domingo, 22 de janeiro de 2017

O Ocidente Está Neste Preciso Momento a Viver Uma Crise Civilizacional em Pleno


«Video: This Deranged Anti-Trump Protester is the Weirdest Thing Ever»


Estamos a entrar no reino da loucura absoluta. No fundo, trata-se apenas do resultado pleno da aplicação das teses doentias da Escola de Frankfurt. Decadência cultural a todo o gás, em conjunto com uma gravíssima crise demográfica e identitária. O Ocidente está neste preciso momento a viver uma crise Civilizacional em pleno. Com os actuais sintomas agudos e à velocidade a que doença está a evoluir, já não deve faltar muito para algo "estalar" de vez. É inevitável. Entretanto, aquele poço de virtudes inauditas chamado Madonna, já veio dizer que gostaria de "fazer explodir a Casa Branca". Julgo estarmos conversados sobre o tipo de gente que os nacionalistas hoje têm pela frente a fazer-lhes oposição e guerra nas ruas. Quando a coisa "estalar" e podem ter a certeza de que vai "estalar", será necessário tomar medidas radicais. Muito radicais mesmo. Nessa altura depois não se esqueçam de que nós estamos apenas a apanhar os cacos da tragédia que os "sábios democratas" passaram os últimos cinquenta anos a semear. E não se esqueçam também de que por vezes, para que um médico consiga salvar um dado paciente, precisa de lhe amputar uma perna, ou um braço, ou até mesmo em certos casos mais extremos as duas pernas e/ou os dois braços. Para bom entendedor meia palavra basta... Tenho dito. 

João José Horta Nobre
22 de Janeiro de 2017

O Papa Volta a Atacar Trump e Todos os Nacionalistas - As Forças Obscuras da Nova Ordem Mundial São Quem Controla o Vaticano



Eu já andava admirado pelo facto de a ratazana filo-semita que vive no Vaticano, ainda não ter vindo chiar contra Trump nos últimos dias. Afinal, parece que não vou ter de esperar mais:


Isto. Esta "coisa". Esta imunda ratazana serva do mais agressivo internacionalismo que dizem ser o Papa, tem passado os últimos anos a difamar e a atacar sistematicamente todos os partidos, movimentos e líderes nacionalistas, ao passo que dá a mão e apoia abertamente terroristas de extrema-esquerda e pedófilos. Agora e em mais uma tirada demonstrativa do seu delírio doentio, veio comparar "populistas" a nazis. O objectivo do Papa é mais do claro, ele está a insinuar que todos os nacionalistas são "nazis", uma velha estratégia de manipulação psicológica utilizada pelos supremacistas judeus e que de resto, já caiu no ridículo e não faz grande efeito

Este Papa é um porco, um suíno que só sabe vomitar excremento verbal de cada vez que abre a boca. Mentiras e mais mentiras é o que o Papa e a Igreja emitem 24/7. Mentem com todos os dentes que têm na boca e mentem com a consciência que estão a mentir. Estes cristãos são capazes de nos espetar uma faca nas costas com uma mão, enquanto nos acenam simpaticamente com a outra. São eles os traidores e terroristas que tanto mal fizeram ao Império Romano e que não descansaram enquanto não destruíram o mesmo, mergulhando toda a Europa civilizada, literalmente, numa Idade das Trevas. E ainda se lamentam por Nero os ter dado de comer aos leões?!? Pois eu digo: o Imperador Nero devia era de ter dado todos os cristãos do Império Romano de comer aos leões no Coliseu! Um por um, atirá-los todos aos leões para servirem de exemplo aos restantes traidores e sabujos de Sião!

Tudo o que a Igreja faz e diz confirma as minha repetidas acusações contra a mesma. Tenho dito e repetido muitas vezes que a Igreja é hoje, uma das maiores inimigas dos nacionalistas no concerto internacional e que os cristãos não passam de uma quinta-coluna ao serviço da judiaria internacional. Não é possível confiar em gente que presta vassalagem a um maligno Deus judaico e que tem como Messias um judeu com um passado extremamente obscuro. Por este mesmo motivo é que eu não confio em cristãos e quero-os bem longe de mim

João José Horta Nobre
22 de Janeiro de 2017


sábado, 21 de janeiro de 2017

Trump Precisa Urgentemente de Resolver um Grave Problema Chamado Supremacismo Judaico



Não sei o que vai na cabeça de Donald Trump e em boa verdade, ninguém sabe. Mas sei que se Donald Trump quiser realmente cumprir pelos menos algumas das promessas que fez durante a sua campanha eleitoral, então este vai ter de começar por resolver urgentemente um problema muito grave e sério chamado Supremacismo Judaico.

Os supremacistas judeus andam há décadas a conspirar contra o Ocidente e a financiar "revoluções coloridas" por intermédio de fundações e esquemas manhosos, sendo que o mais conhecido de todos este animais - o psicopata George Soros - pelo meio até quebrou o banco central inglês num tristemente célebre episódio que ficou conhecido como a "Quarta-Feira Negra".  Esta gente, estes parasitas sem escrúpulos, são hoje o inimigo público Nº 1 do Ocidente. 

Não tenho qualquer dúvida em afirmar que os supremacistas judeus são monstros. Monstros absolutos com forma humana. Para além de todos os golpes, "revoluções" e lixo ideológico que têm disseminado. São, de longe, os mais bem conhecidos patrocinadores de um incontável número de vandalismos cometidos por grupos de extrema-esquerda e anarquistas, que financiados pela teia obscura de fundações e movimentos sociais dos supremacistas judeus, têm provocado danos materiais na ordem das largas centenas de milhões de dólares em consequência dos seus protestos "pacíficos", danos estes que atingem inevitavelmente o erário público e por consequência a carteira do contribuinte comum. Os movimentos Black Lives Matter e Occupy Wall Street, os protestos violentos anti-Trump logo após a sua eleição em Novembro passado, as "revoltas" em Ferguson, tudo isto foram episódios de violência social que têm a "mão invisível" do Supremacismo Judaico por detrás.

Ontem, mais uma vez, ficou perfeitamente bem demonstrado em Washington que a selvajaria patrocinada pelos extremistas judeus ainda vai apenas no início, sendo que a "coisa" promete agravar-se e intensificar-se largamente, a não ser que o Presidente Trump tome medidas nesse sentido e de preferência com a urgência que uma situação destas exige.

Em primeiro lugar e antes que acabe da mesma forma que o ingénuo Kennedy acabou, Trump deve demitir o quanto antes todas as chefias da CIA e dos Serviços Secretos e substitui-las por gente da sua íntima confiança. Esta purga obviamente que não vai eliminar por completo o risco de Trump vir a ser assassinado, mas seguramente que o vai diminuir consideravelmente. A CIA é um dos principais braços armados do polvo mundialista e é através da mesma que inúmeras "revoluções coloridas" e assassinatos têm sido efectuados. É por isso essencial que Trump "meta as rédeas" nessa organização e a única forma de isto poder ser feito com eficácia é purgando todas as chefias da mesma o mais depressa possível. Coloco ênfase no "depressa", pois nestas situações o melhor é apanhar o inimigo de surpresa e administrar-lhe o "tratamento" adequado antes que ele saiba sequer o que lhe está a acontecer. O elemento surpresa é essencial em todos os processos de purga em massa, precisamente para não oferecer aos alvos da purga qualquer hipótese de se organizarem defensivamente.

De seguida, Trump deve começar a contra-atacar discretamente e deve fazê-lo da mesma forma que Putin o fez na Rússia, jogando feio, porco e sujo contra os supremacistas judeus, pois eles também jogam feio, porco e sujo. Não pode haver regras de decência na guerra a ser movida contra esta gente, pois eles também não mostram qualquer espécie de decência no que nos têm feito a nós. Trump deve por isso organizar o quanto antes um círculo interno de inteligência que trate de identificar um por um, quem são os líderes do projecto mundialista em curso e de seguida, deve começar a eliminá-los fisicamente sem qualquer espécie de piedade ou reserva.

Com a CIA e restantes agências secretas bem purgadas, será fácil para Trump ordenar indirectamente o assassínio gradual das elites judaicas que há décadas comandam a política americana. Um jacto privado que sofre uma "avaria" e explode em pleno voo. Umas miligramas de polónio-210 que "misteriosamente" caiem no café matinal de alguém. Uma gota de dioxina que por "azar" cai num prato de esparguete. Uma bala "perdida" que sabe-se lá como, entrou pela cabeça adentro de um Rothschild. Um juiz que do nada se decide "suicidar". Estão a entender?... Se ainda não entenderam, então estudem um pouco a forma de fazer política do Czar Putin e vão passar a perceber na perfeição como um verdadeiro patriota e nacionalista deve tratar da saúde aos seus inimigos.

Trump tem neste momento nas suas mãos o poder para, se ele quiser, decapitar por completo a Nova Ordem Mundial e exterminar os líderes da conspiração mundialista em curso de uma vez por todas. Eu no lugar dele, mesmo sabendo que poderia vir a ser eu próprio eventualmente preso ou morto no caso de falhar, não hesitaria nem por um momento em fazer a "limpeza" que tem de ser feita. Trump foi eleito pelo povo americano para servir o povo americano. Não para servir extremistas judeus e agendas ocultas. Se ele realmente quer o bem do povo que o elegeu, então deve começar por expurgar os maiores inimigos desse mesmo povo, que estão bem infiltrados na própria sociedade americana e que há décadas lutam com todas as suas forças para destruir a mesma.

João José Horta Nobre
21 de Janeiro de 2017
 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Trump só Precisa de Nos Ajudar a Rebentar Com a União Europeia - Isso Para Mim Basta



O principal motivo que me levou praticamente desde o início a declarar abertamente o meu apoio ao Presidente Trump, foi o facto de eu ter percebido desde muito cedo que Trump, se chegasse à Casa Branca, poderia e pode potencialmente vir a ser a pior coisa que já aconteceu à União Europeia. 

O ódio exacerbado que as elites judaicas lhe dedicaram a rodos por intermédio dos media por si controlados. A permanente campanha de difamação. Todas as insídias e mais algumas. Não, isto não é normal. Não é normal as elites judaicas atacarem alguém assim, salvo se as mesmas sentirem que esse mesmo alguém poderá constituir uma potencial ameaça à sua imensa influência no Mundo da banca, dos media e da política - os três eixos do poder do Supremacismo Judaico. Foi este o motivo principal que me levou a torcer por Trump e a remar contra a maré politicamente correcta, que tristemente grassa entre a intelectualidade reinante da Europa Ocidental. 

Trump até pode não cumprir mais de metade do que prometeu. Pode mentir, pode fugir aos impostos, pode apalpar pussy's como quem apalpa papaias num mercado de fruta, que a mim isso pouco ou nada me interessa. O que me interessa, isto sim, é que Trump nos ajude a cavar a sepultura da União Europeia. Como eu já expliquei inúmeras vezes em outros textos meus, a União Europeia constitui a pedra angular não só do projecto mundialista em curso, mas do próprio regime abrilino, que desde 1974 sequestra Portugal através de mentiras e permanentes lavagens cerebrais ao povo. Destruir a União Europeia, é portanto um passo essencial para se destruir o regime de Abril e os partidos do assim chamado "arco do poder" em Portugal. 

Eu, mais do que muitos europeus, estou especialmente habilitado para falar sobre os Estados Unidos, a sua cultura e a sua psicologia social. Isto porque lá passei uma parte substancial da minha vida e lá estudei. O inglês foi a primeira língua que aprendi a ler e a escrever e ainda hoje, a minha base cultural é de certa forma mais anglo-saxónica do que portuguesa, especialmente no que diz respeito à literatura. Os meus leitores já devem de ter reparado que eu faço inúmeras referências a fontes e autores norte-americanos. Obviamente que não é ao acaso... Por fim e nunca escondi isto, estou ligado por laços de sangue aos Estados Unidos, País onde tenho um irmão americano que é militar e presta serviço nos Marine Corps. Posso portanto dizer que os Estados Unidos são o meu País irmão... literalmente. Porém, nada disto alguma vez foi ou será um obstáculo à minha permanente e contínua defesa de Portugal e sim, continuo a preferir mil vezes mais um bom Bacalhau à Gomes de Sá, a um hambúrguer americano, por mais saboroso que este último também possa e pode, de facto, ser.

João José Horta Nobre
20 de Janeiro de 2017


quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

O Pânico em Torno das "Fake News" Significa Apenas Que o Sistema Começa a Ficar Desesperado...




Sempre gostei de ouvir David Icke[1] e apesar de não estar minimamente de acordo com a sua teoria "reptiliana" - que a meu ver é apenas uma metáfora para "sionistas" ou "supremacistas judeus" - não posso, no entanto, deixar de concordar com muito do que ele diz e escreve sobre a maquiavélica elite, que a partir dos bastidores anda a tentar construir o inferno na Terra. 

Desde há alguns meses a esta parte, mais propriamente desde que Donald Trump venceu a eleições presidenciais nos Estados Unidos, que começou a circular nos mainstream media um pânico em relação a umas supostas "fake news", que seriam a explicação para o porquê de tantos radicais da "pavorosa ultra-extrema-direita", estarem a ganhar tanta popularidade pelo Ocidente fora. 

O facto é que este pânico revela na perfeição que o "sistema" está a perceber de vez que começou a perder a batalha da informação, para pequenos e modestos bloggers e utilizadores de redes sociais como eu próprio. Pouco a pouco, a nossa "artilharia" eletrónica começa a fazer mossa no "sistema", o mesmo "sistema" que durante décadas usufruiu de um monopólio absoluto no domínio da informação, tendo usado e abusado da censura e da mentira a um nível nunca antes visto

É que podem ter a certeza de que nem sequer os regimes totalitários do passado, se atreviam a praticar tão descarada deturpação da verdade como a que se tem visto praticar no Ocidente durante as últimas décadas. Obviamente, o "sistema" e os donos dos grandes media, não toleram que nós, pouco a pouco, lhes estejamos a retirar o tapete do poder de debaixo dos pés e reagem ladrando "fake news", num acto de desespero patético. Não lhes irá servir de nada. Antes pelo contrário, quanto mais os cães do "sistema" ladrarem e chafurdarem, mais razão nos darão. No fundo, é como dizia e muito bem George Orwell: "Quanto mais uma sociedade se distancia da verdade, mais ela odeia aqueles que a falam"...

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Notas:
[1] David Icke é a meu ver, de longe, o mais completo e intelectual de todos os pensadores contemporâneos anti-sistema. 

João José Horta Nobre
19 de Janeiro de 2017
 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Estaline, a URSS e a Nova Ordem Mundial



«Glorioso seja o ano de 1937! Nesse ano, Estaline finalmente conseguiu compreender que era o Sionismo, não o Comunismo, que estava a ser construído na URSS e ele destruiu-o. Após 1937, Suvorov e Kutuzov, Nakhimov e Ushakov, Bogdan Khmelnitsky e o "Cavaleiro com Pele de Tigre" transformaram-se em símbolos nacionais. E os russos, ucranianos, bielorrussos -  todos aqueles que os sionistas haviam destruído e deixado a apodrecer em prisões, rotulados como "nacionalistas" ou "anti-semitas" - regressaram.» - General Viktor Filatov

É certo que Estaline foi um "psicopata paranoico", mas foi o "psicopata paranoico" que dizimou os agentes dos supremacistas judeus que estavam instalados no aparelho de Estado Soviético. Isto é um facto e contra factos não há argumentos. É também por este motivo que eu tenho muita dificuldade em categorizar Estaline, pois ele era realmente comunista por um lado, mas também era um nacionalista eslavo por outro. Estaline aderiu à Revolução Russa que foi desde o início impulsionada por judeus bem colocados no Mundo da alta finança, mas mais tarde é inegável que combateu ferozmente contra esses mesmos judeus e até os exterminou em larga medida. Foi Estaline que mandou assassinar aquele que havia sido em tempos o principal agente dos supremacistas judeus na União Soviética - Leon Trotsky - e isso só por si revela como Estaline nunca foi um lacaio da Nova Ordem Mundial. 

A judiaria internacional, isto é, o núcleo de supremacistas judeus sediados em Wall Street que havia financiado e apoiado em segredo a Revolução Bolchevique desde o início, sempre quis que fosse Trotsky a suceder a Lenine quando este último morresse. Trotsky, ele próprio um judeu, era o homem de confiança dos supremacistas judeus. Só pode por isso ter sido com espanto que os judeus patrocinadores do Bolchevismo, viram Estaline arvorar-se do poder em 1922, numa manobra política construída previamente nos bastidores e verdadeiramente genial. 

A resposta dos banqueiros judeus de Wall Street a isto, a este despautério do georgiano que em tempos havia sido ele próprio um assaltante de bancos, foi o respectivo financiamento e consequente rearmamento da Alemanha. Hitler que odiava visceralmente não apenas as elites judaicas, mas todos os judeus, foi ele próprio obrigado a mamar da teta judaica, de forma a conseguir consolidar o seu poder e preparar a Alemanha para a guerra.

Estou em crer que os supremacistas judeus julgavam que poderiam através desta sua colaboração com a Alemanha Nazi, provocar de seguida uma guerra com a URSS que derrubasse Estaline do poder e simultaneamente enfraquecesse a Alemanha de forma brutal. Como é sabido, apenas a segunda parte do plano funcionou, pois a Alemanha foi efectivamente "riscada do mapa" como potência beligerante. Porém, o "Tio Estaline" manteve-se férreamente agarrado ao poder.

Apesar de não terem conseguido afastar Estaline do poder, a Segunda Guerra Mundial foi a melhor coisa que podia ter acontecido aos supremacistas judeus, que assim ficaram com o caminho aberto não só para fundar o Estado de Israel, mas para darem mais um passo em frente no seu plano de erguer um governo mundial totalitário, através da criação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) em 1952. Como se sabe, a CECA foi a precursora da actual União Europeia que é em tudo uma experiência de laboratório das elites mundialistas, onde estão a ser ensaiadas novas formas de engenharia social e controlo populacional. O plano dos supremacistas judeus, a ser executado por intermédio dos seus lacaios que pertencem à Superclasse Mundialista, é utilizar a União Europeia como uma ferramenta para por um lado destruir as nações e identidades nacionais da Europa e por outro, criar uma estrutura económico-política que seja um modelo a aplicar posteriormente a todo o globo terrestre. 

A União Europeia é portanto uma nova União Soviética, mas desta vez os supremacistas judeus foram mais inteligentes e trataram de garantir que ao contrário do que aconteceu na ex-URSS, não há meio, nem forma, de um ditador poder tomar o controlo de toda a estrutura política da União Europeia. O objectivo disto é simples de compreender: sob a capa da "democracia" vão-se mantendo os povos da Europa anestesiados com a ilusão de que eles têm poder apenas porque se realizam eleições, porém, na verdade tudo o que se passa na União Europeia é decidido por uma tenebrosa elite que em reuniões à porta fechada e no maior secretismo anda a "cozinhar" há décadas a melhor forma de exterminar os povos e as nações da Europa.
 
Voltemos agora à União Soviética. 

Quando a URSS chegou aos anos 1980, esta assemelhava-se mais a uma Itália Fascista em tons vermelhos, do que a qualquer utopia comunista. Foi por este motivo e apenas por este motivo, que os agentes da Nova Ordem Mundial decidiram começar a minar o regime soviético por dentro, primeiro através da Perestroika e da Glasnost e de seguida, através da queda do muro de Berlim que provocou um efeito dominó na Europa de Leste, tendo em última análise levado ao colapso dos regimes comunistas. Aproveito também para sublinhar que a destruição dos regimes comunistas a Leste, contou desde o início com o apoio da Igreja Católica que tem sido desde o Concílio Vaticano II, uma das melhores aliadas das elites judaicas no concerto internacional.[1]

O processo de democratização da Rússia nos anos 1990 foi, acima de tudo, um processo de captura da Rússia para a órbita da Nova Ordem Mundial e a consequente tentativa de levar à desfragamentação da mesma. Não é portanto ao acaso que Putin já descreveu a queda da União Soviética como tendo sido "a maior catástrofe geopolítica do século XX." Basta ver quem ficou a ganhar com o colapso da URSS e a consequente "democratização" da Europa de Leste, para se perceber que a mesma não passou de mais uma "revolução colorida", engenhada pelos rapazes da CIA e mais algumas agências secretas que estão alinhadas com as forças da Nova Ordem Mundial.

Uma vez derrubada a URSS, não tardou para que se iniciasse uma autêntica orgia de destruição do que sobrava da economia russa, que em pouco tempo foi totalmente colocada nas mãos de oligarcas corruptos, a maioria dos quais, certamente por "mera coincidência", eram judeus...

A União Soviética da década de 1980 não representava uma ameaça séria a nenhum País do Mundo. Apenas os supremacistas judeus é que se sentiam incomodados pela mesma, pois esta havia-se transformado num regime nacionalista vestido com as cores do Comunismo, mas na sua essência, era um regime nacionalista. Ora, como eu e aqueles que se interessam por isto bem sabem, se há coisa que a Nova Ordem Mundial não tolera, nem nunca tolerou, são nacionalistas. Isto porque o Nacionalismo quando colocado em prática, representa sempre um travão ao governo mundial totalitário. Por isso é que eu já o disse muitas vezes e insisto: os nacionalistas, por mais defeitos e desequilíbrios que eventualmente tenham, são hoje a última barreira de defesa que o Ocidente e em última análise, toda a humanidade, tem ao governo mundial totalitário que as elites judaicas pretendem erguer.

A URSS foi destruída porque passou a representar uma ameaça e um entrave aos planos da Nova Ordem Mundial. A queda do Muro de Berlim nunca teve nada a ver com "democracia" ou "liberdade", isso são apenas desculpas para enganar totós. O verdadeiro motivo que levou à destruição da União Soviética foi o facto de esta ter deixado de ser útil aos planos da Nova Ordem Mundial e por isso mesmo, os judeus que puxam os "cordelinhos" em Wall Street decidiram a sua dissolução. É tão simples quanto isto.

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Notas:
[1]Muito há ainda por dizer sobre a figura sinistra do Papa João Paulo II, que ao que tudo indica, foi um dos mais dedicados agentes do Supremacismo Judaico, tendo sido premiado pelos seus serviços para com Sião através da sua rápida elevação a "Santo" da Igreja. 

João José Horta Nobre
16 de Janeiro de 2017

domingo, 15 de janeiro de 2017

Das Mentiras Que Por aí se Dizem Sobre o Estado de Israel



«[Israel é] o único e ínfimo país do médio oriente onde impera a democracia e a lei, onde há progresso e liberdade, onde não há distinção de raças ou etnias,»

O trecho acima, ou melhor, a mentira acima, colhida no blog cristão Lura do Grilo, é um bom exemplo da imensa campanha de desinformação que o Estado de Israel anda a patrocinar há décadas, com o entusiástico apoio de muitos cristãos. Para quem não saiba e indo direito ao assunto, Israel é um Estado etnicamente judaico e racista ao ponto de até se punir com a pena de prisão os casamentos fora da raça:



Se fossem os Estados Unidos ou um País europeu a fazer isto, "caía o Carmo e a Trindade", mas como é Israel, os filo-semitas sem a mais pequena ponta de vergonha na cara calam o pio e baixam as orelhas, não vá o demente Deus judaico em que acreditam ofender-se por se dizerem as verdades... 

João José Horta Nobre 
15 de Janeiro de 2017
 
É desta forma que os não-judeus nascidos em Israel são tratados por esse mesmo Estado. Anualmente, Israel recebe largos milhões de dólares de supremacistas judeus que apoiam o racismo de Estado em Israel, mas que simultâneamente financiam e promovem na Europa e nos Estados Unidos, o anti-racismo militante através de inúmeras ONG's ligadas à extrema-esquerda e a partidos liberais. Já não adianta os judeus andarem a choramingar sobre o Holocausto para distrair os goyim, pois os planos maquiavélicos da judiaria internacional estão a ser expostos e divulgados para todo o Mundo ver. Neste momento esta gente já não passa de um "gato escondido com o rabo de fora"...

Não é a ONU, Mas Sim, os Supremacistas Judeus



Orlando Braga escreve aqui que "existe um plano da ONU de genocídio dos brancos". O problema, a meu ver, é que há aqui um erro e trata-se de um erro bastante grave. Não é a ONU que quer exterminar "os brancos". São os supremacistas judeus. As coisas têm um nome e de nada adianta tentar esconder o que já não é possível esconder.

A esmagadora maioria dos cristãos, como é claramente o caso do Orlando Braga, têm pavor de admitir que quem realmente está a puxar os "cordelinhos" do sistema, são na realidade judeus racistas que almejam o domínio do globo. Ora, como não conseguem admitir o óbvio, fazem depois figuras ridículas dizendo que é a "ONU" ou os "islâmicos" ou ainda os "Illuminati" que almejam dominar o Mundo por via de uma grande conspiração.

A ONU, é apenas um dos muitos braços do polvo mundialista controlado por supremacistas judeus, assim como a maçonaria, os partidos comunistas e liberais, alguns partidos ditos "nacionalistas", milhares de ONG's, bancos, empresas e redes de máfia organizada são outros braços do polvo mundialista. Toda esta estrutura é coordenada por pessoas que podemos designar como sendo a "Superclasse Mundialista". Esta Superclasse Mundialista é quem se reúne ocasionalmente nos encontros do Grupo Bilderberg, da Comissão Trialateral, entre muitas outras reuniões secretas de cuja existência nós nem temos conhecimento. A Superclasse Mundialista é por sua vez controlada através da infiltração estratégica de posições-chave, por supremacistas judeus que discretamente a vão manipulando, e que ao mínimo pressentimento de ameaça expulsam da mesma qualquer membro.

A actual "ameaça islâmica", na verdade, foi artificialmente criada por esta elite mundialista e a prova disso é ver como foi esta gente que passou as últimas décadas a importar imigrantes do Terceiro Mundo em massa para dentro da Europa, sabendo já de antemão os gravíssimos problemas sociais que isso eventualmente iria gerar. De seguida, foi esta mesma gente, que decidiu destruir os regimes nacionalistas árabes no Médio Oriente - o Iraque de Saddam Hussein, a Líbia de Gaddafi - que eram quem conseguia ainda manter alguma ordem e controlo na região. O governo da família al-Assad na Síria é o último destes regimes e é o único que ainda resiste, com o apoio essencial da Rússia, caso contrário, também ele já teria vindo abaixo. Ora, tudo isto foi feito com o objectivo de desestabilizar propositadamente todo o Médio Oriente a favor de Israel e criar ondas humanas de refugiados islamo-africanos rumo à Europa. Na prática, trata-se de criar a ordem a partir do caos. A Nova Ordem Mundial, isto é, o governo mundial totalitário, para ser erguido, necessita primeiro de criar o caos total, de forma a enfraquecer as nações e torná-las vulneráveis aos falcões do internacionalismo militante.

Parece-me a mim inegável que é a "mão invisível" do supremacismo judaico que está a dirigir toda esta estratégia de morte e terror a partir das sombras. Quem negar isto ou não está a ser racional na análise dos factos, ou então não é intelectualmente honesto. 

Quanto aos "Illuminati", por favor deixem-se de lunatismos delirantes. Os Illuminati foram uns grupinhos de intelectuais do século XV que já há muito se extinguiram e que entretanto, se transformaram nos últimos anos num bode expiatório perfeito para os supremacistas judeus. Abundam no mercado as "teorias da conspiração" sobre Illuminati's sedentos de vingança contra todos e mais alguns. Posso-vos, no entanto, garantir que isso é tudo mentira. Não existe nenhum grupo de Illuminati que seja realmente uma ameaça neste momento. A ameaça real e perigosa, essa sim mesmo muito perigosa, são os supremacistas judeus e os seus respectivos lacaios

João José Horta Nobre
15 de Janeiro de 2017


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Não Adianta Tentar Apaziguar os Supremacistas Judeus - Espero Que Marine Le Pen Tenha Aprendido a Lição...




A loira que habilmente tem liderado a Frente Nacional, Marine Le Pen, passou os últimos anos a tentar apaziguar os supremacistas judeus, que são quem a partir da sombra dirige verdadeiramente a Superclasse Mundialista e tentam conduzir os destinos do Mundo rumo à formação de um governo Mundial totalitário. 

De forma a apaziguar as elites judaicas, certamente fiada na crença ingénua de que isso lhe traganhos políticos, a senhora Le Pen tem-se esforçado de todas as formas para agradar à judiaria internacional, ou seja, ao núcleo de supremacistas judeus que através de uma miríade de ONG's, partidos políticos, movimentos sociais, bancos, empresas, etc... tentam moldar o Mundo de acordo com o seu desejo pessoal. George Soros será de longe o mais famoso e conhecido destes supremacistas judeus, mas existem muitos mais.

Basicamente, o que se passa é o seguinte: De forma a ver se satisfazia a lunática judiaria internacional, Marine Le Pen, num acto absolutamente vergonhoso, expulsou há alguns anos atrás o seu próprio pai do partido fundado pelo mesmo. Entretanto, aproximou-se estrategicamente da comunidade judaica e o vice-presidente da Frente Nacional chegou mesmo a visitar Israel em 2011, só para ver se assim conseguia sossegar os sempre desconfiados sionistas. Esta aproximação estratégica aos judeus é relativamente o mesmo que Donald Trump fez nos Estados Unidos, tudo com o intuito de sossegar os supremacistas judeus e o resultado, tanto na França, como nos Estados Unidos, é exactamente o mesmo: por mais que Trump e Marine Le Pen se esforcem, por mais que tentem apaziguar os supremacistas judeus, esses mesmos supremacistas judeus não param de lhes fazer a guerra por todos os meios possíveis. 

Nos Estados Unidos continua de vento em popa a guerra das elites judaicas contra Donald Trump, um sinal bom, pois é indicativo de que as mesmas não controlam o novo Presidente americano e caso assim não fosse, não continuaria com tanta força a campanha mediática anti-Trump. Por sua vez, em França a guerra já deixou de ser apenas ao nível da propaganda para passar a ser também uma guerra económica contra os nacionalistas franceses, sendo que é a própria Marine Le Pen que agora admite que TODOS os bancos franceses se recusam a emprestar capital à mesma:







Os nacionalistas que retiram daqui as devidas ilações e aprendam de uma vez por todas que não adianta tentar apaziguar os supremacistas judeus, pois eles simplesmente jamais vão ajudar ou colaborar com partidos ou movimentos nacionalistas, mesmo que esses mesmos partidos e movimentos declarem a mais absoluta amizade pelos judeus e por Israel. O motivo para isto é até bastante simples de se compreender, é que os supremacistas judeus têm um projecto de domínio global que andam a colocar em prática há séculos e que se intensificou largamente após a Revolução Francesa. Pouco a pouco e de mansinho, esta gente tem ido financiando guerras, golpes de Estado, revoluções e toda a espécie de subversões pelo Mundo fora. O objectivo final de tudo isto é a construção de um governo mundial totalitário e nada mais. Logicamente, os nacionalistas representam uma grave ameaça a esta gente e aos seus intentos, aliás, somos hoje a última barreira de defesa que existe na Europa contra estes monstros e se nós cairmos ou falharmos, será o fim definitivo. 

Precisamente por isto e devido a estes irreconciliáveis interesses, é que não pode haver entre nós e os supremacistas judeus qualquer espécie de relação ou entreajuda. Nós estamos em guerra contra esta gente, os nacionalistas que metam isto na cabeça, estamos em guerra contra os supremacistas judeus e andar a compactuar com o inimigo é andar a enfiar tiros nos próprios pés. Espero que Marine Le Pen tenha aprendido a lição, assim como todos os restantes nacionalistas que andam infrutíferamente em bicos de pés há anos a tentar satisfazer as elites judaicas. Não adianta tentarem apaziguar as elites judaicas. Não adianta tentarem fazer pactos com as forças do mal. Estão a perder o vosso tempo. 

É necessário ter-se em conta que os supremacistas judeus não operam dentro do terreno da lógica que é utilizada pelas pessoas normais. Não existe para os supremacistas judeus a lógica da troca de favores e do respeito mútuo para com as forças políticas fora do seu controlo. O seu objectivo é destruírem as nações, começando pelas do Ocidente e não adianta de nada os nacionalistas tentarem ser amigos desta gente e/ou tentarem fazer acordos ou obter a paz com os mesmos, pois eles jamais vão parar. 

Um acordo com os supremacistas judeus não vale sequer o papel em que está escrito, pois esta gente não tem em si qualquer resíduo de honra ou decência. O seu objectivo é o governo mundial totalitário e nada os fará parar até atingirem esse desígnio para o qual trabalham há gerações. Os nacionalistas têm de entender isto de uma vez por todas, caso contrário, irão cometer os mesmos erros que a Igreja e os monárquicos também cometeram no passado, que foi o de julgarem que poderiam negociar e trabalhar com os monstros do Internacionalismo militante, como se fossem um inimigo tradicional. Não podem. Os supremacistas judeus não são aquilo que se possa designar como sendo um "inimigo tradicional". Não são um inimigo que opera dentro das regras ou que respeita quaisquer princípios de honra. Trump parece que está a aprender isto agora, pois de nada lhe serviu tanta bajulação das elites judaicas e a Mademoiselle Le Pen é bom que aprenda antes que seja tarde demais...

João José Horta Nobre
12 de Janeiro de 2017

Não adianta tentar apaziguar as elites judaicas. David Duke bem avisou há alguns meses atrás que Trump estava a perder o seu tempo se achava que bajular os judeus e o lobby sionista lhe traria ventos mais favoráveis por parte dos media. Não trouxe. Antes pelo contrario, quanto mais Trump tenta apaziguar as elites judaicas, mais estas o atacam e difamam pelas costas. O mesmo aplica-se a Marine Le Pen, após anos a tentar agradar às elites judaicas, o que ganhou foi uma guerra económica movida contra si e a Frente Nacional por parte dos bancos franceses.
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