maioria das pessoas diz. A maioria dos cidadãos comuns são gente extremamente mal informada ou simplesmente ignorante demais para perceber seja o que for sobre o que verdadeiramente se está a passar. O resultado é que o assim chamado "Zé Povinho" cai na propaganda do "sistema" com uma facilidade extraordinária e muitos acreditam mesmo naquilo que vêem nos jornais e telejornais ao serviço das pseudo-democracias da UE. Apenas isto explica como foi possível que depois de todo o terrorismo islâmico que tem ocorrido em França nos últimos anos, mesmo assim, a família Rothschild seja capaz de colocar em campo um lacaio patético como Macron, que se faz passar por alguém "anti-sistema" e a maioria dos eleitores não só cai na esparrela, como ainda se dão ao trabalhar de irem votar no paspalho! É realmente notável esta capacidade que o povo tem para se auto-sodomizar contínua e perpetuamente.

A França, a seu tempo, será inevitavelmente transformada num novo Líbano e terá também a sua guerra civil em larga escala, que promete vir a ser muito pior e mais mortífera do que a Guerra Civil Libanesa alguma vez conseguiu ser. A história registada aqui não engana: por todo o lado onde muçulmanos e não-muçulmanos se juntam em grande número, mais tarde ou mais cedo, a "coisa" entra em choque e dá guerra. Sempre assim foi e sempre assim será. Só espero que depois, quando esta tragédia anunciada se concretizar, não venham dizer que os nacionalistas é que foram os culpados, porque se houve forças políticas que avisaram inúmeras vezes contra esta "libanização" da Europa que está em curso, foram as forças nacionalistas. No fim, muitos dos que hoje lutam contra nós e nos atacam, acabarão a seu tempo por nos dar razão, o problema é que nessa altura poderá já ser demasiado tarde para se conseguir inverter a tragédia...

João José Horta Nobre
8 de Maio de 2017
 

quinta-feira, 4 de maio de 2017

A Coreia do Norte, a China e o Supremacismo Judaico


«Coreia do Norte ameaça 'punir sem piedade' Israel»


Mais importante ainda do que ter um arsenal nuclear e mísseis balísticos intercontinentais capazes de atingirem todo o território Estado-Unidense, é ter um arsenal nuclear e mísseis balísticos intercontinentais capazes de atingirem Israel e riscarem Jerusalém e a "Terra Santa" do mapa de uma vez por todas.

Kim Jong-un sabe perfeitamente bem que é a judiaria internacional que está discretamente a maquinar todo o ódio de Washington contra a Coreia do Norte. O lobby sionista e a canalha filo-semita que rodeia Trump, estão a fazer de tudo para tentarem sabotar o programa nuclear e de mísseis balísticos intercontinentais da Coreia do Norte. Felizmente, Kim Jong-un ou quem o aconselha parece que já percebeu o que realmente se está a passar e a própria China decerto também sabe que quem controla Washington é "a tribo" e não o povo americano. Tudo isto pode acabar muito mal, mas o essencial é garantir que se realmente tiver de acabar mal, que acabe mal para todos, isto é, que acabe em destruição mútua assegurada. Infelizmente, esta parece ser a única linguagem que os sionistas entendem. Não existe outra forma de dissuadir esta gente, a não ser tomando medidas que garantam que ou eles param, ou vamos todos colectvamente pelos ares e o planeta fica reduzido a um imenso deserto radioactivo. Qualquer nação que hoje deseje resistir à Nova Ordem Mundial, deve munir-se de armas nucleares e da tecnologia balística necessária para poder atacar qualquer zona do globo com essas armas a qualquer momento. Não há outra forma de dissuadir o cartel mundialista/globalista, a não ser por via da "destruição mútua assegurada", um conceito de defesa do tempo da Guerra Fria, mas que continua perfeitamente actual.

A Coreia do Norte, a par da Rússia e da China, são as únicas potências nucleares que hoje resistem seriamente às investidas da Nova Ordem Mundial. Sim, eu também não gosto da agressividade do Capitalismo chinês com laivos de Imperialismo, mas a verdade é que o governo chinês não é quem está a conspirar sob a capa da democracia para criar um governo mundial totalitário. Não é a China que anda a criar problemas por todo o Médio Oriente e a provocar ondas humanas de "migrantes" afro-islâmicos rumo à Europa. Não é a China que manipula e controla as pseudo-democracias ocidentais a seu belo prazer. Não foi a China que amputou o Kosovo à Sérvia e provocou toda a recente confusão e violência entre a Ucrânia e a Rússia. Também não foi a China que criou a União Europeia, que é em tudo uma experiência de laboratório onde estão a ser ensaiadas formas de controlo e engenharia social, que têm como objectivo final destruir por completo as nações e identidades nacionais europeias. Não, não foi a China que fez nada disto e é por isso que francamente já me mete nojo a paranóia anti-chinesa que anda por aí nos últimos tempos, nomeadamente por parte da administração Trump que eu inicialmente apoiei activamente, mas da qual prontamente me afastei a partir do momento em que se tornou claro que Trump não passa de mais um lacaio do "sistema".

A China, por mais defeitos que possa ter, não é a agressora, nem constitui de forma alguma uma ameaça existencial ao Ocidente. Quando muito, os chineses constituem uma ameaça regional e a "ameaça" que nos fazem limita-se ao campo da concorrência económica com as bugigangas baratas que produzem e exportam em massa. Nada mais. A verdadeira ameaça, essa sim, são os supremacistas judeus e o lobby sionista que está infiltrado em tudo o que é lugar de poder e tem agentes bem colocados em todos os governos ocidentais. Esta é que é a verdadeira ameaça. Este é que é o verdadeiro perigo. Foi por causa desta gente que os Estados Unidos atacaram o Iraque e a Líbia e hoje atacam a Síria. É o lobby sionista que está directamente por detrás de toda a provocação contra a Rússia. É o lobby sionista e os supremacistas judeus que desejam ver a Coreia do Norte desnuclearizada, porque temem que o Irão por via da colaboração com o regime de Pyongyang, possa vir a obter uma bomba atómica, algo que a acontecer inviabilizaria de vez o avanço do sinistro Plano Yinon. O lobby sionista e os supremacistas judeus é que são o problema, não é a pobre Coreia do Norte, nem a China e muito menos a Rússia.

Isto chegou a um ponto de tal, que do Ocidente eu confesso que já não espero grande coisa, pois o lobby sionista possui neste momento um controlo quase total sobre a maioria dos governos ocidentais. No entanto, a Ásia é uma conversa completamente diferente e já se tornou mais do que claro que os sionistas metem literalmente "os pés pelas mãos" quando se trata de lidar com asiáticos. Os supremacistas judeus dão-se mal com a Ásia porque simplesmente não a conseguem compreender e é normal que não a compreendam. É perfeitamente de esperar que gente que faz do jogo sujo, da baixaria imunda, da mentira e da calúnia um modo de vida e uma estratégia política, não consiga compreender povos com conceitos de vida, honra e dedicação patriótica bastante elevados como é o caso dos povos asiáticos. Eu se fosse George Soros ou um membro da família Rothschild, começaria neste momento a ficar seriamente assustado, porque é mais do que óbvio que os chineses e norte-coreanos já perceberam a fisgada de Sião e estão determinados a resistir-lhe custe o que custar. Nós já não estamos no século XIX e a China  já não é um País tecnologicamente estagnado no tempo e incapaz de responder à agressão externa. A brincadeira e o gozo para a judiaria internacional acabaram-se de vez, porque daqui para a frente podem todos ter a certeza de que a conversa vai ser a sério. 

João José Horta Nobre
4 de Maio de 2017
 

sábado, 29 de abril de 2017

E Agora eu Tornei-me a Morte, o Destruidor de Mundos: A Nova Ordem Mundial e a Coreia do Norte



So what does that have to do with the ZOG and the Ziocons?

Everything.


A Coreia do Norte tem andado muito pelos noticiários durante as últimas semanas, alegadamente devido a um certo "perigo nuclear". Que ninguém se deixe levar por esta conversa do "perigo nuclear" norte-coreano, pois não existe nenhum "perigo nuclear" norte-coreano. O "querido líder" Kim Jong-un apenas deseja manter-se no poder e sabe que de forma a garantir tal, o melhor é possuir um arsenal militar poderoso o suficiente para dissuadir os Estados Unidos da América e o lobby sionista, que é quem verdadeiramente controla ou pelo menos influencia de forma significativa a política externa deste mesmo País. Kim Jong-un não é estúpido e sabe que qualquer espécie de acordo com os ianques não vale sequer o papel em que está escrito. Por este mesmo motivo é que eu acredito que nada o fará alguma vez desistir do seu programa nuclear e é até expectável que depois de todo o "saber rattling" que tem ocorrido nas últimas semanas, a Coreia do Norte acelere ainda mais o seu programa nuclear e o seu programa de desenvolvimento de mísseis balísticos intercontinentais. Possivelmente, Pyongyang reforçará igualmente o seu já enorme arsenal de armas biológicas e químicas

Kim Jong-un apesar de ser um líder muito jovem, viu e sabe perfeitamente bem aquilo que os Estados Unidos fizeram a Saddam Hussein e a Gaddafi e sabe também que o lobby sionista instalado nas estruturas de comando e controlo do governo americano, tem um feroz apetite por aquilo que se passou a designar como "regime change". Os vigários "iluminados" da Nova Ordem Mundial, oficialmente apresentam-nos o "regime change" como sendo uma política que visa espalhar a "democracia" e os "direitos humanos", porém e na realidade, isto mais não é do que uma capa para esconder um objectivo muito mais sinistro, que é o de abrir o caminho para um governo mundial totalitário. 

Tudo aquilo que as forças da Nova Ordem Mundial fazem tem como objectivo final a construção de um governo mundial que a ser erguido será sempre totalitário. Se perceberem isto, perceberão muito mais facilmente o porquê de tudo aquilo que se está a passar hoje no Mundo. Como é óbvio e eu já o disse e escrevi inúmeras vezes, as nações e as forças nacionalistas são o único travão que existe a este plano maquiavélico, o que explica na perfeição todo o ódio visceral e absolutamente insano que a Nova Ordem Mundial e os seus sabujos destilam diariamente contra todo e qualquer regime e/ou político nacionalista. 

A Coreia do Norte é portanto odiada pelas forças da Nova Ordem Mundial não por ser uma ditadura, mas sim, por ser um regime nacionalista totalitário com características únicas. Se o problema da Coreia do Norte fosse o de ser uma ditadura que não respeita os "direitos humanos", então seria lógico que a Arábia Saudita também teria de ser hostilizada e sancionada com a mesma brutalidade por parte dos Estados Unidos. É pois mais do que claro que o problema não é a Coreia do Norte ser uma ditadura, mas o de ser um regime que foge por completo ao controlo e influência do cartel mundialista/globalista. 

Coloque-se de parte a linguagem e o estilo soviético do regime norte-coreano e facilmente se percebe que aquele regime, na sua essência, é efectivamente um regime nacionalista. A Coreia do Norte é um dos únicos países do Mundo que possui um governo totalmente liberto da influência do Supremacismo Judaico e das ideologias semitas/abraâmicas. Os bancos norte-coreanos, controlados pelo Estado, estão totalmente libertos da influência das elites judaicas e sionistas que controlam largamente o capital financeiro mundial a partir de Wall Street. Os media, a cultura e o cinema norte-coreano por sua vez, são total e inteiramente controlados por norte-coreanos, ao contrário dos media ocidentais que estão na mão de grupos económicos obscuros ligados ao "sistema" e ao serviço do "sistema". Kim Jong-un, por mais defeitos e taras que eventualmente possa ter, é um líder político que está a governar o seu País de acordo com os seus interesses e não de acordo com os interesses do "Rothschild Zionism" e é exactamente isto que o lobby sionista não tolera. Sião não suporta que haja um pequeno País na Ásia que se atreve a desafiar os seus diktats. Por outro lado, a amizade dos norte-coreanos com as elites chinesas também é algo que não agrada nada aos supremacistas judeus que parecem andar bastante enervados nos últimos tempos. É que a China, apesar de ter caído na armadilha do Comunismo, é um País que continua bastante fechado a nível cultural e social e não me parece que alguma vez venha a querer abdicar da sua soberania, ao contrário dos idiotas do Ocidente que permitiram que os seus governos fossem totalmente infiltrados e tomados de assalto por alienígenas ao serviço de interesses muito obscuros. O vírus do Mundialismo/Internacionalismo é um vírus que veio do Ocidente e é bom que os asiáticos o esmaguem e rejeitem o quanto antes.

Mas há ainda mais um factor, o verdadeiro factor que despoletou nos últimos tempos todo este ódio súbito de Washington contra Pyongyang. Este "factor" chama-se República Islâmica do Irão. Como eu escrevi ainda recentemente, os sionistas estão determinados em levar adiante o Plano Yinon e para tal, precisam de desestabilizar todo o Médio Oriente e acima de tudo, precisam de destruir os dois países que são um óbvio entrave ao avanço do Plano Yinon na região em causa: a Síria e o Irão. 

A Coreia do Norte, um País que geograficamente está bem longe do Médio Oriente, entra nesta história toda porque o regime de Pyongyang desde há muitos anos que tem uma larga e extensa colaboração com Teerão no domínio atómico e no campo da investigação e desenvolvimento de mísseis balísticos intercontinentais. É exactamente por este motivo que os Estados Unidos, ou melhor, o lobby sionista que controla o governo americano (Zionist Occupation Government), subitamente anda tão preocupado com a Coreia do Norte. A guerra que Israel em aliança com os turcos e sauditas provocaram na Síria foi um fracasso e a cada dia que passa, torna-se mais evidente que a Rússia não irá abandonar o apoio ao regime de Bashar al-Assad, nem deixará o mesmo cair. Os supremacistas judeus desejam desde há muito destruir o regime sírio porque o mesmo é um dos principais aliados do Irão e do Hezbollah no Médio Oriente e por isso acabar com o mesmo, seria indubitavelmente um forte golpe para o Irão. Uma vez fracassada esta estratégia, atiram-se agora com um ódio vingativo (e muito perigoso...) contra a Coreia do Norte, de forma a tentarem atingir indirectamente o programa de mísseis balísticos iraniano e se possível, o programa nuclear iraniano. 

A mim não me interessa se Kim Jong-un é um ditador ou não. Também me estou nas tintas para o facto de a Coreia do Norte não ser uma "democracia" à Rothschild como o são as "democracias" ocidentais. O que me interessa, a única coisa que me interessa, é que Kim Jong-un e o povo norte-coreano estão a combater a Nova Ordem Mundial e o "sistema". E sim, espero que Kim Jong-un desenvolva cada vez mais e melhores armas nucleares e mísseis balísticos intercontinentais capazes de atingirem todo o planeta, porque a judiaria internacional tem de perceber de vez que a sua loucura, a bem ou a mal, vai ter de acabar. Se Sião quiser seguir uma política de terra queimada, então é uma política de terra queimada que terá. A única linguagem e a única coisa de que os supremacistas judeus têm medo e respeitam, é a linguagem do terror e da brutalidade impiedosa. Kim Jong-un, custe o que custar, não deve de parar ou sequer abrandar o seu programa nuclear e de mísseis balísticos intercontinentais, antes pelo contrário, deve acelerá-lo ainda mais e deve fazer a judiaria sionista sediada em Washington perceber de uma vez por todas que se ela quer um holocausto nuclear, então é um holocausto nuclear que irá ter.

João José Horta Nobre
29 de Abril de 2017


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...