quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Do Sionismo Bíblico

 O Papa Xico rodeado de pessoas de bem no Muro das Lamentações.

«How is Biblical Zionism»


Creio que no dia em que a maioria dos cristãos perceberem que a sua religião é uma fraude inventada por judeus, o Cristianismo acaba. Foi essencialmente a crassa ignorância, associada à pobreza desesperante das populações, que permitiu que o Cristianismo se espalhasse na Europa. A traição descarada da parte de muitos monarcas que foram tomando (ou usurpando...) o poder na Europa após o colapso do Império Romano, tratou de fazer o resto. Ao que parece, até no recém-fundado Reino de Portugal, D. Afonso Henriques não se terá demorado a nomear um judeu para o cargo de Ministro das finanças do Reino...

Os judeus de tempos a tempos inventam uma nova seita ou uma nova ideologia para continuar a enganar os ingénuos e fracos de espírito. Estas panaceias universais inventadas pelos judeus, por norma, só trazem é loucura e desgraça atrás de si e visam enfraquecer a sociedade de forma a abrir o caminho para a Nova Ordem Mundial com sede em Jerusalém que está planeada desde há muito.

O Cristianismo é apenas mais uma ferramenta auxiliar dos sionistas e eu até desconfio de que os mesmos planeiam manter o credo cristão a funcionar depois de atingirem os seus objectivos, como forma de manter o "gado" sob controlo. O Cristianismo é ainda mais útil aos sionistas do que o Comunismo, isto porque ao passo que o Comunismo incentiva a uma certa rebeldia contra o poder instaurado, o Cristianismo ensina e prega a subserviência fanática. Ora, alguém acha mesmo que os sionistas não gostam de uma coisa assim?!?

Para a canalha sionista o Cristianismo foi a melhor coisa que apareceu! Não há melhor fórmula para se controlar e manipular o "gado", do que a fórmula cristã!

Shalom!


 João José Horta Nobre
22 de Fevereiro de 2018

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Os Sírios Estão a Dar Uma Lição ao Mundo Sobre a Importância da Defesa Anti-Aérea


O que resta de um F-16 israelita, depois de o mesmo ter tido um encontro desagradável sobre os céus da Síria com um míssil anti-aéreo de provável fabrico russo.


"Mais vale prevenir que remediar." - Provérbio popular

No passado dia 10 de Fevereiro, um F-16 israelita foi abatido pelas defesas anti-aéreas da síria. Desde 1982 que os sírios não conseguiam atingir e abater com sucesso um caça de combate da Força Aérea Israelita que, diga-se de passagem, é uma das mais tecnologicamente avançadas do Mundo. Este sucesso militar da parte dos sírios, descrito pelo Hezbollah como sendo uma "nova fase estratégica" da guerra na Síria, certamente que não teria sido possível sem a vital assistência militar russa e iraniana que não só tem fornecido melhor e mais capaz hardware e software militar aos sírios, como também lhes tem incutido melhores hábitos em termos de métodos de treino e doutrina militar.

Ninguém sabe exactamente quais são os sistemas de defesa anti-aérea que os russos têm fornecido aos sírios, no entanto, quem está minimamente a par do que se anda a passar nos céus da Síria, não tem neste momento a mínima dúvida de que a Rússia (e o Irão) está lenta, mas gradualmente, a fazer um upgrade geral dos vários sistemas de defesa anti-aérea da Síria. 

O controlo do espaço aéreo e a sua respectiva negação às forças do Império Anglo-Sionista, é de importância crucial não só para a Síria, mas para qualquer Estado-Nação que deseje preservar a sua independência e soberania face aos falcões do imperialismo internacionalista. Aliás, não é ao acaso que os anglo-sionistas iniciam sempre os seus ataques militares para espalhar a "democracia" e os "direitos humanos", com uma barragem de mísseis de cruzeiro que visam destruir ou pelo menos danificar gravemente os sistemas de defesa anti-aérea do respectivo País que num dado momento é o alvo da sua ira. A neutralização do sistema de defesa anti-aérea por mísseis de cruzeiro e aviões stealth é o primeiro passo de qualquer ataque militar dos anglo-sionistas e o objecitvo é garantir para os mesmos a total supremacia aérea, negando simultaneamente qualquer capacidade de operar para a Força Aérea do inimigo.

A Síria é hoje um bom exemplo de como um País relativamente pobre e tecnologicamente atrasado, pode defender adequadamente o seu espaço aéreo de incursões externas. Obviamente que os sírios estão ainda muito longe de conseguirem negar por completo o seu espaço aéreo aos anglo-sionistas, no entanto, o abate do F-16 israelita no passado dia 10 de Fevereiro, para além de ter deixado em estado de choque o Estado-Maior israelita, demonstrou também que algo está a mudar no que diz respeito às capacidades dos vários sistemas de defesa anti-aérea da Síria.

No presente momento e dadas as avançadas capacidades tecnológicas do inimigo anglo-sionista, os sírios certamente que estão a adquirir dos russos mais e melhores sistemas de defesa anti-aérea móveis como o Pantsir-S1 e o 9K333 Verba que, quando usados em conjunto e operados por militares bem treinadas para o efeito, poderão complicar seriamente as operações aéreas tanto para os israelitas como para os ianques.[1] A grande vantagem dos sistemas de defesa anti-aérea móveis é a de precisamente os mesmos serem móveis, ou seja, por terem a capacidade de mudar rapidamente de localização, tornam-se muito mais difíceis de encontrar e neutralizar.

Para além do fornecimento de mais e melhores sistemas de defesa anti-aérea aos sírios, os russos também estão a levar a cabo um upgrade dos antigos sistemas de defesa anti-aérea da Síria, como o 2K12 Kub e o 9K37 Buk, que apesar de serem ainda de origem soviética, podem sem dúvida alguma transformar o espaço aéreo sírio num inferno para os anglo-sionistas, se os mesmos forem correctamente operados e alvos dos respectivos upgrades que irão transformar estes sistemas de defesa anti-aérea concebidos na década de 1970, em sistemas preparados para fazer frente às novas tecnologias empregues pela Força Aérea Israelita e Americana.[2] 

É de esperar que lenta, mas gradualmente, os sírios comecem progressivamente a conseguir negar com sucesso o seu espaço aéreo ao inimigo. O recente abate do F-16 israelita foi apenas um primeiro sinal, no entanto, é de esperar que os raids aéreos dos anglo-sionistas comecem aos poucos e cada vez mais a evitar os centros urbanos e bases militares mais fortemente defendidas pelos vários sistemas de defesa anti-aérea da Síria, dando preferência a ataques contra colunas e alvos militares isolados que carecem de protecção anti-aérea. É também de esperar que tanto os israelitas, como os americanos, comecem a dar preferência a mais ataques com mísseis de cruzeiro, já que os riscos dos seus pilotos serem mortos ou capturados pelas forças sírias serão cada vez maiores.

Em termos gerais, os sírios estão a demonstrar ao Mundo a importância de se ter uma defesa anti-aérea adequada, como meio estratégico para se garantir a respectiva independência e soberania nacional. Os governantes portugueses devem de retirar ilações disto e não devem de descurar a defesa do seu espaço aéreo, sob pena de poderem vir a pagar no futuro um elevadíssimo preço por tal irresponsabilidade.

Aproveito para deixar também e já agora uma última palavra sobre a NATO, que é uma aliança militar inteiramente ao serviço dos interesses do sionismo internacional. A NATO não é, nem nunca foi do interesse de Portugal e foi um erro estratégico termos entrado na mesma, pois ela nunca nos defendeu de nada e só serve é para nos arrastar para aventuras militares que são única e exclusivamente do interesse dos anglo-sionistas. Portugal se quiser ter um futuro, deve logicamente sair da NATO e da União Europeia sem demoras, deve de proteger as suas fronteiras e o seu espaço aéreo de forma adequada e deve procurar selar alianças e pactos de defesa mútua com o Mundo livre, isto é, com as nações que ainda se encontram livres das garras do Império Anglo-Sionista e das respectivas organizações e alianças supra-nacionais ao serviço do mesmo. 

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Notas: 
[1] THE SAKER - Escalation in Syria: How Far Can The Russians be Pushed? The Vineyard of The Saker, 16 de Fevereiro de 2018. Link: http://thesaker.is/escalation-in-syria-how-far-can-the-russians-be-pushed/
[2] THE SAKER - Escalation in Syria: How Far Can The Russians be Pushed? The Vineyard of The Saker, 16 de Fevereiro de 2018. Link: http://thesaker.is/escalation-in-syria-how-far-can-the-russians-be-pushed/

João José Horta Nobre
21 de Fevereiro de 2016


sábado, 10 de fevereiro de 2018

O Cristianismo é Uma Ameaça Existencial Para o Ocidente



"Uma obrigação para com Deus: esta ideia foi porém o instrumento de tortura. Imaginou-se Deus como um contraste dos seus próprios instintos animais (do homem) e irresistíveis e deste modo transformou estes instintos em faltas para com Deus, hostilidade, rebelião contra o «Senhor», «Pai» e «Princípio do mundo», e colocando-se galantemente entre «Deus» e o «Diabo» negou a Natureza para afirmar o real, o vivo, o verdadeiro Deus, Deus santo, Deus justo, Deus castigador, Deus sobrenatural, suplício infinito, inferno, grandeza incomensurável do castigo e da falta. Há uma espécie de demência da vontade nesta crueldade psíquica. Esta vontade de se achar culpado e réprobo até ao infinito; esta vontade de ver-se castigado eternamente; esta vontade de tornar funesto o profundo sentimento de todas as coisas e de fechar a saída deste labirinto de ideias fixas; esta vontade de erigir um ideal, o ideal de «Deus santo, santo, santo», para dar-se meçhor conta da própria indignidade absoluta... Oh, triste e louca besta humana!

A que imaginações contra natura, a que paroxismo de demência, a que a bestialidade de ideia se deixa arrastar, quando se lhe impede ser besta de acção!... Tudo isto é muito interessante, mas quando se olha para o fundo deste abismo, sentem-se vertigens de tristeza enervante. Não há dúvida de que isto é uma doença, a mais terrível que tem havido entre os homens e aquele cujos ouvidos sejam capazes de ouvir, nesta negra noite de tortura e de absurdo, o grito de amor, o grito de êxtase e de desejo, o grito de redenção por amor, será presa de horror invencível... Há tantas coisas no homem que infudem espanto! Foi por tanto tempo a terra um asilo de dementes!"
- Friedrich Nietzsche (1844 - 1900) in A Genealogia da Moral

Os primeiros sinais começaram a sentir-se logo desde o início da fundação da Alt-Right como um movimento ideológico-político. Gradualmente, porém, a situação tem vindo progressivamente a agravar-se e chegou a um ponto em que a própria Alt-Right se encontra ameaçada por este conflito interno que já assume contornos de extrema violência verbal. Refiro-me, como é óbvio para quem está por dentro do movimento, à crescente guerra entre cristãos e anti-cristãos que está a fermentar na Alt-Right

Desde o início, a Alt-Right tem tido duas facções (uma cristã e outra anti-cristã) que estão em permanente confronto. Se é verdade que por mera estratégia, ambas colaboram entre si, também é verdade que as mesmas são absolutamente incompatíveis entre si e se excluem mutuamente. Escusado será dizer que esta rivalidade pode e provavelmente acabará mesmo por levar eventualmente a uma cisão na Alt-Right

Nunca neguei, nem nego que eu me identifico com a facção anti-cristã da Alt-Right e tenho motivos de sobra para justificar esta minha posição. Já muito escrevi sobre as traições e os podres não só da Igreja Católica, mas do Cristianismo em geral, que é a meu ver e de longe o pior veneno ideológico que alguma vez penetrou na Europa. As maiores traições, as piores canalhices e as mais graves ofensas dirigidas contra o Ocidente, têm tido quase sempre como causa de fundo o Cristianismo e a cobardia derrotista inevitavelmente associada ao mesmo.

As igrejas cristãs têm demonstrado desde há muito uma permanente hostilidade para com os nacionalistas e nunca se inibiram de colaborar abertamente com os nossos piores inimigos, fornecendo-lhes apoio moral e mesmo até em alguns casos, apoio material e financeiro! Nós temos por isso toda a razão e motivos de sobra para odiar o Cristianismo, pois tal ideologia religiosa só nós tem agredido de várias e diversas formas.

Diga-se também de passagem que não fomos nós que escolhemos ser inimigos dos cristãos, antes pelo contrário, os cristãos é que escolheram ser nossos inimigos. Muitos daqueles que hoje fazem parte da facção anti-cristã da Alt-Right, tentaram no passado ser amigos dos cristãos e muitos de nós até os chegámos a defender em certo momento. Porém, o que nós recebemos em troca por esta nossa boa vontade foram insultos, traição e difamação sem limites. Esta postura agressiva dos cristãos, associado ao seu fanatismo religioso e filo-semitismo irracional, rapidamente tornou claro que seria impossível manter qualquer espécie de diálogo civilizado com a facção cristã que diz ser "nacionalista". Pior ainda do que isto, muitos cristãos começaram a atacar abertamente a Alt-Right e os nacionalistas em geral, acusando-nos de toda a espécie de falsidades e rotulando-nos com adjectivos que usualmente eram empregues apenas pela extrema-esquerda. "Nazis", "fascistas", "racistas", "anti-semitas", já ouvimos isto tudo e muito mais da parte dos cristãos.

Não é mentira que as igrejas cristãs, por via da propaganda internacionalista que difundem 24/7, têm prejudicado gravemente o movimento nacionalista em geral e esta postura da parte cristã tem sido de uma irresponsabilidade total, pois o Ocidente está neste momento à beira de poder cair num abismo infernal de onde nunca mais sairá e os movimentos nacionalistas são, efectivamente, a última linha de defesa que ainda resta para se poder salvar alguma coisa. É por isso perfeitamente legítimo afirmar-se que o Cristianismo passou a ser uma ameaça existencial para o Ocidente. O Cristianismo e as diversas igrejas cristãs estão a matar a Civilização Ocidental por via da sua colaboração com os inimigos desta mesma Civilização.

Acreditem que a mim não me dá qualquer espécie de prazer esta situação. Não tenho, nem nunca tive nenhum prazer em combater a Igreja e o Cristianismo, no entanto, tal tarefa tem de ser necessariamente empreendida, pois os cristãos não param de nos difamar e apoiar os nossos inimigos. A erradicação do Cristianismo, a par do Marxismo, Liberalismo e restantes ideologias internacionalistas, passou a ser uma necessidade vital para a sobrevivência do Ocidente. Todos aqueles que se identificam com a facção anti-cristã da Alt-Right devem por isso de se manter firmes na sua posição, pois são vocês que estão certos e não os sabujos cristãos que lambem os pés aos sionistas e comem da mão da máfia internacionalista patrocinada por George Soros e quejandos.

João José Horta Nobre
10 de Fevereiro de 2018

domingo, 4 de fevereiro de 2018

O Ocidente Está a Viver Numa Mentira Monumental







 
A distopia megalómana que os internacionalistas pretendem impor ao Mundo, precisa desesperadamente de controlar a informação, de forma a poder moldar a percepção da realidade que o comum cidadão tem ao seu dispor. A capacidade de se conseguir controlar a percepção da realidade e a manipulação e moldagem artificial da mesma consoante os interesses da elite reinante, é a "pedra angular" que permite a manutenção do poder sobre a sociedade por parte dos senhores da Nova Ordem Mundial.

O governo mundial totalitário é, em última análise, o objectivo final da actual elite reinante. De forma a poder atingir este fim, a elite reinante sabe que precisa de mentir e enganar e acima de tudo, sabe que tem de perseguir todos aqueles que se atrevem a ir contra a "cassete" oficial propagandeada pelos media do sistema. Foi neste contexto que surgiu o termo "fake news", que na prática é apenas um rótulo empregue pelas forças políticas e mediáticas ao serviço do sistema, para denegrir todos aqueles que falam a verdade sobre a trama maligna em curso. 

É mais do que óbvio que o termo "fake news" surgiu porque a elite reinante não está a gostar do contraditório a que está a ser sujeita pelos media alternativos e independentes. Aterrorizadas com o gradual declínio dos "mainstream media" inteiramente controlados pela elite reinante, não tardou para que as "gloriosas democracias" do Ocidente intensificassem a perseguição de todos aqueles que ousam falar a verdade e denunciar a conspiração globalista em curso. A gradual perda do seu monopólio (des)informativo, vai inevitavelmente conduzir a seu tempo a uma total descredibilização de todas as forças políticas, sociais e mediáticas ao serviço da Nova Ordem Mundial.  

A mentira monumental em que o Ocidente vive, gradualmente, está a ser desmontada e já dá sinais de estar a abrir as primeiras brechas.

Há, no entanto, que nunca esquecer que nós só chegámos à actual situação no Ocidente, devido principalmente à cobardia e à traição da parte de muitos. A cobardia de inúmeras forças políticas e sociais, associada à traição descarada de outras tantas, é de longe a principal causa da actual crise civilizacional que tomou conta do Ocidente. Enquanto não se varrer o lixo que sequestrou as estruturas de poder do Ocidente. Enquanto não se eliminar de vez estes vermes com forma humana que fazem da mentira e da traição uma profissão. Enquanto nada disto for feito, podem ter a certeza que não só não sairemos do pântano de podridão moral onde estamos atolados, como também só veremos a nossa situação colectiva piorar cada vez mais.
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Notas:
[1] ROBERTS, Paul Craig - In The Western World Lies Have Displaced Truth. Institute for Political Economy, 28 de Janeiro de 2018. Link: https://www.paulcraigroberts.org/2018/01/28/western-world-lies-displaced-truth/

João José Horta Nobre
4 de Fevereiro de 2018


quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

O Russia Insider Decidiu Finalmente Entrar no Clube Daqueles Que Contra Ventos e Marés Falam a Verdade, Custe o que Custar e Doa a Quem Doer




«Eles pensavam poder abafar e vencer a verdade, que é sempre vitoriosa, ignorando que a própria essência da verdade é que quanto mais quisermos comprimi-la mais ela cresce e se eleva.» - Jan Hus (1369 - 1415)

Parece que o Russia Insider decidiu finalmente entrar no clube daqueles que contra ventos e marés falam a verdade, custe o que custar e doa a quem doer. Charles Bausman, o editor-chefe do Russia Insider, está obviamente de parabéns pela sua franqueza que não podia ser mais directa e clara quanto ao assunto de que estamos aqui a falar: 




Nada disto acontece ao acaso ou por mera coincidência, antes pelo contrário, quem está atento aos media russos e à propaganda que o Kremlin dispara diariamente na direcção do Ocidente, não pode deixar de notar que de há um ano a esta parte, tem aumentado gradualmente a quantidade de notícias e reportagens que denunciam o papel da Judiaria Internacional na actual catástrofe geopolítica que tomou conta de grande parte do Mundo. 

A Sputnik e a RT - órgãos de informação directamente ligados ao Kremlin - não se têm cansado ultimamente de emitir conteúdos que indirectamente apontam o dedo ao lobby israelita que manda em Washington. Entretanto, há cerca de dois meses, reabriu-se novamente na Rússia a investigação em torno do assassinato da família real russa, que se suspeita ter sido um "assassinato ritual" levado a cabo por bolcheviques judeus. Por fim, temos agora o editor-chefe do Russia Insider a afirmar frontalmente que a partir de agora nada será como dantes e que a sua publicação irá passar a publicar reportagens que denunciam abertamente a responsabilidade das elites judaicas em muitos dos problemas que actualmente grassam no Mundo. Como eu escrevi mais acima, nada disto acontece ao acaso ou por mera coincidência....

O Presidente da Federação Russa, Vladimir Putin, sabe perfeitamente bem que quem está por detrás da tremenda campanha internacional contra a Rússia, são as elites judaicas e o lobby israelita que basicamente controla a Casa Branca e reduziu os Estados Unidos a uma colónia de Israel. Charles Bausman, o editor-chefe do Russia Insider, também sabe disto e é exactamente isso que o mesmo afirma sem reservas ou pudor. 




Com este golpe de mestre, um verdadeiro mata-leão no Mundo da guerra da informação e contra-informação actualmente em curso, Charles Bausman acaba de enfiar uma valente bofetada em todos aqueles que se recusam a nomear o inimigo pelo nome, mesmo quando sabem perfeitamente bem quem é esse mesmo inimigo. Claro que o medo de se perder o emprego ou ser prejudicado socialmente por "falar demais", explicam em grande medida esta postura cobarde da parte de muitos jornalistas e intelectuais, no entanto, nós já não estamos na década de 1990, mas sim, em 2018. Actualmente e graças à Internet, o debate é muito mais livre e aberto do que era há vinte anos atrás. Apesar dos esforços continuados das elites judaicas para censurar e controlar o que se diz e publica na Internet, apesar disto e mesmo assim, a Internet continua a ser um Mundo bastante livre e é hoje uma ferramenta essencial para se desmontar a narrativa oficial do "sistema", isto é, das elites judaicas que dominam quase por completo aquilo que se designa comummente por mainstream media

No seu essay de 5000 palavras que eu aconselho todos a lerem com extrema atenção, Charles Bausman não apenas denuncia a forma como as elites judaicas controlam jornais e revistas de grande influencia como o New York Times, o The Atlantic, a Newsweek, o The New Republic, o NY Review of Books, o New Yorker e a Economist (esta última directamente detida pela família Rothschild), mas também aborda a forma como a Revolução Bolchevique foi comprovadamente liderada e organizada nos bastidores por judeus sedentos de vingança, assunto este que David Duke já abordou em grande pormenor no seu excelente livro The Secret Behind Communism. O professor Antony C. Sutton também escreveu um livro - Wall Street And The Bolshevik Revolution - que apesar de não denunciar directamente o papel das elites judaicas na Revolução Bolchevique, aborda e denuncia a forma como o apoio dos banqueiros (judeus...) de Wall Street foi absolutamente crucial para que a Revolução Bolchevique tivesse conseguido triunfar

Devo também destacar o elogio que Charles Bausman faz à Alt-Right e aos esforços desta, que é de longe actualmente a única força político-social com algum relevo em todo o Ocidente, que ainda opõe alguma resistência à Nova Ordem Mundial e denuncia às elites judaicas que estão directamente por detrás da mesma:




Agradeço muito sinceramente estas palavras simpáticas de Charles Bausman. A Alt-Right nunca foi, nem é, um "movimento neonazi" como muitas vezes tem sido descrita pelos "lying media". Antes pelo contrário, a Alt-Right é, isto sim, a única força político-social no Ocidente que hoje resiste e luta contra a tirania sionista e é exactamente por este motivo que os media controlados pela judiaria internacional nos atacam e difamam 24/7 numa guerra sem quartel. Não há mais ninguém que faça o que nós fazemos. Ninguém. Nenhuma organização. Nenhuma religião. Nenhum movimento político ou social. A Alt-Right está totalmente isolada neste ponto e no Ocidente ela é a ÚNICA força político-social que ainda consegue opor alguma resistência minimamente séria às elites judaicas e ao seu mais do que óbvio plano para de mansinho e pouco a pouco, desmantelarem as nações e erguerem no seu lugar um governo mundial totalitário. É contra esta tirania e apenas contra esta tirania que nós lutamos e vamos continuar a lutar. Quem quiser juntar-se a nós e à nossa causa, será sempre bem vindo. 

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Notas:
[1] BAUSMAN, Charles - It's Time to Drop The Jew Taboo. Russia Insider, 15 de Janeiro de 2018. Link: http://russia-insider.com/en/its-time-drop-jew-taboo/ri22186 
[2] BAUSMAN, Charles - It's Time to Drop The Jew Taboo. Russia Insider, 15 de Janeiro de 2018. Link: http://russia-insider.com/en/its-time-drop-jew-taboo/ri22186 

João José Horta Nobre
17 de Janeiro de 2018


quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Um Ano Depois da Inauguração de Trump



"Sejam eles os CEO's de Silicon Valley em busca de mão-de-obra estrangeira a baixo preço ou snowflakes universitários aos gritos, os inimigos de Trump têm todos o mesmo objectivo: a destruição da Presidência Trump, a brutalização do Presidente e a continuação da corrupção globalista que beneficia a elite e agride o americano comum, tudo isto escondido por detrás de uma cortina de idiotice politicamente correcta e a tirania da tolerância." - Ray Starmann

Cumpre-se no próximo dia 20 de Janeiro, exactamente um ano desde que Donald Trump tomou posse como o 45º presidente dos Estados Unidos da América. Por esta mesma altura, há igualmente um ano, eu e muitos outros "trumpistas" que apoiaram a campanha presidencial de Donald Trump, estávamos ainda jubilantes e a celebrar a vitória do mesmo na corrida à Casa Branca. Nunca escondi, nem vou esconder o facto de eu ter apoiado abertamente Donald Trump e fi-lo, única e exclusivamente porque Trump foi o primeiro candidato presidencial desde Andrew Jackson, que teve a coragem de literalmente "espetar o dedo na ferida" durante a sua campanha e denunciar o "sistema" e as elites que dominam o mesmo.

Ainda hoje, quem não tem memória curta poderá recordar certamente como Trump foi atacado e difamado de forma visceral por todo o Establishment como nunca nenhum candidato à presidência dos Estados Unidos o havia sido antes. Desde a Igreja Católica à extrema-esquerda, passando pelas forças políticas ligadas à maçonaria a aos meios liberais, não houve praticamente nenhuma figura de destaque que não condenasse Trump e desse apoio àquela criatura falsa e sonsa chamada Hillary Clinton.

Por momentos, ainda que algo breves, houve a esperança genuína de que Trump iria conseguir quebrar ou pelo menos ferir de morte a estrutura de controlo sionista que há demasiado tempo domina o povo estado-unidense. Durante algum tempo pareceu até que o senhor Trump poderia vir mesmo a ser um novo Andrew Jackson e que à semelhança deste último, também ele iria conseguir enfrentar e derrotar com sucesso a máfia judaica que controla a Reserva Federal (Fed), passo este que é absolutamente essencial não só para se poder quebrar a "coluna dorsal" da estrutura de controlo sionista, mas também, para provocar em última análise o desmoronamento total da Zio Matrix.

Infelizmente, porém, não foi preciso esperar-se muito tempo até Trump cair por completo nas malhas da judiaria internacional. Acredito genuinamente que tal ocorreu por via de muita chantagem e ameaça da parte das forças sinistras do Deep State para com Donald Trump. Pode também dar-se o caso de Trump ter sido uma farsa desde o início. No entanto, não excluindo nunca esta última hipótese, eu pessoalmente creio mesmo que Trump realmente quis e tentou fazer frente ao "sistema" numa fase inicial, porém, acabou facilmente neutralizado pelo mesmo. Nem Trump, nem a esmagadora maioria dos seus apoiantes, tinham seriamente qualquer noção da verdadeira capacidade de resistência e contra-ataque da estrutura de controlo sionista. É um facto que o "sistema" é brutalmente forte e está totalmente "blindado" contra tentativas de mudança como a que Trump ingenuamente ousou tentar. 

O Deep State e a máfia sionista que chafurda em Washington ameaçaram que iriam destruir por completo a vida de Trump. Ameaçaram que não só o derrubariam por via de um impeachment, como ainda lhe destruiriam todos os seus negócios e trariam a ruína total à sua família. Não bastando isto, ainda lançaram contra o mesmo inúmeras ameaças de morte e fabricaram toda a espécie de falsidades e poucas-vergonhas sobre o mesmo. Por isto tudo é que eu arrisco dizer que o Presidente Trump é possivelmente a seguir a Adolf Hitler, o homem mais atacado e difamado pelos media nos últimos cem anos. E porquê? Porquê todo este ódio fanático da lügenpresse contra a figura de Trump? Pois bem, o ódio deve-se simplesmente ao facto de Trump ter tido a coragem de "chamar os bois pelos nomes" e acima de tudo (aqui é que "a porca torce o rabo"...), ter ousado afirmar que pretendia terminar com as políticas de imigração em massa e de "fronteiras abertas" que, como está mais do que provado e demonstrado, são uma receita para o desastre e a guerra civil no Ocidente a médio/longo prazo

De forma a tentar aliviar os ataques sem fim contra si e em última análise um impeachment humilhante, Trump começou a rodear-se da pior espécie de gente que se pode imaginar. Pouco a pouco, os neocons regressaram à Casa Branca e com eles a mais agressiva e perigosa variante do Sionismo. Trump está neste momento literalmente "preso entre a espada e a parede" e não possui qualquer espaço de manobra. Se ele tentar novamente fazer frente ao "sistema", vai sem dúvida ser destruído pelo mesmo. Por outro lado, se ele continuar a obedecer aos "conselhos" dos supremacistas judeus que o cercam, a sua presidência ficará reduzida à infâmia. De uma forma ou de outra, eu acredito que mais tarde, ou mais cedo, o Deep State (que nunca esquece ou perdoa...) vai tentar forçar um impeachment de Trump, independentemente do que ele faça para tentar apaziguar a judiaria internacional. 

O apaziguamento das elites judaicas é uma velha estratégia falhada pelo simples motivo de que as pessoas com que estamos aqui a lidar, não se contentam com nada menos do que a mais total e absoluta subserviência de nós em relação a eles. Marine Le Pen em França também tentou fazer uso desta estratégia e o que ganhou foi uma guerra movida pela banca em relação à Frente Nacional, com a clara intenção de asfixiar financeiramente este partido e estancar assim o ressurgimento nacionalista em França. 

O ano de 2018 começa assim da pior forma que se podia imaginar. O "nosso" Presidente, o homem que eu apoiei abertamente e que havia prometido "drenar o pântano" em Washington, acabou ele próprio afogado nesse mesmo pântano de corrupção, traição e podridão moral sem limites.

Pessoalmente, não acredito que haja já qualquer possibilidade de se poder salvar a presidência de Trump. O fiasco monumental em que se transformou o "Trumpismo", derrotou de vez a minha esperança de alguma ver um Presidente americano a conseguir libertar o meu país-irmão das garras da tirania israelita. O Império Anglo-Sionista é neste momento um monstro que está fora de controlo e a única esperança que resta é que a China e a Rússia se saibam manter unidas e em acção coordenada, de forma a que se possa conter este mesmo monstro antes que seja tarde demais. 

João José Horta Nobre
11 de Janeiro de 2018


sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

A Igreja Católica, Por Motivos de Doutrina, Sempre Odiou e Desprezou as Nações



"O homem precisa daquilo que em si há de pior se pretende alcançar o que nele existe de melhor." - Friedrich Nietzsche (1844 - 1900)

O triste episódio em causa ocorreu no passado dia 1 de Janeiro, aquando da celebração da primeira Eucaristia de 2018 pelo Papa Francisco. De forma indirecta, sua "santidade" decidiu disparar uma "boca" contra os movimentos nacionalistas, afirmando alto e bom som na Basílica de São Pedro que todos aqueles "que fomentam o medo aos imigrantes, em ocasiões com fins políticos, em vez de construir a paz, semeiam violência, discriminação racial e xenofobia, que são fonte de grande preocupação para todos aqueles que levam a sério a proteção de cada ser humano".

Como é óbvio, as palavras do Papa acima citadas entre parêntesis, são claramente dirigidas aos movimentos nacionalistas e fazem parte da gigantesca campanha internacional, que a Igreja Católica há décadas empreende contra tudo aquilo que lhe cheire a Nacionalismo. Fica pois mais uma vez claro como eu nunca estive errado ou exagerei nas investidas que tenho desde há vários anos levado a cabo contra a Igreja Católica e todas as restantes igrejas cristãs.

A Igreja Católica, por motivos de doutrina, sempre odiou e desprezou as nações e todos aqueles que defendem as mesmas. Interesseira, sonsa e falsa como sempre foi, apenas pontualmente é que estendeu a mão aos nacionalistas, quando precisou dos mesmos para combater inimigos externos que na sua óptica, eram ainda mais perigosos para a Igreja do que a pretensa "ameaça" nacionalista, que nas palavras do próprio Papa Francisco constitui uma "fonte de grande preocupação para todos aqueles que levam a sério a proteção de cada ser humano".

Os nacionalistas, sejam eles de que cor forem, não devem de ficar silenciosos ou baixar a cabeça perante a autêntica campanha de difamação que a Igreja Católica - financiada por George Soros e quejandos - está  a levar a cabo contra nós. Antes pelo contrário, os nacionalistas devem de expor a Igreja e devem de denuncia-la sem qualquer piedade. Acima de tudo, devem de empreender um boycott total contra a Igreja e todas as empresas e associações que colaboram com a mesma. Quem faz negócios com a Igreja, deve de ficar a saber que não irá fazer negócios connosco e muito menos nos terá como clientes ou fornecedores seja do que for.

A Igreja Católica, a seu tempo, há-de acabar completamente destruída e é exactamente isso que ela merece que lhe aconteça. Idealmente, o Cristianismo deve ser mesmo ilegalizado no futuro, pois tal como o Comunismo, a doutrina do judeu de Nazaré é uma doutrina internacionalista, anti-nacionalista e derrotista. 

Onde quer que o Cristianismo se instale e germine, tarde ou cedo, segue-se a destruição da sociedade por via do excessivo humanismo, tolerância e piedade que o modo de vida cristão inevitavelmente acarreta consigo. Tal foi o que ocorreu por todo o Médio Oriente, onde as comunidades cristãs foram já praticamente todas eliminadas pela expansionista e agressiva religião islâmica e tal será o que vai acontecer por toda a Europa Ocidental, se os europeus continuarem embalados nas cantigas utópicas de paz e amor universal que os idiotas úteis ao serviço das várias Igrejas cristãs apregoam.

João José Horta Nobre
5 de Janeiro de 2018

"Os que fomentam o medo aos imigrantes, em ocasiões com fins políticos, em vez de construir a paz, semeiam violência, discriminação racial e xenofobia, que são fonte de grande preocupação para todos aqueles que levam a sério a proteção de cada ser humano"

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/papa-pede-uma-igreja-humilde-em-dia-dedicado-a-refugiados-e-imigrantes?Ref=DET_noticiascecca

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Que Mal Fez o Deus Saturno Para Merecer Ser Substituído Por um Judeu?

Uma representação artística de Saturno, o antigo Deus romano da agricultura, abundância, riqueza e libertação. Numa fase posterior, Saturno transformou-se também no Deus do tempo, sendo por isso que muitas vezes surge retratado junto de objectos que servem para contar o tempo como é o caso na ilustração acima. 


«A memória é o perfume da alma.» - George Sand (1804 - 1876)

Tradicionalmente, celebrava-se por esta altura o antigo festival religioso em honra do Deus Saturno e que dava pelo nome de Saturnália:

















Não é preciso ser-se muito inteligente para perceber que os cristãos usurparam literal e descaradamente a Saturnália e transformaram a mesma naquilo que hoje se designa por "Natal", festa em honra do judeu de Nazaré. Resta, no entanto, saber que mal terá feito o Deus Saturno para merecer ser substituído por um judeu?

Não há como negar que o Cristianismo foi, de longe, o primeiro grande assalto que os judeus levaram a cabo contra o Ocidente. Mais ainda do que uma vingança judaica contra o Império Romano, a disseminação do Cristianismo em solo europeu, representou um autêntico genocídio cultural que não só conseguiu erradicar em larga medida a antiga identidade politeísta dos povos indo-europeus, como conseguiu também eficazmente lavar a cabeça das populações com uma tremenda montanha de mentiras judaicas, que tinham tanto a ver com a identidade mitológico-religiosa dos nossos antigos, como uma formiga tem a ver com um elefante...

Desde o tempo do Império Romano que os povos indo-europeus estão em guerra contra os semitas. Directa ou indirectamente, quer queiram ou não, esta guerra dura desde pelo menos o ano de 63 a.C., ano em que o general Pompeu Magno conquistou e anexou a Judeia ao domínio romano. No entanto, estou em crer que as raízes do ódio ao Ocidente já advêm certamente da ocupação Selêucida, que tentou sem sucesso helenizar os judeus da região em causa à força.

Há um claro e nítido padrão no permanente ataque dos semitas, que ao longo dos milénios tem sempre visado antes de mais, a destruição da memória histórica europeia, especialmente a que diz respeito ao período da Antiguidade Clássica. Desde o campo do ensino onde a Antiguidade é cada vez mais desprezada, até à cidade de Palmyra onde as ruínas romanas foram recentemente alvo da ira dos rapazes do Estado Islâmico de patrocínio israelita, é inegável que há um padrão de ataque contínuo da parte dos semitas contra o legado clássico Greco-Romano. A disseminação do Cristianismo na Europa e a substituição das nossas antigas divindades religiosas, por figuras mitológicas judaicas, foi apenas mais uma forma de atacar e humilhar o Império Romano e o seu legado. Não há como fugir a esta evidência. O Cristianismo é uma religião de semitas, inimiga da Europa e que deve ser combatida em todas as frentes e por todos os meios ao dispor. Idem para as restantes religiões abraâmicas.

Esta gente não vai parar. Garanto-vos isto. As elites judaicas que estão por detrás desta loucura, não irão parar enquanto restar pedra sobre pedra na Europa. Não é ao acaso que há uma "mão invisível" judaica por detrás da imigração terceiro-mundista em massa para dentro da Europa e a seu tempo, quando a situação tiver "fermentado" o suficiente, podem ter todos a certeza de que vai ser a mesma "mão invisível" que irá estar por detrás das guerras civis que inevitavelmente devastarão a Europa Ocidental a seu tempo. O grande plano para a destruição do Ocidente já foi escrito há muito tempo e pouco a pouco, vai sendo implementado por via de mentiras e enganos sucessivos da população que, iludida pela utopia "democrática", vai votando alegremente na sua própria destruição e consequente extermínio físico e cultural. 

A "fanáticos" como eu, resta-nos ir resistindo a este cataclisma civilizacional de proporções épicas da melhor forma que conseguirmos e tentar manter viva a chama de uma Europa que já existiu e quem sabe, talvez ainda possa ressurgir...

João José Horta Nobre
19 de Dezembro de 2017


 
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